Eu e meu novo padrasto

Um conto erótico de Lua
Categoria: Heterossexual
Contém 2690 palavras
Data: 22/05/2026 18:51:36

Olá, meu nome é Luara, e essa história aconteceu quando eu tinha 18 anos.

Minha mãe havia acabado de se separar do pai dos meus dois irmãos mais novos.

De manhã, eu ia para a escola com meus irmãos.

Eu já tinha um namoradinho, com quem já havia perdido a virgindade, mas ninguém sabia, nem minha mãe.

Minha mãe ficava sozinha em casa até chegarmos da escola. Ela trabalhava à noite como secretária e eu ficava cuidando dos meus irmãos.

Foi numa dessas manhãs que ele apareceu.

Um agente de saúde.

Bateu à porta usando uniforme, segurando uma prancheta. Disse que estava fazendo pesquisa sobre água parada, quintal, banheiro, prevenção de doenças. Minha mãe deixou ele entrar.

Ela contou depois que ele era educado, simpático… daqueles homens que parecem saber exatamente o que dizer.

E minha mãe estava vulnerável e carente demais.

No fim da conversa, ele chamou ela para sair, era uma sexta-feira.

Lembro dela me contando isso toda sorridente enquanto escolhia roupa na frente do espelho. Fazia muito tempo que eu não via minha mãe animada daquele jeito.

Quando a campainha tocou naquela noite, fui eu quem abriu a porta.

E senti uma sensação estranha.

Ele olhou sério para mim.

O jeito como me encarou dos pés a cabeça me fez querer fechar a porta na mesma hora.

Minha mãe apareceu logo depois, toda arrumada, e saiu com ele.

Semanas depois, ele já dormia em casa.

Tudo aconteceu rápido demais.

Ele aparentava parecer perfeito. Comprava refrigerante pros meus irmãos, ajudava nas compras, fazia piadas na mesa.

Mas comigo era diferente.

Às vezes eu pegava ele me olhando em silêncio por tempo demais.

Outras vezes, ele fazia perguntas estranhas: — Você namora? — Tem muitos meninos atrás de você na escola? — Sua mãe deixa você sair sozinha?

Eu respondia o mínimo possível.

Minha mãe percebia que eu o evitava.

No começo tentei ignorar aquele medo. Achei que era coisa da minha cabeça. Mas, com o passar dos dias, comecei a perceber que o jeito como ele me olhava não era normal.

Até a primeira noite.

Acordei sentindo sede. Levantei no escuro e fui até a cozinha beber água. Quando voltei pelo corredor, vi ele parado perto da porta do meu quarto.

Parado.

No escuro.

Tomei um susto quando o vi. — Só vim ao banheiro — disse.

Mas o banheiro ficava do outro lado.

Naquela noite tranquei minha porta.

Os dias começaram a ficar estranhos depois disso.

Minha mãe parecia cada vez mais dependente dele. Ele controlava tudo devagarzinho.

Numa manhã, cheguei mais cedo da escola. Entrei em casa em silêncio e ouvi vozes vindo do quarto deles.

Eles estavam trepando, minha mãe uivava.

Meu sangue gelou.

Saí dali sem fazer barulho e fiquei horas sentada na cama só escutando os gemidos deles.

Naquela noite, observei ele durante o jantar.

Passei a dormir com a porta trancada.

Minha mãe percebeu. — Por que você faz isso?

Eu menti. — Mania.

Mas no fundo eu sabia: eu tinha medo de acordar e encontrar aquele homem dentro do meu quarto.

Os meses passaram. Sempre dava para ouvir eles trepando no quarto quando meus irmãos dormiam.

Teve uma vez a noite que ele chegou bêbado, foi pro quarto e eu passei pelo quarto, a porta estava aberta, então eu entrei bem devagar com aquele frio na barriga e ele estava caído no chão e sem roupa, pude ver o pau dele, aquilo me arrepiou, não sabia o que estava acontecendo por dentro de mim, saí de lá e fui pro meu quarto 'será que ele está fingindo' 'fez isso de propósito'.

Mamãe chegou e foi ajudar ele, já todos deitados eu comecei a ouvir de novo os gemidos da minha mãe, eu ficava imaginando o que ele fazia com ela.

Silêncio.

Amanheceu o dia. Eu destranquei a porta do meu quarto.

Era sábado, minha mãe havia ido comprar pão para o café da manhã, ele foi até meu quarto, abriu a porta, levantou meu cobertor, eu estava com uma camisola branquinha de alcinha e calcinha vermelha, senti quando levantou minha camisola, ele não fez nada, apenas ficou olhando, barulho no portão, ele saiu e voltou para cozinha.

Toda sexta-feira meus irmãos iam passar final de semana na casa do pai deles, era sagrado depois da aula ele ir buscar meus irmãos e trazer só no domingo a noite.

Então ele começou a tentar se aproximar de mim, querer ganhar minha confiança, tipo ser meu amigo, ficávamos a sós nas sextas-feiras a noite.

Acredito que ele tenha falado algo para minha mãe de eu não gostar dele, porque minha mãe veio conversar comigo me pedindo para eu ser legal com ele, que agora ele era marido dela e que ela queria que nos déssemos bem, queria ser feliz, me perguntou se eu não queria a felicidade dela.

Aí eu disse "tá bom, mãe! Tudo bem!"

Então fui abrindo espaço para ele.

Começou com uma massagem nos meus pés, ele insistiu, até que eu deixei, ele muito carinhoso, pegando nos meus pés, massageando cada dedinho e eu comecei a sentir frio na barriga, a gostar e ficava confusa ao mesmo tempo. Mas era isso que ele queria, aos poucos.

Em uma noite, tomei banho e fui pro meu quarto me arrumar, lembrei que a roupa que queria estava no varal lá fora, me enrolei na toalha, abri a porta e ele estava lá me brechando, com certeza me viu toda nua, sou branquinha, magra, cabelos lisos e preto, seios pequenos, 1,62 e na época 52 kg, ele se assustou e correu pro quarto dele, eu fiquei sem ação, assustada também, fui até o varal peguei a roupa, me vesti e saí para passear com minhas amigas na praça.

Outra vez, era um sábado de manhã, acordei, e vi que não tinha ninguém em casa, pensei que ele e minha mãe haviam saído juntos, entrei no quarto deles para ligar pro meu namoradinho, o convencional ficava dentro do quarto deles, quando estava bem conversando com o menino do outro lado da linha, sinto alguém sentar do meu lado, era ele, pegou minha mão e começou a chupar dedinho por dedinho bem devagar, arrepio na coluna, frio na barriga, mistura de medo e excitação, eu já estava gostando de tudo aquilo, barulho no portão, era mamãe chegando, ele ficou na dele e eu fui pro meu quarto.

Outra vez, tomando banho, ele conseguiu me brechar pelo forro do banheiro, quando escutei o barulho, desliguei a luz, esperei um pouco, me enrolei na toalha e saí correndo pro meu quarto e tranquei.

Ele sempre agia como se nada tivesse acontecido.

Outra vez, minha mãe tinha que sair no sábado de manhã, ela tinha um compromisso do trabalho e ele disse que ia aproveitar então para resolver umas coisas fora, então tudo indicava que eu ficaria sozinha em casa até eles chegarem, de manhã ela bate na porta, eu abro e ela diz que já está indo e quando voltar quer a casa limpa, fecho a porta e volto a dormir, passando um tempo, ele entra no meu quarto em silêncio, puxa meu lençol bem devagar, levanta minha camisola azul clara, vai puxando minha calcinha branca bem devagar, eu me mexo, ele para, então começa a passar a mão nas minhas pernas e bunda com movimentos bem devagar, ele abre minhas pernas para ter uma visão melhor, nisso eu estou acordando, quando de repente sinto a boca dele quente e molhada no meu cuzinho, sinto medo, frio na barriga, arrepio na coluna, eu não consigo ter ação para nada, apenas fico alí, e vou sentindo ele passando a boca molhada na minha bucetinha, num vai e vem vagaroso, abrindo mais ainda minhas pernas, ele para, fica olhando, eu quero que ele continue, mas finjo que estou dormindo, começa a bater punheta, eu escuto ele se masturbando olhando pra minha buceta, ele volta a me chupar e bater punheta ao mesmo tempo, eu gostando, sentindo algo muito prazeroso, gostoso, eu gozo ali na boca dele, minha buceta pulsando. Até que ele gozou na mão dele, me cobriu, se levantou e saiu do quarto.

Eu fiquei ali paralisada, sem saber o que fazer, mistura de vergonha, medo e culpa.

Me levantei pra tomar banho e fazer as coisas.

Ele sabia que eu tinha um namoradinho, então veio novamente com perguntas estranhas: — Você fica sozinha com teu namorado? — Você e ele já fizeram alguma coisa?

Meu sangue gelou, ele sondando pra saber se eu ainda era virgem, fiquei nervosa e realmente eu já havia transado com meu namoradinho.

Praticamente depois do que aconteceu, o próximo passo dele com certeza era me comer, ele só precisava de uma outra oportunidade.

Até que um dia, numa sexta-feira, ele e mamãe saíram depois que ela chegou do trabalho, chegaram tarde, minha mãe estava muito bêbada, ele deve ter premeditado tudo, porque ele chegou bem lúcido, eu estava na sala, eles foram pro quarto, eu assistindo a um filme, quando ele aparece e senta do meu lado direito, mamãe praticamente apagou (quando ela bebe muito, só acorda no outro dia com muita ressaca), estava escuro, só a tv ligada, ele perguntou se podia assistir comigo, eu travei, não consegui ir pro meu quarto, fiquei alí, ele se aproximou de mim, foi colocando a mão no meu ombro, começou a massagear meus ombros, pegando no meu cabelo, e eu? deixando. Eu estava de short jeans não muito curto e uma blusinha de alcinha cor de vinho camurçada, era colada, então não precisava de sutiã, ele começou a beijar meu ombro, e eu? fui cedendo, era como se ele estivesse testando e como eu ia aceitando ele ia avançando mais ainda, foi puxando a alça da minha blusa, foi beijando meu pescoço, me cheirando, foi me virando de costas para ele, me puxando, encostando minha costas no peito dele, passando a mão nos meus braços, beijando meu pescoço por trás e me cheirando forte, como se meu cheiro o deixasse louco, puxou a outra alça da minha blusa do lado esquerdo, os beijos começaram a ficar mais molhados, eu já sentia minha buceta latejando e com certeza já estava toda molhada também, eu não conseguia falar nada e nem gemer, só sentir o que ele estava fazendo. As mãos dele foram descendo para frente, passando a mão nos meus seios por cima da blusa, viu que eu deixei, então foi arreando a blusinha até minha cintura, senti um calor enorme tomando conta do meu corpo, ele subiu as mão pegando nos meus seios, meu corpo tremeu, eu respirei fundo, entre as pernas dele, sentindo o pau dele na minha costa e ele pressionando, viu que eu já estava entregue, que ele podia fazer o que quisesse comigo, era tudo que ele queria, passando a língua molhada na minha orelha, eu já estava toda entegue, me levantou, fiquei em pé na frente dele, ele se ajeitou de frente para mim sentado no sofá, não conseguia olhar para ele, ele abriu o botão do meu short e desceu o zíper, foi baixando meu shortinho até embaixo, tirando por debaixo dos meus pés com delicadeza, ficou me olhando e me puxou para sentar no colo dele de frente para ele, fechei meus olhos, me abraçando, beijando meu pescoço, veio em direção a minha boca, começou a beijar e eu fui abrindo a boca e me beijou de língua, parecia que iria me engolir, beijo gostoso e molhado, passando as mãos nos meus seios, foi descendo a boca, até que começou a passar a língua nos biquinhos, puxei forte a respiração, ele me apertava pela cintura e me pressionava no pau dele por cima do calção, aí foi descendo a mão até minha calcinha colocando por dentro, comecei a gemer bem baixinho com a boca fechada, eu fui sentindo a mão dele bem devagar descendo até minha buceta, quando ele tocou disse "nossa! Toda meladinha!" e chupou os dedos dele e disse "que delícia!" e voltou com a mão na minha bucetinha e começou a esfregar ela, tocar meu grelinho. O medo misturado com excitação, mamãe alí ao lado bêbada e bodada, vai que ela aparece alí, mas eu já estava totalmente entregue, ele se levantou comigo no colo, deixou a tv ligada lá na sala e me levou pro meu quarto. Me deitou na minha cama e eu respirando muito ofegante, foi tirando minha calcinha rosa, eu fiquei de olhos fechados, não conseguia olhar, ele abriu minhas pernas, olhando de frente para minha buceta toda melada, começou a beijar, que arrepio, latejava, abriu a boca e começou a chupar, foi muito melhor do que da última que foi de bruços, eu puxava o lençol por baixo de mim, me contorcia toda, aí que ele chupava com gosto e bem molhado, fechava minha perna pressionando a cabeça dele, eu gozando alí na boca dele, ele foi subindo beijando, tirando minha blusa, passando a língua e chupando meus seios, que sensação maravilhosa, eu ficava ainda mais excitada, era muito prazeroso e gostoso, subiu para minha boca me beijando, eu sentindo o corpo daquele homem todo em cima do meu, ele esfregando o pau dele, pressionando no meu corpo, eu sentindo o pau latejando e bem duro, tirou o calção dele, se levantou um pouco, me olhou, eu muito tímida olhei para o teto, eu já sabia o que ele iria fazer, pegou no pau dele todo babado e começou a esfregar na minha bucetinha fazendo aquele barulhinho bem meladinho tanto dele quanto meu, posicionando a cabeça bem na entrada da minha buceta, me perguntou baixinho "ainda é virgem?" Balancei a cabeça respondendo "não", ele forçou a cabeça do pau, dei um gritinho e ele colocou a mão na minha boca fazendo "Shhh!" e foi metendo bem devagar, eu sentindo dor porque era muito grosso e comprido, na frente do pau do meu namoradinho era uma tora, mas era gostoso demais sentir ele enfiando, uma mistura de dor e de tesão, e ele foi metendo até o fundo, falando baixinho "crlh! Que buceta apertadinha! Toda minha!" e depois ficou num vai e vem, e eu gemendo baixinho, ele se acabando em mim, eu sentia cada centímetro me abrindo, doendo e ao mesmo tempo eu gostando, ele enfiando, era a melhor trepada que eu estava dando, por isso minha mãe gemia e uivava tanto.

Ele ficou metendo num vai e vem bem gostoso, eu não sabia nem quantas vezes já havia gozado, toda abertinha para ele, ele se deitou sobre mim, me comendo disse no meu ouvido "eu sabia que você queria também! Por isso vou te comer mais vezes", e ficou metendo na minha bucetinha, depois me virou de bruços, e continuou a meter bem fundo pedindo "empina pra mim", cheirando e beijando meu pescoço, por um longo tempo, aproveitando o máximo que podia, depois me agarrou, se deitou e pediu pra sentar no pau dele, me ajeitei em cima dele e fui sentando bem devagar, sentindo aquela dorzinha gostosa, até entrar tudo, eu mal estava aprendendo, ele me segurando pela cintura me ensinando como rebolar no pau dele e eu fiquei nesse ritmo que gozei muito nessa posição, depois se levantou comigo sem tirar o pau da minha buceta, me colocando na beira da cama, aí ele metia, metia, bem fundo, tirou o pau e gozou em cima da minha barriga. Me beijou de língua e fomos para o banheiro tomar banho, eu toda vergonhosa ainda, ele me virou de costas contra a parede, me puxou pela cintura, me inclinando para eu empinar a bundinha, enfiou o pau de novo na minha buceta que já estava toda dolorida e ardida, mas aí ele já socou com mais força me deixando de pernas bambas e fraca, depois me puxando com um braço pela cintura, com o pau na minha bucetinha e a outra mão na minha boca para eu não gritar, foi socando com força que fazia o barulho de palma na minha bunda, até que ele gozou em cima da minha bunda, nos lavamos e cada um foi pro seu quarto dormir. Eu dormi já pensando nas próximas vezes.

E depois já sabem, né! Toda oportunidade sozinhos...

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