Meus 3 Enteados Capítulo 15 Rodrigo

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 709 palavras
Data: 18/04/2026 19:43:47

Depois de Eduardo, o mais sádico, vinha Rodrigo — o do meio, o mais quieto e analítico. Ele não era o mais agressivo fisicamente, mas tinha um jeito frio e preciso de me humilhar que me deixava completamente molhada e submissa.

Rodrigo gostava mais de boquete do que de sexo propriamente dito. Para ele, foder minha boceta ou meu cu era apenas um complemento. O que realmente o excitava era a minha boca. Especificamente, garganta profunda e facefuck intenso.

Quando ele me chamava, quase sempre era com uma mensagem curta e direta:

“Quarto. Agora.”

Eu entrava e ele já estava sentado na cadeira do computador ou na beira da cama, pernas abertas, pau duro para fora. Não precisava falar muito. Eu já sabia o que fazer: ajoelhava entre as pernas dele e começava.

Rodrigo adorava garganta profunda. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos, dedos entrelaçados no meu cabelo, e empurrava meu rosto contra o pau até meu nariz encostar na barriga dele. Mantinha ali, sentindo minha garganta apertar e engasgar ao redor dele. Eu babava muito — saliva grossa escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, pingando nos meus seios. Quanto mais eu babava, mais ele gostava.

— Isso… baba tudo pra mim — murmurava ele, voz baixa e controlada. — Quero ver essa boca de vadia toda melada.

Depois vinha o facefuck de verdade.

Ele se levantava, segurava minha cabeça firme e começava a foder meu rosto com estocadas longas e profundas. Saía quase todo e enfiava até o fundo, repetidamente. Meu rosto ficava vermelho, lágrimas escorriam, saliva escorria em fios grossos. Ele adorava pegar toda aquela saliva com a mão e espalhar no meu rosto, como se eu fosse uma atriz pornô sendo degradada.

— Olha só pra você… toda babada, toda destruída. Parece uma puta de filme.

Ele passava a saliva pelos meus olhos, bochechas, testa, até meu rosto inteiro ficar brilhando e grudento. Depois voltava a foder minha garganta, mais forte, mais fundo, até eu engasgar e tossir saliva.

De todos os três, Rodrigo foi o que mais gostou de continuar mijando em mim. Para ele, isso virou quase um ritual obrigatório.

Depois de me foder a boca até eu estar completamente babada e sem ar, ele muitas vezes segurava meu queixo, olhava nos meus olhos e dizia:

— Abre a boca. Hoje você vai beber.

Ele mirava direto na minha boca aberta e mijava devagar, controlando o jato. O mijo quente enchia minha boca. Ele mandava eu engolir enquanto ele ainda mijava.

— Engole. Como se fosse água. Não deixa cair.

Às vezes, quando estava com mais vontade de humilhar, ele mandava eu pegar um copo de vidro no banheiro dele. Colocava o copo na minha boca e mijava dentro até encher quase metade. Depois me entregava como se fosse um copo de água normal.

— Bebe tudo. Devagar. Quero ver você tomando meu mijo como uma boa vadia.

Eu bebia, sentindo o gosto forte e salgado descer pela garganta. Se eu deixasse escapar uma gota que fosse, ou se tossisse e derramasse no chão, Rodrigo ficava visivelmente irritado — era a única coisa que realmente o incomodava.

— Olha o que você fez, porra. Lambe tudo do chão. Agora.

Ele me fazia ficar de quatro e lamber o mijo derramado do piso do quarto dele, enquanto ele sentava e assistia, pau ainda duro na mão. Se eu demorasse ou deixasse alguma mancha, ele puxava meu cabelo e cuspia na minha cara antes de continuar o facefuck.

Rodrigo era o mais silencioso dos três, mas também o mais preciso na humilhação. Ele não precisava de tapas fortes nem socos. Bastava o controle frio da minha boca, a saliva espalhada no meu rosto como uma máscara pornográfica, e a ordem calma para eu beber seu mijo direto da fonte ou do copo.

Quando terminava, ele geralmente me deixava ali, de joelhos, rosto brilhando de saliva e mijo, voz rouca de tanto engasgar.

— Boa garota. Pode subir. Amanhã eu te chamo de novo.

De todos, Rodrigo foi o que mais manteve o hábito de me usar só para boquete e mijo, mesmo depois que os três já me fodiam juntos regularmente. Para ele, minha boca era o buraco principal. O resto era apenas bônus.

E eu… eu aprendia a amar cada segundo daquela humilhação silenciosa e precisa.

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Comentários

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A degradação vai se tornando cada vez pior. Estou muito curioso para saber como isso vai terminar. Tudo tem um fim, como tudo na vida. O que será que o futuro nos reserva para nossa querida Fernanda?

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