O começo de um cuck I

Um conto erótico de Granoloc
Categoria: Heterossexual
Contém 527 palavras
Data: 22/05/2026 21:10:42

Sou Bener e tenho 46 anos, casado há 13 anos com uma linda mulher chamada Débora. Temos filhos, que não vêm ao caso lhes dizer a idade mas foram frutos de nosso namoro a quase vinte anos atrás.

Eu sou um homem comum, alguém pouco vaidoso que não fuma, bebe álcool ou usa tatuagens. Me tenho como alguém criado na religião mas por questões de vários compromissos hoje em dia não tenho mais o costume. Sou moreno, cabelo crespo e um pouco grisalho, de 1,78 com um porte físico sedentário, tenho uma barriguinha saliente, sou aqueles magrelos com barriga. Trabalho muito como gerente numa distribuidora de alimentos e não costumo gastar energia com tantas outras coisas...

Não ligo pra shoppings, corridas, futebol e luta. Sou apenas, como falei: um homem bem comum e muitas vezes sem tantas paixões como é a maioria. Já Débora, não.

Débora tem minha mesma altura, branca e cabelos castanhos, (alguns amigos nossos acham que ela tem o rosto parecido com a daquela atriz : Isabela Drumond. Porém seu corpo é um pouco mais cheio, seios medianos, redondos, cinturinha mais fina e um quadril largo, com aquela bunda que era grande a meu ver mas não era tão empinada mas que agora passou a ganhar mais volume por conta da academia que frequenta. As pernas então, nem se fala...estão bem delineadas com aquelas covinhas no joelho.

Débora tem um jeito mais sociável, brincalhona e sorridente; mas só quando está entre amigos nossos ou com amigas dela. Como falei, ela frequenta academia, começou a praticar futevôlei e por qual motivo não sei, abandonou um pouco mais as suas tendências intelectuais. Hoje em dia minha esposa está com 35 anos.

Como lhes disse, estou com 46 de idade, não preciso estar mais naquela fase de euforia da juventude já que trabalho muito e tenho poucos hobbies. Sou centrado mais no ambiente doméstico e na criação dos filhos.

Vamos aos fatos...

Relembrando novamente que fui criado com pessoas que pregavam a religião, porém não tenho hábitos de religioso, então pra mim as vestimentas que Débora usa não me causa nenhuma senso de conservadorismo. Ela sempre se vestiu como queria e nunca a reclamei em qualquer ocasião. Em casa sempre se vestiu de qualquer jeito, meio solta, com pijaminhas, roupinhas leves que as vezes realça seus biquinhos e shortinhos fininhos que claramente podemos ver a forma da sua bunda...

Já na rua, dependendo da ocasião e do lugar, se veste como acha que vai ficar legal. Sempre gostei desse senso dela. E nisso acho que Débora também é uma mulher comum...

Quando sai só, usa short jeans, saia, vestidos colados, blusas cavadinhas, adornos dourados, mas em reuniões é muito padrão. Como não sou de sair muito, também não reclamo das suas vestimentas. Nossos filhos adolescentes não saem mais conosco com aquela frequência de antes. Diante disso eu decidi que não a deixaria trancada em casa só com as responsabilidades de mãe, e deixo ela sair e voltar a hora que quiser, pois sempre confie em seus princípios.

(A outra parte já começarei a encaixar falas diretas de situações que ocorreram)

Um abraço a todos os leitores!

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