OS DESEJOS DA ESCRAVA ISAURA - Parte 6

Um conto erótico de darkfic69
Categoria: Heterossexual
Contém 906 palavras
Data: 22/05/2026 19:23:33

Ao entrar na casa-grande, via-se logo na sala, deitado num sofá, o senhorzinho Leôncio, que estava de pau muito duro e, junto a ele, várias escravas de pele bem morena que acariciavam lhe os culhões.

Leôncio sentia-se totalmente livre sem a presença de sua esposa, Malvina. Sentia-se o próprio dono do mundo, o rei daquela casa. Poderia fazer o que quisesse.

Pegou o vinho e o derramou no corpo da escrava nua, sujando-a toda. Lambeu a pele morena, passando a língua pelos mamilos duros. Passando a mão naqueles enormes seios, desceu pela barriga até encontrar os enormes pelos pubianos, nos quais pôs a mão a masturbá-la. Ele ergueu uma das escravas, puxando-lhe os quadris e aquela enorme bunda para o rosto. Abriu as nádegas e pôde ver um enorme cu aberto, no qual pôs-se a lamber. Enquanto chupava aquele cu, a outra escrava batia uma punheta para o senhorzinho.

Leôncio abriu a intimidade daquela escrava negra, vendo uma linda buceta cabeluda. Entre os lábios inchados, ele pôs a língua, agitando o clitóris com intenso prazer. Em seguida, puxou a outra escrava e a pôs de quatro no chão, enchendo-a de tapas na bunda. Abriu e ergueu seu mastro duro para dentro dela com força. E pôs-se a meter na escrava sem parar, até finalmente liberar tudo dentro dela.

Caiu exausto no sofá, como se tivesse corrido uma maratona; não tinha mais energia. Aquelas dez escravas tinham matado ele de prazer.

— Vão embora, saiam daqui, quero ficar sozinho... — disse o senhorzinho, expulsando-as de sua casa.

Em seguida, ele pôs-se a chorar com certa mágoa.

— Não acredito que a mais pura virgem, que tanto amei, não passa de uma cadela no cio. Como pode Isaura entregar o seu bem mais precioso para aqueles bandos de escravos? Isso não é justo...

Enquanto isso, na senzala, Isaura continuava presa, sem comer fazia um dia. Até que surgiu Belchior.

— Oh, minha florzinha, dói vê-la assim presa, toda suja, com os cabelos bagunçados e fedendo. Mas, mesmo toda suja e pálida, continua linda.

— Belchior, o que faz aqui? Se o senhorzinho te pegar, nem sei o que irá fazer contigo.

— Vim trazer água e comida...

Isaura, fraca, estendeu a mão até a cela e tentou pegar a água. Mas Belchior afastou a garrafa e a encarou com uma expressão séria.

— Para isso, preciso de algo em troca. Estou arriscando minha vida vindo aqui te ajudar.

— Do que está falando, Belchior?

Belchior puxou seu pênis pequeno e murcho para fora da calça, erguendo-o na direção da escrava, que olhava com espanto.

— Chupa o meu pau... Vai, Isaura, um boquete em troca de água. É um acordo justo.

— Belchior, não acredito que tu esteja fazendo isso. Eu achei que eras meu amigo.

— Isaura, pare de hipocrisia. Eu sei do seu segredinho com sinhá Malvina. Quer que eu conte tudo para o senhorzinho Leôncio?

Isaura, fraca, mal conseguia se sustentar de joelhos. Caiu exausta no chão.

— Faça o que quiser, Belchior. Eu já cheguei ao fundo do poço. Não tem nada pior do que isso.

— Não me provoque, Isaura. Eu conto mesmo. Se o senhorzinho descobrir que a esposa dele tem uma amante e que essa amante é a escrava Isaura... Meu Deus do céu, não sei do que ele é capaz de fazer com sinhá Malvina.

Isaura olhou assustada, apavorada. Ela não chegou a pensar nisso.

— Meu Deus... Sinhá Malvina... Não quero que ela sofra por minha causa.

— Então seja bonzinho comigo. Pois sei ser um amigo fiel para aqueles que me tratam bem. É simples... Só uma mamada.

Belchior aproximou sua rola murcha e feia na direção da cela. Isaura olhou aquela coisa feia e pequena, que mais parecia uma minhoca peluda e deformada. Se dependesse dela, facilmente ficaria sem beber água e até morrer. Mas não envolvia apenas ela; também envolvia a mulher que ela mais amava nesse mundo.

— Está bem, Belchior, eu vou fazer isso... Mas saiba que não estou fazendo isso pela água ou comida... Faço isso para salvar e proteger a sinhá Malvina.

Ela ergueu os braços nas barras de ferro da cela, erguendo o rosto na direção daquele membro. Com dificuldade, abriu a boca e ele introduziu sua vara. Isaura fechou os olhos e começou a chupar aquele negócio mole, que tinha um cheiro forte de urina.

— Oh, Isaura... Não sabe o tanto que eu esperei por isso... Essa sua boca pequena... Essa sua língua lambendo a minha cabecinha... E essa sua expressão de prazer enquanto faz o boquete... Não vou aguentar... Vou gozar... Gozei...

Mal demorou um minuto, ele ejaculou tudo dentro da boca da escrava. Isaura se afastou com a boca cheia de porra. Ela cuspiu no chão, acabando por vomitar.

— Isaura, por que vomitou? O que tu quer dizer com isso? Não gostou?

Isaura limpou a boca e permaneceu em silêncio. Belchior colocou a garrafa dentro da cela e, junto dela, um pedaço de pão que ele conseguiu roubar da casa do seu patrão.

— Aqui, acordo é acordo. Tome, mate a fome e a sede.

Isaura tomou quase toda a água daquela garrafa, na tentativa de limpar o gosto ruim da boca. Em seguida, não resistiu ao pedaço de pão. Ao terminar, Belchior pegou a garrafa e foi embora.

— Vou embora, Isaura, antes que o senhorzinho Leôncio apareça. Irei tentar, pela manhã, trazer mais comida...

Isaura se deitou naquele chão sujo, perto do vômito. Sua mente estava apenas em uma única pessoa.

— Sinhá... Volte logo...

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