Como O Marido da Minha Irmã e Os Enteados Dela me Fizeram de Puta pt1

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3828 palavras
Data: 22/05/2026 17:27:18

Como o marido e os enteados da minha irmã me fizeram virar uma puta

Era segunda-feira. Meu celular vibrou no bolso. Olhei o relógio: 16h30. O ônibus acabara de parar na rodoviária.

Desci arrastando minha mala, sentindo o peso dos últimos meses. Tinha terminado um namoro de quatro anos e, agora, aos 26 anos, deixava para trás uma cidadezinha de apenas cinco mil habitantes. Eu, Angela, branca, pele bem cuidada, cabelos loiros, olhos pretos, seios médios e firmes, corpo equilibrado com curvas suaves, bunda redonda e proporcional, estava indo morar com minha irmã mais velha.

Angélica, 28 anos, me esperava no saguão. Sua pele bronzeada, morena clara, tinha um brilho natural que chamava atenção mesmo sem maquiagem. Os olhos castanhos eram expressivos demais, sempre revelando mais do que ela pretendia. O corpo ainda carregava as marcas recentes da gravidez: seios médios mais cheios e sensíveis, cintura levemente mais macia e quadris mais largos que davam um formato ainda mais atraente à sua silhueta. A bunda, firme e bem desenhada, balançava suavemente enquanto ela caminhava.

No colo dela estava a pequena Luz, sua filha de quatro meses.

Assim que me viu, ela sorriu. Aproximei-me e falei, animada:

— Irmã, como você está ótima! Essa é minha sobrinha?

Angélica me puxou para um abraço apertado. Retribuí com força, sentindo o cheiro familiar dela. Depois me entregou a bebê no colo enquanto íamos até o carro. Durante todo o trajeto até a zona norte, segurei minha sobrinha com cuidado, fascinada com os olhinhos dela.

A casa era simples, mas espaçosa, com quatro quartos. Quando chegamos, não consegui segurar o comentário:

— Quero te agradecer por me receber, Angélica. E sinto muito pelos seus enteados terem que dividir o quarto pra eu ficar aqui...

Descemos do carro e logo vi o marido dela, Marcos — ou Marcão, como todos chamavam. Aos 36 anos, negro, 1,85m, corpo forte de quem trabalha pesado. Braços grossos, postura firme, cabelo curto e olhos escuros que pareciam analisar tudo ao redor. Estava como sempre: macacão sujo de graxa, marcando o corpo musculoso. Mecânico famoso na região, estava com ela há sete anos.

Ao lado dele estavam seus filhos — os dois de 18 anos.

Gustavo, filho do primeiro casamento: negro, 1,77m, corpo definido e seco, músculos bem marcados, ombros largos, olhar intenso e presença marcante. Trabalhava como motoboy.

Vitor, alguns meses mais novo que Gustavo, era branco, de altura média, corpo ainda em desenvolvimento, mas com músculos começando a se definir. Traços mais suaves, cabelo bem cuidado. Filho da amante que destruiu o primeiro casamento de Marcão, ele acabou indo morar com o pai após perder a mãe e já trabalhava com ele na oficina.

Os dois me olharam de cima a baixo quando entrei. Gustavo foi o primeiro a falar, com um meio-sorriso:

— Entra aí, Angela.

Enquanto entrávamos na casa, não consegui segurar um suspiro. Meus pais tinham ficado furiosos quando contei que viria morar aqui. Eles nunca aprovaram Marcão — diziam que ele tinha fama de mulherengo, que era “daquele tipo” que não prestava. E quando souberam que eu havia sido demitida da padaria onde trabalhava há quase três anos, a reação foi pior ainda.

— Vai morar com aquela gente? Sem emprego, sem amigos, jogada na casa do Marcão? — minha mãe tinha esbravejado ao telefone.

Mas eu não tinha escolha. Precisava recomeçar.

Angélica estava animada, quase eufórica, enquanto me mostrava a casa.

— Vem, vou te apresentar tudo direitinho! — disse ela, ainda com a pequena Luz no colo.

A casa era realmente maior do que parecia por fora. Sala ampla, cozinha grande e bem equipada, um quintal nos fundos com tanque e área de serviço. Ela me mostrou o quarto do casal (dela e de Marcão), o quarto da pequena Luz e, por fim, o quarto que eu ocuparia.

— Esse aqui era dos meninos, mas eles vão dividir o outro quarto agora. Não se preocupa, eles aceitaram bem — explicou, abrindo a porta.

O quarto era simples, com uma cama de casal, um guarda-roupa e uma escrivaninha pequena. Ainda dava para sentir o cheiro de perfume masculino no ar. Enquanto observava o espaço, notei os olhares.

Gustavo e Vitor estavam encostados no batente da porta da sala, me observando. Gustavo, com aquele corpo definido e seco, tinha um sorriso de canto de boca, os olhos descendo sem vergonha pelo meu corpo — demorando-se um segundo a mais nos meus seios e na curva dos meus quadris. Vitor era mais discreto, mas não menos intenso: olhava para as minhas pernas e depois subia devagar, como se estivesse me avaliando.

Senti um calor estranho subir pelo pescoço.

Quando voltamos para a sala, Angélica virou-se para mim com um sorriso esperançoso:

— Ah, e tem outra coisa! Eu já arrumei um emprego pra você, se tiver interesse. Uma amiga minha tem uma lanchonete aqui perto, na zona norte mesmo. Ela tá precisando de alguém de confiança pra atender no balcão e ajudar na cozinha. O salário não é daqueles, mas dá pra começar. O que acha?

Eu pisquei, surpresa e aliviada.

— Sério? Nossa, Angélica… você salvando minha vida de novo.

Ela riu e apertou meu braço.

— Pra isso que serve a família, né? Amanhã mesmo posso te levar lá pra conversar com ela.

Enquanto ela falava, senti novamente o peso daqueles olhares atrás de mim. Marcão tinha entrado na sala, limpando as mãos com um pano sujo, o macacão aberto até o meio do peito, revelando parte do tórax negro e suado. Ele me encarou por um segundo mais longo que o necessário, antes de dar um aceno curto com a cabeça.

— Bem-vinda, Angela.

A voz dele era grave, rouca, do tipo que parecia vibrar no ar.

Eu sorri, mas por dentro senti um frio na barriga. Algo me dizia que morar nessa casa não ia ser tão simples quanto eu imaginava.

Depois de guardar minhas coisas no quarto, Angélica e eu nos sentamos no sofá da sala. Enquanto a pequena Luz mamava em seu peito, conversamos bastante. Ela me contou detalhes da gravidez — como tinha sido mais cansativa do que imaginava, os desejos estranhos no meio da noite, as mudanças no corpo que ainda sentia. Eu contei sobre o fim do namoro, a demissão da padaria e o quanto me sentia perdida antes de decidir vir para cá.

— Você vai ver, mana. Aqui vai ser diferente. Nova cidade, nova fase — disse ela, sorrindo com carinho.

Algum tempo depois, o cheiro de comida encheu a casa. Angélica havia preparado um jantar simples, mas cheiroso: arroz, feijão, bife acebolado e salada. Todos se reuniram à mesa.

Marcão sentou-se na cabeceira, ainda com o macacão meio aberto, o peito largo brilhando de suor. Gustavo e Vitor sentaram-se um de cada lado da mesa, me lançando olhares discretos de vez em quando. Eu me sentei ao lado da minha irmã.

No meio do jantar, Angélica tocou no assunto:

— Ah, Marcão, eu consegui um emprego pra Angela! Uma amiga minha tem uma lanchonete aqui perto. Ela vai poder começar logo.

Marcão parou de comer, limpou a boca com as costas da mão e balançou a cabeça.

— Não. Ela não vai trabalhar em lanchonete. Angela pode trabalhar pra mim, na oficina. Preciso de alguém de confiança no balcão, pra atender os clientes, organizar as peças e fazer o caixa. É de segunda a sexta. O salário é o mesmo que você ia ganhar na lanchonete. Ela começa na quarta-feira.

Angélica piscou, surpresa, mas logo abriu um sorriso animado:

— Poxa, é ótimo! Começando na quarta já dá tempo de você se ajeitar em casa. O que você acha, Angela? Trabalhar com o Marcão vai ser bem melhor do que numa lanchonete cheia de gente o dia todo.

Eu fiquei sem reação por um segundo. A ideia de passar o dia inteiro perto dele… daquele homem grande, forte, com fama de safado… me causou um frio estranho na barriga. Uma mistura de ansiedade e algo que eu não queria admitir.

— Eu… acho que pode ser bom — respondi, tentando parecer tranquila.

Do outro lado da mesa, Gustavo e Vitor trocaram um olhar rápido e sorriram quase ao mesmo tempo.

— Vai ser ótimo ter você por lá a partir de quarta — disse Gustavo, com um tom leve, mas o olhar descendo novamente pelo meu decote.

— É… bem melhor do que lanchonete — completou Vitor, com um sorrisinho discreto.

Marcão apenas assentiu, como se o assunto estivesse resolvido, e voltou a comer. Mas eu senti seu olhar pesado sobre mim por mais alguns segundos.

O ar na mesa parecia mais denso agora. Eu mal conseguia prestar atenção na comida, consciente demais dos três homens me observando. Especialmente consciente de que, a partir de quarta-feira, eu passaria o dia inteiro dentro da oficina dele.

Na manhã de terça-feira, acordei com o barulho da casa já movimentada. Marcão e Vitor já haviam saído cedo para a oficina. Gustavo pegou sua moto e saiu para fazer algumas entregas, ou pelo menos foi o que pensei.

Enquanto tomávamos café, Angélica me explicou, sorrindo:

— Na verdade, o Gustavo passa o dia inteiro na oficina com o pai e o Vitor. Ele só faz algumas corridas rápidas de manhã. E você também vai trabalhar lá a partir de amanhã, né? Seu primeiro dia é quarta-feira. Vai ser bom, você vai ver.

O resto do dia correu tranquilo. Ajudei Angélica com a casa, cuidei um pouco da pequena Luz e organizei minhas coisas no quarto. À noite, Marcão disse que ia sair para tomar uma cerveja com uns amigos. Angélica parecia cansada, então me ofereci para ficar com a bebê enquanto ela tomava banho.

— Obrigada, mana. Não demoro — disse ela, agradecida.

A pequena Luz mamou, dormiu no berço e eu fui em direção ao banheiro para avisar que estava tudo bem. Foi quando ouvi um barulho baixo do lado de fora da casa, perto da janela do banheiro.

Fui até lá, curiosa, e meu coração quase parou.

Gustavo e Vitor estavam escondidos no quintal, espiando pela fresta da cortina. Angélica estava no banho, nua, o corpo molhado brilhando sob a luz. A água escorria pelos seios cheios e sensíveis, pela barriga ainda levemente macia da gravidez e pelos quadris largos. Ela passava sabonete devagar, alheia a tudo.

Eles estavam ali, olhando com desejo claro.

Assim que me viram, os dois se assustaram. Gustavo deu um passo para trás e Vitor ficou paralisado.

— Que porra é essa?! — sussurrei, brava. — Vocês estão loucos? Espiando a própria madrasta tomando banho?!

— Desculpa, Angela… — murmurou Gustavo, passando a mão na nuca, sem conseguir disfarçar o volume na calça.

— Foi sem querer… a gente só… — Vitor tentou justificar, mas parou quando eu lancei um olhar fulminante.

— Sumam daqui agora. Se eu pegar vocês fazendo isso de novo, vou contar pro Marcão.

Eles saíram rápido, cabisbaixos. Voltei para dentro, o coração acelerado. Quando Angélica saiu do banho, enrolada na toalha, não resisti e perguntei:

— Angélica… como é sua relação com o Gustavo e o Vitor?

Ela sorriu, inocente.

— Ótima! Eles me respeitam bastante, ajudam em casa… São bons meninos. Por quê?

— Por nada… só curiosidade — respondi, forçando um sorriso.

Mais tarde, já deitada, ouvi vozes baixas vindas do quarto do casal. A porta estava entreaberta. Marcão falava baixo, mas com tom irritado:

— Porra, Angélica, você vive cansada, sem vontade… Eu sou homem, caralho. Preciso de sexo. Não aguento mais ficar assim.

— Eu acabei de ter a Luz, Marcão… Ainda não tô me sentindo bem pra isso — respondeu ela, voz embargada.

— Faz meses que você diz isso. Meses!

A discussão continuou por mais alguns minutos. Logo depois, Marcão saiu do quarto batendo a porta, pegou a chave do carro e saiu para beber novamente. Angélica ficou sozinha no quarto. Eu a ouvi chorar baixinho.

Fiquei ali, deitada no escuro, sentindo um turbilhão de emoções. A imagem dos dois rapazes espiando minha irmã, o corpo molhado dela, a frustração sexual de Marcão… Tudo aquilo me deixava inquieta, com um calor incômodo entre as pernas que eu tentava ignorar.

Amanhã seria meu primeiro dia na oficina.

E algo me dizia que as coisas ali não iam ser nada calmas.

Às sete horas da manhã, a casa já estava agitada. Marcão, Gustavo e Vitor se arrumavam para o trabalho. Angélica, ainda de robe, amamentava a pequena Luz no sofá da sala, com o seio cheio exposto. Eu terminei de me arrumar no quarto e me olhei no espelho. A calça jeans marcava bem minhas curvas, mas o que mais me incomodava era a camisa da oficina que Marcão tinha me dado na noite anterior. Era justa demais. O tecido esticava sobre meus seios médios e firmes, desenhando o contorno deles de forma bem visível. Suspirei, mas não tinha outra opção.

— Vamos, Angela — chamou Marcão com aquela voz grave.

Eu, Marcão e Vitor fomos juntos para a oficina. Durante o trajeto, Marcão dirigia em silêncio, enquanto Vitor, no banco de trás, me olhava pelo retrovisor de vez em quando.

Chegando lá, eles me apresentaram o local. A oficina era grande, com várias boxes, cheiro de graxa, óleo e metal. No balcão de atendimento havia uma garota de 19 anos. Yasmin. Ela era gostosa de um jeito perigoso: corpo pequeno mas bem torneado, bunda empinada, pele morena clara, óculos que lhe davam um ar meio nerd e cabelos castanhos presos em um rabo de cavalo. A blusa dela também era da oficina, mas parecia cair melhor nela.

— Essa é a Angela, minha cunhada — disse Marcão. — Vai trabalhar com você no atendimento a partir de agora.

Yasmin sorriu simpática e me cumprimentou. Mas eu logo notei o brilho no olhar de Vitor quando ele a viu. Os olhos dele praticamente iluminaram enquanto desciam pelo corpo dela. Havia claramente um clima ali.

E não era só isso. Percebi também a forma como Marcão olhava para Yasmin — um olhar mais demorado, possessivo, quase íntimo. Ela baixou os olhos e mordeu o lábio de leve quando ele passou por ela. O ar entre os dois parecia carregado.

Passei a manhã toda trabalhando no balcão ao lado de Yasmin. Atendendo clientes, anotando serviços, organizando peças. O movimento era constante e eu me esforçava para aprender rápido.

Gustavo chegou por volta das duas da tarde, suado da moto, e o movimento aumentou ainda mais. A tarde foi corrida, cheia de barulho de ferramentas, clientes reclamando e telefone tocando sem parar.

Por volta das quatro horas, Marcão apareceu no balcão, limpando as mãos grandes com um pano.

— Angela, vem aqui no escritório um minuto.

Eu o segui. O escritório era pequeno, bagunçado, com cheiro forte de homem e papelada por todo lado. Ele fechou a porta atrás de mim.

— Preciso que você faça um serviço pra mim — disse ele, sentando na cadeira e me olhando de cima a baixo, demorando-se nos meus seios apertados na camisa. — Tem um carro aqui que precisa de uma peça específica. Quero que você vá buscar pessoalmente na distribuidora. Anota o endereço. Não confio em mandar por delivery, pode atrasar.

Ele me entregou o papel com o endereço. Quando peguei, seus dedos roçaram nos meus de propósito, demorados. Senti um arrepio subir pelo braço.

— Tudo bem? — perguntou ele, com um meio-sorriso, a voz mais baixa.

— Sim… tudo bem — respondi, sentindo novamente aquele frio misturado com calor na barriga.

Saí do escritório consciente do olhar dele nas minhas costas e na minha bunda enquanto eu caminhava.

Voltei da distribuidora com a peça na bolsa, satisfeita por ter conseguido resolver tudo rápido. O moço de lá tinha até me passado na frente de outros clientes, flertando descaradamente comigo. Fiquei até um pouco lisonjeada, mas minha cabeça estava mais na oficina do que em qualquer outra coisa.

Quando cheguei, a oficina estava lotada. Vários carros aguardando conserto, ferramentas ligadas e o barulho alto de sempre. Estranhei não ver ninguém no balcão — nem Yasmin. Havia apenas uma pilha desorganizada de papéis e ordens de serviço largadas ali.

“Que estranho…”, pensei.

Fui direto para o escritório de Marcão, achando que ele poderia estar lá. A porta estava apenas encostada, com uma fresta de uns dez centímetros. Antes mesmo de bater, parei congelada.

Pela abertura, a cena que vi me deixou sem ar.

Yasmin estava completamente nua, inclinada sobre a mesa do escritório. Marcão a fodia por trás com força bruta, segurando os quadris dela com aquelas mãos grandes e pretas. O pau dele era enorme — fácil uns 22 cm, grosso, veioso, entrando e saindo da menina com estocadas pesadas e molhadas. Yasmin gemia alto, quase gritando, o corpo pequeno sacudindo violentamente.

Atrás de Marcão, esperando a vez, estava Gustavo, já pelado. Seu pau era longo, uns 21 cm, mais fino, mas extremamente rígido, latejando enquanto ele se masturbava devagar olhando a cena.

Vitor não estava atrás. Ele estava sentado na cadeira do pai, com Yasmin chupando seu pau enquanto era comida por Marcão. O pau de Vitor era absurdo: 19 cm de comprimento e tão grosso quanto uma garrafa PET, forçando a boquinha da garota ao limite. Saliva escorria pelo queixo dela enquanto Vitor segurava sua cabeça e metia fundo na garganta.

— Isso, sua putinha… engole tudo — rosnava Vitor, com a voz rouca.

Marcão dava tapas fortes na bunda dela, deixando a pele morena vermelha.

— Apertadinha pra caralho… sabia que você aguentava nós três — grunhiu ele, metendo ainda mais fundo.

Yasmin só conseguia gemer, o corpo tremendo entre os três homens. Eles revezavam, usando-a sem piedade, como se fosse algo normal.

Fiquei parada ali, chocada, o coração batendo forte no peito. Senti um calor intenso subir entre minhas pernas, minha calcinha umedecendo contra minha vontade. Nunca tinha visto paus tão grandes na vida. O de Marcão era monstruoso, o de Vitor era grotescamente grosso, e o de Gustavo era longo o suficiente para machucar.

Minha respiração ficou pesada. Eu sabia que deveria sair dali, mas meus pés não obedeciam. Fiquei hipnotizada, assistindo os três foderem a garota de 19 anos sem nenhuma delicadeza.

De repente, Gustavo virou o rosto na direção da porta.

Nossos olhares se encontraram através da fresta.

Ele sorriu.

Saí dali o mais rápido e silenciosamente possível, com o coração disparado. Voltei para o balcão tremendo, as pernas fracas. Yasmin ainda não havia retornado. Sentei-me na cadeira e tentei organizar os papéis, mas minha mente não parava de repetir a cena: Marcão metendo com força, o pau enorme de 22 cm entrando fundo, Vitor com aquele monstro grosso como garrafa PET na garganta dela, e Gustavo se masturbando enquanto esperava a vez.

Fui até o banheiro exclusivo do balcão — que eu dividia com Yasmin — e tranquei a porta. Abri a torneira e joguei água fria no rosto várias vezes, tentando controlar a respiração. Meu corpo inteiro estava quente. Entre as pernas, eu estava molhada, a calcinha grudada na pele. Não conseguia parar de lembrar daqueles paus enormes, da forma brutal como eles usavam a garota.

— Meu Deus… o que foi isso? — sussurrei para o espelho.

Passei o resto da tarde apreensiva, com um nó no estômago. Eu tinha visto meu cunhado traindo minha irmã de forma tão explícita, e ainda envolvido com os enteados. O pior é que, por mais chocado que estivesse meu cérebro, meu corpo reagia de forma completamente diferente.

À noite, em casa, enquanto Angélica colocava a pequena Luz para dormir, não resisti e perguntei:

— Angélica… me fala sobre a Yasmin. Ela é legal?

Minha irmã sorriu, inocente.

— Ah, ela é ótima! Namorada do Gustavo há uns seis meses. É uma menina da igreja, sabe? Inteligente pra caramba, educada, fala bem… uma moça direita.

— Entendi… Achei ela bem bonita e inteligente mesmo — comentei, forçando naturalidade.

— É, né? Combina bastante com o Gustavo — respondeu Angélica, concordando.

Eu apenas assenti, mas por dentro minha mente gritava as imagens: Yasmin sendo comida pelos três ao mesmo tempo, gemendo como uma vadia enquanto Marcão a fodia sem piedade.

Mais tarde, quando eu estava no quintal tomando um ar, Marcão se aproximou por trás, silencioso. Segurou meu braço com firmeza e me puxou um pouco para o canto escuro da casa.

— Ei… — disse ele baixinho, a voz grave e autoritária. — O que você viu hoje fica na oficina, entendeu? Isso não é da sua conta.

Seu corpo grande estava perto demais. Senti o cheiro de graxa, suor e homem. Meu corpo inteiro tremeu, um arrepio descendo pela espinha até a bunda. Ele me encarava com aqueles olhos escuros, como se me desafiasse a contestar.

— Eu… — comecei, mas as palavras não saíam.

Marcão apertou levemente meu braço antes de soltar.

— Boa noite, Angela.

Ele virou e entrou em casa, me deixando ali, sozinha, com o coração acelerado e a mente em completo caos.

O que eu vou fazer agora?, pensei, sentindo um medo misturado com uma excitação perigosa.

Durante o jantar, a mesa estava relativamente animada. Angélica havia feito frango assado com batatas e servia todos com aquele sorriso cansado, mas carinhoso. Marcão estava na cabeceira, como sempre, com uma cerveja gelada na mão. Gustavo e Vitor sentavam-se um de frente para o outro, trocando olhares discretos de vez em quando.

— E aí, como foi o primeiro dia da Angela na oficina? — perguntou Angélica, virando-se para o marido enquanto colocava mais arroz no prato dele.

Marcão limpou a boca com o guardanapo e me olhou diretamente, com um meio-sorriso.

— Ela se saiu muito bem. Atendeu os clientes direito, foi rápida na distribuidora e não ficou perdida. Claro que ainda tem muito o que aprender, mas está ótimo. É só o começo — disse ele, com aquela voz grave e autoritária, sem tirar os olhos de mim.

Senti meu rosto esquentar. Angélica sorriu orgulhosa e apertou minha mão por cima da mesa.

— Que bom, mana! Eu sabia que você ia se dar bem.

Eu forcei um sorriso e agradeci baixinho. Enquanto isso, notei Gustavo e Vitor se entreolhando novamente, com um sorrisinho cúmplice que me deixou inquieta. Era como se os dois soubessem exatamente o que eu tinha visto mais cedo.

Por dentro, eu estava um caos. Como vou conseguir trabalhar lá sabendo que estou sendo testemunha da traição do meu cunhado? Pensar nisso me dava um frio na barriga. Marcão traindo minha irmã de forma tão suja, e ainda dividindo a garota com os próprios filhos… Era errado. Era grave.

Mas meu corpo traía minha mente.

Sempre que as imagens voltavam — Marcão metendo aqueles 22 cm com força, Vitor enfiando aquele pau grosso como garrafa PET na garganta de Yasmin, Gustavo esperando a vez com o pau latejando —, minha buceta ficava molhada. Pulsava. Eu apertava as coxas por baixo da mesa, sentindo a calcinha úmida grudada na pele.

Uma parte de mim estava chocada e com raiva.

Outra parte… estava curiosa.

Muito curiosa sobre o que mais eu veria nos próximos dias.

Marcão tomou um gole longo da cerveja, ainda me observando por cima da garrafa. Seus olhos escuros pareciam saber exatamente o que se passava na minha cabeça.

Eu baixei o olhar para o prato, mas não consegui evitar o calor que subia pelo meu corpo inteiro.

A noite mal havia começado, e eu já sentia que estava afundando devagar nesse jogo perigoso.

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