Dei pra dois amigos e gostei parte 2

Um conto erótico de Luciana Lima
Categoria: Heterossexual
Contém 858 palavras
Data: 21/05/2026 23:52:57

Eu deveria ter saído. Deveria ter fechado a porta.

Mas não saí. Meu corpo parecia preso ali, o coração martelando forte no peito. “Meu Deus, o que eu tô fazendo? Ele é meu amigo e eu fiquei parada na porta do banheiro olhando ele tomar banho, encarando a rola dele…”

Fiquei parada, com a mão ainda na maçaneta, o rosto queimando de vergonha. Leonardo desligou o chuveiro devagar. A água escorria pelo corpo musculoso dele, e ele não se cobriu. Aquela rola grossa e pesada balançava entre as pernas, começando a endurecer enquanto me olhava.

— Desculpa… eu não sabia que você tava aí — murmurei, voz baixa e tremida, sem conseguir sustentar o olhar.

Ele pegou a toalha, mas só segurou na mão.

— Relaxa, Lu. A gente tá todo mundo bêbado pra caralho. Acontece.

Eu sentia as pernas fracas. “Isso é loucura… eu deveria ir embora agora.” Mas o álcool, o tesão reprimido e o jeito que ele me olhava me seguravam no lugar.

O silêncio ficou denso. Leandro apareceu na porta do banheiro, sem camisa, só de cueca. Ele viu a cena e parou.

— Que foi? — perguntou, a voz rouca.

Ninguém respondeu de imediato. Eu me senti exposta, vulnerável. “Eles estão me olhando… eu tenho que inventar algo ou vai ficar muito na cara.” Meus bicos dos peitos estavam duros por baixo do vestido fino, as coxas apertadas uma contra a outra.

Leandro quebrou o gelo, dando um passo para dentro:

— Porra… que situação do caralho. Mas a julgar pelo jeito que a Luciana tá olhando pra sua rola, Leonardo, talvez a gente possa brincar essa noite…

Após dizer isso, Leandro tirou a rola pra fora da cueca dura e começou a se masturbar na minha frente.

Leonardo se posicionou e falou:

— Ela entrou aqui e não tirou os olhos da minha rola. Talvez ela esteja mesmo querendo uma diversão…

Ele também começou a se masturbar, se aproximando para me beijar.

O beijo de Leonardo veio devagar, quase hesitante. Seus lábios encostaram nos meus, testando. Eu tremi, mas não afastei. “Isso não pode estar acontecendo… mas tá gostoso demais.” Leandro veio por trás, beijando meu pescoço, as mãos grandes descendo pela minha cintura. Eles tiraram meu vestido com cuidado, como se esperassem eu dizer “para” a qualquer segundo.

Me levaram pro quarto. Me deitaram na cama king size. Leonardo abriu minhas pernas devagar e começou a me chupar, a língua quente deslizando na minha buceta encharcada. “Ai meu Deus… a língua dele tá me deixando louca.” Leandro enfiou a rola grossa na minha boca, gemendo baixo enquanto eu chupava, ainda insegura, mas cada vez mais molhada.

Depois me viraram. Leandro deitou e me puxou pra cima. Eu sentei devagar na rola dele, sentindo ele me abrir inteira, sem camisinha. “Tá tão grosso… me enchendo toda.” Comecei a rebolar, gemendo, o tesão vencendo a vergonha.

Leonardo se posicionou atrás. Cuspiu no meu cuzinho, massageou com o dedo e depois enfiou a rola grossa no meu cu. Soltei um gemido alto, sentindo os dois paus me arrombando ao mesmo tempo. Dupla penetração. Eles meteram primeiro devagar, depois mais forte, revezando os buracos — um tirava do cu e enfiava na boca, o outro socava fundo na buceta molhada.

Eu estava delirando quando Leandro segurou meus quadris com força, metendo cada vez mais rápido.

— Vou gozar dentro dessa buceta… — ele gritou, com a voz grossa.

Eu entrei em pânico no meio do prazer.

— Não! Leandro, por favor, não! — implorei alto, desesperada, tentando levantar o quadril. — Tira, caralho! Eu não tomo remédio, posso engravidar do meu amigo! Por favor, não goza dentro!

Tentei sair de cima dele, o corpo tremendo.

— Lu… tá gostoso demais… — ele grunhiu, me segurando firme.

— Não faz isso, Leandro! Tira, por favor! Eu não quero engravidar! — quase gritei, voz falhando entre medo e tesão.

Ele não tirou. Me puxou pra baixo com força e meteu até o fundo. Senti o pau dele pulsar forte e jatos quentes e grossos enchendo minha buceta. Ele gozou muito, gemendo alto, segurando eu no lugar enquanto esvaziava tudo lá dentro.

“Merda… ele gozou dentro… tá quente, escorrendo… o que eu fiz?”

Enquanto isso, Leonardo não parou. Continuou metendo no meu cu, cada vez mais fundo e bruto, as bolas batendo na minha pele.

— Porra, Lu… seu cu tá apertando tanto… — ele gemeu.

Eu só conseguia gemer, o corpo todo tremendo. “Ele vai gozar no meu cu… e eu quero… caralho, eu quero sentir.”

Ele segurou minha cintura com força, deu umas estocadas profundas e gozou. Senti o pau pulsar dentro do meu cuzinho, jorrando porra quente bem no fundo. Ele esvaziou tudo lá dentro, gemendo rouco, o corpo colado no meu.

Ficamos os três suados, ofegantes e gozados na cama. Minha buceta escorria porra do Leandro, meu cu latejava cheio da porra do Leonardo.

“Eu deixei meus dois amigos me comerem… e o pior é que eles gozaram dentro de mim. E o pior ainda é que eu quero mais.”

Eu passei a mão na minha buceta cheia, sentindo a porra escorrendo entre os dedos, e murmurei:

— Merda… o que a gente fez…

Eles só sorriram, cansados. A noite ainda não tinha acabado.

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