Perdi Aposta e, de Lingerie, virei Menina na Casa de Praia 3

Um conto erótico de Gabi69
Categoria: Gay
Contém 3667 palavras
Data: 19/04/2026 10:26:24

Acordei cedo, com o cuzinho ardendo e a consciência pesada. Edu ainda dormia como um anjo, fazendo conchinha em mim, com o seu pau duro pressionando a minha bunda. Noite passada eu havia dado para ele, irmão de Melissa, e para Rafa, seu namorado. Aquilo me fez acordar com uma forte sensação de culpa. Para tornar o meu ato ainda mais absurdo, eu fiz tudo aquilo vestindo a lingerie dela.

Levantei e fui pro banho. Lavei bem a calcinha de Melissa com sabão neutro, para limpar as várias manchas de esperma que eu havia deixado nela, gozando e levando porra de Rafa e de Edu dentro do meu cuzinho. Fiz o melhor que pude, mas não deu para tirar alguns pontos onde o sêmen estava mais concentrado. Resolvi esconder a calcinha na lavanderia, em meio a um monte de roupas molhadas que iam para a secadora e torci para que ela passasse despercebida entre tantas peças.

Os pais de Melissa e Edu já estavam de volta na hora do café da manhã. Melissa me chamou para conversarmos num canto reservado e eu senti minha espinha gelar com medo. Logo descobri que eu não tinha motivo para temer, Melissa só queria que eu mantivesse segredo sobre o nosso jogo de cartas, misturado com strip-tease, e sobre a transa dela com o Rafa. Combinamos que eu ia dizer que ele, Edu e eu ficamos jogando videogame juntos, enquanto ela tinha ido dormir. Fiquei aliviado e prometi confirmar a história dela.

Superado meu receio inicial, Melissa comentou que tinha achado que eu tinha ficado muito bem com a sua lingerie e me convidou para o seu quarto, para que eu experimentasse outras roupinhas dela e ver como elas ficavam em mim!

— Faz anos que eu não brinco de boneca. Quero te vestir e te deixar bem gatinha.

Sob orientação de Melissa, eu experimento várias peças do guarda-roupa dela: calcinhas, sutiãs, bodys, blusinhas, shortinhos, minissaias, vestidinhos, meias três quartos e sete oitavos, biquínis, maiôs … Fiquei praticamente servindo como um manequim para ela. Uma combinação em especial agradou a nós dois mais do que todas: calcinha e sutiã de tule rosa bebê transparente (que deixavam transparecer totalmente os biquinhos dos meu peitos), blusa branca com costuras e alcinhas cor de rosa (e duas cerejinhas estampadas no peito), minissaia tubinho rosa e meias três quartos brancas. Aquele modelito, junto com um par de tênis Converse cor de rosa, me deixaram extremamente feminina, como uma ninfetinha.

— Ficou um tesãozinho! Se algum cara te vir assim, vai querer te pegar …

Além de servir como uma bonequinha para Melissa brincar de me vestir com as suas roupinhas, os rapazes também não desviavam sua atenção de mim. Pela casa, Rafa aproveitava qualquer momento de descuido de Melissa para apalpar os meus peitinhos e passar a mão na minha bunda, bem discretamente. Eu permitia tudo, é claro, afinal, eu tinha deixado ele comer meu cu na noite passada! Eu só o afastava quando eu achava que ele estava me assediando em situações arriscadas, que Melissa pudesse descobrir. Rafael também ficava exibindo seu pau duro para mim, para me provocar, muitas vezes na frente de Edu, que ria e achava aquilo tudo muito excitante e divertido.

Edu, que não era bobo, também aproveitava para sarrar o meu bumbum, brincar com as minhas tetinhas e me fazer segurar o seu pau.

Com o retorno dos pais de Edu e Melissa, ela voltou para o seu quarto e Rafa foi obrigado a se hospedar no quarto de Edu, junto conosco, a fim de manter as aparências com relação a Melissa. Isso nos possibilitou alguns momentos de privacidade, que nós aproveitamos para dar algumas fodas rapidinhas e com a maior discrição, para não alertarmos nem Melissa e nem os seus pais.

Quando estávamos sozinhos no quarto, eu ficava sempre peladinho, pronto para levar pica na hora que eles quisessem. Era só eles me empurrarem para a cama que, de bruços ou de frango assado, eu abria o meu buraquinho guloso para eles penetrarem. Sempre com uma toalha por baixo para não sujar o lençol, eu me posicionava na cama do jeito que eles queriam e levava rola até eles gozarem dentro de mim.

— Abre bem esse cu, putinha! Vou torar nele!

Rapidamente me adaptei àquela situação, permitindo que os rapazes me usassem ao seu bel prazer sempre que tinham vontade, e me deleitava com a sensação de ter o meu canalzinho preenchido de gozo até minhas entranhas, virando um depósito de porra para Edu e Rafa.

Na manhã seguinte, uma amiga de Melissa, a Rayane, veio para aproveitar a piscina. Ela era uma menina muito mais exuberante que Melissa: alta, loira, lábios carnudos, seios fartos, rabão descomunal, pernas longas e grossas, um mulherão de fazer inveja. Ela já chegou trajando um biquíni indecente e escandaloso por baixo do shortinho e blusinha: preto, minúsculo, com um top que revelava um decote generoso e a parte de baixo modelo asa delta, com o cós bem alto, e a parte traseira toda socada no meio de sua bunda avantajada. Até eu fiquei um pouco balançado com a visão daquela fêmea que exalava sensualidade.

Melissa me conduz até seu quarto, para escolhermos um par de biquínis, um para ela e outro para mim. Como os pais dela saíam muito ou estavam sempre ocupados pela casa, e os rapazes já tinham me visto de lingerie, ela achou que não teria problema eu ir tomar sol de biquíni com ela e Rayane.

Ele seleciona para si um conjuntinho cor de rosa, combinando bem com seus cabelos castanho claros e seu jeito meigo. Para mim, ela separa um biquíni todo branquinho, cujo top deixa bem marcadinhos os meus mamilos rijos, que se sobressaem mesmo sob o forro interno da peça.

Vamos as três, Melissa, Rayane e eu, até a beira da piscina. Estendemos cangas sobre o chão e nos deitamos para pegar um bronze. Enquanto isso, Edu e Rafa nadam e brincam na piscina. Eles nos observam cobiçosamente, com seus olhares de lobos famintos, mas nada podem fazer, tendo que controlar seus impulsos, uma vez que tudo o que se passara entre nós tinha que permanecer no mais absoluto sigilo.

— Fiu fiu! Que trio é esse hein?!

Edu, é claro, ficava me espreitando, dado o nosso histórico de fodas, mas também prestava bastante atenção em Rayane, cujas curvas generosas eram impossíveis de ignorar. Já Rafa, coitado, não conseguia se decidir qual de nós ele mais cobiçava: tinha Melissa, é claro, por ser sua namorada, a Rayane, que com sua exuberância não passava despercebida por nenhum macho, e eu, que, modéstia à parte, estava linda e provocante no meu biquininho.

Ficamos nos bronzeando por horas, nos deleitando com os raios de sol e com os olhares indiscretos dos rapazes, até que, no meio da tarde, Rafa saiu para ir jogar bola na praia com os amigos.

Sabendo que ele devia ficar no futebol até de noite, Rayane convidou Melissa e eu para uma festa à fantasia numa boate com entrada grátis e bebida liberada para mulheres. A cidade já estava em clima de pré-carnaval e essas festinhas estavam acontecendo quase todas as noites.

Primeiro foi a vez de Melissa improvisar uma fantasia com o que ela tinha em seu guarda-roupa.

Ela decidiu que iria vestida de enfermeira sexy e compôs o seu modelito com um shortinho branco de lycra mínimo, que deixava à mostra as poupinhas do seu bumbum (tendo que usar por baixo uma tanguinha branca, de cós baixo para não sobressair muito), um top de academia branco, que elas adaptaram colando uma cruz feita de fita adesiva vermelha em um dos seios, para reforçar a temática, meias sete oitavos de renda brancas e um par de salto alto branco. Ela pôs uma máscara branca, da época da pandemia, prendeu os cabelos em um coque justo e voilà, estava tal e qual uma enfermeira safadinha!

Em seguida foi a vez de Rayane. Ela decidiu se fantasiar de diabinha. A peça principal do seu figurino era um maiô vermelho que ela pegou emprestado de Melissa. Como o porte físico das duas era muito diferente, aquele maiô ficou totalmente obsceno no corpo voluptuoso de Rayane! Na parte de cima, seus seios fartos ficavam tão esmagados que ameaçavam escapulir pelas laterais. Já na parte debaixo, o gancho da peça ficava quase cravado entre os grandes lábios de sua buceta, fazendo com que ela constantemente tivesse que ajustar para não pagar pepeca. Isso sem contar o fato de que seu clitóris ficava protuberante por baixo do tecido. Quanto à parte de trás, suas costas ficavam quase todas desnudas, reveladas pela cava profunda do maiô, e a sua bunda ficava toda exposta, com suas nádegas carnudas engolindo quase todo o tecido, deixando somente um pequeno triângulo no alto da sua raba. Ela complementou a fantasia com um par de meias sete oitavos vermelhas modelo arrastão e um par de salto alto vermelho. O último adereço, para finalizar com chave de ouro, foi uma tiara vermelha de chifrinhos, que Melissa tinha guardada de outros carnavais.

— Amiga! Você tá quase pelada …, comentou Melissa.

Após darem os últimos retoques em suas fantasias improvisadas e se maquiarem, Melissa e Rayane voltaram suas atenções para mim. Melissa sugeriu me fantasiar de lolita. Rayane ficou entusiasmada com a ideia. Melissa separou e depositou em cima da cama as mesmas peças que me fizera experimentar antes. Eu me vesti na frente delas e Rayane gostou do que viu, mas propôs algumas alterações para apimentar ainda mais o meu visual. Ela pediu para Melissa substituir a minha tanga por uma calcinha fio dental e, ao invés da blusinha de cerejinhas, me fizeram vestir um topzinho branco tomara-que-caia, me deixando de barriguinha fora e expondo, no alto, as leves marquinhas de sol em minha pele rosada, deixadas pelas alças do biquíni na nossa sessão de bronzeamento. Para completar o meu figurino, Melissa me emprestou um par de óculos com armação e lentes cor de rosa, em forma de coração, colocaram algumas presilhas no meu cabelo e passaram gloss nos meus lábios.

Ao me ver toda montadinha, Rayane previu:

— Essa ninfeta vai fazer sucesso na balada hein?!

Quando nós saímos para a festa, somente Edu estava na casa, e ele pôde nos ver totalmente putinhas, vestindo nossas fantasias escandalosas, enquanto esperávamos o Uber.

Chegando na boate, os barman começaram a nos servir drinks de graça, mesmo sendo óbvio que eu era um rapaz vestido de menina. Como eles eram muito mente aberta no local, me trataram como uma menininha e me ofereceram os mesmos benefícios que eram concedidos às mulheres.

Comecei bebendo um aperol spritz, que logo me subiu à cabeça e, totalmente desinibido, fui dançar junto com Melissa e Rayane. Não demorou muito para um cara me abordar, se aproximando para dançar comigo e, muito safadinho, começou a tocar o meu corpo. Levado pelo embalo da música e pela excitação do seu toque, quando dei por mim já estava deixando ele me beijar na boca enquanto apalpava a minha bundinha por baixo da minha saia.

Permito que aquele macho me beije e me toque livremente por não sei quanto tempo, já sem noção por causa do álcool, quando sinto outro rapaz se aproximar de mim por trás, me abraçar e me encoxar, ao mesmo tempo que suas mãos acariciam as minhas tetinhas.

Já altinho com o efeito da bebida, volto para a pista e começo dançar novamente, quando sou abordado por outros dois caras ao mesmo tempo. Eles me cercam e começam a falar comigo, se aproximando bem juntinho para eu poder ouvir mesmo com o volume alto da música. Eles se apresentam, mas eu não consigo escutar os nomes deles, dizem que são amigos e que se interessaram em mim. Eles perguntam o meu nome, ao que eu simplesmente respondo:

— Gabi …

Apesar de intrigado com a atenção daqueles homens, eu me desvencilho deles e vou até o bar para pegar mais um drink. Passando pela multidão, vejo que Rayane está aproveitando a festa tanto quanto eu, beijando um carinha na sua frente enquanto deixa outro encoxá-la por trás. A única diferença era que, como ela era bem mais safadinha e estava vestindo muito menos roupa, o cara da frente já tinha puxado um dos seus seios para fora do maiô e ficava se alternando entre chupá-lo e beijar a boca de Rayane. Enquanto isso, o cara de trás, além de encoxar a sua raba descomunal, também estava massageando a sua buceta, atiçando o seu grelinho com os dedos.

Retornando em direção aos dois machos que eu havia deixado na espera, passo por Melissa, e vejo que ela está traindo Rafa, se pegando com um carinha aleatório e, entre beijos e amassos, ela o deixa enfiar a mão por dentro de seu shortinho e dedilhar a sua buceta.

Volto para os dois rapazes, que, de tão ansiosos pelo meu retorno, já se aproximam de mim puxando o meu topzinho para baixo, revelando meus “seios” e caem de boca a mamar meus biquinhos duros. Enquanto eles chupam meus peitinhos, bebo meu novo drink todo de uma vez e simplesmente largo o copo plástico no chão.

Um deles se aproxima para sussurrar uma proposta indecente no meu ouvido: eles querem que eu saia da festa com eles e os siga até o beco atrás das boate. Totalmente bêbado e dominado pelo tesão, eu decido aceitar a sugestão, afinal, só se vive uma vez. Ajusto meu top e logo me vejo passando por toda a multidão, acompanhado daqueles dois desconhecidos, em direção à saída.

A sós com eles no beco escuro, retomamos os beijos e carícias, mas as coisas escalam muito mais rápido que dentro da boate. Um deles volta a abaixar o meu tomara-que-caia, revelando os meus peitinhos, ao mesmo tempo que o outro suspende a minha saia e arria o meu fio dental, que fica retido na altura dos meus joelhos. Os dois botam os paus para fora e num piscar de olhos, já estou curvado para frente, mamando um deles, enquanto o outro encapa a rola, cospe no meu cuzinho e começa a me penetrar.

— Que delícia de putinha!

Transamos ali mesmo no beco, sem nenhum pudor. Enquanto um deles soca a pica no meu rabo, o outro me faz chupar o seu membro. Depois de gozar (dentro da camisinha), o cara que estava me enrabando remove o pau de dentro do meu canalzinho e aí é a vez do outro lançar mão de seu próprio preservativo e botar o pau em mim.

— Aiin, vai! Me come gostoso …

Enquanto ele fode o meu cu, meu pintinho balança livre e freneticamente, e eu gozo quase que simultaneamente com o segundo cara, que chega ao orgasmo com bombadas fortes e profundas dentro do meu reto.

Quando eles terminam de me usar, se despedem de mim, cada um com um simples selinho nos meus lábios, e me deixam sozinho no beco, seminu e com as pernas trêmulas de tanta excitação e adrenalina. Eu ajusto as minhas roupas, suspendendo tanto a minha calcinha quanto o meu topzinho, e em dirijo de volta à boate, para reencontrar minhas amigas.

Deparo-me com Rayane bebendo seu drink sozinha num canto; o que quer que ela tivesse feito, ela já tinha terminado e estava esperando para ir embora. No que aproximo, logo de cara, ela nota uma gota de esperma no canto da minha boca, que eu não havia percebido. Ela recolhe o pingo de sêmen do meu rosto com o seu dedo e o lambe! Na sequência, vamos em busca de Melissa.

A encontramos se pegando com um cara diferente do primeiro. Eles se beijam e ela permite que ele explore todo o seu corpo com as mãos, inclusive apalpando sua bunda e, em seguida, introduzindo um dedo em sua buceta por baixo, puxando os ganchos de seu shortinho e de sua tanguinha para o lado. Ele tenta colocar os seios dela para fora, sem sucesso, visto que ela está vestindo um top de academia reforçado, e então se limita a ficar lambendo e chupando o topo do seu decote.

Interrompemos a pegação da nossa amiga e a convidamos para partir. O carinha dela fica decepcionado em não ter conseguido ir além, mas Melissa nos segue satisfeita.

Chamamos o Uber e, já dentro do carro, começamos a trocar confidências. Melissa conta que ficara só com aqueles dois caras que tínhamos visto, e que tinha gozado várias vezes só levando dedada na pepeca. Rayane, por sua vez, revelou que havia ficado com oito rapazes! Que tinha deixado todos eles chuparem seus seios, dedarem sua buceta, apalparem e sarrarem sua bunda e que, finalmente, tinha ido ao banheiro com um deles e pagado boquete.

Quando foi a minha vez de relatar minhas aventuras, fiquei com vergonha, só revelei parte da verdade: apenas disse que tinha ficado com quatro caras. Rayane, olhando para mim, bem safadinha, sabia que eu estava escondendo o jogo, visto que antes havia flagrado uma gota de porra no meu rosto, mas não falou nada para Melissa.

O Uber faz uma parada no caminho para deixar Rayane e depois segue só comigo e Melissa. Ela me faz prometer segredo:

— Boca fechada, viu? O Rafael não pode saber de nada.

Chegando em casa, dou uma passadinha rápida no banheiro para lavar o rosto e me encaminho para o quarto. Deparo-me com Edu e Rafa, que são surpreendidos com a minha entrada e vão à loucura ao me verem fantasiado de lolita. Os dois me cercam, me enchendo de perguntas sobre a festa, querendo que eu conte cada detalhe, ao mesmo tempo que me assediam, com suas mãos percorrendo todo o meu corpo, apalpando a minha bundinha, acariciando os meus “seios” e me despindo.

Fico com receio de revelar todos os detalhes, e acabo só dizendo meias verdades. Falo que eu havia beijado dois caras, que Rayane tinha ficado com alguns, mas sem revelar quantos, e, quanto a Melissa, minto para eles, ocultando a sua traição. Digo que ela só ficou dançando a festa inteira, sem pegar ninguém.

Já seminu, com o meu topzinho tomara-que-caia arriado e a minha calcinha no chão, Edu fala que quer me comer. Rafa está com o pau duraço, mas sai, dizendo que vai procurar Melissa para transar.

Edu me coloca de quatro em sua cama, suspende ainda mais a minha sainha e começa a me penetrar. Ele parece estar com o tesão ainda mais exacerbado pelas as minhas roupinhas, ou talvez por saber que eu fiquei com outros caras, e assim ele me possui de forma avassaladora.

Depois de comer o meu cu de quatro, ele me coloca de franguinho assado na cama e passa a me foder nessa posição, ao mesmo tempo que belisca os meus mamilos. Logo em seguida ele sobe na cama e se curva mais sobre o meu corpo, transformando a posição de frango assado praticamente num papai-mamãe. Ele aproxima o seu rosto do meu e beija a minha boca pela primeira vez! Nós continuamos transando assim, ele com estocadas lentas e profundas no meu canal retal, e eu piscando o meu cuzinho, contraindo meus músculos anais ao redor do seu membro grosso.

— Vai Edu, quero ser sua fêmea!

Durante todo o coito, continuamos a nos beijar, nossas línguas se encontrando num beijo molhado e sensual, fazendo amorzinho de modo bem sensual e carinhoso. De repente sinto o meu reto ser inundado por jatos de sêmen quente. Edu introduz seu pau ainda mais fundo dentro de mim, para terminar de gozar com o seu membro socado até o talo no meu buraquinho. Eu cruzo as minhas pernas por trás de seu quadril, trazendo-o ainda mais perto, como que impedindo que ele saísse de dentro de mim. Continuamos nos beijando por vários minutos, com a rola de Edu fincada até o fundo do meu canalzinho, enquanto pisco o meu cu alucinadamente. Só deixo que ele saia de dentro de minhas entranhas muito tempo depois, quando sua rola amolece.

Levantamo-nos da cama juntos e, percebendo uma movimentação suspeita pela janela, resolvemos espiar. Qual a nossa surpresa ao nos depararmos com Rafa e Melissa se pegando no gramado do quintal, que ficava no lado da terreno oposto à piscina e ao quarto dos pais dela. Melissa despe o seu top enquanto Rafa abaixa o shortinho dela. Ele se posiciona por trás, ela empina a bunda e puxa a sua tanguinha para o lado. Edu introduz o pau na buceta de Melissa e eles fodem de pé mesmo, ali no quintal.

Eles percebem que Edu e eu estamos olhando, mas estão com tesão demais para se importar. Rafa come a pepeca de Melissa e no final tira de dentro para gozar em sua bunda.

Edu e eu saímos da janela. Rafa volta para o nosso quarto, com o pau ainda meia-bomba fazendo volume dentro da sunga, e me encontra só de calcinha, mexendo no pau de Edu.

Os dois ficam chupando os meus “seios” casualmente enquanto conversam, Rafa sobre a sua transa com Melissa e Edu sobre sua transa comigo (mas sem revelar os detalhes mais românticos do nosso ato).

Por fim, os dois se cansam e decidem dar uma trégua para as minhas tetinhas, já um pouco ardidas de tantas linguadas e sugadas que elas levaram ao longo daquela noite, ficando marcadinhas de chupões.

Depois que Melissa toma seu banho, Rafa, Edu e eu nos revezamos no banheiro para nos lavarmos do cheiro e dos fluidos de sexo.

Rafa volta para o quarto e se deita num dos colchonetes estendidos no chão. O outro colchonete fica desocupado, porque eu, ainda vestido só de calcinha fio dental, vou deitar-me de conchinha com Edu. Antes de adormecer, repasso na minha mente todo o ocorrido nos últimos dias e principalmente todos os segredos que tenho que guardar: minhas transas com Rafa, as traições de Melissa, minha foda com dois desconhecidos na festa e, por fim, o amorzinho gostosinho e romântico que eu tinha feito com Edu. Como eu ia dar conta de manter tudo aquilo em sigilo?!

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