Tomei um banho mas minhas cuecas tinham acabado, coloquei um short e fui ao encontro delas, que estavam na sala esperando a pizza chegar.
“Não sei você Luiza, mas as minhas cuecas estão todas molhadas.”
“As minhas também, estou usando uma calcinha da Pamela.”
“Pra isso servem as amigas.” Falou Pamela. “Quer vestir um calcinha minha?”
“Melhor não.”
Pamela saiu e voltou com um calcinha Boxer feminina.
“Coloca essa.”
“Melhor não.”
“Por favorzinho.” Falou Pamela.
Fui ao banheiro e coloquei elas me obrigaram a mostrar, tirei o meu short e fiquei de cueca na frente delas.
“Seu bumbum tá lindo nessa calcinha rosa.”
“Está mesmo.” Confirmou Luiza.
“Porque você não me emprestou essa calcinha? A minha que você deu é muito pequena!”
Pamela rindo “deixa eu ver!”
Luiza tirou o short “tá vendo!”
As bolas e pedaço do pau estavam pra fora.
“Pera.” Falou Pamela e com a mão ajustou o pênis dela na calcinha.
O volume mostrava um pênis e duas bolas enormes.
“O pênis dela é grande demais pra essa calcinha.” eu falei.
E quando Luiza virou de costas a calcinha estava enfiada na sua bunda.
“Vamos trocar.” Falou Luiza.
“Mais isso é uma calcinha.” eu falei.
“O que você está usando também é uma calcinha.”
(Verdade) Eu pensei.
Luiza tirou a calcinha feminina deixando o pau monstro dela pra fora.
“O que você vai fazer, Luiza?” Perguntou Pamela de um jeito curioso.
Luiza me entregou a calcinha
“Me dê a sua.”
Tive que tirar, Luiza colocou um tipo de poder em cima de mim, tirei a calcinha Boxer feminina e entreguei.
Luiza colocou a calcinha boxer “agora sim, bem confortável!”
Coloquei a calcinha pequena e coloquei morrendo de vergonha e fiquei parecendo um travesti.
“Parece que ficou confortável.” Falou Luiza.
“Nem parece que tem um pênis.” Falou Pamela.
Nesse momento a campainha tocou eu morrendo de medo coloquei meu short bem rápido, comemos a pizza enquanto assistimos um filme na TV, depois de um tempo Luiza falou. “Acho que vou dormir.”
“Até amanhã João, você quer uma coberta?” perguntou Pamela.
“Pode ser.”
Fiquei meio sem entender, pensei que iria pro quarto mas fiquei na sala outra vez, enquanto as duas estavam na cama, mundo meio injusto esse. Depois de um tempo, Luiza apareceu trazendo a minha coberta.
“Você vai querer uma dose daquilo de novo?” perguntou Luiza.
Nesse momento eu me lembrei dela trazendo o néctar da Pamela em seus dedos.
“Pode ser.”
Ela sorriu e me saiu sem falar nada, depois de alguns minutos me levantei e fui até a porta do quarto da Pamela e ouvi elas conversando.
“Não acredito que ele vestiu a calcinha.” Falou Luiza.
“Ele ficou fofo com ela.” Falou Pamela.
“Sim”
“Ele é amor.” falou Pamela.
Ouvi uns risos e depois uns barulhos de beijos, nesse momento fiquei um pouquinho envergonhado e com tesão, logo ouvi a cama ranger, juntos com os gemidos de Pamela. Peguei no meu pênis dentro da calcinha que ficou duro instantâneamente.
“Seu pau é tão grande… tão diferente do João.” falou Pamela.
“Fala mais baixo.” Repreendeu Luiza
Ela gemeu mais alto “eu não consigo.”
Eu fiquei ouvindo ela transarem por mais de 15 minutos, eu estava pra tirar o meu pau da calcinha e Pamela começou anunciar que iria gozar, ela gemia e logo um barulho alto no quarto que daria pra ouvir da sala, nesse momento eu corri pro sofá esperando a Luiza trazer o doce néctar.
Escutei a porta abrindo “aonde vai pelada?”
“Vou ao banheiro.” falou Luiza.
Quando Luiza apareceu no corredor.
“Está acordado?” ela perguntou.
“Sim.”
Ela se aproximou bem perto de mim, pelada com aquele enorme pênis brilhoso pendurado nas pernas.
“Pamela estava tão sensível que não deixou eu colocar os dedos nela.”
Eu fiquei triste. “Entendo.” Palavras quase não saíram.
“Caso queira provar o gosto dela.” Falou Luiza devagarinho.
Eu olhei e pensei (que você está pensando?)
Ela pegou na base do seu pau foi quando eu percebi a sua intenção.
“De jeito nenhum.” Eu falei.
Ela deu um passo à frente “não há nada errado nisso.”
Nesse momento o pau Luiza ficou extremamente duro, eu fiquei olhando.
“Não posso.”
Foi nesse momento que ela pegou na base do pau e levou perto da minha boca.
“Tem o cheiro da Pamela, cheira!”
Eu me aproximei e dei uma cheirada e olhei para os olhos de Luiza.
“Você vai gostar.”
Eu abri a boca e Luiza colocou até encher a minha boca, não tinha ido nem um terço.
“Que boquinha pequena.”
Comecei a chupar, ele preenchia a minha boca, podia sentir um gosto diferente, eu olhei nos olhos de Luiza e via seus peitos empinados e Luiza me olhava.
“Lambe as laterais.”
Tirei o pênis da boca e lambi igual um picolé, sabe quando ele começa a derreter e você passa a língua pro sorvete não pingar no chão, era igualzinho.
“Muito bem.” falou Luiza.
Luiza colocou o seu pau na minha boca novamente, e bombou ele bem devagarinho e começou a se masturbar.
“Tô quase lá.”
Ela moveu o quadril e segurou a minha cabeça e seu pênis enorme começou a ejacular dentro de minha boca, manteve o seu pênis dentro da minha boca por quase um minuto e só retiro quando ele ficou mole, limpei meus lábios.
“Eu não consigo ejacular com mulheres, preciso de um homem.”
“Entendi.”
“Você engoliu?” Ela ficou encantada.
“Tive escolha?”
“Não… vou falar pra Pamela convidar você pra dormir com gente.”
Parte 10
Nisso ficou um silêncio e depois de uns 5 minutos Pamela apareceu na cozinha, ligou as luzes e bebeu uma água, me chamou e me levantei fingindo que estava dormindo perguntei “Aconteceu algo.”
“Quer vir dormir com a gente, estamos com ar ligado, olha como você está suando.”
Ela me levou pra cama, o quarto tinha o mesmo cheiro que a sala onde tinha irmã tinha transado, suor e cheiro de sexo.
“Aqui a gente dorme sem shorts, tá com a calcinha ainda?”
“Sim.”
“Ótimo tira o short.”
Tirei o short e fiquei de calcinha, elas rindo me colocaram no meio.
“Não tente fazer nada, somos duas meninas indefesa.” Falou Pamela me deixando com tesão.
A gente dormiu na mesma cama nós três, pra mim foi bem difícil de dormir, eu morrendo de tesão e adrenalina. Pamela já estava dormindo depois de gozar na pika imensa de Luiza era compreensível, e Luiza também já estava dormindo, não me restou fechar os olhos e dormir também.
A minha profissão é padeiro, mesmo quando você está de folga e tem desejo de dormir mais tarde e não acontece porque está acostumado a acordar cedo, bom foi assim, acordei era umas 5 horas da manhã, sinto o cheiro do cabelo de Pamela eu ela estava de conchinha meu braço estava dormente, mas também senti os peitos de Luiza nas minhas costas, e encaixado entre a minhas nádegas o pênis de Luiza, era uma ereção matinal, uma situação muito complicada, logo senti meu pênis durinho na calcinha encostando na bunda de Pamela, o que eu deveria fazer? Sair acordando o pessoal? O pênis da Luiza repousava na minha bunda como se fosse uma salsicha entre dois pães, me sentia um pouquinho violado.
Fiquei imóvel por bastante tempo até que finalmente Luiza acordou, eu me virei.
“Bom dia.” Luiza falou.
“Seu negócio estava querendo entrar na minha bunda.” Eu falei.
“Ah desculpa, não controlo.”
Ela saiu da posição e finalmente me levantei da cama.
“Você também não consegue se controlar.” Falou Luiza olhando pro meu pênis.
Fiquei morrendo de vergonha “vou fazer o café da manhã.” Eu falei.
Coloquei meu short e depois de um tempo sentado no sofá da sala Luiza apareceu eu estava mexendo no celular, “Tem café?”
“Vou fazer.”
Fui pra cozinha e tinha a louça de ontem a noite, comecei a lavar e Luiza pegou um avental “Deveria usar um avental quando estiver fazendo esse tipo de trabalho."
"Um avental?"
"É, pra você não molhar ou sujar.”
“Na padaria a gente já usa mesmo.”
Logo a Pamela apareceu “uai João avental? Tá parecendo uma empregada.”
Fiquei morrendo de vergonha.
“Café tá pronto.”
Comemos pão com manteiga e café e eu já tinha limpado a louça estava tudo certinho, após isso Luiza foi tomar um banho.
“João precisamos conversar.”
“Pode falar.”
“Ontem eu tirei a sua virgindade, eu não sabia que você virgem me desculpa, mas a gente não vai dar certo, eu preciso de você mais como amigo do que amante.”
“Tudo bem.”
Eu falei com uma dor no coração, ser carta fora do baralho é muito doloroso.
“Está mesmo?”
“Você está fazendo pelo tamanho do meu pênis?”
Nem eu sei o que tinha perguntado, estava fora de mim.
“Você fala por causa de ontem a comparação com a Luiza? Eu não me importo com isso e você parece que também não se importa, mesmo que o seu pênis não seja nem do tamanho médio… não é verdade?”
Fiquei pensando “é verdade.”
Logo Luiza voltou e começou falar dos homens que sai com ela, eu meio que fiquei interessado e Pamela ficou super interessada.
“A maioria dos homens falam que é ativo, e quando chega na hora vira passivo.”
Eu fiquei morrendo de vergonha porque eu tinha chupado ela ontem.
“E como é fazer esses machos que se acham te chupar.”
“Eu gosto, fazer um homem me chupar é a forma suprema de um serviço, então você forçar alguém a submeter a você, para o seu prazer é libertador.”
Eu fiquei morrendo de vergonha.
“Isso mesmo amiga.” Falou Pamela.
Logo após o telefone de Luiza tocou, ela teve que ir embora, se despediu da gente.
Ficamos somente eu e a Pamela, “nossa a Luiza é fantástica.” falou Pamela.
“Realmente uma mulher em tanto.”
“É….”
“Iria falar algo Pam?”
“Não há nada.”
Talvez ela devia estar pensando no sexo que teve ontem com a Luiza, aquilo me matava um pouquinho por dentro.
“Ah sua calcinha não para de entrar na minha bunda isso é um saco, como vocês usam.”
Ela riu “Tem que se acostumar.”
“Difícil viu.”
“Deixa me ver.”
Enquanto eu fui tirando, a minha empolgação foi causando ereção, desde de ontem a noite eu não gozava já tinha passado por tantas coisas e a mão delicada de Pamela foi melhorando o meu tesão.
“Você lembra que ontem o pau da Luiza não cabia dentro dessa calcinha.”
“E estava mole.”
“Olha o seu durinho cabe certinho, tão bonitinho.”
Ela tirou da calcinha e cuspiu na mão e começou a me masturbar.
“O pênis da Luiza precisa de um pote inteiro de lubrificante, o seu um cuspi e já dá certo.”
Eu gemi de tesão, eu peguei nos peitos de Pamela e apertei ela sorriu, e abriu o short e tirou “senta nessa cadeira.”
Me sentei na cadeira ela colocou a sua calcinha de lado e passou um pouquinho de saliva e veio sentando em mim.
“Sem camisinha?”
Ela sentou sem medo, meu corpo explodiu de emoção.
“Você gostou de segurar o pênis da Luiza?”
Fiquei em silêncio, “Me responde ou vou ficar aqui depois que gozar.”
Gozar dentro dela, meu tesão ficou maior que o meu medo.
“Eu vou gozar assim.”
“Você que sabe.”
Ela continuou rebolando e me beijando, eu sentia o cheiro da bucetinha, mesmo por trás da calcinha o meu tesão ficou maior.
“A Luiza não goza tão rápido.” ela falou me provocando.
Meus músculos ficaram flexionados e eu tentei segurar o máximo, mas ela rebolava tão gostoso e calor da sua buceta, meu pau explodiu dentro dela.
Ela me deu um beijo na boca “você quer me engravidar.”
Eu ainda tentava processar duas palavras e ela se levantou e tampou a bucetinha com o meu esperma, ficou me olhando, me recuperei e ela puxou o short.
“Por que você fez isso comigo? Fala que não me quer e transa comigo?”
“Tá vendo virgem só complica as coisas, saiba diferenciar pegação de amor.”
“Tá bem.”
“Você quer ir ao mercado comigo para comprar o almoço?”
“Pode ser.”
Me ajeitei, peguei a carteira e fomos caminhando até o mercadinho que dava uns três quarteirão, ela começou a rir.
“Preciso ir ao banheiro tô sentindo melada.”
“Por que você fez isso?”
“Eu queria saber como era?”
Eu morrendo de medo dela engravidar, e safada querendo ter uma experiência sexual, ela foi ao banheiro e eu fui comprar lasanha congelada e na volta chegando em casa.
“Se gozou um caminhão só pode, fui no banheiro me limpei, fiz xixi e tô sentindo escorrer de novo.”
Entramos na casa dela e eu comecei a rir e depois fiquei excitado pensando nela, uma gostosa do caralho desfilando na rua com o meu esperma na sua bucetinha, comecei a ficar com tesão.
Mas logo ela saiu do banheiro e ficamos na sala assistindo à Fórmula 1.
“Então foi bom transar comigo?”
“Foi bom, só que você tá gozando muito rápido, talvez seja porque era um virgem até ontem, bom não sei, mas você precisa durar mais tempo igual a Luiza.”
Fiquei com aquilo na cabeça e depois almoçamos eu voltei pra casa.