Bianca, a infiel 3

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1734 palavras
Data: 23/05/2026 06:24:35
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 3: A Carona

Dois dias depois de dar o cu pro Dr. Marcelo, meu corpo ainda lembrava dele. A bunda estava sensível, com uma dor gostosa que pulsava toda vez que eu sentava na cadeira dura da recepção. As marcas dos tapas dele ardiam sob a saia longa que usei pra esconder qualquer traço do que aconteceu no consultório. Eu amava Rafael, meu marido, juro que amava. Ele era o mesmo cara que me conquistou em 2008, com aquele sorriso doce e jeito honesto de vendedor de autopeças no centro de Ribeirão Preto. Todo dia, ele voltava pra nossa casa simples no subúrbio, cheirando a graxa, cansado, mas sempre me abraçava com um carinho que me fazia sentir segura. Na cama, Rafael era um mestre com a língua, me chupava até eu gozar tremendo, os dedos cravados no lençol. Mas, no resto, ele era morno, previsível, sem a força bruta que meu corpo começou a pedir. Felipe me deu isso na nossa cama, Marcelo no consultório, e agora, em 2015, eu, Bianca dos Santos Lima, 30 anos, negra, com peitos fartos, cintura marcada e quadris que faziam os homens virarem a cabeça, estava viciada. Minha buceta ficava melada só de lembrar daqueles momentos, e a culpa, que vinha como uma onda, era engolida pelo tesão que queimava dentro de mim.

Trabalhar na clínica médica era uma rotina que me sufocava. Eu passava o dia na recepção, atendendo pacientes, marcando consultas, lidando com o telefone que tocava sem parar e com os médicos que se achavam donos do mundo. A clínica, um prédio velho no centro de Ribeirão, tinha paredes brancas descascadas, o chão de cerâmica rachado e um ar-condicionado que parecia tossir em vez de esfriar. O calor de outubro grudava minha blusa na pele, marcando o sutiã, e minha saia lápis abraçava minhas coxas, realçando cada curva. Eu sabia que era bonita. Sentia os olhares dos pacientes, dos entregadores, até das enfermeiras às vezes. Depois do que rolou com Marcelo, ele me olhava diferente, mais cauteloso, mas ainda com um brilho de desejo que me fazia sorrir. Mas, naquela quinta-feira, outro médico entrou no meu jogo: o Dr. Carlos.

Carlos era o clínico geral, uns 45 anos, branco, meio calvo, com uma barriga que o jaleco não conseguia esconder. Não era bonito, mas tinha um ar arrogante, de quem se acha o rei do pedaço. Ele nunca tinha me dado muita atenção, só um “oi” seco quando passava pela recepção, mas eu já tinha pego ele olhando pra minha bunda, disfarçando quando eu virava. Naquela manhã, ele parou na minha mesa, me encarando mais tempo que o normal, os olhos descendo pela blusa branca que marcava meus peitos. “Bianca, preciso de você no consultório agora,” ele disse, com um tom que não era de trabalho. Minha buceta pulsou, já melada, como se meu corpo soubesse o que vinha antes de mim. Eu assenti, o coração acelerando, e disse pra enfermeira que ia resolver algo rápido.

Era fim de expediente, a clínica quase deserta, com a faxineira varrendo o andar de cima. Tranquei a recepção e fui pro consultório de Carlos, o salto baixo dos meus sapatos ecoando no corredor vazio. O ar ali era mais fresco, mas o ambiente parecia pesado, carregado de tensão. Carlos estava de pé, sem jaleco, a camisa social meio desabotoada, mostrando um peito peludo e uma barriga que não era exatamente atraente. “Fecha a porta,” ele mandou, com um tom que me fez tremer. Eu obedeci, sentindo o calor subir pelas pernas, a buceta melada molhando a calcinha vermelha que Rafael me deu no nosso último aniversário de casamento.

“Tô precisando relaxar,” ele disse, me olhando de cima a baixo, como se me despisse com os olhos. “E ouvi dizer que você é uma vagabunda louca por pau.” As palavras me acertaram como um soco, mas, em vez de raiva, senti um fogo acender. Minha buceta pulsou mais forte, o tesão me dominando. Eu não disse nada, só mordi o lábio, deixando ele continuar. Ele riu, um riso sujo, e se sentou na cadeira do consultório, apontando pro chão na frente dele. “Tira a saia, preta vadia.” Eu puxei a saia lápis pra baixo, deixando-a cair no chão, ficando só de calcinha vermelha e blusa. Ele me olhou, os olhos brilhando de desejo. “Ajoelha,” ele ordenou, e eu obedeci, o chão frio contra meus joelhos, a buceta pingando dentro da calcinha.

Ele abriu a calça, e o pau dele pulou pra fora. Não era muito grande, menor que o de Felipe, mas era grosso, com veias saltadas, a cabeça vermelha brilhando de tão dura. “Chupa, sua puta,” ele disse, segurando meus cachos com uma mão. Eu engoli aquele pau grosso, sentindo ele encher minha boca, a textura quente e salgada contra minha língua. Ele puxou meus cabelos, forçando minha cabeça pra baixo, e fodeu minha boca com força, sem delicadeza. Eu engasgava, a saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos meus peitos, mas continuava chupando, com vontade, querendo agradar, querendo me perder. Minha buceta estava encharcada, a calcinha melada, e eu gemia baixo, o som abafado pelo pau dele. “Isso, engole tudo, sua vagabunda,” ele rosnava, metendo mais fundo, a cabeça do pau batendo na minha garganta.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, os dedos apertando meus cachos, e fodeu minha boca como se eu fosse um objeto. Eu sentia o pau dele pulsar, inchando, e então ele gozou, uma porrada de porra quente jorrando na minha cara. Era tanta porra que escorreu pelos meus lábios, pelo queixo, pingando no chão e na minha blusa. Eu respirei pesado, o gosto salgado na boca, o rosto melado, os olhos ardendo. Ele me olhou, rindo, e cuspiu na minha cara. “Preta vagabunda,” disse, o cuspe se misturando com a porra, escorrendo pelo meu rosto. Eu deveria ter odiado, deveria ter me levantado e saído, mas minha buceta pulsava, o tesão me consumindo. Eu gostava da humilhação, do jeito que ele me fazia sentir suja e viva.

Ele se levantou, fechou a calça, e disse, casual, como se nada tivesse acontecido: “Te dou uma carona hoje, depois do trabalho. Não limpa essa cara ainda.” Eu assenti, limpando o rosto com a mão, sentindo a porra e o cuspe grudados na pele. Voltei pra recepção, a bunda tremendo, a buceta encharcada, e passei o resto do expediente com o coração na boca, o corpo ainda quente. Quando a clínica fechou, Carlos estava no estacionamento, esperando num Corolla prata velho, o motor ligado, o rádio tocando um sertanejo qualquer. Entrei no carro, a saia subindo pelas coxas, e ele nem me olhou, só acelerou.

Dirigimos em silêncio por alguns minutos, o calor de Ribeirão entrando pela janela entreaberta. Então, ele falou, sem tirar os olhos da rua: “Chupa meu pau, vai.” Eu não hesitei. Me curvei no banco do passageiro, abri a calça dele, e o pau grosso já estava duro de novo, pulsando na minha frente. Chupei enquanto ele dirigia, sentindo o carro sacodir nas ruas esburacadas do centro. A cabeça do pau batia na minha garganta, a saliva escorrendo, e eu chupava com vontade, os gemidos dele misturando com o som do motor. Ele segurava meus cachos com uma mão, a outra no volante, e dizia: “Porra, que boca gostosa, sua vadia.” Eu sentia a buceta melada, pingando na saia, o tesão me fazendo gemer contra o pau dele.

Quando paramos na frente da minha casa, no subúrbio, era noite. A rua estava escura, só o latido de um cachorro ao longe e o brilho fraco de um poste. “Sobe em mim,” ele mandou, reclinando o banco do motorista. Eu tirei a calcinha vermelha, jogando-a no chão do carro, e subi no colo dele, a saia amassada na cintura. Minha buceta, melada e quente, engoliu o pau grosso dele com facilidade, e eu comecei a cavalgar, rebolando devagar, depois mais rápido, sentindo ele me preencher. Ele me xingava, “Preta vadia, rebola, sua puta,” e dava tapas na minha bunda, cada um mais forte, a ardência me fazendo gemer alto. O carro balançava, o couro do banco grudando na minha pele suada, e eu gozei, a buceta apertando o pau dele, o corpo tremendo, as unhas cravadas nos ombros dele.

“Vou te engravidar, sua vagabunda,” ele rosnou, segurando meus quadris com força, e gozou dentro de mim. A porra quente encheu minha buceta, escorrendo pelas coxas quando levantei, pingando no banco do carro. Eu respirei pesado, o corpo mole, a bunda ardendo dos tapas, a buceta pulsando de prazer. Ele me empurrou pro banco do passageiro, dizendo: “Sai, preta.” Desci do carro, as pernas fracas, a saia amassada, a porra de Carlos escorrendo pelas coxas.

Entrei em casa, o coração disparado, a culpa e o tesão brigando dentro de mim. Rafael estava no sofá, assistindo ao jogo, a bolsa de futebol jogada no canto. Ele me olhou, e, diferente do normal, tinha um fogo nos olhos, um tesão que eu não via há anos. “Tô com saudade, amor,” ele disse, se levantando e me puxando pra um beijo. O beijo dele era quente, urgente, a língua invadindo minha boca, e eu senti a porra de Carlos ainda dentro de mim, a culpa me apertando. “Vou tomar banho,” murmurei, escapando pro banheiro. No chuveiro, lavei tudo — a buceta, as coxas, o rosto —, tentando apagar as evidências. A água quente escorria pela minha pele, mas não levava o fogo que queimava dentro de mim.

Quando saí, Rafael me esperava no quarto, já sem camisa, o corpo magro mas firme, os olhos cheios de desejo. Ele me deitou na cama, levantou meu pijama, e me chupou como sempre fazia, a língua dançando na minha buceta, me levando ao céu. Eu gozei rápido, agarrando o lençol, gemendo alto, mas, na minha cabeça, flashes de Carlos, de Marcelo, de Felipe se misturavam com Rafael. Ele subiu em cima de mim, meteu com uma paixão que me surpreendeu, os quadris batendo nos meus com força, como se quisesse me marcar. Eu gozei de novo, o corpo tremendo, e ele gozou dentro de mim, o calor dele se misturando com o que eu já carregava. “Te amo,” ele murmurou, rolando pro lado, já quase dormindo. Eu fiquei olhando o teto, o ventilador rangendo, o corpo satisfeito mas a mente em pedaços. Amava Rafael, mas aquele fogo dentro de mim não apagava. Não sei se algum dia apagaria.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sr Boi a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários