Depois de Eduardo, o mais sádico, vinha Rodrigo — o do meio, o mais quieto e analítico. Ele não era o mais agressivo fisicamente, mas tinha um jeito frio e preciso de me humilhar que me deixava completamente molhada e submissa.
Rodrigo gostava mais de boquete do que de sexo propriamente dito. Para ele, foder minha boceta ou meu cu era apenas um complemento. O que realmente o excitava era a minha boca. Especificamente, garganta profunda e facefuck intenso.
Quando ele me chamava, quase sempre era com uma mensagem curta e direta:
“Quarto. Agora.”
Eu entrava e ele já estava sentado na cadeira do computador ou na beira da cama, pernas abertas, pau duro para fora. Não precisava falar muito. Eu já sabia o que fazer: ajoelhava entre as pernas dele e começava.
Rodrigo adorava garganta profunda. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos, dedos entrelaçados no meu cabelo, e empurrava meu rosto contra o pau até meu nariz encostar na barriga dele. Mantinha ali, sentindo minha garganta apertar e engasgar ao redor dele. Eu babava muito — saliva grossa escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, pingando nos meus seios. Quanto mais eu babava, mais ele gostava.
— Isso… baba tudo pra mim — murmurava ele, voz baixa e controlada. — Quero ver essa boca de vadia toda melada.
Depois vinha o facefuck de verdade.
Ele se levantava, segurava minha cabeça firme e começava a foder meu rosto com estocadas longas e profundas. Saía quase todo e enfiava até o fundo, repetidamente. Meu rosto ficava vermelho, lágrimas escorriam, saliva escorria em fios grossos. Ele adorava pegar toda aquela saliva com a mão e espalhar no meu rosto, como se eu fosse uma atriz pornô sendo degradada.
— Olha só pra você… toda babada, toda destruída. Parece uma puta de filme.
Ele passava a saliva pelos meus olhos, bochechas, testa, até meu rosto inteiro ficar brilhando e grudento. Depois voltava a foder minha garganta, mais forte, mais fundo, até eu engasgar e tossir saliva.
De todos os três, Rodrigo foi o que mais gostou de continuar mijando em mim. Para ele, isso virou quase um ritual obrigatório.
Depois de me foder a boca até eu estar completamente babada e sem ar, ele muitas vezes segurava meu queixo, olhava nos meus olhos e dizia:
— Abre a boca. Hoje você vai beber.
Ele mirava direto na minha boca aberta e mijava devagar, controlando o jato. O mijo quente enchia minha boca. Ele mandava eu engolir enquanto ele ainda mijava.
— Engole. Como se fosse água. Não deixa cair.
Às vezes, quando estava com mais vontade de humilhar, ele mandava eu pegar um copo de vidro no banheiro dele. Colocava o copo na minha boca e mijava dentro até encher quase metade. Depois me entregava como se fosse um copo de água normal.
— Bebe tudo. Devagar. Quero ver você tomando meu mijo como uma boa vadia.
Eu bebia, sentindo o gosto forte e salgado descer pela garganta. Se eu deixasse escapar uma gota que fosse, ou se tossisse e derramasse no chão, Rodrigo ficava visivelmente irritado — era a única coisa que realmente o incomodava.
— Olha o que você fez, porra. Lambe tudo do chão. Agora.
Ele me fazia ficar de quatro e lamber o mijo derramado do piso do quarto dele, enquanto ele sentava e assistia, pau ainda duro na mão. Se eu demorasse ou deixasse alguma mancha, ele puxava meu cabelo e cuspia na minha cara antes de continuar o facefuck.
Rodrigo era o mais silencioso dos três, mas também o mais preciso na humilhação. Ele não precisava de tapas fortes nem socos. Bastava o controle frio da minha boca, a saliva espalhada no meu rosto como uma máscara pornográfica, e a ordem calma para eu beber seu mijo direto da fonte ou do copo.
Quando terminava, ele geralmente me deixava ali, de joelhos, rosto brilhando de saliva e mijo, voz rouca de tanto engasgar.
— Boa garota. Pode subir. Amanhã eu te chamo de novo.
De todos, Rodrigo foi o que mais manteve o hábito de me usar só para boquete e mijo, mesmo depois que os três já me fodiam juntos regularmente. Para ele, minha boca era o buraco principal. O resto era apenas bônus.
E eu… eu aprendia a amar cada segundo daquela humilhação silenciosa e precisa.