Confusão. Talvez isso descreva o que eu sentia após aquela tarde.
Eu tinha muito tesão no que estava acontecendo, mas também medo. Ciúmes. Mas muito medo de a vitória ter mais tesão no seu primo do que em mim. Não seria impossível, ele era mais velho e honestamente até mais bonito. Mas foi o jeito que ela olhou para o pau dele que me deixou ainda mais enciumado.
Naquela noite ficamos vendo um filme, todos os primos.
Foi chato. Mas o que aconteceu de bom mesmo, foi depois. Como era uma casa grande, tinha vários quartos, e eu e Vitoria dormimos juntos.
Eu não sei se foi o que havíamos feito que excitou ela, mas ela estava muito safada. Mal conversamos e nos trocamos e ela já começou a me beijar.
Começamos um longo beijo com ela em cima de mim, automaticamente fui levantando sua camisola pretinha e sentindo sua coxa suave. Cheguei em sua bunda e demorei para sentir sua calcinha. Percebi que era fio dental. Com a pouca luz que tinha, nosso tato fez todo o trabalho de reconhecimento. Eu estava já só de cueca box preta por conta do calor. Vitória já rebolava em cima de mim com gosto, fazendo meu pau quase estourar.
Vitória: eu não sei se tô pronta a para transar amor... Mas eu tô pronta pra mais.
Eu: o que quer fazer?
Vitória não respondeu. Só beijou meu pescoço fazendo eu me arrepiar inteiro. Ela foi descendo seus lábios até meu peito, sempre dando beijinhos e lambidinhas. Ela botou meu mamilo na boca e deu uma leve chupadinha, foi extremamente gostoso sentir a linguinha dela no meu mamilo.
Quando chegou na borda da minha cueca, vitória abaixou ela devagar, o que fez a minha rola saltar com tudo no rosto dela.
Eu fiquei completamente sem palavras, ela nunca tinha me chupado antes.
Vitória começou lambendo a base e subindo até a cabeça. Quando a boquinha dela chegou na ponta do meu pau, meu corpo todo estremeceu. Não tem sensação melhor do que sentir o a boca de uma novinha abocanhando sua rola.
Ela foi tentando achar espaço dentro de sua boquinha para meu pau, conseguindo colocar metade dele dentro. Foi chupando, subindo e descendo, deixando ele bem babado para deslizar.
Eu: Caralho amor... Que bom...
Ela foi chupando com vontade, lambendo minha bola, punhetando enquanto sugava a cabeça esperando ansiosamente pela minha porra.
*Toc TOC*
Paramos instintivamente e ficamos paralisado. Poderia ser os tios dela, pode ser que tenhamos feito algum barulho que alarmou os outros.
Marcelo: Oi (Sussurrando)
Nos vestimos rapidamente e vitória foi abrir a porta.
Marcelo: Querem fazer algo doido? (Sussurrou)
_
Malu e Marcelo iam na frente, mesmo sendo a noite estava bem calor. Logo em seguida Camily, vestindo apenas um shortinho de pijama e um top.
Vitória ia atrás e por último eu. A grama baixa pinicava nos meus pés descalços, ainda mais por que estávamos correndo.
A luz das estrelas no céu, e nossos olhos já estavam quase 100% acomodados com a escuridão, pois já estava conseguindo ver quase tudo.
Marcelo: Vem vem! (Gritou)
Malu ria e Camily também.
Eles corriam até o riacho, pois Marcelo deu a ideia de fazer uma coisa que de acordo com ele, faziam com certa frequência. Íamos todos nadar pelados no riacho.
Pelo o que ele falou ainda no nosso quarto, ele e Malu faziam isso no início do namoro, Camily uma vez flagrou eles e a única forma de prometer não contar para os pais deles, é que ela pudesse nadar também, de acordo com ele, eles já faziam isso a uns 2 anos. Vitória não sabia, nunca havia feito isso, mas pelas risadas que ela dava na correria, havia achado divertido.
Chegamos a margem do riacho.
Marcelo começou a tirar a roupa, tirou sua bermuda e a cueca box, que parecia ser azul, mas não sabia dizer pelo escuro. Seu pau negro estava mole, mas já era anormalmente grande mesmo assim.
Enquanto Marcelo pulava na água, Malu tirava a roupa também, nem vi qual roupa ela usava, quando vi ela já estava com seus peitos de fora, tirando o sutiã. Ela tinha peitos grandes e bem redondos, estava ficando extremamente excitado de ver. Ela vestia também uma calcinha fio dental que era minúscula, tirou e deixou a mostra sua bucetinha (ou o mais a mostra que dava pra ser devido a escuridão).
Camily parecia mais tímida. Tirou seu top, deixando seus peitinhos pequenos e peito mais plano a mostra. Seus mamilos estavam durinhos e uma leve elevação dos peitinhos eram visíveis. Tirou o short do pijama, ficando com uma calcinha escura, parecia ser vermelha, não era fio dental nem nada, mas deixava ela muito sexy.
Marcelo: Nananinanão! Pode tirando a calcinha, se não eu vou aí tirar e já te dar uns tapas na bunda pra ficar vermelha. (Riu)
Marcelo tinha uma intimidade esquisita com a irmã. Na verdade, todos eles pareciam ter uma intimidade excessiva. Só pelo fato do Marcelo, o primo mais velho da vitória ter usado o pé da minha namorada para se masturbar, já dava pra ver isso.
Malu: Não tá com vergonha da sua prima, né Camily? (Riu, já nadando com os peitos para fora da água)
Camily: Não não, só esqueci (riu, mas visivelmente mentiu, estava parecendo envergonhada)
Camily tirou a calcinha e vi de relance uma pelvis quase sem pelinhos nenhum.
Marcelo: Bora Vih! Theo também, não vai escapando não! (Riu)
Camily: É, se eu tive que tirar vocês também precisam!
Vitória riu. Começou a tirar sua camisola e ficou só de calcinha, uma calcinha fio dental, deixando seu corpinho delicioso. Aquele corpo eu conhecia bem. Peitos médios e firmes, mamilos levemente rosados, bunda redonda e arrebitada.
Tirou a calcinha e se jogou na água.
"Devia ter tirado junto com todo mundo, agora todo mundo vai ficar olhando pra mim" - Pensei.
O problema, é que eu tava com uma puta ereção.
Tirei minha roupa, mas meu pau logo chamou a atenção. Todos riram e fizeram piada.
Marcelo: Eu devia é ficar puto, aqui só tem minha prima, irmã e namorada, pouca coisa. (Riu)
Ri junto e pulei na água. A água estava gelada, mas sentir ela no corpo com o calor que estava fazendo, era satisfatório.
Ficamos nadando quase uma hora, de tempos em tempos eu conseguia ver bem o corpo gostoso da minha namorada, sua prima e a namorada do Marcelo.
Em dado momento, ficamos brincando de pega pega, e percebi o quanto Marcelo era íntimo com sua irmã. Pegou ela no colo de frente para impedir ela de fugir. O corpo negro e musculoso dele agarrando o corpo pequenininho da Camily me dava um certo tesão pela perversão. Quando ele fez isso, Camily soltou uma respiração funda, não sei se o pau dele encostou demais nele por que estava dentro da água, mas eles ficaram alguns segundos assim até que ele largasse. Ela riu e voltou a nadar para longe.
A mesma coisa ele fez com a Vitória, só que ela estava de costas.
Nadamos até cansarmos. Na volta, colocamos só as roupas íntimas, as meninas as calcinhas, sem sutiã. E os meninos as cuecas.
Meu pau estava sempre duro, com a cueca molhada ficava ainda mais evidente. Mas o pau do Marcelo não estava diferente, seu volume chegava até a ponta da cintura, bem evidente.
Malu deu a ideia de irmos até o rancho, que era onde ficava as ferramentas do tio da vitória. Era espaçoso por que ele estacionava o carro e o trator lá, tinha uma parte com uns pufes velhos, ficamos todos lá sentados, pouco vestidos, conversando sobre um monte de coisa, até algumas putarias.
Novamente, ficou claro que eles não tinham nenhum pudor, até sobre o tamanho do pau do Marcelo comentaram.
Camily: Deus o livre, isso daí deve acabar com qualquer menina, a Malu já deve tá morta por dentro
(Rimos)
Marcelo: Qual era o tamanho do seu ex?
Camily: Era de um tamanho real pra um adolescente, ué. E já foi difícil a primeira vez.
Vitória: Pera aí, você já transou, camily?
Marcelo: A Camily? Mais rodada do que carrossel.
Caímos todos na gargalhada.
Camily: Rodada tua mãe, idiota. Eu só transei duas vezes. Por que, Vih, você é virgem?
Vitória ficou meio envergonhada de ser virgem e sua prima mais nova não ser mais.
Vitória: Sim...
Marcelo: A gente tem que dar um jeito nisso, hein.
Todos riram, já eu fingi que ri. O que ele queria dizer com isso?
Vitória: Calma, tá perto de eu fazer isso com o Theo.
Marcelo: conta aí Theo, vai tirar o cabacinho dela em que posição?
Vitória riu, mas estava envergonhada. Decidi entrar na zueira, mas sem sair por baixo.
Eu: Por que, tem alguma sugestão?
As meninas riram da cara do Marcelo.
Marcelo: Ah é, é? Vou mostrar então como fuder bem gostoso.
Marcelo agarrou a Malu, ficou em cima dela na posição papai e mamãe e começou a fingir que mete nela. A cueca dele roçava na calcinha fio dental minúscula dela.
Marcelo: Assim é pra iniciante, fica gostoso pra meter beijando na boca.
Ele saiu de cima dela e foi atrás da irmã dele, camily, apoiou a mão nas costas dela e levou ela para a frente, deixando ela de quatro. Ficou fingindo que metia nela, o volume do seu pau batendo na bundinha dela, o corpo grande dele em cima do corpinho dela acendia novamente um sentimento de perversão em mim.
Marcelo: Assim é pra sentir o pai entrando todo. Bom pra Camily que é apertadinha.
Camily ria que se acabava, tentava se desvincilhar, mas sem sucesso. Até por que não parecia fazer tanta força para sair.
Marcelo: Mas a melhor pra vitória, acho que vai ser ela em cima. Vem cá Vih!
Vitória: Sério? Tem certeza?
Marcelo: Vem, vem logo.
Vitória me olhou, como quem pedia permissão. Eu fiquei só estático, rindo meio sem graça.
Ela foi e ficou em cima do colo dele. Apenas de calcinha fio dental, que roçava no volume grande que fazia na cueca do seu primo.
Marcelo: Nessa posição, ela pode controlar a velocidade que entra. Quer ver? Quica.
Vitória só obedeceu, começou a pular em cima do colo dele. A cena me deixou incrédulo, mas eu estava duro pra caralho.
Marcelo: isso, devagarinho. Com o tempo você começa a aumentar a velocidade.
Marcelo começou a movimentar a cintura para baixo e para cima, batendo seu volume bem onde fica a bucetinha dela.
Vitória: Nossa... Ah...
Saiu um gemido da boca dela, e ela logo prendeu a respiração, para que não saísse outro.
Antes de levantar, Marcelo deu um tapa na bunda dela e a tirou do colo.
Marcelo: Aprendeu, Theo? Agora ela tá prontinha. (Riu)
Camily: Mas será que o Theo entendeu mesmo? Acho que vou ter que mostrar pra ele. (Riu).
Vitória: Camily sua safada! (Riu).
Ficamos rindo disso mais alguns minutos e voltamos todos para a casa, já que já estávamos mais secos e conseguíamos vestir de novo as roupas.
A casa era tão grande, que podíamos andar por ela, falar um pouco mais baixo e os tios da Vitória nem iam ouvir.
A casa tinha dois banheiros sociais e duas suítes. A dos tios da minha namorada e a do Marcelo.
Eu fui tomar banho primeiro, Malu foi tomar no outro social e Marcelo no do seu quarto. Camily e Vitória aguardaram na sala.
Tomei um banho e me segurei pra não bater uma punheta, de tanto tesão que estava. Mas não bati, estava com a esperança de perder a virgindade com a Vitória aquela noite.
Sai do banho e Camily e Vitória ainda aguardavam na sala. Malu ainda estava no banho. Marcelo saiu do quarto apenas de toalha.
Marcelo: Vem Vih, toma banho aqui no meu banheiro.
Vitória foi, mas eu sinceramente fiquei com um certo medo, pois estavam íntimos demais, ainda mais depois que vi ela quicando no colo dele. Mesmo de calcinha.
Camily: Theo, vem aqui no meu quarto comigo, preciso pegar roupa pra trocar, aí já me ajuda em uma coisa.
Fui junto. Ao entrar, vi um quarto rosa, uma cama meio desarrumada com um lençol roxo. Bem menininha.
Eu: Fala, o que precisas?
Camily: Deita ali na cama. Quero ver se aprendesse mesmo o que meu irmão falou.
Fiquei totalmente em choque
Eu: Sério?
Vitória: Eu falei que ia ter que te mostrar.
Continua.