Assistindo meus dois clientes fudendo a minha mulher na casa de swing
Eu e minha mulher, Luísa, estamos casados há 16 anos, desde que nos conhecemos num rodeio tradicional aqui do Rio Grande do Sul. Naquela época, eu me achava um verdadeiro garanhão, acostumado a chamar atenção por onde passava, mas mesmo assim fiquei surpreso e muito lisonjeado quando ela resolveu ficar comigo. A nossa vida amorosa sempre foi muito boa, e eu sempre tive certeza de que ela nunca me traiu. Já eu, confesso que tive um pequeno deslize no nosso terceiro ano de casamento: aconteceu com um amigo meu, que era bissexual, e com a mulher dele. Nós quatro nos envolvemos, fizemos de tudo, inclusive coisas que ela mesma dizia ter fantasia, como dupla penetração e outras loucuras. Foram algumas vezes, coisas que curti muito, mas que ficou só entre nós, sem ninguém mais saber.
Ela é a cara da mulher gaúcha: cresceu numa fazenda nos arredores de Porto Alegre, tem 1,63m de altura, pesa cerca de 60kg, cabelos escuros e um jeito de ser que encanta qualquer um. Aos 40 anos, continua uma mulher linda, muito gostosa, sensual, elegante e fascinante em tudo o que faz. Mas o que sempre mexeu mais comigo é o seu lado safado, aquele sorriso de quem já está pensando em arte, e eu amo esse jeito dela. Isso me deixa com um tesão danado, e na maior parte do tempo fico duro só de olhar para ela. Entre nós, o sexo é sempre muito bom, tranquilo, mas dentro do tradicional. Ela gosta de tudo, de se entregar, de sentir prazer, mas tinha duas coisas que nunca deixou eu fazer: não gostava de engolir a minha porra, e até pouco tempo, o seu cuzinho permanecia virgem. Ela sempre dizia que aquilo era só dela, que não queria deixar ninguém tocar, nem mesmo eu, e eu sempre respeitei, mesmo morrendo de vontade de um dia provar daquele pedaço que ela guardava só para si.
Depois de um tempo trabalhando na Polícia Civil, eu resolvi mudar de área. Aproveitei os meus conhecimentos de informática e consegui um ótimo cargo na administração de uma grande empresa de tecnologia da região. Hoje, vivo bem, tenho conforto, e a nossa casa é grande, bonita, segura. Uma das minhas funções no trabalho é receber clientes de outras cidades e estados, tratá-los bem, levá-los para passear, fazer com que se sintam à vontade, como se estivessem em casa. Muitas vezes, quando a viagem é longa, eles acabam passando a noite aqui na nossa residência. Foi o caso do Julião e do Otávio, dois dos nossos maiores clientes, grandes amigos um do outro e também de um dos donos da empresa, que vieram diretamente do Rio de Janeiro para uma série de reuniões e iriam ficar alguns dias hospedados aqui na região, conhecendo um pouco mais do Rio Grande do Sul.
O Julião é um homem que impõe respeito: tem 50 anos, mais de 1,80m de altura, corpo atlético, moreno claro, usa cavanhaque bem aparado e veste roupas que denotam bom gosto e muito dinheiro. Já o Otávio, um pouco mais novo, com 44 anos, também alto, forte, de pele mais escura, cabelo curto e jeito muito charmoso e falante. Ambos homens ricos, experientes, que conhecem o mundo e sabem o que querem. Eu e a Luísa logo percebemos que eles tinham tudo o que o dinheiro podia comprar, e ainda assim pareciam sempre em busca de algo mais, alguma emoção nova. Eles foram claros comigo logo na primeira conversa: além dos negócios, queriam aproveitar a estadia, e me pediram, com toda a confiança que já tínhamos, para que eu os levasse a uma casa de swing da cidade. Disseram que já frequentavam lugares assim no Rio e sabiam muito bem como tudo funcionava.
Eu fiquei pensativo, e quando contei para a Luísa sobre o pedido deles, esperava qualquer reação, menos a que tive: ela ficou extremamente brava, não com eles, mas comigo, dizendo que se eu tivesse coragem de ir lá, mesmo que só para acompanhar, ela iria junto também. Disse que não ia me deixar sozinho num lugar desses, e que queria ver do que eu era capaz. Na verdade, eu conhecia bem a minha mulher, e no fundo, percebi que a raiva era só fachada; ela também sentia curiosidade, tinha lá suas vontades escondidas, e aquilo era a oportunidade perfeita. Fechamos então que nós quatro iríamos, e que cada um faria o que quisesse, sem julgamentos.
Na noite marcada, chegamos à casa de swing, um lugar discreto, luxuoso, com luzes baixas, música envolvente e um clima de total liberdade. Eu esperava que eles fossem logo atrás de outras mulheres que estavam por lá, lindas, se oferecendo, mas percebi logo que não era nada disso. Eles só tinham olhos para a Luísa. Sentamos juntos num canto reservado: ela ficou bem no meio, ao lado do Julião, e eu sentei na frente deles, observando tudo de perto. De vez em quando, algumas mulheres passavam, olhavam, sorriam e se aproximavam, mas os dois apenas balançavam a cabeça, recusavam educadamente e voltavam a atenção toda para a minha mulher. Era nítido: não estavam ali por qualquer uma, e sim exatamente por ela.
Enquanto bebíamos, as mãos deles já começaram a passear pelo corpo dela, sem nenhuma vergonha. O Julião acariciava sua perna por baixo da saia, subindo devagar, e o Otávio brincava com a alça do seu vestido, quase a deixando cair. Ela não escondia que estava gostando, se aproximava mais, rebolava devagar, respondendo a cada toque com um sorriso safado que eu conhecia muito bem. Eu estava completamente duro, só de ver como eles a desejavam e como ela se entregava ali, na minha frente, sem se importar com mais ninguém. O clima entre nós quatro ficou tão quente que parecia que não existia mais ninguém na casa, só nós.
Não demorou muito para que eles levassem ela para um dos quartos privativos do lugar. Eu fui logo atrás, entrei e fiquei parado perto da porta, com a visão perfeita de tudo o que ia acontecer. Assim que a porta fechou, eles arrancaram a roupa dela de uma vez, deixando ela completamente nua, brilhando de suor e desejo. Os dois também se despiram, e quando vi os corpos deles nus, fortes, cheios de músculos e com aqueles paus enormes, muito maiores e mais grossos que o meu, eu senti um arrepio forte de excitação. Eles não usaram camisinha, nada; queriam sentir ela por inteiro, pele com pele, e ela também queria o mesmo.
Deitaram ela na cama macia e grande, e logo começaram a beijar cada canto do seu corpo. O Otávio encaixou o pau enorme na buceta dela, que já estava escorregando de tão molhada, e começou a ir e vir devagar, fazendo ela gemer alto, pedindo mais. Ao mesmo tempo, o Julião ficava por cima, enchendo seus seios de beijos e mordidas, mexendo nos mamilos duros, enquanto preparava o cuzinho dela com as mãos. Ela ainda tentou dizer que não, que ali nunca ninguém tinha tocado, mas já não tinha forças para resistir: o desejo falava mais alto, e ela empurrava o quadril contra eles, implorando para ser preenchida dos dois lados.
Foi então que o Julião se posicionou atrás, e bem devagar, foi encaixando a cabeça do seu pau grosso e duro na entrada do cuzinho dela. Ela arqueou o corpo todo, gemeu mais forte, sentindo aquela sensação única de ter dois homens dentro de si ao mesmo tempo. Ele foi entrando pouco a pouco, abrindo aquele espaço que sempre foi só meu, até que ela ficou completamente cheia, com os dois paus gigantes enfiados até o fundo, um na frente e outro atrás. Eles começaram a se mover em sintonia, estocadas profundas e fortes, fazendo ela ir à loucura. Eu não tirava os olhos de nada: olhava para as bolas deles batendo na pele macia dela, olhava para as bundas duras se contraindo a cada movimento, e principalmente para os paus deles, entrando e saindo sem parar, abrindo ela toda, misturando o suor e o prazer dos três. Era a visão mais incrível que eu já tinha visto na vida.
No meio de tudo isso, o Julião parou um segundo, olhou diretamente para mim, sorriu e levantou o polegar para cima, fazendo sinal de que eu era um cara legal, que estava tudo perfeito e que depois eu iria ganhar um presente. Eu quase gozei ali mesmo, de tanta emoção, vendo ele me reconhecer enquanto usava o corpo da minha mulher como bem queria. A Luísa já não sabia mais nem o seu próprio nome, gritava que era a melhor coisa da sua vida, que nunca tinha sentido nada igual, pedia para eles socarem mais forte, mais fundo, sem parar. Os gemidos dela ecoavam pelo quarto todo, misturados com os sons de corpos se batendo e o barulho molhado daquela foda intensa.
Quando ela chegou ao ápice, gritou tão alto que deve ter escutado do lado de fora, o corpo todo tremendo, as pernas amolecendo, enquanto gozava forte ao redor dos dois paus que a enchiam por completo. Não demorou muito para que eles também chegassem lá: primeiro o Otávio, despejando toda a sua porra quente dentro da buceta dela, e logo em seguida o Julião, enchendo o seu cuzinho pela primeira vez, deixando tudo escorrer, misturado, saindo pelos dois lados. Eles ficaram ali um tempo, ainda encaixados, deixando ela sentir tudo, antes de se retirarem devagar, deixando ela deitada, toda marcada, suada, com um sorriso de satisfação estampado no rosto, como se fosse a mulher mais feliz do mundo.
Dias depois, eles já tinham voltado para o Rio de Janeiro, mas o contato continuou sempre forte. Eles adoraram tudo o que aconteceu, elogiaram muito a Luísa e, principalmente, a mim, por ter proporcionado momentos tão incríveis para todos. Como já tinham me prometido, o "presente" chegou: além de renovarmos todos os contratos da empresa, com valores muito maiores e condições excelentes, eles me mandaram um pacote especial, com um valor em dinheiro que mudou completamente a nossa vida financeira, além de convites para visitá-los quando quiséssemos.
Não demorou muito para que eu e a Luísa arrumássemos as malas e viajássemos até o Rio para conhecê-los na casa deles, uma mansão enorme, cheia de luxo e privacidade. Ficamos lá três dias inteiros, e foi ainda melhor do que tudo o que já tínhamos vivido. Dessa vez, tudo foi ainda mais livre, sem pressa nenhuma. Eles pediram para repetir tudo, e a Luísa, que já tinha provado daquilo, foi ainda mais safada e entregue, pedindo desde o começo para ser possuída pelos dois, da forma que eles quisessem.
Fodemos muito, em todos os lugares da casa: na piscina, na sala, no quarto enorme deles, e até no jardim, debaixo de árvores grandes e cheias de sombra. Teve um momento especial em que nós três, eu, Julião e Otávio, ficamos de cócoras no meio do mato, perto da mata que havia na propriedade, e batemos punheta juntos, olhando um para o outro, falando coisas safadas, lembrando de como a Luísa era gostosa e de como tínhamos curtido tudo. Era uma cumplicidade de amigos, de verdadeiros parceiros, onde não existia ciúme, só prazer e alegria em compartilhar a mulher que eu amava com homens que sabiam dar a ela tudo o que ela merecia.
Voltamos para casa completamente realizados, com a vida financeira resolvida, com o casal ainda mais forte e unido, e com uma amizade que duraria pra sempre. Hoje, continuamos nos encontrando sempre que possível, seja eles vindo até aqui ou nós indo até lá. A Luísa continua sendo a mesma mulher maravilhosa, mas agora muito mais segura, livre e feliz, sabendo que pode ser tudo o que ela quiser. E eu? Continuo sendo o cara mais sortudo do mundo: tenho a mulher mais gostosa, amigos leais, uma vida boa, e as melhores lembranças que qualquer homem poderia desejar. Foi, sem dúvida, o melhor negócio e a melhor aventura da minha vida.
