02 - Uma nora da pesada – Depois de seduzir minha sobrinha, o alvo passou a ser eu

Um conto erótico de Nikolov
Categoria: Heterossexual
Contém 3302 palavras
Data: 21/05/2026 21:42:44

A preocupação de ter sido visto entrando no banheiro por minha nora quando ela levava minha sobrinha para o quarto não foi o suficiente para impedir que eu exercesse o papel de expectador da transa entre elas. A imagem de minha linda sobrinha deixando-se ser levada para o sacrifício elevou meu desejo a um nível incontrolável e tudo o que eu queria no momento era assistir o que estava acontecendo naquele momento.

Sem pensar direito, saí do banheiro procurando não fazer barulho e fui para fora da casa, me dirigindo à janela do quarto do Junior que ficava voltada para a piscina e nem pensei que isso representava um risco adicional, pois dali eu poderia ser visto pelo meu irmão ou minha cunhada no caso de um deles saírem de dentro de casa, onde tinha certeza de que estavam naquele momento. Porém, o desejo falou mais alto e me aproximei da janela que, pela minha felicidade, estava apenas com os vidros fechados e, como a cortina estava fechada, as garotas não se preocuparam com isso.

Entretanto, para minha sorte, na parte de baixo da cortina havia uma abertura de aproximadamente dez centímetros de largura e quinze de altura, o tamanho ideal para se espiar para dentro do quarto com uma grande possibilidade de não ser notado por quem estava lá dentro.

Lamentei pelos minutos que demorei para tomar aquela decisão enquanto estava fechado no banheiro, pois perdi uma cena que, durante as imagens que criava mentalmente em minhas punhetas, aumentava em muito o meu tesão. Nesses momentos, eu via uma das três mulheres que faziam parte de meus sonhos e era a escolhida da vez, ir se desnudando lentamente usando toda a sua sensualidade e agindo como se estivesse fazendo isso só para os meus olhos e, quando olhei para dentro do quarto, ambas já estavam nuas.

Sentadas na cama, Sam estava com a cabeça inclinada para o lado enquanto a Cássia, sentada do seu lado esquerdo, fazia carinhos em seu seio direito e beijava seu pescoço.

Ao olhar para a expressão de minha sobrinha, tive que me controlar para não soltar aquele gemido em que um homem geme sem sentir dor. Seus lábios entreabertos, os olhos quase se fechando e as narinas dilatadas como se precisasse disso para poder repor o ar que teimava em fugir de seus pulmões, ela era a imagem de uma ninfa pronta para o sublime sacrifício de ser usada para o prazer de alguém e que, para que isso acontecesse, atingisse um prazer ainda maior.

Vi a boca de Cássia subir até o ouvido de Sam e lamentei por não poder ouvir o que ela dizia, mas a reação do corpo de minha sobrinha que ficou todo arrepiado e as ações dela a seguir me deu a ideia exata do que ela estava dizendo. Deslizando a mão que antes acariciava os seios e os lábios em direção à boca dela, Cássia não encontrou nenhuma resistência, pois ambos foram acolhidos com graça e demonstração de desejo.

Samantha abriu ligeiramente as pernas e de onde estava eu tive, pela primeira vez na vida, a visão de sua bucetinha. Não era exatamente como eu imaginava em minhas masturbações, pois se eu projetava uma que fosse totalmente raspadinha, a que parecia se exibir para mim naquele momento tinha os pelos claros e aparados, com os lados raspados em um desenho que formava um triângulo, cujo vértice inferior parecia a ponta de uma seta apontando para a entrada do paraíso. Seus grandes lábios eram salientes e grandes.

Não demorou para que aquela verdadeira obra prima ficasse oculta pela ação da mãozinha delicada de Cássia que se deslocava no intuito de sentir a umidade que provocava aquele brilho intenso. Com uma habilidade de quem está acostumada a isso, minha nora usou o dedo indicador e o anelar para afastar os dois lábios que assumiram o formato de uma borboleta, mostrando o tom rosa claro da xaninha de Sam, o pequeno orifício de entrada dela e, na parte superior, um grelinho minúsculo que só se tornava visível em virtude de estar durinho por causa do tesão da garota.

Mas minha nora não se limitou a isso e entendi o motivo de ela ter deixado o dedo médio livre, pois ao expor com detalhes a intimidade de minha sobrinha, ela enfiou a ponta desse dedo no interior da bucetinha dela e quando o retirou, esparramou o creme que aderiu a ela por toda a extensão daquela buceta e foi se concentrar no grelinho que, agora lubrificado, começou a ser massageado.

O beijo foi interrompido por alguns segundos e pude ver a boca de Samantha aberta, formando uma perfeita letra ‘o’ e seus olhos se revirando como se ela estivesse tendo um ataque. Não bastando isso, Cássia ergueu sua mão e esfregou o dedo médio nos lábios dela como se estivesse aplicando um brilho labial e, dando-se por satisfeita, segurou firmemente sua cabeça e voltou a beijar sua boca, compartilhando o sabor do néctar que tinha acabado de colher da xoxota que, ao se sentir livre dos toques de antes, começou a escorrer por suas pernas.

Notei que Cássia estava fazendo algo diferente quando percebi que o corpo de Sam estremeceu e, com muito esforço, consegui desviar meus olhos daquela maravilha que era sua buceta e vi que aquela reação foi provocada pelo aperto que minha nora dava em seu mamilo que estava sendo espremido entre o polegar e o indicador.

Foi nessa hora que meu tesão sobrepujou o juízo e, sem me importar com as possíveis consequências, abaixei a cueca e liberei meu pau que pulsava de tão duro, começando a deslizar a mão direita com lentidão ao longo dele, começando a me masturbar.

No pequeno intervalo de tempo que gastei para me preparar para começar uma punheta, perdi algo, pois quando voltei a olhar para a cena que se desenrolava naquela cama, a Cássia chupava o mamilo esquerdo de Sam sem parar de pressionar o mamilo do direito, o que não durou por muito tempo, pois tomando a iniciativa daquela transa pela primeira vez, minha sobrinha colocou as duas mãos na cabeça de minha nora e a pressionou para baixo.

Conseguindo seu objetivo, Sam se preparou para o que estava por vir. Quando a boca de Cássia que não se desgrudava do corpo dela chegou na altura de sua buceta, ela deixou seu corpo cair de costas na cama ficando deitada sobre elas e com as pernas para fora. Mas logo ela colocou os dois pés sobre o colchão e abriu bem as pernas deixando o caminho livre para a ação de seu algoz.

Naquele momento, tudo o que eu queria era poder ouvir o som produzido dentro do quarto. A cabeça de Samantha se movimentando com violência para os dois lados indicava que ela estava a ponto de estourar de prazer e isso ficou provado quando ela, levantando a cabeça, voltou a segurar a cabeça de Cássia a pressionando contra sua buceta.

Com esse movimento, tive a visão perfeita de sua expressão e, confesso, nunca tinha visto algo tão lindo. O rosto de minha sobrinha estava completamente deformado. Seus lábios estavam afastados e tortos e seus dentes estavam cerrados e, os olhos extremamente abertos, completava o quadro. Porém, essa deformação não a transformou em uma garota feia. Ao contrário disso, aquelas mudanças provocadas pela força de um prazer insano, a tornava ainda mais linda.

Aquela cena ficaria grudada em minha mente pelo resto da minha vida e, aumentando a velocidade dos movimentos de minha mão, gozei junto com ela. Foi um gozo tão forte que os dois primeiros jatos atingiram a parede logo abaixo da janela, outros dois caíram no chão e o último ficou preso em meus dedos.

Quando olhei novamente para dentro do quarto, vi Samantha ainda deitada, agora com as pernas balançando ao lado da cama e Cássia deitada ao seu lado, fazendo carinhos em seu cabelo e falando alguma coisa ao seu ouvido.

Eu sabia que ainda não tinha acabado e estava disposto a ficar no meu posto de observação por toda uma eternidade e mais um pouco e isso só não aconteceu porque, se eu tive a felicidade de poder assistir a uma das transas mais intensas e genuínas de minha vida, a sorte não estava do meu lado.

Quando vi que a Samantha ergueu sua cabeça se apoiando em um dos cotovelos e, virada para Cássia dizia alguma coisa, ouvi um ruído vindo da casa de meu irmão. Assustado, olhei naquela direção e quase desmaiei.

Da área de serviços da casa dele, vi Eva parada e olhando fixamente para mim. Meu coração parecia ter parado e meu corpo ficou completamente gelado, mas meu cérebro funcionava de uma forma acelerada. Eu já me via sendo alvo das críticas de minha cunhada e de meu irmão por estar me masturbando no quintal, em um local visível de várias locais da casa dele e não conseguia imaginar quais justificativas poderia usar.

Afinal, como explicar para o casal que fiquei excitado vendo a filha deles gozando enquanto tinha sua buceta chupada por minha nora? Isso sem falar que não havia outra forma de explicar o meu ato. Ninguém, em são consciência, resolve abaixar a cueca no meio do quintal e começar a se masturbar sem ter uma razão muito especial para isso e, que razão usar para isso?

Entretanto, o meu pavor por ter sido pego em flagrante se transformou em surpresa quando, olhando para o meu pau e depois para os meus olhos, moveu o rosto para os lados em um tipo de repreensão silenciosa e depois, para minha maior surpresa, sorriu para mim antes de se virar e sair caminhando em direção da porta da cozinha, onde desapareceu.

Eu estava triplamente fodido. Primeiro porque ainda era incomodado pela incerteza se tinha sido visto ou não entrando no banheiro enquanto aquelas duas ninfetas se dirigiam para o quarto, segundo porque, daquele dia em diante, jamais olharia para qualquer uma das duas sem me lembrar das cenas que tinha acabado de presenciar e a terceira que, talvez fosse ainda pior, teria que enfrentar a minha cunhada quando ela viesse me perguntar o motivo de eu estar me masturbando ao lado da janela do quarto da meu filho.

Assim que Eva saiu do meu campo de visão, corri para dentro de casa e pelos cantos dos olhos vi que ela tinha entrado pela porta da cozinha e saiu por outra que havia na copa e agora caminhava em direção à minha casa. Sem coragem para enfrentá-la, acelerei os passos e agora fui eu a desaparecer dentro de minha casa, corri para o meu quarto, fechei a porta e permaneci com as costas encostada nela esperando que minha respiração adquirisse seu ritmo normal.

Então ouvi passos provocados pelo arrastar de pés de Eva, o que achei estranho, pois se ela estivesse tentando surpreender alguém, estaria andando com mais cuidado e não faria barulho. Nessa hora, outra coisa me ocorreu. Minha covardia em enfrentar minha cunhada ia fazer com que ela descobrisse o que sua filha e minha nora estavam fazendo. Isso sem falar que ela logo estaria batendo em minha porta e eu ia ter que encarar as consequências de todos os meus pecados.

Eu sabia que não ia ser acusado apenas de estar me masturbando ao ar livre. Pior que isso, teria que responder por permitir que duas garotas transassem dentro de minha casa e, não bastasse isso, tinha permitido que minha excitação me dominasse. Isso significava só uma coisa. A única justificativa que eu tinha para o meu ato masturbatório era um pecado ainda maior.

Em suma, eu estava completamente fodido. Ia ter que aguentar as broncas de minha cunhada e de meu irmão e já imaginava quando ele, sob o efeito do álcool, voltasse a tocar no assunto, pois isso era uma certeza.

E nada aconteceu. Os ruídos dos passos cessaram antes que chegassem diante da porta do meu quarto e a casa ficou em total silêncio. Não sei quantos minutos se passaram, só sei que, de repente os passos voltaram a serem ouvidos, só que, dessa vez, se afastando e não vindo na direção de onde eu, covardemente, me escondia.

Aliviado, mesmo sabendo que era um alívio temporário, entrei no banheiro onde permaneci por mais de meia hora debaixo do chuveiro e onde não pude evitar que minha culpa fosse eclipsada pelo meu tesão e me masturbei novamente, só para me sentir mais culpado ainda.

Deitei-me na cama ainda nu, liguei o aparelho de TV onde alguma coisa acontecia sem que eu soubesse o que era e fiquei rolando de um lado para outro até que, sentindo meu pau totalmente duro e as imagens do rosto de Samantha gozando vivo em minha mente, me masturbei pela terceira vez. Dessa vez o sentimento de culpa não ficou mais forte, mesmo porque, não havia mais espaço para o crescimento dele.

Só saí do quarto na manhã do domingo e permaneci deitado enquanto ouvia o barulho dos jovens brincando na piscina e a voz alta de meu irmão Fábio contando alguma piada, demonstrando que ele ainda estava no primeiro estágio em sua bebedeira. Gastei quase uma hora tentando adquirir coragem para me juntar e então resolvi me levantar. Eu sabia que estava fodido mesmo, então era melhor me misturar enquanto eles estavam se divertindo e esperar para ver no que ia dar aquele embrulho todo.

Logo notei que meus receios eram infundados. Fábio me recebeu com o seu jeito festeiro e me bajulava, o que era uma prova que não sabia de nada, pois se soubesse, teria ido direto ao terceiro estágio de embriaguez e, abastecido pela coragem encontrada no fundo de uma garrafa, estaria me desacatando.

Na piscina, empenhado em um jogo de bobinho com uma bola, o Junior se esforçava para evitar que a Cássia se atirasse sobre ele todas as vezes que se aproximava, enganchava as pernas em sua cintura enquanto abraçava seu pescoço com uma mão. Vendo aquilo, eu me perguntava se não devia mesmo providenciar um exame de DNA, pois aquele rapaz, ao contrário de mim, parecia ser imune ao encanto e às provocações de sua namorada.

Entretanto, se não houve nenhum problema por causa do acontecido no dia anterior, não demorou muito para que eu percebesse que, cedo ou tarde, o assunto viria à tona.

Eva me olhava de um jeito diferente e, quando eu a surpreendia fazendo isso, ela sorria e descia com os olhos até a altura do meu pau antes de se afastar de mim e Sam continuava sendo a garota doce e carinhosa comigo, chegando até mesmo a sair da piscina apenas para me abraçar e beijar meu rosto, agindo como sempre fez e sem nenhum ato que indicasse que ela sabia do que tinha acontecido. O Junior, como era de se esperar, não fazia nada.

Feliz com a calmaria que encontrei naquele ambiente, abri uma garrafa de cerveja me felicitando mentalmente por minha sorte. O que eu não sabia é que estava prestes a ser bombardeado por Cássia.

Da parte da minha nora, não houve nenhuma reclamação ou comentário que indicasse que ela tinha me visto e já estava acreditando nisso quando percebi que eu estava redondamente enganado, pois aproveitando um momento em que todos os demais olhavam para mim e ela se postava atrás dele, ela sorriu para mim e fez o movimento com os lábios que indicava que estava me mandando um beijinho. Não satisfeita, piscou para mim enquanto levava as mãos aos seus peitos, fazendo um gesto que indicava que estava prestes a abaixar a parte de cima do biquini e expor seus seios.

Naquele momento, resolvei que a coisa mais certa a fazer seria me livrar daquela garota e sabia que, para isso, não ia conseguir o apoio de Junior, pois por mais que eu lhe explicasse o que aconteceu, ele não faria nada.

Foi a partir desse momento que mudei totalmente o meu modo de agir com ela. Passei a tratá-la com frieza, não só naquele dia, mas em todos os outros em que ela aparecia em casa, até o dia em que, conseguindo um momento de privacidade com ela, pedi com todas as letras que ela devia se afastar de meu filho e parar de frequentar a minha casa.

Se essa atitude, em minha cabeça, colocaria um ponto final naquela história, o que aconteceu foi exatamente o contrário. Assim que acabei de falar, ela se aproximou de mim e, colocando mão direita sobre meu peito, falou sem parar de sorrir:

– O que é isso agora, sogrinho? Você sabe que tudo aquilo que você viu foi só uma demonstração de tudo o que pode acontecer.

– Pare com isso, Cássia, Você não é a mulher indicada para o meu filho.

– Não mesmo e eu sei disso. Porém, não é do seu filho que eu ando atrás. Essa casa está repleta de possibilidades e não vou renunciar a isso. – Avisou ela, dessa vez sem sorrir.

– Pois saiba que eu estou disposto a contar tudo ao Junior. Ou você desaparece, ou ele vai saber quem realmente você é.

– Então conte. Conte e depois aguente as consequências. Vamos ver o que todos vão achar quando souberem que o respeitável e moralista Lauro gosta de ver sua nora e sua sobrinha transando e se acaba na punheta quando isso acontece. O que foi sogrinho? O que você viu foi pouco para você? Se foi, não se acanhe a pedir por mais. Tenho certeza de que não será só eu que vai ficar feliz com isso.

– Você não teria coragem de fazer isso! – Falei mesmo não acreditando em minhas palavras.

– Arrisque para você ver e vai descobrir que tenho coragem para isso e muito mais.

Dizendo isso, ela deu um passo para trás e gritou:

– Junior! Você pode vir até aqui por favor?

Prendi a respiração quando vi meu filho se aproximando e a Cássia dizendo a ele:

– O seu pai tem algo para te falar.

– Pode falar, pai. – Disse Junior sem emoção nenhuma na voz.

– Não é nada importante. A Cássia e eu estávamos conversando e ela falou que gostaria de passar uns dias na praia e eu disse a ela que tenho um amigo que tem uma casa lá. O que você acha de irmos todos no próximo feriado?

– Acho legal. Vamos nessa.

Dizendo isso, Junior pegou na mão de Cássia e saiu andando. Ela, ao se aproximar da porta da sala onde estávamos, ainda olhou para trás e sorriu para mim antes de mandar um beijinho e piscar com seus olhos repuxados. Minha mente foi invadida pela realidade que acabara de se confirmar: Eu estava realmente fodido e nas mãos daquela jovem, bela e insinuante mulher.

CONVESANDO COM O LEITOR

Vou procurar deixar ao final de cada conto alguns comentários que gostaria de fazer a todos que leem meus contos.

Hoje, o que tenho a dizer é sobre o meu conto anterior. Tenho recebido alguns comentários sobre o final dele. Parece que gostaram dele e querem que a história tenha continuação. Vou atender a esses pedidos. Mas antes vou avançar um pouco com esse e depois começarei a intercalar capítulos dos dois.

Quero agradecer aos inúmeros leitores que se deram ao trabalho de lerem os três capítulos daqueles contos. Foram tantos que todos eles constam na lista dos “Contos mais lidos nos últimos 30 dias”. Obrigado mesmo.

Mas ficaria mais feliz ainda se tivesse mais comentários. Afinal, as opiniões dos leitores é que me ajudarão a melhorar minhas histórias com sugestões e até mesmo críticas e correções.

Por favor gente, um conto com mais de onze mil visitas e apenas oito comentários é algo difícil de entender. Será que, desse total de leitores, apenas oito gostaram? Acredito que não, pois o número de estrelas está muito além disso.

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