O Rafa travou no lugar, olhando fixamente para a minha cama. A respiração dele, que já estava acelerada por causa da punheta, ficou ainda mais pesada quando ele reparou na minha cueca, que estava quase rasgando de tão armada.
Ele ficou parado ali por alguns segundos, completamente nu, com o pauzão branco ainda meio bobo e melado. Devagar, ele deu mais um passo, se aproximando o suficiente para que eu sentisse o calor do corpo dele. O Rafa esticou a mãozona e deu um toque bem de leve, um roço rápido por cima do tecido da minha cueca, só para testar e sentir o quanto eu estava duro. Foi aquele toque sutil, sem falar nada, que fez meu corpo inteiro arrepiar.
Logo em seguida, ele recolheu a mão rápido, achando que eu ainda estava no mundo dos sonhos, e seguiu o caminho até o banheiro para tirar a porra do corpo e se limpar da sujeira que tinha feito.
Assim que ouvi os passos dele se afastando pelo corredor, eu não aguentei mais. O tesão estava me sufocando. Abri os olhos no escuro, o coração parecendo que ia sair pela boca. Sem perder tempo, enfiei as mãos no elástico da minha cueca e arranquei ela do corpo com tudo, jogando para o canto.
Fiquei ali deitado, completamente pelado, e comecei a me punhetar ali mesmo, no meio da cama. O tesão acumulado do flagra da tarde e de ter visto o bicho dele de perto me deixou completamente maluco. Fechei a mãozona no meu pau parrudão e comecei a bater com força, subindo e descendo rápido, enquanto a minha outra mão subia pelo meu peito, apertando e beliscando o mamilo com vontade, jogando a cabeça para trás e soltando uns gemidos abafados.
Poucos minutos depois, o Rafa voltou do banheiro. Ele já tinha colocado uma cueca limpa, mas, assim que cruzou a porta do quarto e olhou para a minha cama, ele parou abruptamente, travando no batente da porta. No escuro, iluminado apenas pela luz fraca da janela, ele deu de cara comigo totalmente pelado, descendo a mão no pau e apertando o mamilo, encarando ele de volta sem nenhum pingo de vergonha.
O Rafa ficou olhando fixamente, hipnotizado pela cena. O choque durou poucos segundos, porque o calor do quarto subiu na hora e o pau dele começou a endurecer de novo, esticando o pano da cueca limpa num instante. Vendo que eu não ia parar, ele nem conseguiu andar até a própria cama: encostou as costas ali mesmo, na parede do lado da porta do quarto, meteu a mão para dentro da cueca e começou a bater uma punheta furiosa também, sem tirar os olhos de mim.
O quarto virou um inferno de tesão. Nenhum de nós dois dizia uma única palavra. Só dava para ouvir o som do ventilador, o barulho das nossas mãos batendo na carne e as respirações completamente descontroladas. A gente se encarava no escuro, dividindo aquele fetiche proibido.
Não demorou muito para o clima atingir o limite. O Rafa deu uma jogada de quadril para frente, soltou um gemido grosso e jorrou a porra dele ali mesmo, melando a mão e a barriga. Quase no mesmo segundo, eu dei a última sarrada forte na minha mão, o meu corpo inteiro estremeceu e eu gozei com tudo, sujando meu próprio peito e minha barriga com jatos quentes.
Depois do estalo da gozada, o silêncio engoliu o quarto de novo. O Rafa, ainda recuperando o fôlego, andou de mansinho até a cama dele no escuro e se deitou de costas. Eu continuei na minha, completamente nu e anestesiado pelo orgasmo. Ninguém falou absolutamente nada. Ficamos os dois quietos, cada um na sua cama, processando a loucura que tinha acabado de acontecer, até que o cansaço venceu e a gente pegou no sono.
C0NTO FICTÍCIO espero que gostem e aceito sugestões nos comentários e no telegrama que o mesmo nome do autor.
