As aventuras de Daniel: O Estagiário de Marketing —A Queda pelo Desejo - Parte 1 (Episódio 12)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 2485 palavras
Data: 23/05/2026 11:31:28

As aventuras de Daniel: O Estagiário de Marketing —A Queda pelo Desejo Parte 1 (Episódio 12)

O retorno para São Paulo teve o gosto amargo de uma ressaca que não passava. Sentado na minha cadeira de couro na diretoria da agência, eu olhava para a paisagem de prédios através da parede de vidro, mas a minha mente ainda estava presa nos desastres de Gramado e daquele resort de luxo. Meu ego estava estraçalhado, ferido da pior forma. O Diego tinha me usado, mentido na minha cara com aquela farsa de relacionamento aberto só para foder o modelo ruivo pelas minhas costas e depois sumir da minha vida virando policial. E o Ricardo, o urso parrudo que me fazia perder o juízo no vestiário, tinha se afastado por causa do ciúme idiota do Rafael. Eu me sentia vulnerável, afundado em uma solidão que há muito tempo não experimentava. Para piorar, o tesão acumulado de dias sem transar pesava no meu saco, me deixando elétrico, mal-humorado e com a guarda completamente baixa. Eu precisava de um escape, mas a rotina corporativa me sufocava.

A batida leve na porta de madeira maciça interrompeu meus pensamentos.

— Daniel? Os candidatos para a vaga de estágio do último semestre de marketing já chegaram. O primeiro da lista está pronto para a entrevista final — avisou minha secretária pelo ramal.

Eu — Manda entrar — respondi, limpando a garganta e tentando recuperar a postura de macho alfa e diretor implacável.

A porta se abriu e o ar da sala mudou instantaneamente. O moleque que entrou não parecia em nada com os candidatos padrão que costumavam pisar ali. Seu nome era Lucas. 22 anos, moreno claro, cabelo cortado milimetricamente na régua com um fade perfeito nas laterais, exalando um perfume importado marcante que invadiu o ambiente. O físico dele era o ponto fraco de qualquer homem: o clássico boy de academia, um "falso magro" com ombros definidos, braços torneados que marcavam as mangas da camisa social justa e um abdômen trincado que desenhava por baixo do tecido leve. A calça de alfaiataria escura era milimetricamente ajustada ao corpo, moldando um par de coxas grossas e uma bunda empinada de quem não pulava um treino de perna. Ele carregava uma pasta de couro, mas o que realmente chamou minha atenção foi o olhar. Olhos escuros, compridos, cheios de uma malícia que desafiava a minha autoridade logo de cara.

Lucas — Boa tarde, Daniel. Sou o Lucas — ele disse, com uma voz firme, mas que carregava um tom aveludado e cínico. Ele estendeu a mão, e o aperto foi firme, os dedos dele arrastando de leve na palma da minha mão quando nos soltamos.

Eu — Sente-se, Lucas. Vamos direto ao ponto — falei, sentando na minha cadeira e abrindo o currículo dele na mesa de vidro. — O seu portfólio de marketing é excelente para quem está no último semestre da faculdade, mas aqui na agência a pressão é absurda. O ritmo é insano. Eu preciso de alguém que dê conta do trabalho pesado sem reclamar.

Lucas sentou-se na cadeira à minha frente. Em vez de adotar a postura tímida de um estudante, ele se inclinou para a frente, apoiando os cotovelos na mesa de vidro, diminuindo a distância entre nós. Ele cruzou as pernas devagar, e a calça social esticou de um jeito que marcou perfeitamente o volume avantajado entre as pernas dele, desenhando o formato do pau na cueca.

Lucas — Daniel... se tem uma coisa que eu sei fazer bem, é lidar com pressão — ele respondeu, fixando os olhos diretamente na minha boca, com um sorriso de canto que fez meu pau dar o primeiro solavanco dentro da calça social. — Eu gosto de desafios grandes. E quando eu quero uma coisa, eu me entrego por inteiro até dar conta do recado. Eu aguento o trabalho mais duro que você puder colocar em mim. Pode testar.

O duplo sentido daquela frase ecoou na sala silenciosa. Minha respiração começou a ficar pesada. Eu estava há dias sem tocar em ninguém, com o ego ferido, e aquele novinho safado de academia estava jogando o charme de um jeito agressivo, percebendo nitidamente a minha vulnerabilidade. Eu mudei de posição na cadeira, tentando disfarçar o volume que já começava a rasgar a minha cueca.

Eu — Você é bem audacioso para um estagiário, Lucas — falei, estreitando os olhos, mantendo o tom sério, mas deixando o tesão transparecer no olhar. — Gosta de jogar com o perigo?

Lucas — Eu sei exatamente o que eu quero aqui dentro, diretor — ele disse, a voz baixando de tom, quase num sussurro desafiador. Ele se levantou devagar, contornando a mesa de vidro com passos lentos, a bunda imensa empinada marcando a calça a cada movimento. Ele parou exatamente ao lado da minha cadeira de couro, inclinando o corpo musculoso na minha direção. O cheiro do perfume dele misturado com o suor leve do calor de São Paulo me deixou tonto. — Eu andei acompanhando as suas redes, o seu perfil... Eu sei o tipo de homem que você é, Daniel. E eu vi nos seus olhos, desde o momento em que entrei por aquela porta, que você está precisando aliviar o estresse. O trabalho duro que eu vim fazer aqui... talvez seja outro.

Caralho! O moleque quebrou todas as barreiras profissionais. A audácia dele foi o gatilho perfeito para o meu instinto predador despertar com força total. Olhei para cima, encarando aquela cara de santo safado, e vi que ele estava mordendo o lábio inferior, com os olhos fixos no meu pescoço.

Eu — Você tem noção do que está fazendo, Lucas? Se alguém entra por aquela porta, sua carreira no marketing acaba antes de começar — ameacei, a voz grossa e rouca pelo desejo acumulado.

Lucas — Então por que você ainda não trancou a porta, Daniel? — ele provocou, deslizando uma das mãos macias pelo meu ombro, descendo o dedo indicador pelo meu peitoral por cima da camisa, até parar em cima do volume gigante que estufava a minha calça. Ele apertou de leve com a ponta dos dedos, fazendo meu pau pulsar violentamente. — Vai ficar só na ameaça ou vai me mostrar o tamanho do prejuízo que o seu antigo segurança deixou?

Aquilo foi o limite. A menção implícita ao Diego misturada com a petulância daquele novinho quebrou qualquer resto de sanidade que eu tinha. Levantei-me da cadeira num salto, agarrando o Lucas pelo colarinho da camisa social com força de animal. Os olhos dele se arregalaram, não de medo, mas de puro êxtase. Eu o empurrei com violência contra a parede de madeira da sala, fazendo os quadros tremerem.

Sem dizer uma palavra, caminhei até a porta da diretoria, girei a chave na fechadura e bati o trinco. O sigilo estava garantido. Voltei para cima dele como um tigre faminto que passa dias sem ver carne.

Eu — Você quer trabalho duro, seu moleque safado? Então você vai levar a maior pica da tua vida no meio desse rabo — rosnei, desandando a abrir os botões da minha própria camisa social, jogando-a no chão, expondo meu peitoral trincado e suado de surfista.

Lucas — É isso que eu quero, Daniel... me fode, caralho... fode esse estagiário — ele implorou, a respiração curta, o fôlego já falhando só de ver o meu estado de fúria.

Avancei na calça social dele, rasgando o cinto e abrindo o zíper. Puxei a calça e a cueca box de uma vez só até os tornozelos dele. O Lucas estava completamente nu da cintura para baixo, revelando um par de pernas musculosas de academia, sem pelos, e uma bunda branca, redonda e imensa, que contrastava com a pele morena dos braços. O cu dele era um botãozinho apertado, piscando de ansiedade, já babando um líquido transparente de puro tesão. O pau dele, de uns 16 centímetros, estava ereto, apontando para a barriga.

Joguei o Lucas de bruços em cima da minha mesa de vidro da diretoria, espalhando relatórios, papéis e o notebook para todos os lados. O som do acrílico e do vidro batendo ecoou na sala.

Eu — Fica de quarto nessa mesa, Empina essa bunda pro teu dono! — ordenei, desabotoando minha calça e libertando meu pau, que pulou para fora feito uma barra de ferro de 20 centímetros, latejando, com a cabeça roxa cheia de pré-gozo.

Lucas apoiou os cotovelos no vidro, curvando a espinha para baixo e empinando aquele par de nádegas gigantescas na minha direção. Ele olhou para trás, os olhos vermelhos de luxúria, a boca aberta buscando o ar.

Lucas — Daniel, bota a rola... bota sem camisinha, eu quero sentir o teu leite quente lá no fundo... me rasga, porra! — ele implorou, a voz saindo num gemido arrastado.

Cuspi um bocado de saliva na minha mão direita, melei toda a extensão do meu pau grosso e passei o resto entre as pregas apertadas do cu dele. Posicionei a cabeça roxa da minha pica exatamente na entrada daquele rabo virgem de agência. Joguei o peso do meu corpo e forcei.

Lucas — Ahhhhhhh! Caralho! Daniel! — Lucas deu um grito agudo, os dedos arranhando o vidro da mesa enquanto a cabeça do meu pau abria caminho à força na carne apertada dele. O cu dele agarrou minha rola como uma morsa, esmagando o meu membro.

Eu — Aguenta, seu puto! Você não queria o diretor? Agora aguenta essa porra entrando! — rosnei no ouvido dele, segurando firme no quadril largo de academia dele e empurrando o corpo com força.

Fui enfiando milímetro por milímetro, ouvindo os gemidos desesperados e a respiração sufocada do Lucas. O aperto era tão insano que parecia que ia me fazer gozar só na entrada. Forcei o quadril até o osso bater na bunda dele, enterrando os 20 centímetros de pica de uma vez só dentro daquele rabo. O Lucas deu um urro, arqueando as costas, com as lágrimas do ápice do prazer e da dor descendo pelos olhos. Ficamos os dois parados por alguns segundos, as minhas bolas pesadas coladas na entrada do cu dele, sentindo a pulsação interna das pregas dele tentando digerir o tamanho do meu pau.

Lucas — Meu Deus... Daniel... que pica grande... tá me rasgando todo por dentro... fode esse cu, vai, soca forte! — ele começou a delirar, balançando a bunda de leve, pedindo movimento.

Comecei as estocadas de forma lenta, tirando quase toda a rola para fora, deixando apenas a cabeça, e enterrando com tudo em seguida. O som da foda começou a ecoar na sala trancada: o impacto seco dos meus ovos batendo na bunda maciça dele fazia um barulho estalado, molhado. Plaft, plaft, plaft.

Aos poucos, o tesão acumulado de dias de frustração tomou conta do meu cérebro. Aumentei o ritmo, transformando a foda numa carnificina selvagem. Eu bombava naquele cuzao com uma fúria animal, sem piedade. O suor começou a brotar no meu corpo, pingando direto nas costas do Lucas, que já estava totalmente ensopado, com o peito colado no vidro frio da mesa.

Eu — Toma pica, seu estagiário safado! É assim que você queria aprender marketing? Sentando na rola do teu chefe? — xingava alto, sem nenhum pudor, dando tapas violentos nas nádegas dele, deixando as marcas vermelhas dos meus dedos na pele clara.

Lucas — Isso, caralho! Me esmurra com essa rola! O seu estagiário é uma puta! Senta a pica no meu rabo! Mais forte, Daniel, mais fundo! — ele gritava sem ligar se alguém do lado de fora ouvia, totalmente entregue à humilhação e ao prazer da dominação. Ele batia uma punheta frenética contra o vidro, sujando a mesa com a baba do próprio pau.

Mudei a posição sem tirar a rola de dentro dele. Puxei o Lucas para o chão do escritório, em cima do tapete importado. Deitei ele de costas, puxei as pernas grossas dele até os meus ombros, deixando ele na posição de frango assado, com o cu escancarado e completamente vermelho ao redor do meu pau. Olhar para aquele estrago me deu uma descarga de testosterona brutal. Voltei a socar de cima para baixo, usando todo o peso do meu corpo. Cada estocada entrava tão fundo que o Lucas virava os olhos, expondo a esclera, soltando gemidos agudos, a respiração totalmente cortada pelo impacto.

Lucas — Vou gozar, Daniel! Vou gozar! A tua rola tá batendo no fundo da minha alma, caralho! — ele gritava, o pau dele latejando alto, prestes a explodir.

Eu — Segura essa porra, Lucas! Você só vai gozar quando eu mandar! — segurei o pau dele com força, prendendo o gozo dele, enquanto acelerava as estocadas no rabo dele numa velocidade insana. Meu saco batia com violência na bunda dele, o cheiro de sexo, suor e testosterona estava impregnado em cada canto da diretoria.

Eu sentia o meu próprio gozo subindo pelo cano, uma quantidade absurda de porra acumulada de dias querendo sair. O cu do Lucas começou a dar espasmos violentos, prendendo o meu pau num aperto definitivo. Eu não aguentava mais.

Eu — Puta que pariu, vou descarregar tudo nesse teu rabo! — urrei feito um lobo, soltando o pau dele.

O Lucas começou a jorrar jatos grossos e violentos de porra, que voaram direto no próprio peito e na barriga. No mesmo segundo, eu dei as últimas três socadas mais brutais da minha vida, afundando a pica até o talo, e disparei. Jatos e mais jatos de porra quente e espessa inundaram o interior do cu do Lucas. Era tanto leite que eu sentia o rabo dele transbordar, o sêmen quente escorrendo pelas minhas coxas. Eu pulsava dentro dele, esvaziando o saco completamente, enquanto nós dois desabávamos um por cima do outro no tapete da sala, com os peitos subindo e descendo, buscando o oxigênio que faltava.

Ficamos ali minutos em silêncio, ouvindo apenas o som das nossas respirações ofegantes diminuindo aos poucos. O chão da diretoria estava uma imundície de suor, saliva e porra misturados.

Devagar, tirei meu pau de dentro dele, fazendo um som de sucção molhado. O cu do Lucas continuou aberto por alguns segundos, babando uma mistura de lubrificante natural com o meu leite espesso que escorria pelo tapete. Ele se virou de lado, com os olhos semiabertos, um sorriso de satisfação completa no rosto, olhando para o meu pau que começava a amolecer, demos um beijo.

Lucas — Caralho, Daniel... — ele arfou, limpando o suor da testa com o braço. — Que foda do caralho... Eu sabia que a sua rola ia me destruir.

Levantei-me, vestindo a minha calça social ainda sem cueca, sentindo o ego renovado. Olhei para o estagiário jogado no chão da minha sala, batizado com o meu leite.

Eu — Limpa essa sujeira e se arruma, Lucas. O seu estágio começa amanhã cedo. E espero que você tenha a mesma energia para os relatórios — falei, com um sorriso de canto, mantendo a voz firme de diretor.

O Lucas se levantou devagar, limpando a porra do peito com a própria cueca, me olhando com uma promessa de que aquilo era apenas o começo. O Carnaval tinha acabado, mas a putaria na minha agência de marketing estava apenas começando.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive JacksonContos a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários