Olá,
Desejamos que estejam apreciando a saga do Demônio e da Megera. Para auxiliar o leitor, esta é uma série que não tem uma estrutura tradicional de conto. Por isso, a história faz um vai e vem gostoso no tempo, o que pode dificultar a leitura. Para facilitar a leitura, seguem abaixo os episódios que se relacionam diretamente e em ordem cronológica, exceto pelo episódio 1:
Sequência 1: episódio 1, 2, 4, 5, 6, 8, 9, 10
Sequência 2: episódios 1, 3, 7, 11
De qualquer forma, todos os episódios se interrelacionam e se completam.
Boa leitura!
***
Depois que Cínthia controlou suas intermináveis risadas, após saber que eu, André, também era o Diego, com quem minha namorada me traiu, Ana Clara sugeriu que fôssemos a um barzinho perto do meu apartamento. Assim, eu não precisaria dirigir depois de ter bebido, com o que concordei. Porém, percebi que a Megera estava inquieta, com carinha de que estava prestes a aprontar alguma.
Afinal, aquele final de semana estava destinado ao meu castigo por ter “comido a Cínthia”. Não havia como recusar sua vingança, já que eu a castigara pela “traição com o Diego”. Mal sabia eu o que me esperava.
Ana estava no seu visual faculdade, com uma calça jeans e uma bata discreta. Já Cinthia, usava uma minissaia jeans curta e um cropped que deixava sua barriguinha de fora. Em outras palavras, a mulata estava uma delícia, com aquela carinha de anjo que ela tinha e aquele corpo de deusa.
Verdade seja dita, Ana Clara tinha um corpo lindo, mas Cínthia era daquele tipo de fazer os homens quebrarem o pescoço, ou, no mínimo, sofrerem um torcicolo. Deixei-as no bar e fui guardar o carro na garagem, que ficava a um quarteirão. Quando cheguei, já estavam acomodadas e a cerveja já havia sido servida. O garçom já nos conhecia e chamava Ana Clara de “madame”.
Cínthia tinha as pernas cruzadas, provocando um efeito visual que foi impossível não notar. Puxei a cadeira, sentei-me ao lado da Megera e Cíntia estava sentada lateralmente a nós.
- Gente, eu ainda estou perplexa com essa história. Deve ser muito divertido ser vocês. O relacionamento assim nunca cai na mesmice – falou Cínthia, dando risada, depois de termos conversado sobre uma infinidade de assuntos e termos bebido uma boa quantidade de cervejas e a tradicional caipirinha de Ana Clara.
- Divertido e muito excitante – completou minha namorada.
- Imagino! Mas, afinal de contas, quem é que está aqui hoje? Estou falando com o Diego ou com o André? – perguntou, interessada nas nossa travessuras e sempre dando risadas.
- É o André, miga. O Diego ficou só como uma doce lembrança.
- Ué, vocês poderiam marcar outro encontro – brincou Cínthia, se divertindo com o assunto.
- Sem chance, miga, depois o André me castiga.
- Quer dizer que ele castiga você por tê-lo traído com ele mesmo?
- Para você ver, mas nesse final de semana quem vai ser castigado será ele, que me traiu semana passada.
- Presumo que ele tenha traído você com você mesma – indagou Cínthia, se divertindo com nossas loucuras.
Eu e Ana Clara nos entreolhamos e não foi possível controlar as gargalhadas. Mal sabia Cínthia que tinha sido com ela que eu “traí” a Megera, deixando a amiga com uma carinha linda de quem não estava entendendo nada.
- Pois é – respondeu Ana Clara com uma carinha que sugeria safadezas a vista.
- Eu estou apavorado com o castigo, Cínthia, porque a Ana é uma pessoa muito má, uma verdadeira megera – brinquei.
- Mas pau que dá em Chico dá em Francisco, né amiga? – reagiu Cínthia, cada vez mais interessada.
- Ele não sabe o que espera por ele. Você não sabe pelo que eu passei semana passada – falou Ana Clara com expressão de sofrimento, mas aquele sofrimento que trazia implícito algo mais.
- Nem quero imaginar – respondeu Cínthia.
- Mais tarde eu te conto o que esse malvado fez comigo.
- Quer me deixar curiosa? – respondeu a amiga sem conseguir disfarçar a curiosidade.
O que diabos a Megera tinha na cabeça? Era o que desafiava minha mente.
- É que a história é longa, miga, tenho que beber mais um pouco para tomar coragem de contar, mas juro que eu conto, sua curiosa – brincou Ana.
A Megera tinha plantado a curiosidade na cabeça de Cínthia, o que certamente era parte do seu plano, o que, de certo modo, me deixava excitado, ainda mais presenciando o cruzar e descruzar de pernas da amiga. Certamente, também, aproveitou para colocar minhocas na minha cabeça, mas se tem alguém em quem eu confio cegamente é naquela mulher.
Cínthia era uma pessoa muito agradável, sempre sorridente, com senso de humor e inteligente. Só não dava sorte com namorados, ela contou. Sempre acabava se envolvendo com homens ciumentos ou que se mostravam entediantes na hora H. Ou, pior ainda, as duas coisas simultaneamente.
- Uma hora você vai encontrar o cara ideal – ponderei.
- Ainda mais linda desse jeito, toda gostosona. Aliás tem um monte deles de olho aqui nesse bar – provocou Ana Clara.
- Obrigada, amiga, mas hoje eu não estou disponível. Prefiro curtir a companhia de vocês do que desperdiçar meu tempo.
- E o cara da semana passada? – perguntei.
- Primeiro ele nos convidou para beber a saideira na casa dele. Eu estava meio avariada dos sentidos e, a princípio, aceitei, mas depois a ficha caiu e eu voltei atrás. Ele não gostou muito e eu fui para casa.
- Não é que nem certas namoradas, que conhecem um cara e vão trair o namorado no motel na mesma noite, não é Megera?
Cínthia deu uma gargalhada mais alta. Já era 1 hora da madrugada e Ana Clara propôs que fôssemos para minha casa beber a saideira lá e ficar conversando. Cínthia poderia dormir lá, porque já estava tarde para ir sozinha para casa.
- Ah, miga, não, eu vou atrapalhar vocês.
- Vai nada. Pode deixar que não estamos pensando em te comer. Até porque o André está de castigo e não vai comer ninguém nesse final de semana. A gente dorme na cama dele e ele vai ficar de castigo, dormindo no sofá – brincou a Megera.
- Porra, Megera, aí é pegar pesado demais, né? Duas deusas dessas dormindo na minha cama e eu sozinho no sofá? Eu vou surtar – brinquei.
- E é melhor nem reclamar, porque esse é só o começo do seu castigo.
- Nem quero imaginar o resto – protestei resignado. Afinal, como ela disse, pau que dá em Chico dá em Francisco.
Chegamos em casa e minha primeira providência foi tomar um banho, já que estava na rua desde a parte da manhã. Àquela altura, meu pau se recusava a retornar ao estado de descanso. Qualquer coisa que Ana Clara estivesse preparando seria, eu sabia, muito “excitante”. A presença de Cínthia era um ingrediente a mais. E que baita ingrediente.
Quando saí do banheiro só de bermuda chinelo e sem camisa as duas deram um pulo, olharam para mim e se entreolharam com carinhas de conspiradoras. A Megera me chamou na cozinha para fazer a revelação.
- Amor, a Cínthia vai participar do seu castigo.
- Tá falando sério, amor? Não acha que essa pode não ser uma boa ideia? – questionei sério.
- Amor, você me traiu com ela, então nada mais justo que ela participe do seu castigo. Além do mais, o castigo é seu, então quem decide sou eu. E você confia em mim, não confia?
- Claro que confio, amor.
- Então, se prepara, que eu vou fazer você sofrer cada gota do que você me fez sofrer semana passada. E o seu castigo começa agora.
- Agora, amor?
- Sim, e pode começar tirando essa bermuda, que você vai ficar só de cueca.
- Na frente da Cínthia, amor? – meu coração disparou e meu pau pulsou na cueca.
- Faz o que eu tô mandando. Você é um traidor, um adúltero, e deve aceitar seu castigo sem me questionar. Tire essa bermuda agora, ou vai ser muito pior para você, e se ajoelhe para me pedir perdão demonstrando o quanto está arrependido de ter me traído com minha amiga.
- Perdão, senhora – aquiesci excitado com aquela situação inusitada. Tirei a bermuda e me ajoelhei aos seus pés, como ela mesma fizera diante de mim uma semana antes.
- Peça perdão de joelhos e diga que aceita de bom grado o seu castigo para expiar sua culpa.
- Eu lhe peço perdão, minha senhora, por ter lhe traído e aceitarei meu castigo de bom grado, embora saiba que nada será suficiente para expiar minha culpa. E prometo que isso nunca mais se repetirá.
- Bom menino, caso se comporte bem assim, seu castigo será abrandado. Beije a buceta da sua dona em sinal de respeito e adoração – falou Ana Clara, abrindo a calça e descendo um pouco, mostrando sua calcinha delicada.
Fiz o que mandou e, verdade seja dita, gostaria de continuar fazendo aquilo e muito mais. Ana Clara levantou a calça novamente e me autorizou a ficar de pé, com meu pau duro feito uma rocha, estufando a cueca.
A Megera apertou meu pau e provocou.
- Você está gostando de ser castigado, amor? Seu pau parece estar falando por você – falou, dando uma risada debochada.
Nada respondi para não me complicar e prolongar ainda mais meu castigo.
- Pegue cerveja na geladeira, copos e venha nos servir.
Tive o ímpeto de perguntar se teria que servi-las daquele jeito, só de cueca, mas eu já sabia a resposta. Além do mais, Ana já me deixava só e se dirigia à sala.
- Dê dois minutos e venha nos servir. E não falhe!
Fiz o que ordenou minha carcereira e Cínthia fez uma careta, levando a mão ao cabelo, sobrancelha arqueada e os dentes mordendo levemente os lábios quando me viu daquele jeito.
Por mais que eu tentasse pensar todas as piores coisas do mundo, meu pau não cedia e meu rosto pegava fogo de tanto constrangimento por estar ali, de cueca, com meu pau duro marcando o tecido indecentemente. Coloquei os copos na mesa, servi a cerveja e Ana mandou que me sentasse entre as duas no sofá de três lugares. Uma tortura cruel, eu só de cueca, sentindo o calor e o cheiro daquelas duas fêmeas maravilhosas, sem ter qualquer esperança de que poderia fazer qualquer coisa com elas.
- Então, amiga, começou a Megera com cara de sonsa. Vou te contar o que esse malvado fez com a pobre mulherzinha dele.
Cinthia tentava disfarçar, mas seus olhos teimavam em repousar no volume dentro da minha cueca. Cruzava as pernas e nitidamente apertava as coxas.
- Quando eu contei para ele que o traí com o Diego, ele me mandou tirar toda a roupa e me ajoelhar peladinha aos pés dele para pedir perdão.
Cínthia respirava mais pesado e aquilo me deixava ainda mais excitado.
- Ele foi tão malvado comigo, miga. Me fez mamar a rola dele bem dura, até fazer ele gozar, me deixou morrendo de tesão. Depois me amarrou todinha na cama, peladinha e de bruços, com o bumbum para cima, sem poder me mexer. Sabe o que ele fez, miga? – provocou.
- Nem imagino – reagiu Cínthia com a voz alterada.
- Ele bateu no meu bumbum de chinelo. Deu várias chineladas, me deixando toda ardida.
- Que horror – interveio Cínthia, simulando reprovação, mas sua carinha dizia “que delícia”.
Parece que não era só eu que estava sendo torturado ali, com o pau dando solavancos dentro da cueca com as caretas e a respiração audível de Cínthia.
- Sabe o que o malvado fez depois com a pobre mulherzinha dele? Deixou-me ali, sozinha, toda presa e peladinha, com os olhinhos vendados, e foi para a rua. Quando voltou, para piorar, me colocou num cinto de castidade, para que não me masturbasse, e me mandou preparar o almoço e fazer limpeza e arrumação na casa dele. Eu toda necessitadazinha, quase subindo pelas paredes, toda nuazinha, só de cinto de castidade, de empregadinha erótica desse carrasco malvado e insensível.
Percebi que Cinthia suava, visivelmente transtornada de tesão, ainda mais com o jeito que a Megera contava seu castigo, com a voz melosa e sensual. Chegava a se abanar com as mãos.
- Ai, miga, essa história tá picante demais.
Cinthia se levantou, se abanando com as mãos.
- Dê um intervalo, por favor – pediu esbaforida.
A engenharia da Megera era perfeita. Além de envolver completamente a amiga, me deixava desesperado de ver aquele mulherão daquele jeito e não poder fazer nada. Enquanto isso, Ana Clara ria de um jeito perverso e satisfeito.
- Calma amiga, já está acabando. Daqui a pouco vem a recompensa. Sente-se para ouvir.
Cinthia obedeceu, mesmo ainda esbaforida, as gotinhas de suor escorrendo pelo colo e meu pau dando solavancos na cueca.
- Amor, vá pegar mais cerveja para nós, que eu acho que minha amiga está desconfortável de ouvir essa história com você se exibindo com esse volume tentador na cueca.
Cínthia deu uma risada nervosa, enquanto me olhava de cima embaixo com desejo indisfarçado.
Obedeci, servi mais cerveja para os três e Ana me mandou sentar-me na poltrona para não deixar sua amiga descontrolada.
- Sabe o que ele fez pior? Enquanto eu limpava e arrumava a casa dele, foi para o futebol, e eu presa naquela cinto de castidade, doida para me tocar e sem poder. Uma tortura cruel, você não acha?
- Acho, sim. Ele merece um castigo à altura do que fez você passar, amiga – entrou Cínthia no jogo.
- Quando chegou, me fez servir o lanche e mamar aquele pau enorme e grosso dele até gozar.
- Meu Deus! – reagiu Cínthia, sem que ficasse claro o que queria dizer com aquela expressão.
- Depois, me fez dormir com ele presa no cinto de castidade, sem poder fazer nada. E ainda zombou de mim, dizendo que tinha gozado com meus boquetes, enquanto eu ficava toda necessitadazinha.
- Que maldade, amiga! – falou Cínthia, descruzando e cruzando as pernas de novo, a saia subindo, suas coxas maravilhosas ajudando a me enlouquecer de tesão.
- De manhã, ele tirou meu cinto de castidade, mas me prendeu na cama de novo pelos pulsos e pelos calcanhares. Passei a manhã inteira assim. E para me maltratar mais, toda hora ele vinha e ficava me acariciando, dando beijinhos, me deixando ainda mais desesperada, com a bucetinha pegando fogo, me debatendo desesperada de tesão.
- Coitada! – comentou Cínthia, se abanando.
A encenação da Megera, com aquela voz de safada, fazia tudo parecer mais excitante e hipnótico. Daria uma excelente atriz a filha da puta.
- Só depois de me torturar muito, ele me tirou do castigo, mas antes me deixou amarrada e torturou minha bucetinha necessitada com os dedos e com a boca, me fazendo gozar igual uma égua no cio, toda desesperadinha e tendo orgasmos múltiplos.
- Amiga, eu preciso de um banho, eu juro – resmungou Cínthia, completamente esbaforida, sem conseguir mais se conter.
- Você está muito excitada, amiga?
- Deu para perceber, é? – respondeu Cínthia com ironia.
- Amor, ajoelhe-se entre as pernas da minha amiga – ordenou a Megera.
Cínthia olhou assustada para a amiga.
- O que você vai fazer, criatura?
- Eu, não, meu namorado malvado é quem vai fazer. Tire a calcinha, levante sua saia e volte a se sentar. Chegou a hora de sua recompensa – ordenou Ana Clara.
Cínthia obedeceu quase que hipnotizada. Ajoelhei-me entre suas pernas, sentindo aquele cheiro de fêmea excitada.
- Aproveite sua recompensa, enquanto eu vou preparar umas coisinhas para nós beliscarmos. Depois, eu quero uma nota de 0 a 10 para o trabalho do meu namorado malvado.
A Megera falava olhando para mim e dava para ver a excitação em seus olhos.
- Amorzinho, quanto maior for sua nota, mais abreviado será o castigo. Então, faça bem o seu trabalho e faça minha amiga gozar bem gostoso. E é para usar só a boquinha. Nada de usar as mãos. Você tem o dever moral de proporcionar orgasmos bem gostosos à minha amiga por tê-la deixado toda excitadinha.
Como se fosse eu, e não ela, o responsável, me deixando de cueca e contando aquela história com entonação de locutora de conteúdo erótico.
Olhei nos olhos de Cínthia. Sua expressão era de pura excitação e expectativa, a respiração pesada e aquela buceta espetacular se oferecendo para mim. Tinha a vulva bem saliente, o grelinho era evidenciado e seus lábios, pequenos e grandes, formavam um conjunto perfeito.
A Megera sabia que aquilo não era exatamente o que se podia chamar de castigo. Só não sei se isso era bom ou ruim.
Aproximei minha boca daquela maravilha, ainda olhando em seus olhos, deixando que sentisse minha respiração em seus lábios, ao mesmo tempo em que saboreava o inebriante aroma de grama molhada que emanava daquela xereca divina.
Então, caí de língua, começando com uma lambida que foi do cu ao grelinho. Cínthia soltou um gemido alto e seu corpo se retesou. Repeti a dose mais duas vezes e comecei a lamber suavemente seus lábios.
- Ai, meu Deus! – resmungou.
- Dei um beijinho em seu grelinho saliente e uma sugada de leve, que a fez estremecer e colocar as duas pernas em volta do meu pescoço, apoiadas em meus ombros, aumentando minha excitação com o contato daquelas coxas macias e suculentas.
Enfiei a língua em seu buraquinho e comecei a fazer movimentos variados, ora circulares, ora de vai e vem. Fui variando as técnicas de tortura, arrancando gemidos deliciosos daquela mulher fantástica. Seus gemidos ficaram mais altos e começou a rebolar agitada na minha boca quando comecei a lamber e sugar seu grelinho. Senti Cínthia se contraindo toda, as coxas se fechando sobre meu pescoço, os gemidos certamente audíveis para Ana Clara na cozinha.
- Ai, porra! Vou gozar. Maaiiisss. Uh, ah, meu Deus, tô go... aaaaaaaaaaaahhhhhhh!
Que delícia de castigo era aquele. Senti o gostinho do seu néctar, enquanto meu pau dava solavancos dentro da cueca. Cínthia, tombou de lado no sofá e ainda ficou gemendo e se tocando. Que mulher tesuda e excitante.
Como Ana Clara não voltava, segui sua ordem. Enfiei-me entre suas pernas e voltei ao serviço. Agora deitada, Cinthia rebolava freneticamente em minha boca, gemendo sem parar. Fiquei imaginando o que estaria sentindo a Megera ouvindo aquela sonoplastia da cozinha. Certamente que estava com aquela calcinha linda e delicada toda meladinha.
Mais alguns minutos e Cínthia teve outro orgasmo, no mesmo instante em que Ana Clara vinha da cozinha e encontrava a amiga totalmente entregue ao prazer.
- E então, amiga? Que nota ele merece? – perguntou a Megera, enquanto ajeitava a travessa na mesinha de centro.
- Vou dar um nove para ele não ficar prosa – sussurrou Cínthia, ainda esbaforida.
- Que bom, amor, trabalhou direitinho. Vamos encurtar o seu castigo, mas não se anime, porque ainda falta muito – provocou Ana Clara.
Em seguida, me mandou pegar mais cerveja na geladeira. Meu pau até cedeu um pouco, acho que pelo cansaço, mas o cheiro da buceta de Cínthia impregnado no meu rosto entorpecia meus sentidos.
Comemos e bebemos a última cerveja, quando Ana Clara decidiu que era hora de ir dormir. Cínthia, agora aliviada, havia se recomposto, enquanto eu... nem preciso dizer, mas a tortura nem tinha terminado ainda.
Ana Clara decidiu que eu dormiria na cama de casal com elas, mas essa era a pior parte do castigo. Ana me prendeu na cama, me imobilizando pelos pulsos e calcanhares algemados, do mesmo jeito que fizera com ela. A duas ficaram só de calcinha, com os peitos de fora. Cínthia com uma calcinha pequenina, assim como a da minha namorada, a visão daquelas mulheres era uma tortura cruel. Quase surtei quando vi Cínthia de costas, a calcinha mal cobrindo aquele rabão perfeito. Acho que cheguei a gemer.
Fiquei no meio e as duas deitadas ao meu lado.
- Cínthia, você acha que ele merece ganhar uns carinhos antes de dormir? – provocou Ana Clara, enquanto seus corpos macios se colavam ao meu.
- Acho que sim. Ele desempenhou bem a tarefa – anuiu a amiga, já totalmente à vontade no papel de torturadora.
Foi então que comecei a ganhar beijos e carícias com as mãos daquelas duas mulheres maravilhosas, seus seios desnudos ora se amassando, ora se esfregando contra meu peito. Eram beijos no rosto, no pescoço, no peito, na barriga, as mãos descendo pelas minhas coxas, me deixando arrepiado, sem conseguir conter os próprios gemidos. De vez em quando, suas mãozinhas ainda deslizavam no meu pau, por cima da cueca, só para me deixar ainda mais louco, desesperado arqueando o corpo e me debatendo.
- Está gostando, amor?
- Vocês estão me enlouquecendo – sussurrei, completamente descompensado e entregue àquela tortura.
- Você pode dormir com vontade, mas eu não – falou antes de subir no meu rosto, de costas para mim, aquela bunda linda em cima do meu nariz e rebolando, ainda de calcinha, seu cheiro corrompendo meus sentidos.
- Linguinha, amor. Ainda falta a minha nota. Tem que me fazer gozar bem gostoso e me aliviar, porque só quem vai dormir com fome aqui é você – falou, puxando a calcinha para o lado e liberando o acesso para minha língua lamber, beijar, penetrar e sugar com fome aquela buceta enxarcada de tesão acumulado.
Depois de me fazer arrancar dela dois orgasmos, ofereceu meus serviços para Cínthia, que sentou no meu rosto de frente e se deliciou com minha boca, gozando com tremedeiras. Para completar meu calvário, a Megera me usou de novo, ganhando mais um orgasmo, enquanto eu gemia e me debatia desesperado, com o pau doendo, quase implorando para me aliviar, mas eu sabia que tinha que suportar meu castigo com valentia.
Para completar, tive que dormir naquela posição, com aquelas duas deusas aconchegadas ao meu corpo, pernas em cima das minhas, seios amassados contra o meu corpo e aquele cheiro de buceta maravilhoso e igualmente torturante impregnado nas minhas narinas.
Foi uma dificuldade para dormir com o pau latejando dentro da cueca e todo dolorido. Com isso, quando acordei, já mais tarde do que o habitual, estava sozinho na cama. Os pés haviam sido libertados, mas não as mãos. Estava morrendo de vontade de mijar e chamei pela Megera.
Amor, finalmente acordou?
- Preciso mijar, amor.
Ana Clara, vestindo só calcinha e sutiã, me libertou e foi comigo ao banheiro. Para eu não tentar nenhuma gracinha, ela me acompanhou. Depois, fomos para a cozinha para eu tomar meu café da manhã. Lá chegando, me deparei com a visão do paraíso. Bom, no meu caso, era do inferno. Cínthia também estava só de calcinha e sutiã, de costas, com aquela bunda maravilhosa toda exposta.
- Bom dia, namorado malvado da minha amiga! Como foi sua noite de sono? – debochou, virando de frente para mim, com um sorriso perverso na boca.
- Você deve imaginar – respondi entredentes, sua imagem contaminando meus sentidos e fazendo meu pau voltar aquele estado do qual ele não saía nem com reza braba.
- Espero que esteja apreciando o seu castigo – voltou a provocar.
- Como nunca apreciei nenhuma outra coisa na minha vida – brinquei.
- Vai, amor, toma seu suculento café da manhã para voltar para o seu castigo.
Juro que eu tive vontade de chorar quando ela falou aquilo.
Como prometido, voltei para o meu castigo e agora fui colocado de bruços na cama, algemado pelos pés e pelas mãos, numa posição que parecia que estava sendo crucificado deitado.
- Amor, sabe o que é isso? – falou Ana Clara com voz sádica.
Em suas mãos, o meu chinelo, o mesmo que usei em seu castigo. Puta merda, por que aquilo me deixou extremamente excitado?
- Amor, a Cínthia vai me ver sendo castigado? – questionei, temendo pela resposta.
- Não, amor, ela vai me ajudar no seu castigo e eu não quero ouvir mais nenhuma palavra sua, senão terei que amordaçá-lo.
Puta que o pariu, minha excitação chegou a um patamar quase insuportável, que só piorou quando baixaram minha cueca. Ficar exposto daquele jeito era constrangedor, quase humilhante, mas, ao mesmo empo, excitante demais, entregue aos “cuidados” daquelas duas mulheres lindas.
Menos excitante foi receber chineladas em sequência. Uma dava de um lado, a outra de outro. Lá estava eu sendo castigado e apanhando daquelas duas deusas, que aumentavam a potência das chineladas gradativamente, até conseguirem me arrancar um “ai” e se divertirem com isso, as duas pervertidas.
E o pior de tudo é que eu quase gozei, mas, para minha infelicidade, só quase.
- Doeu, amor? – provocou a Megera.
- Você é um monstro – protestei, a voz corrompida pela ardência no traseiro e a excitação de estar entregue àquelas duas.
- Ah, amor, nós não somos tão malvadas assim. Vamos até dar beijinhos para sarar.
Com mil demônios, as duas começaram a dar beijinhos no meu traseiro. E aquilo estava gostoso pra caralho, mas não durou muito tempo. Logo, Ana Clara anunciou que eu ficaria ali, naquela posição, refletindo sobre meus atos, enquanto elas passeariam no shopping e fariam algumas compras.
Àquela altura, eu já achava que havia uma certa desproporcionalidade entre nossos castigos, mas o que viria depois me dissuadiu completamente de reivindicar qualquer outro tipo de reparação. O foda foi ficar horas naquela posição e ainda com o rabo todo ardido.
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Até o próximo episódio!