Ignorei a sugestão da cama. O colchão era comum demais para o que eu tinha planejado. Segurei minha tia pelo braço e a guiei até o centro do tablado, onde o balanço de couro e aço pendia como uma armadilha.
— A cama não, pai. No balanço é mais cinematográfico — eu disse, apontando para a GoPro.
Forcei minha tia a sentar no couro frio do balanço, que rangeu sob o peso dela. Ela colaborou com um entusiasmo febril, quase maníaco, guiando as próprias pernas para cima enquanto eu prendia seus tornozelos nas alças de aço inoxidável. O som do metal batendo no metal — clic, clic — selou a exposição dela.
Ela ficou totalmente aberta, suspensa no centro do quarto, enquanto o balanço de couro oscilava levemente, criando um efeito de zoom natural para a lente na minha testa.
— Chega mais perto, Miguel — meu pai comandou, empurrando o corno para mais perto da tela. — Quero que ele veja o mapa da mina que ele nunca soube explorar.
Aproximei-me, deixando a lente a poucos centímetros do quadril dela. Na TV de 60 polegadas, a imagem daquela calcinha de renda preta tornou-se a única realidade possível. O tecido era de uma delicadeza perversa, uma teia de aranha de seda que não escondia, mas realçava a anatomia do desejo.
A cada movimento do balanço, a luz neon vermelha atravessava os vãos da renda trabalhada, revelando a textura da pele da minha tia por baixo da transparência. No centro, a trama dos fios — pequenos desenhos de flores e arabescos — estava sendo lentamente devorada pela umidade. O tecido, antes fosco, tornava-se translúcido à medida que se encharcava, colando-se à fenda de forma obscena.
— Olha isso, tio — provoquei, a voz saindo grave nos alto-falantes. — Olha o estado da sua esposa. Ela está encharcada. E eu nem comecei a brincar de verdade.
Minha tia soltou um riso baixo, uma vibração que fez o balanço tremer. Ela segurou as correntes laterais, arqueando as costas para projetar o sexo ainda mais na direção da câmera.
— Viu, querido? — Minha tia gritou para o marido, os olhos fixos na lente na minha testa. — Viu como eu fico quando um homem de verdade me trata como eu mereço?
O marido soluçou, o som abafado pela mão que ele pressionava contra a boca, mas seus olhos estavam fixos na TV, onde a calcinha de renda subia e descia ritmicamente.
— Fala, seu frouxo! — Patrícia insistiu, a voz carregada de um sadismo ardente. — Diz pro Miguel o que você está sentindo vendo a sua mulher pendurada como uma carne no açougue, esperando ele arrancar esse trapo preto que você pagou!
— Ele não consegue falar, Patrícia — meu pai interveio, rindo enquanto observava a ereção do homem se marcar na calça. — Ele está ocupado descobrindo que a humilhação é o único jeito de ele sentir algum prazer na vida. Olha o volume na calça dele, Miguel! O corno está adorando a exposição!
O marido, com o rosto colado à tela, conseguia ver o momento exato em que uma gota de lubrificação atravessava o bordado, brilhando como um cristal sob a iluminação da suíte antes de expandir a mancha escura. O elástico fino da lateral cravava-se levemente no quadril bronzeado, acentuando a pressão do tecido contra o clitóris inchado que pulsava por baixo da seda a cada espasmo dela.
— Olha como o pano estica, corno — provoquei, aproximando a câmera até que a textura da renda ocupasse toda a tela. — A renda está ficando pesada, encharcada com o tesão que você nunca soube despertar.
Minha tia deu um impulso com o quadril, fazendo o tecido roçar contra sua intimidade, um som de fricção úmida que o microfone da GoPro captou com clareza cirúrgica. Na TV, o detalhe era hipnótico: a renda preta subia e descia, agindo como um esfoliante erótico sobre a pele hipersensível, enquanto a mancha de umidade no centro brilhava como uma ferida aberta de luxúria, oferecida em alta definição para o homem que pagou por cada fio daquela seda humilhante.
Eu olhei para a calcinha de renda — um obstáculo insignificante, um véu de seda que separava a minha vontade da rendição total dela. O tecido esticava a cada balanço, revelando a fenda úmida por baixo da transparência.
Aproximei meu rosto da virilha dela, sentindo a lufada de ar quente que o balanço trazia a cada vaivém. O cheiro era uma mistura entorpecente de gardênia, suor e o aroma metálico da excitação dela. O triângulo de renda preta surgiu diante dos meus olhos como um alvo, a última fronteira de uma decência que já havia sido enterrada há muito tempo naquela noite.
— Você quer que eu tire, tia? — perguntei, roçando a ponta dos dedos na lateral do elástico, sentindo o calor que emanava dela.
— Rasga. Eu quero que ele ouça o som da única coisa que ainda me liga a ele sendo destruída. — Ela sussurrou, a voz subindo numa oitava de puro desejo.
— Ouviu isso, tio? — eu disse, encarando a câmera. — Ela quer que eu destrua o presente que você comprou.
Decidi que minhas mãos eram gentis demais para aquele momento. Eu queria ser rústico, como meu pai havia prometido.
Abaixei a cabeça e cravei os dentes na lateral da calcinha, onde o elástico se unia à renda, logo acima do osso do quadril dela. Não foi fácil. O tecido sintético era escorregadio e oferecia uma resistência teimosa. Senti o gosto amargo do corante da lingerie misturado ao sal da pele dela e ao perfume caro. Prendi o tecido com os molares, mordendo com força, e firmei os pés no chão.
Quando o balanço iniciou o movimento de recuo, eu não soltei. Pelo contrário, joguei o peso do meu corpo para trás, tencionando os músculos do pescoço.
O efeito foi imediato e bruto. O corpo de Patrícia foi arrancado da inércia com um solavanco; as alças de aço nos seus tornozelos estalaram com a pressão. Vi a pele do quadril dela ser puxada e espremida pelo elástico que se enterrava na carne antes de ceder. Ela soltou um arquejo de desconforto, um som que beirava o susto, enquanto o balanço balançava violentamente fora de ritmo pela força do meu puxão.
— Miguel... — ela gemeu, a voz entrecortada pela dor do estiramento.
— Aguenta, tia — respondi entre dentes, sem soltar o pano. — Eu disse que ia ser do meu jeito.
Forcei mais uma vez, fazendo um movimento lateral com a cabeça, como um predador estraçalhando a presa. Finalmente, ouvi o som: um estalo seco seguido pelo ruído de dezenas de fibras de nylon se rompendo em sucessão. Vlap. A lateral da calcinha cedeu, abrindo um rasgo irregular que desceu pela coxa dela.
Continuei a investida, mordendo agora a parte central, encharcada e pesada. A renda se prendeu entre meus dentes, e com um último puxão animal, o tecido se desintegrou. Minha tia soltou um grito, metade agonia, metade êxtase, enquanto o balanço voltava a estabilizar, agora com ela totalmente nua sob o espartilho.
Tirei o trapo molhado da boca. Olhei para a câmera, garantindo que o marido visse o estado do "presente" dele na TV de 60 polegadas. Com um movimento de desprezo, joguei o pedaço de renda rasgada. O pano voou pesado pela umidade e atingiu em cheio o rosto do corno, que ainda soluçava diante da tela. O trapo escorregou pela face dele, deixando um rastro de saliva e suor da esposa na sua pele pálida antes de cair no chão.
— Segura aí, tio. Sente o cheiro dela — provoquei, rindo. — O cheiro é tudo o que sobrou para você. O resto agora é propriedade minha.
Na TV, o close era impiedoso: o elástico estourado pendendo da perna de Patrícia e a marca vermelha da minha mordida sublinhando a posse. Ela estava ofegante, o peito subindo e descendo com violência, os olhos fixos em mim, esperando o próximo comando.
Ajoelhei-me entre as pernas dela, sentindo o bafo de calor úmido que emanava daquela abertura escancarada, agora totalmente desprotegida. Empurrei o balanço com força, estabelecendo um ritmo mecânico, frio e inevitável. Inércia e carne. A cada vaivém, a intimidade da minha tia era oferecida à lente da minha câmera e, consequentemente, aos olhos arregalados do marido, que parecia hipnotizado pela própria desgraça projetada na TV de 60 polegadas.
— Olha como ela se depilou todinha para mim — provoquei, soltando uma risada gutural que vibrou no ar pesado da suíte. — Cada centímetro lisinho, brilhando no neon. Ela está tremendo só de eu chegar perto, tio. Você já viu ela assim? Tão... aberta? Tão absurdamente molhada?
Na tela, o close era de uma crueza pornográfica. A vulva de Patrícia, emoldurada pelas tiras de couro do balanço e pelas meias finas que subiam até o meio das coxas, pulsava em sincronia com a respiração ofegante dela. Totalmente desprovida de pelos, a pele ali era de um rosa profundo, quase roxo sob a luz vermelha, e estava besuntada por uma umidade natural e espessa que refletia os spots de luz como se fossem cristais líquidos.
Estiquei a mão e, com o polegar, comecei a traçar o contorno dos grandes lábios, separando-os lentamente para a câmera.
— Olha aqui na TV, corno — ordenei, enquanto meus dedos deslizavam pela pele hipersensível. — Vê como os pequenos lábios dela estão inchados? Eles estão gritando por atenção. Ela está pegando fogo por dentro.
Minha tia soltou um gemido rascante e empurrou o quadril contra a minha mão, fazendo o balanço ranger. Meus dedos mergulharam na fenda, sentindo a textura aveludada e o calor sufocante. A cada toque meu, a imagem na TV mostrava a reação involuntária da carne: as paredes se contraindo, tentando sugar meus dedos para dentro do abismo rosa que brilhava em 4K.
— Olha o clitóris dela, tio — continuei, usando a outra mão para indicar o pequeno botão ereto e latejante que emergia sob o capuz de pele. — Ele está saltado, pedindo socorro. Você sabia que ele ficava desse tamanho? Ou você sempre teve preguiça de procurar?
Pressionei a ponta do dedo com força sobre o ponto exato da sensibilidade dela. Minha tia deu um grito abafado, as unhas cravando-se nas correntes do balanço. Na tela, o marido viu o momento exato em que uma nova onda de lubrificação escorreu, transparente e pesada, traçando um caminho brilhante pela entrada dela antes de pingar no couro negro do assento.
— Ela está derretendo para mim, corno — sussurrei para a lente, garantindo que o som da minha voz chegasse aos ouvidos dele junto com o som úmido dos meus dedos trabalhando nela. — Olha como a sua esposa se abre, como ela se oferece. Ela quer que eu use cada milímetro dessa carne que você achava que era sua.
Minha tia arqueou o corpo, os olhos revirados, focando no teto espelhado enquanto sua intimidade, exposta e vibrante, ocupava cada pixel da sala de estar da sua própria humilhação.
Segurei as correntes de aço com força, interrompendo o vai e vem do balanço. O rangido do metal cessou, deixando apenas o som da respiração pesada da minha tia e os soluços abafados do marido ao fundo. Ela ficou ali, suspensa e imóvel, com as pernas presas nas alças e a intimidade escancarada para a lente na minha testa.
— Quero sentir o gosto da minha nova propriedade — sentenciei, a voz saindo rouca e abafada pela proximidade com o corpo dela.
Aproximei meu rosto. O cheiro era uma mistura inebriante: a gardênia do perfume caro agora lutava contra o aroma primal e ferroso da excitação dela. O calor que emanava daquela fenda era como um forno aberto no meio da suíte climatizada. Colei meus lábios na pele úmida da coxa dela, sentindo a temperatura febril que fazia a minha própria pele arder.
— Olha o ângulo, corno — meu pai disse, ajustando a posição do marido para que ele não perdesse um centímetro da tela. — Agora você vai ver o que é uma língua de verdade trabalhando no que você negligenciou por anos.
Ataquei o clitóris dela com a ponta da língua, um golpe seco e certeiro. O sabor era intenso: salgado, metálico e carregado daquela essência feminina que apenas o desejo absoluto produz. Minha tia soltou um grito que ricocheteou nas paredes de espelho, arqueando o corpo com tanta violência que as correntes do balanço estalaram.
— Meu Deus, Miguel! — ela berrou, as mãos cravando-se nos meus ombros enquanto eu afundava o rosto nela. — É isso... engole o meu mel... faz o que esse lixo nunca teve coragem de fazer!
— Ouviu isso, tio? — perguntei, sem me afastar, sentindo a umidade transbordar e molhar meu queixo.
Pressionei o rosto com força, abafando meus próprios sentidos no calor daquela carne. Minha língua trabalhava como um músculo incansável, explorando cada dobra, cada relevo da mucosa que pulsava em espasmos rítmicos. Patrícia estava fora de si; ela começou a falar de forma desconexa, alternando entre elogios vulgares a mim e insultos brutais ao marido.
— Você está vendo... seu... seu frouxo? — ela arquejou, olhando para a tela de 60 polegadas enquanto eu a devorava. — O Miguel... ele não tem nojo... ele gosta do meu cheiro! Ele está bebendo a minha alma enquanto você só chora! Olha como ele me usa! Olha como eu sou a cadela dele!
— Ela está se deliciando com a sua humilhação, corno — meu pai comentou, circulando o homem como um predador. — Veja como a musculatura dela se contrai na tela. O Miguel está chupando cada cantinho dela. Ele está dando a ela o que você nunca foi homem o suficiente para oferecer.
Aumentei a pressão. A cada movimento da minha língua, Patrícia soltava um som gutural, um misto de agonia e êxtase. Eu conseguia sentir a textura aveludada e quente das paredes internas dela contra o meu nariz, o gosto de sal aumentando à medida que ela se aproximava de outro limite.
— Engole tudo, Miguel... não deixa sobrar nada para ele! — ela suplicou, puxando meu cabelo para me colar ainda mais nela.
O quarto estava saturado com o cheiro de sexo e o som úmido do meu trabalho. Na TV, o close era tão obsceno que parecia impossível ser real, mas os soluços do marido e a risada gélida do meu pai serviam de âncora para a realidade daquela profanação. Eu era o mestre daquela carne, e o registro daquela glória estava sendo gravado para a eternidade.
Eu a chupava com uma agressividade técnica, ignorando qualquer delicadeza, usando a língua como uma ferramenta de posse.
— Meu Deus, Miguel... sim! Ahhh... mais! — Minha tia gritou, a voz saindo em um arquejo rascante. Ela jogou a cabeça para trás, os nós dos dedos brancos de tanto apertar as correntes de aço. — Chupa... me chupa toda, seu... seu animal!
Ela inclinou o tronco para frente, projetando o quadril na direção da minha boca e os olhos na direção da TV, buscando o olhar estilhaçado do marido.
— Viu isso... seu... seu frouxo? — ela disparou, a fala entrecortada por gemidos profundos e vulgares. — O Miguel... ele sabe... ele sabe onde me tocar! Você... você nunca... nunca me chupou direito! Foram anos... anos de língua preguiçosa... medo de se sujar na sua própria mulher! É por isso... é por isso que você está assistindo meu sobrinho... me tratar como a puta que eu sou!
— Ela tem razão, tio — eu disse, parando por um breve segundo — Ela está gozando só com a minha boca. Algo que você não conseguiu em uma década de casamento.
Patrícia estava fora de si, a pele do peito e do pescoço manchada de vermelho, o suor fazendo o espartilho de renda brilhar. Ela começou a ter espasmos, os dedos dos pés se contraindo dentro das meias finas.
— Eu vou... eu vou... Miguel! — ela gritou, a voz subindo uma oitava, o corpo retesando no balanço. — Não para! Me faz... me faz jorrar na sua cara! Agora!
Eu senti a vibração dela. Senti as paredes dela pulsarem e o líquido quente aumentar. Ela estava no limite, a milímetros do abismo do orgasmo. O marido na TV estava paralisado, a mão parando o movimento na calça, esperando o clímax da própria desgraça.
Então, eu parei.
Recuei o corpo bruscamente, deixando o balanço continuar seu curso vazio. Patrícia ficou suspensa no ar, o corpo rígido, o grito interrompido por um arquejo de frustração pura.
— Por que... por que você parou? — ela implorou, os olhos injetados de desejo e ódio. — Miguel, pelo amor de Deus, eu ia gozar!
— Calma, tia. Eu decido quando termina — respondi, limpando a boca com as costas da mão enquanto olhava para o corno, que parecia ter levado um soco no estômago com a interrupção. — Eu quero que você fique assim. No limite. Quero que o seu marido veja o quanto você está desesperada por mim antes de eu te dar o que você quer.
Aproximei-me novamente, mas desta vez não para usar a boca. Estiquei a mão e mergulhei os dedos na umidade que agora escorria livremente pelas coxas dela, manchando o couro negro do balanço. O som era obsceno, um estalo úmido de carne batendo em água, amplificado pelos microfones da suíte até preencher cada centímetro do ambiente.
— Olha bem, corno — meu pai narrou do canto, a voz gotejando uma satisfação quase palpável. — O Miguel está ensinando para ela o que é urgência. E você está aí, apenas assistindo a sua mulher implorar por um garoto que tem metade da sua idade e o dobro da pegada.
Decidi encerrar aquele ato com a crueza que o momento exigia. Usei dois dedos, enterrando-os nela com uma força frenética, enquanto o meu polegar esmagava o clitóris inchado em um movimento circular e impiedoso. A lente da GoPro captava tudo em um close-up brutal: a pele da vulva de Patrícia, de um rosa profundo e vibrante sob o neon, pulsando em torno da minha mão.
— Olha a sua mulher perdendo o controle — meu pai continuava, sua narração era o toque final de sadismo. — Olha como ela se contorce, como ela se humilha para o garoto.
Aumentei a velocidade. Meus dedos trabalhavam como pistões em uma máquina lubrificada pelo desespero dela. O balanço dava o ritmo, um vai e vem mecânico que fazia o impacto ser ainda mais profundo. Patrícia arqueou as costas, os seios saltando para fora do espartilho, as mãos agarradas às correntes de aço com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos.
— Isso! Me rasga, Miguel! — ela berrou, a voz saindo rascante, totalmente entregue à vulgaridade. — Me fode com esses dedos! Mostra pra esse lixo na TV o que é um homem!
O rosto dela estava transfigurado pelo prazer. Ela olhou diretamente para a câmera, os olhos injetados, e gritou para o marido:
— Olha aqui, seu frouxo! Olha o que o meu sobrinho está fazendo comigo! Eu sou a cadela dele agora! Eu sou dele!
O clímax veio como uma explosão de voltagem pura, um curto-circuito biológico que travou o corpo de Patrícia no ar. Sob o neon vermelho, os músculos das suas coxas — tensionados ao limite pelas alças de aço — saltaram em relevos rígidos, desenhando cada fibra sob a pele suada. O balanço de couro rangeu violentamente, um som metálico que pontuava a perda total de controle dela.
Meus dedos mergulharam ainda mais fundo na sua umidade, sentindo as paredes internas dela se contraírem em ondas espasmódicas, apertando minha mão como se tentassem devorá-la.
— VAI, MIGUEL! ME FAZ GOZAR, SEU ANIMAL!— ela berrou, a voz saindo em um grito agudo que rasgou o silêncio da suíte Roma. —OLHA ISSO, SEU FROUXO! OLHA O QUE É UM HOMEM DE VERDADE!
No auge da contração, o corpo dela arqueou-se tanto que apenas os ombros tocavam o couro do balanço. Foi então que aconteceu. Um jato de líquido quente, transparente e denso esguichou de dentro dela com uma força primitiva, atingindo meu pulso e escorrendo pelos meus dedos até pingar, pesado e brilhante, no chão de granito negro.
Na TV de 60 polegadas, o marido assistiu a tudo em um close-up brutal de 4K: a vulva da minha tia, de um rosa arroxeado e pulsante, expelindo a prova física da sua rendição total. Ele viu cada detalhe da mucosa se contraindo, o brilho da secreção que agora banhava o assento do balanço e a marca da minha mão, vermelha e possessiva, na carne dela.
— ISSO, MIGUEL! GOZEI.. EU.. GOZEI!— ela continuava a gritar, as palavras perdendo o sentido enquanto os espasmos se tornavam mais curtos e violentos.
Ela gozou com uma fúria que a deixou sem oxigênio. Os choques térmicos percorriam sua espinha, fazendo seus pés se contraírem dentro das meias finas. Quando o último esguicho cessou, a força simplesmente abandonou seus membros. Ela desabou contra as tiras de couro, os braços pendendo inertes, o peito subindo e descendo em um ritmo maníaco, enquanto o suor fazia o espartilho de renda brilhar como se estivesse coberto de cristais.
Retirei minha mão devagar, saboreando o som da viscosidade se desprendendo dela. O líquido escorria pelo meu braço, morno e real. Olhei para a lente na minha cabeça, garantindo que o "presente" chegasse aos olhos do espectador derrotado.
— O primeiro de muitos, tia — sussurrei, enquanto ela soltava um gemido de exaustão, com os olhos ainda revirados. — E você, tio? O que achou da performance da sua esposa? O 4K não esconde nada, não é?
Meu pai, encostado na parede de granito com a calma de um observador técnico, deu um tapinha condescendente no ombro do corno. O homem estava em transe, os olhos injetados e fixos na TV de 60 polegadas, onde a imagem estática do sexo de Patrícia, ainda dilatado e brilhando sob o neon, ocupava cada pixel da tela.
— Veja só, Miguel... ele está duro — meu pai disse, a voz gotejando um escárnio refinado. — Ele está excitado por ver a ex-esposa sendo devorada. Acho que ele nunca a viu tão... feliz.
O marido tentou um movimento sutil, uma tentativa patética de esconder o que estava acontecendo em sua braguilha. A mão dele, trêmula e suada, desceu e deu um aperto rápido, quase imperceptível, no volume que tencionava o tecido barato da calça. Foi um gesto de puro instinto, um tesão abjeto nascido das cinzas da sua dignidade.
Mas nada escapava à visão periférica do meu pai, e muito menos à lente da GoPro na minha testa, que registrou o exato momento em que os dedos dele se fecharam sobre o próprio membro.
— Olha lá, Miguel! — meu pai gargalhou, apontando com o queixo. — Ele não consegue se segurar. O espetáculo foi tão bom que o espectador ficou de pau duro.
Eu me aproximei dele, ainda nu, os fluídos de Patrícia esfriando na minha pele. Encarei-o de cima para baixo, deixando que a câmera captasse o tremor das mãos dele.
— Que coisa feia, tio — provoquei, a voz baixa e carregada de um desprezo letal. — É esse o seu nível de doença?
O homem baixou a cabeça, o rosto em brasa, mas não conseguiu esconder o volume que insistia em desafiar a gravidade. Ele era uma carcaça vazia, movida apenas pelo fetiche da própria destruição. Na TV, o close da vulva da minha tia parecia zombar dele em alta definição.
— Ele é um doente, Miguel — meu pai sentenciou, ajeitando o relógio de ouro. — Ele precisa disso para se sentir vivo. Agora ele entende que o lugar dele não é entre as pernas dela, mas sim aqui... no canto, assistindo a quem sabe o que fazer com a mercadoria.
Minha tia, ainda pendurada no balanço e recuperando o fôlego, soltou uma risada ríspida ao perceber a cena.
— Olha para ele, Miguel... — ela arquejou, limpando o canto da boca. — Ele está mais excitado agora do que em nossa noite de núpcias. Ele é um lixo que gosta de ser tratado como lixo.
Meu pai deu um passo à frente.
— Bom, agora que o clima de "confraternização" está estabelecido... vamos para o próximo ato? — ele perguntou, olhando para mim com um brilho predatório nos olhos. — Quero ver se esse balanço aguenta o impacto de uma invasão de verdade. O show não pode parar.
O corno apenas apertou a mão com mais força, rendido. O registro da sua infâmia estava garantido. E a noite estava apenas começando.
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Série Derivada
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