ZENAIDE, A ZELADORA DEGENERADA DO MEU PRÉDIO (MINHA ÚNICA SALVAÇÃO QUANDO ACORDO COM A ROLA LATEJANDO)

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1190 palavras
Data: 23/05/2026 10:03:40

Tem dias que eu acordo com o cacete duro e a testosterona explodindo acima de 1000, doido pra destruir um buraco de buceta e cu até deixar a rola em carne viva, latejando, vermelha e babada de porra e muco da xoxota de alguma vadia imunda. Nesses dias só penso na porra da Zenaide, a putinha cracuda que é zeladora do meu predinho de três andares.

Aos 23 anos ela já é um destroço vivo. Dois anos atrás era uma vadia de luxo: peitinhos pequenos e empinados, bundinha redonda e firme, corpo gostoso que valia dinheiro em algum puteiro de elite nos Jardins. Hoje o crack transformou ela num esqueleto de 45kg, pele marcada, veias aparentes, olheiras roxas, dentes estragados. Mas os olhos... porra, os olhos ainda faiscavam com aquela fome de pica que aceita fazer qualquer coisa por vintão. Qualquer esmola e ela se arreganha toda sem reclamar.

E foi exatamente isso o que eu fiz.

Desci as escadas com a pica lascando o tecido da cueca, a rola tava inchada que a glande estava esmagada dentro da bermuda jeans. Zenaide tava no térreo, varrendo o chão com uma vassoura velha, aquele olhar de cachorra no cio já sabendo a putaria que ia acontecer.

— E aí, seu gostoso... saudade da minha boquinha de veludo? — perguntou com a voz rouca de cigarro e litros de porra engolida.

Não respondi. Agarrei ela pelo cabelo ensebado, arrastei pro quartinho do lixo que ela às vezes levava os caras e bati a porta. O cheiro era forte: chorume, suor azedo, gala velha de todos os machos do prédio, mijo e maconha. Perfeito pra arrombar aquela carne de terceira.

— Hoje eu vou arregaçar seu cu até você cagar esperma, sua crackuda nojenta — rosnei, baixando a bermuda. Minha pirocona saltou pra fora, aflita, veias saltadas, cabeça roxa brilhando.

Zenaide caiu de joelhos no chão imundo como a puta bem adestrada que era. Abriu a boca e eu meti até o fundo da garganta de uma vez. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a foder seu rosto com brutalidade, batendo o saco pesado no queixo, fazendo ela engasgar, tossir, babar uma baba grossa que escorria até os peitos murchos, enquanto eu estapeava aquela cara de puta sem vergonha

— É isso aí, engole essa rola, sua porca degenerada. Era pra ser uma puta de elite e olha o que virou... um bagaço de puta chupando pau pra comprar pedra. Mais fundo, vadia. Quero sentir sua garganta apertando meu pau.

Lágrimas escorriam pelo rosto dela, baba e ranho misturados, mas ela empurrava o nariz contra minha barriga, tentando engolir tudo. Eu metia sem piedade, arrombando a traquéia dela até o limite, vendo a garganta dela inchar com a glande inchada raspando o glote.

Depois de uns bons minutos destruindo aquela boca, puxei ela pelos cabelos, joguei no colchão sujo e levantei o resto de bundinha que ela ainda tinha. Dei uma cusparada grossa no cu dela e meti a rola inteira no cu seco, sem dó, num golpe só que quase leva as pregas dela pra puta que pariu.

Zenaide soltou um grito gutural que virou gemido de puta masoquista.

— Aaaahhh porraaa... tá me rasgando seu fodido!

— Cala essa boca e empina esse arremedo de rabo, sua vagabumda! — respondi, começando a socar a rola com força animal. O cu dela apertava desesperado em volta da minha pica enquanto eu metia até o talo, bolas batendo na buceta encharcada. O barulho era nojento: ploft ploft ploft, pele contra pele, o cu dela fazendo aqueles sons molhados de um arrombamento quase curra.

Eu dava tapas fortes naquela bunda ossuda, deixando marcas vermelhas., enquanto puxava ela pela cintura com brutalidade, pra ela sentir a pica encostar nos intestinos.

— Olha pra você... 23 anos e já é uma lixeira humana, um depósito de porra. Cu arrombado, a buceta toda aberta, cheirando a tudo que é macho. Você nasceu pra ser destruída, né sua carniça?

— Sou sua puta... me quebra toda de pica... me usa igual lixo... — ela gemia, voz falhando.

Puxei pra fora do cu e meti tudo na buceta de uma vez, fundo pra caralho. Tava encharcada, um caldo grosso escorrendo pelas coxas magras. Comecei a dar estocadas brutais, segurando a cintura fina como se fosse uma porra de boneca. Alternava: tirava da buceta e enfiava no cu de novo, depois voltava pra buceta, fodendo os dois buracos sem parar, deixando os dois piscando, vermelhos, inchados, abertos, expostos.

Virei ela de lado, levantei uma perna e continuei metendo, cuspindo na cara dela, dando tapas nos peitos murchos, mordendo a orelha, apertando o pescoço fino enquanto socava.

— Goza sua cracuda imunda. Goza no pau que tá te destruindo todinha.

Ela tremeu inteira, gozando pela primeira vez com um esguicho forte que molhou minha barriga e o colchonete. Mas eu não parei. Continuei socando mais forte, mais fundo, mais violento.

Troquei pra posição de estaca: joguei as pernas magras dela por cima dos meus ombros, dobrei ela ao meio e comecei a descer com todo o peso do corpo. A pica entrava e saía brilhando, coberta de sucos, baba e porra. O cu dela ainda tava aberto, piscando, arrombado ao limite, vermelho de tanto ser castigado.

— Olha esse cu... parece um buraco de tatu — debochei, enfiando quase a mão inteira enquanto continuava socando forte na buceta.

Zenaide gozou de novo, mais forte, corpo convulsionando, olhos revirados, baba escorrendo da boca aberta. Eu sentia a buceta dela apertando, sugando minha rola, contraindo num squirt descontrolado.

Quando o orgasmo veio pra mim, foi nuclear. Segurei o pescoço dela com força, meti até o fundo da buceta e explodi. Jatos grossos, quentes e abundantes encheram a xoxota dela até transbordar. Gozei tanto que o esperma jorrava forte pra fora da buceta, escorrendo pra dentro do cu arrombado, depois pingando no colchão. Meu corpo inteiro tremia, rola pulsando violentamente ainda dentro dela, esvaziando cada gota de porra do saco.

Ainda com a pica enterrada, puxei pra fora e enfiei no cu de novo, só pra terminar de gozar lá dentro também. Depois caí por cima dela, suado, ofegante, rola ainda meio dura latejando dentro do cu destruído, que piscava igual a um semáforo quebrado.

Zenaide tava completamente destruída: olhos revirados de prazer, corpo tremendo, babando com a boca aberta, esperma grosso vazando dos dois buracos inchados que ela passava os dedos e levava até a língua, marcas de tapas por todo lado como se tivesse sido espancada num estupro coletivo.

— Amanhã eu volto, sua lixeira humana — falei, dando um tapa forte na cara dela e cuspindo na boca aberta. — E dessa vez vou trazer dois amigos pra te deixar com todos os buracos escorrendo porra por dois dias. Quem sabe a gente te filma virando sanduíche de rola, sua puta barata. Tô doido pra fazer uma DP brutal com você. Daquelas pra te mandar pro hospital depois.

Ela só sorriu fraco, lambeu o resto de esperma que escorria dos lábios e sussurrou com aquela expressão de rapariga degenerada:

— Trás... eu aguento as três picas dentro de mim...

Puta que pariu. Tem dias que acordar com a rola dura é simplesmente foda pra caralho.

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