Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 10

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3035 palavras
Data: 01/05/2026 06:44:54

Lia ao meu lado não parava de falar. Ela estava empolgada, retocando o batom no espelho, nem imagina que eu estava indo para a capital, nao era para comemorar noivado da clara, mas sim para comer ela.

— "Você está tão calado, Robson. No que está pensando?" — ela perguntou, guardando o batom.

— "Pensando no trânsito, Lia. E em como as coisas mudam rápido quando a gente decide agir," — respondi, sem tirar os olhos da estrada.

Cada quilômetro que avançávamos eu deixa de ser um homem calmo. para ser uma pessoa selvagem com fome de poder. e naquele momento eu só queria fuder a bucetinha da clara.

Entramos na capital por volta das cinco da tarde. Os vidros dos prédios espelhados refletia o sol forte, criando uma aura de ouro sobre uma cidade que eu sabia ser podre por dentro. O tráfego pesado não me irritava; pelo contrário, me dava tempo para saborear a ansiedade que, por meio de mensagens, eu sentia emanar da Clara.

Finalmente, paramos em frente ao condomínio de alto luxo. O prédio era uma fortaleza de vidro e aço. O porteiro, fardado como um oficial, nos cumprimentou com uma reverência que Lia aceitou como se fosse a rainha do cerrado.

— "Suíte 22, por favor," — ela disse, com a voz cheia de autoridade.

Subimos pelo elevador. O estômago de Lia parecia borboletear de empolgação para ver o luxo da irmã ou para dar novamente para seu amante, O meu estava frio, calculado. Quando a porta do elevador abriu diretamente no apartamento, o cheiro de lavanda e dinheiro nos atingiu.

A porta principal estava entreaberta.

— "Clara? Chegamos!" — Lia gritou, entrando e já deixando a mala no mármore do corredor.

Não houve resposta imediata, apenas o som distante de um salto alto batendo contra o piso de madeira nobre. Então, ela apareceu.

Clara estava usando um vestidinho preto, simples e absurdamente caro, que abraçava cada curva que eu tinha visto nua pela tela do celular. O cabelo estava solto, caindo em ondas sobre os ombros. Mas quando os olhos dela encontraram os meus, o brilho de superioridade que ela sempre ostentava sumiu. Ela empalideceu por um milésimo de segundo antes de colocar a máscara.

— "Lia! Que bom que chegaram," — ela disse, abraçando a irmã, mas mantendo o olhar fixo em mim por cima do ombro de Lia. Era um olhar de pânico misturado com uma fascinação.

— "Robson," — ela falou meu nome como se estivesse provando um veneno. — "Seja bem-vindo à nossa casa."

— "Obrigado, Clara. A casa é realmente impressionante. Muito... espaçosa," — respondi, dando um passo à frente e estendendo a mão.

Ela hesitou, mas apertou minha mão. A pele dela estava gelada e trêmula. Eu apertei os dedos dela com um pouco mais de força do que o necessário, um lembrete silencioso de quem era o dono da coleira agora. Ela desviou o olhar imediatamente.

— "O Paulo foi buscar os vinhos, como eu disse. Ele deve estar chegando. Vou mostrar o quarto de vocês," — ela disse, saindo na frente com pressa.

O apartamento era um labirinto de ostentação. Ela nos levou até a suíte de hóspedes. Era exatamente como ela descreveu: luxuosa, com uma cama king e uma parede de vidro com vista para a cidade. E, como prometido, a parede lateral era a mesma que dividia com o quarto principal.

— "Fiquem à vontade. Vou ver se o jantar está encaminhado," — Clara disse, tentando fugir do quarto.

— "Lia, por que você não vai desfazendo as malas? Eu vou ajudar a Clara com as sacolas que ficaram no corredor," — eu disse, com uma naturalidade que me surpreendeu.

Lia, já distraída abrindo o armário embutido, apenas murmurou um "tá bom, amor".

Segui Clara pelo corredor. Assim que dobramos a esquina para a área da cozinha, onde os empregados ainda não tinham chegado, eu a segurei pelo braço e a pressei contra a parede.

— "Onde está o anel, Clara?" — sussurrei no ouvido dela.

Ela arfou, o corpo inteiro retesando.

— "Me solta, Robson! A Lia está ali do lado..."

— "O anel," — repeti, baixando a mão para a cintura dela e puxando-a para mais perto, sentindo o calor do corpo dela através do tecido fino.

Ela levantou a mão trêmula, onde o diamante enorme brilhava sob as luzes de LED do teto.

— "Aqui. Satisfeito? Ele me pediu, eu aceitei. Agora me deixa em paz."

— "Pelo contrário, cunhadinha. Agora é que a brincadeira começa. Você está noiva de um homem que eu posso destruir com um clique. E você está excitada por causa disso. Eu sinto seu coração batendo como um bicho acuado."

Eu deslizei minha mão da cintura dela para a nuca, puxando levemente o cabelo dela para trás, expondo o pescoço.

— "O Paulo vai chegar com o vinho. E você vai servir a nós dois como a boa anfitriã que é. Mas toda vez que você olhar para ele, vai lembrar do que viu debaixo da mangueira. E toda vez que ele te tocar, você vai desejar que fosse a minha mão bruta."

— "Você é um monstro," — ela sussurrou, mas não tentou se soltar. Os olhos dela estavam fixos nos meus lábios.

— "Sou o monstro que você criou com o seu desprezo. Agora, vai lá. Coloca um sorriso nesse rosto de noiva. O jantar de hoje vai ser inesquecível."

Eu a soltei. Ela respirou fundo, ajeitou o vestido e saiu sem olhar para trás.

Minutos depois, ouvi o som da porta principal e a voz estridente e forçada do Paulo.

— "Cheguei! Com o melhor vinho que essa cidade pode oferecer para celebrar minha futura esposa e meus queridos parentes da roça!"

Saí do corredor com as mãos nos bolsos, o semblante calmo. Paulo estava no centro da sala, segurando duas garrafas de vinho como se fossem troféus. Ele veio em minha direção com aquele sorriso de vendedor de carros usados.

— "Robson, meu caro! Que bom ver você! Como vai a vida no barro?" — Ele estendeu a mão, a mesma mão que ele usava para digitar mensagens para a minha esposa.

— "Vai excelente, Paulo. O barro tem uma vantagem sobre o asfalto: ele mostra exatamente onde você pisa. No asfalto, a sujeira fica escondida debaixo do tapete."

Ele riu, uma gargalhada oca, e me deu um tapinha no ombro.

— "Sempre filosófico! Mas hoje não vamos falar de barro. Hoje vamos falar de futuro. Clara contou a novidade? Vou oficializar tudo amanhã no jantar, mas hoje é só entre nós."

Lia apareceu na sala, correndo para abraçar o cunhado/amante. A cena era uma comédia trágica. Os dois se abraçavam com uma familiaridade que qualquer homem cego veria, enquanto Clara observava do canto da sala, segurando uma taça de cristal com tanta força que eu achei que ia quebrar.

O jantar foi servido. Uma mesa impecável, prataria, velas. Paulo falava sem parar sobre a empresa, sobre como ele era o sucessor natural do seu pai e como a entrada da Clara na família "oficialmente" solidificaria sua posição.

— "Porque você sabe, Robson," — Paulo disse, balançando o vinho na taça — "No nosso meio, a imagem é tudo. Um homem sem uma esposa de classe não é levado a sério no conselho."

Olhei para Clara. Ela estava sentada à frente dele, com a cabeça baixa, fingindo comer.

— "Concordo plenamente, Paulo. A imagem é uma ferramenta poderosa. Mas a verdade... a verdade é o que sustenta a estrutura. E às vezes, a estrutura está podre por dentro."

Lia interrompeu, tentando aliviar o clima.

— "Ai, Robson, para com esse papo sério! Vamos brindar! À Clara e ao Paulo! Ao casal mais lindo da capital!"

Levantamos as taças. E brindamos. Eu olhei fixamente para Clara por cima da borda da minha taça. Ela sustentou o olhar por um segundo, os olhos brilhando com uma mistura de medo e desafio, antes de virar o vinho de uma vez.

— "E por falar em casal," — Paulo continuou, limpando a boca com o guardanapo— "Fiquei sabendo que você anda muito ocupado na fazenda, Robson. Lia me disse que você passa horas fora. Cuidado para não deixar lia sozinha, hein?"

Ele piscou o olho para Lia. O nível de audácia dele era quase admirável. Ele estava me provocando na minha cara, sentindo-se seguro no seu território de luxo.

— "Não se preocupe, Paulo. Eu aprendi a cuidar muito bem do que é meu. E descobri que algumas flores... elas gostam de ser tratadas com um pouco mais de força. Não é, Clara?"

Clara engasgou levemente com a água. Paulo franziu a testa por um segundo, sentindo que havia algo no ar que ele não conseguia decodificar.

— "Bom... o que importa é que estamos todos juntos," — Clara disse, a voz saindo mais firme do que eu esperava. — "Paulo, por que você não vai buscar aquela sobremesa que encomendamos? Acho que o Robson e a Lia vão adorar."

— "Claro, querida! Vou lá conferir."

Assim que Paulo se retirou para a cozinha e Lia foi buscar o celular para mostrar fotos da fazenda para a irmã, eu me inclinei sobre a mesa.

o suficiente para que apenas ela pudesse ouvir, o cheiro do perfume caro dela se misturando ao aroma do vinho tinto. O pânico nos olhos de Clara era quase palpável, uma vibração que percorria a mesa.

— "O teatro está ótimo, Clara," — sussurrei, a voz rouca e baixa. — "Mas a plateia vai cansar se você não entregar o que eu vim buscar."

Ela tentou recuar, mas a cadeira estava no limite. Seus dedos apertaram o guardanapo até as juntas ficarem brancas. Antes que ela pudesse responder, deslizei meu celular por baixo da mesa, mostrando a tela apagada, mas que ela sabia muito bem o que continha.

— "Eu quero um boquete hoje à noite," — sentenciei, direto, sentindo o prazer sórdido de ver a respiração dela falhar. —

"Quando o seu noivo estiver roncando de bêbado e a Lia estiver apagada do meu lado. Você vai sair de fininho. Vou estar te esperando no corredor, ou na cozinha... onde o risco for maior."

Clara abriu a boca, um protesto mudo morrendo na garganta enquanto Lia voltava para a sala, rindo de algo no celular.

— "Olha aqui, Clara! Como a fazenda está linda.

— "Linda, Lia. Realmente... a fazenda ta muito linda."

Paulo voltou com a sobremesa, todo pomposo, sem saber que, na hierarquia daquela casa, ele já era o último degrau. O restante do jantar foi uma tortura lenta para Clara. Cada vez que eu pedia para ela me passar o sal, ou elogiava a decoração, ela tremia. Eu sabia que ela estava processando a ordem. Ela não tinha escolha; o brilho do diamante no dedo dela agora era a sua algema.

A noite avançou. O vinho de Paulo fez efeito e ele começou a arrastar as palavras, gabando-se de negócios que eu sabia serem fachadas. Lia, cansada da viagem, bocejava discretamente.

— "Bom, gente, o papo está ótimo, mas o dia foi longo," — anunciei, levantado. — "Vamos descansar, Lia?"

— "Ai, vamos sim. Boa noite, casal! Amanhã o dia vai ser cheio," — Lia disse, dando um beijo no rosto da irmã e um abraço demorado demais no Paulo.

Entramos na suíte de hóspedes. O silêncio do condomínio de luxo era absoluto, interrompido apenas pelo som do ar-condicionado. Lia mal trocou de roupa e desabou na cama, o sono pesado de quem não tem a consciência pesada — ou de quem esconde muito bem o que faz.

Eu me deitei ao lado dela, mas meus sentidos estavam em alerta máximo. Fiquei olhando para a parede que nos separava do quarto principal. Ouvi os passos abafados de Paulo, o som da descarga, e depois o silêncio.

Esperei. Dez minutos. Vinte.

Então, o som quase imperceptível de uma porta correndo. Um passo leve sobre o tapete do corredor.

Levantei-me sem fazer barulho. Saí do quarto apenas de cueca, sentindo o ar gelado do apartamento na pele. No final do corredor, perto da sala de jantar, uma silhueta estava parada. Era Clara. Ela estava com um shortinho curto e estava descalça, o que a deixava menor, mais vulnerável.

Aproximei-me por trás, sentindo o calor que emanava do corpo dela. Ela não se virou, mas os ombros subiram e desceram num suspiro pesado.

— "Você veio," — sussurrei contra o pescoço dela, sentindo-a arrepiar da nuca aos pés. — "Agora vamos ver se você é tão boa na prática quanto era nas promessas que me mandava."

— "Ajoelha," — ordenei, a voz num tom de comando que não permitia réplica.

Ela hesitou por um segundo, os olhos marejados buscando algum rastro de piedade no meu rosto. Não encontrou nada. Lentamente, ela se dobrou, os joelhos afundando no tapete felpudo. O shortinho ficou mais enfiado no seu rabinho, revelando que ela era uma ninfetinha . Eu me sentei na borda da poltrona, abrindo as pernas e sentindo meu pau fica duro.

Clara levou as mãos trêmulas ao elástico da minha cueca. Quando ela tirou meu pau para fora, o contraste do ar frio do escritório com o calor do meu corpo me fez ficar com mais tesão. Ela encarou meu pau por um instante, a respiração curta. Eu não esperei. Envolvi meus dedos no cabelo dela, puxando levemente a cabeça dela para frente.

— "Agora, Clara. Sem pressa. Eu quero que você sinta cada centímetro do que você tentou humilhar."

Ela fechou os olhos e aproximou os lábios. O primeiro contato foi apenas a ponta da língua, quente e úmida, contornando a cabeça com uma delicadeza que beirava o desespero. Um gemido baixo escapou da garganta dela, abafado pela proximidade. Logo em seguida, ela se engasgou abriu a boca, envolvendo-me com determinação.

O calor da boca dela era um choque térmico. Clara começou um movimento lento, as mãos agora firmes nas minhas coxas, usando a língua para pressionar minha pica enquanto subia e descia com uma fome que ela tentava esconder sob a máscara de submissão. Eu podia ouvir o som úmido da sucção preenchendo o silêncio do escritório, um som que, se Paulo ouvisse do outro lado da parede, destruiria o mundo de cristal que ele construiu.

— "Isso... usa essa boquinha de noiva," — sussurrei, enterrando meus dedos com mais força nos fios do cabelo dela, guiando o ritmo, forçando-a a ir mais fundo até que ela soltasse um engasgo abafado.

__ isso putinha se engasgou foi??

__ aii Robson, você é um filho da puta, um filho da puta gostoso

Ela não parou. Pelo contrário, intensificou o movimento, os olhos agora abertos e fixos nos meus, uma mistura de luxúria proibida e derrota. A saliva escorria pelo canto da boca dela, brilhando sob a luz da lua, enquanto ela se entregava ao papel que eu havia designado. Eu sentia cada contração da garganta dela, o vácuo perfeito que ela criava, levando-me ao limite da sanidade.

O prazer subia como uma onda violenta. Eu a puxei pelo cabelo, forçando-a a olhar para cima enquanto ela continuava o trabalho, as bochechas encovadas pelo esforço. Naquele momento, no coração do luxo da capital, a única coisa que importava era a humilhação prazerosa da mulher que um dia me olhou de cima.

Senti o espasmo final chegando. Segurei o rosto dela com as duas mãos, ditando os últimos segundos de um ritmo frenético e profundo. Quando finalmente gozei, Clara não recuou; ela aceitou tudo, os olhos fechados com força, enquanto o corpo dela estremecia contra minhas pernas.

O silêncio que se seguiu foi pesado. Ela permaneceu ali, ajoelhada entre minhas pernas por longos segundos, limpando o canto da boca com a mão, o anel de noivado de diamante brilhando ironicamenta.

— "Limpa o rosto," — eu disse, a voz voltando ao tom frio e calculista. — "Volta pro quarto e deita do lado dele. E lembra bem desse gosto, Clara. Amanhã, no jantar, quando ele te beijar, é esse gosto que você vai sentir."

Ela se levantou sem dizer uma palavra, ajeitou o vestido com as mãos trêmulas e saiu da sala como uma sombra, deixando para trás apenas o cheiro do seu perfume e a certeza de que a estrutura daquela família já estava em ruínas.

Voltei para o quarto e Deitei-me ao lado de Lia, que continuava em seu sono profundo, nem imaginaque acabei de encher a boquinha da sua irmã de porra. O silêncio do quarto era quebrado apenas pelo zumbido discreto do ar-condicionado, mas minha mente ainda estava acelerada.

De repente, a luz do celular sobre a mesa de cabeceira piscou. Peguei o aparelho e vi a notificação. Era ela.

Clara: "Meu Deus, Robson... o que você fez comigo? Eu ainda sinto o seu gosto. Eu não consigo parar de tremer. Seu pau é muito grande, eu não achei que fosse ser assim... Eu queria você dentro de mim agora, de verdade."

Abri a mensagem, sentindo um sorriso cínico desenhar-se no meu rosto. Antes que eu pudesse digitar, outra mensagem chegou, expondo o conflito que a corroía por dentro:

Clara: "Eu sinto nojo de mim mesma por querer isso. Eu odeio o jeito que você me trata, odeio essa sua arrogância... mas eu nunca senti tanto tesão na minha vida. Eu estou confusa, com medo, mas eu não consigo parar de pensar no que aconteceu naquela cozinha."*

Eu li e reli as palavras dela. O conflito da "noiva perfeita" era o meu combustível. Ela estava exatamente onde eu queria: presa entre a moralidade de fachada que ostentava na capital e o instinto selvagem que eu tinha despertado nela.

Inclinei-me um pouco, sentindo o peso da minha própria excitação retornar. Digitei a resposta com calma, saboreando cada letra:

"O nojo que você sente é o preço que a sua consciência paga pelo prazer que o seu corpo exige, Clara. Você não está confusa. Você só descobriu que o Paulo é um menino brincando de ser homem, enquanto eu sou o que você realmente deseja. O seu noivo te dá um anel de diamante; eu te dou uma pica gigante para você se engasga feito uma puta."

Eu mandei outra mensagem

"Não adianta tentar fugir nos seus pensamentos, Clara. Amanhã, durante o jantar que vocês vao oficializar o noivado para os familiares, eu vou comer você no banheiro do seu próprio quarto. No mesmo lugar onde você se arruma para ser a 'noiva perfeita' dele, eu vou te mostrar a quem você realmente pertence. Deixe a porta destrancada quando você subir para retocar a maquiagem. Eu não vou pedir licença.

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Comentários

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O Robson está se saindo um verdadeiro estrategista. Mal posso esperar pra ver a cara do Paulo e da Lia ao descobrir que ele sabe de tudo .

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