Meu nome é Cristina. Se você acompanhou a minha história até aqui, sabe exatamente como a minha vida de "boa moça" desmoronou. Aquele flagrante no quarto, com Josué arrombando a porta e me encontrando nua, suada e cheia da porra do filho dele, Breno, foi o ponto de virada. O momento em que a máscara caiu e a verdadeira Cristina, a mulher insaciável e vulgar que sou hoje, finalmente tomou as rédeas.
O que aconteceu logo após Josué arrombar a porta foi um pesadelo. O silêncio inicial dele foi quebrado por uma explosão de fúria que eu nunca tinha visto. Ele não bateu em Breno, mas as palavras que saíram da boca dele foram piores que qualquer soco. Ele me chamou de tudo que você pode imaginar: puta, vagabunda, lixo, demônio. Ele me humilhou de todas as formas possíveis, jogando as minhas roupas pela janela e me expulsando de casa no meio da madrugada, vestida apenas com um casaco que consegui agarrar. Breno tentou intervir, chorando, mas Josué o mandou calar a boca e arrumar as malas. O casamento, o noivado, o romance... tudo acabou ali, em meio a gritos e lágrimas.
Nos dias que se seguiram, Breno tentou me procurar. Ele me ligava de números desconhecidos, mandava mensagens desesperadas dizendo que me amava, que a gente podia fugir juntos. Mas eu o dispensei. Breno era um garoto, uma aventura deliciosa, mas eu não ia afundar a minha vida por causa de um adolescente. Eu bloqueei o número dele e segui em frente.
E como eu segui em frente.
Sem as amarras de Josué e da igreja, eu me joguei na putaria com uma fome que parecia não ter fim. Eu queria apagar a humilhação com sexo, e foi exatamente o que eu fiz. Em menos de um mês, eu já tinha uma lista de aventuras que faria qualquer mulher corar. Eu era uma máquina de sexo, uma puta assumida, e adorava cada segundo disso.
Mas o destino tem um senso de humor doentio.
Três meses se passaram desde o flagrante. Eu estava vivendo a minha vida, livre e solta, quando, num domingo de manhã, decidi passar na frente da igreja que eu costumava frequentar. Não sei por que fiz isso. Talvez nostalgia, talvez curiosidade. Mas lá estava ele. Josué.
Ele me viu da calçada e veio na minha direção. Ele parecia mais velho, mais cansado, mas o olhar dele ainda tinha aquele peso que me atraía.
— Cristina... — ele disse, a voz embargada. — Eu senti tanto a sua falta.
Eu ri, uma risada seca e cínica.
— Sentiu falta da puta que fodeu o seu filho, Josué?
Ele fechou os olhos, como se a lembrança doesse fisicamente, mas depois me olhou com uma intensidade assustadora.
— Eu perdoo você. Eu perdoo tudo. Eu não consigo viver sem você, Cris. Volta pra mim.
Eu não sei o que deu em mim. Talvez fosse o poder de ver aquele homem orgulhoso rastejando, ou talvez fosse o tesão doentio que a situação me causava. O fato é que eu aceitei.
Nós entramos na igreja. O culto já tinha acabado, e o salão principal estava vazio e silencioso. Josué me puxou para a última fileira de bancos, escondida nas sombras.
— Eu te amo, Cris. Eu te amo tanto — ele sussurrava, beijando o meu pescoço com desespero.
— Então me mostra, Josué. Me mostra que você me quer mesmo depois de tudo — eu provoquei, abrindo as pernas no banco de madeira.
Ele não hesitou. Ali mesmo, na casa de Deus, ele levantou a minha saia e abaixou a minha calcinha. O pau dele estava duro como pedra, latejando de desejo reprimido. Ele me penetrou de uma vez, com uma força que me fez arfar.
— Ah, Josué! — eu gemi, mordendo o lábio para não gritar muito alto.
A transa foi selvagem, suja, carregada de três meses de raiva, saudade e tesão. Ele metia com raiva, me punindo e me adorando ao mesmo tempo. O barulho da pele dele batendo na minha bunda ecoava pelo salão vazio. Eu me agarrei ao encosto do banco da frente, empinando a bunda para ele, sentindo cada estocada profunda.
— Você é minha, Cristina. Só minha — ele rosnava, apertando os meus seios com força.
— Sou sua, Josué! Fode a sua mulher! — eu respondia, completamente entregue à blasfêmia daquele momento.
Ele gozou dentro de mim com um grito abafado, e eu gozei logo em seguida, tremendo no banco da igreja. Foi a transa mais profana e deliciosa da minha vida.
Nós voltamos. Breno, incapaz de lidar com a situação, foi morar com a mãe dele, a ex-mulher de Josué. Josué e eu nos casamos no civil algumas semanas depois, e fomos morar sozinhos na casa dele.
Mas, como eu disse, a verdadeira Cristina já tinha nascido. E uma puta não perde as suas origens.
A paz durou pouco. O problema começou quando eu conheci Pascoal, o pai de Josué.
Pascoal era um homem de 62 anos, mas não se engane: ele era um touro. Fazendeiro, dono de muitas propriedades, ele tinha aquele ar de homem do campo, rústico, autoritário e podre de rico. Ele era viúvo e, desde o primeiro momento em que me viu, eu percebi o olhar predador dele. Ele sabia quem eu era. Ele sabia o que eu tinha feito com Breno. E, em vez de me repudiar, aquilo parecia excitá-lo.
Eu, vendo o tamanho da fortuna do velho e sentindo o cheiro de perigo, não perdi tempo. Comecei a provocá-lo sutilmente. Um decote mais profundo quando ele vinha jantar, uma cruzada de pernas mais lenta, um sorriso malicioso. Pascoal não era bobo. Ele mordeu a isca rápido.
A nossa primeira vez foi na cozinha da casa dele, e desde então, virou um vício. Mas Pascoal era cruel. Ele adorava jogar o meu passado na minha cara.
— Você é uma vagabunda mesmo, né? — ele rosnava no meu ouvido enquanto me fodia de quatro na mesa da sala dele. — Deu pro filho, deu pro neto, e agora tá dando pro avô. A família inteira já passou a rola nessa buceta.
E o pior de tudo? Isso me deixava louca de tesão.
O ápice da nossa loucura aconteceu no dia do aniversário de 38 anos de Josué.
Nós estávamos organizando uma festa surpresa para ele. Pascoal tinha vindo da fazenda para ajudar, e no meio da tarde, Josué me pediu para ir buscar o bolo encomendado na confeitaria no centro da cidade.
— Eu levo ela, meu filho. A caminhonete é mais segura pra trazer o bolo — Pascoal se ofereceu, com aquele sorriso cínico que só eu entendia.
Josué agradeceu, inocente, e nós entramos na caminhonete cabine dupla de Pascoal.
Assim que pegamos a estrada o safado do meu sogro deu um jeito de desviar para uma estrada de terra, afastada da cidade, o clima mudou. Pascoal colocou a mão pesada e calejada na minha coxa, subindo a saia do meu vestido.
— Sabe que dia é hoje, né, vagabunda? — ele perguntou, a voz grossa.
— Aniversário do seu filho, Pascoal — eu respondi, abrindo as pernas de propósito para facilitar o acesso dele.
— Exatamente. E eu acho que o pai do aniversariante merece um presente adiantado.
Ele encostou a caminhonete no acostamento, no meio do nada, cercado apenas por mato e poeira. Ele desligou o motor, mas deixou o ar-condicionado ligado.
— Vem pra cá, puta — ele ordenou, abaixando o zíper da calça jeans.
O pau de Pascoal era assustador. Grosso, venoso, com uma cabeça enorme. Eu pulei para o banco do motorista, me ajoelhando no espaço apertado, e abocanhei aquela tora com vontade.
— Isso... chupa gostoso, sua cadela. Mostra pro velho o que você aprendeu com os moleques da família — ele provocava, puxando o meu cabelo com força, enfiando o pau até o fundo da minha garganta.
Eu engasgava, as lágrimas escorrendo pelos meus olhos, mas eu não parava. Eu chupava, lambia as bolas dele, fazia tudo que ele mandava.
— Chega. Vira de costas — ele comandou.
Eu me virei, apoiando as mãos no painel da caminhonete, empinando a minha bunda grande para ele. Pascoal não teve preliminares. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e enfiou tudo de uma vez na minha buceta.
— AAAAAH! — eu gritei, a dor e o prazer se misturando. A grossura dele me rasgava por dentro.
Ele começou a meter com uma brutalidade animal. A caminhonete inteira balançava com a força das estocadas dele. Ele segurava os meus quadris com aquelas mãos de fazendeiro, me puxando contra ele com violência.
— Gosta disso, né? Gosta de ser fodida pelo sogro no dia do aniversário do marido! — ele gritava, batendo na minha bunda com força. Plaft! Plaft!
— Gosto! Eu sou uma puta, Pascoal! Fode a sua nora! Arromba a mulher do seu filho! — eu gritava de volta, completamente ensandecida, o suor escorrendo pelo meu rosto, os meus seios batendo contra o volante.
A transa foi hardcore. Ele me virou de frente, me jogou no banco do carona e levantou as minhas pernas até os meus ombros. Ele metia tão fundo que eu sentia o pau dele cutucar o meu estômago. O cheiro de couro da caminhonete se misturou com o cheiro forte de sexo e suor.
— Eu vou gozar, sua vagabunda! Eu vou encher você de porra! — ele rosnou, os olhos revirando.
— Goza, Pascoal! Goza dentro da nora! — eu implorei, cravando as unhas nos braços dele.
Ele deu as últimas estocadas, brutais, e eu senti o sêmen quente e espesso dele inundar a minha buceta. Eu gozei junto, um orgasmo tão forte que as minhas pernas tremeram incontrolavelmente.
Nós ficamos ali, ofegantes, no meio do nada. Pascoal se ajeitou, limpou o pau na minha saia e fechou o zíper.
— Limpa essa cara. A gente tem um bolo pra buscar — ele disse, frio, ligando a caminhonete.
Eu sorri, ajeitando o vestido, sentindo a porra do meu sogro escorrer pelas minhas pernas.
Nós buscamos o bolo. Voltamos para casa. Cantamos parabéns para Josué. Eu o beijei, sorrindo, enquanto Pascoal nos observava do outro lado da sala, bebendo uísque.
Eu sou Cristina. A mulher de Josué. A ex-amante de Breno. A puta de Pascoal. E a verdade é que eu nunca fui tão feliz. O pecado mora na minha casa, e eu sou a dona dele.
Para quem quiser saber mais de mim, pode me chamar no whatsapp onze, nove, cinco, quatro, nove, cinco, sete, sete, quatro, dois.