Dois dias depois da noite do banho coletivo de mijo, os três decidiram elevar o nível.
Ricardo tinha viajado novamente e só voltaria na segunda-feira. A casa era completamente nossa. Carlos, Rodrigo e Eduardo passaram a tarde bebendo cerveja e conversando baixo na sala. Eu sentia o clima pesado — eles estavam planejando algo maior.
Por volta das oito da noite, Carlos me mandou uma mensagem:
“Desce pelada. Sala de TV. Agora.”
Quando cheguei, os três estavam sentados no sofá grande, já bem bêbados. Havia várias latas vazias e uma garrafa de vodka pela metade. A luz da TV estava desligada. Apenas o abajur da sala iluminava o ambiente.
Carlos foi direto:
— Ajoelha no meio da sala. Mãos atrás das costas. Boca aberta.
Eu obedeci. Ajoelhei nua no tapete, joelhos bem afastados, mãos cruzadas nas costas, boca escancarada.
— Hoje vai ser diferente — disse Carlos, voz rouca de álcool e tesão. — Você vai ser nosso urinol particular a noite inteira. E vai engolir tudo que conseguir. Se derramar muito, vai lamber do chão.
Rodrigo riu e completou:
— E depois vamos te foder até você não aguentar mais. Mas primeiro… o banheiro.
Eduardo, o mais bêbado e o mais sádico quando bebia, se levantou primeiro. Ele parou bem na minha frente, segurou o pau e mirou direto na minha boca aberta.
— Abre mais, madrasta. Hoje eu quero ver você engolir o máximo possível.
O jato saiu forte, quente e amarelo. Acertou o fundo da minha garganta. Eu engoli desesperadamente, tossindo e engasgando. Parte do mijo escorreu pelos cantos da boca, molhando meus seios e pingando no tapete. Eduardo segurou meu cabelo com uma mão e continuou mijando.
— Isso… engole o mijo do seu enteado caçula. Você é nojenta mesmo, hein? Olha como você tá engolindo tudo.
Quando ele terminou, Carlos tomou o lugar. Ele mirou primeiro no meu rosto, molhando meus olhos, nariz e cabelo, depois desceu para a boca.
— Toma. Bebe o mijo do seu dono. Enquanto a Júlia tá em casa dela toda limpinha, você tá aqui virando privada dos três. Diz pra gente o que você é.
Eu engoli o que consegui e respondi, voz rouca e molhada:
— Eu sou… a vadia suja da casa… a privada de vocês…
Rodrigo foi o terceiro. Ele mijou devagar, controlando o jato, fazendo questão de molhar meus seios, minha barriga e depois encher minha boca novamente.
— Engole tudo. Não deixa cair. Se cair, você lambe.
Eu tentei. Engoli várias vezes seguidas, mas era demais. Um filete grosso escorreu pelo meu queixo e caiu no tapete. Carlos imediatamente mandou:
— Lambe. Agora.
Eu me abaixei, ainda de joelhos, e lambi o mijo do chão enquanto os três riam e faziam comentários humilhantes.
— Olha ela… lambendo mijo como uma cachorra — disse Eduardo.
— A Júlia nunca faria isso. Nunca. Ela é uma princesa. Você é o lixo da casa — completou Carlos.
Depois do banho coletivo, eles me fizeram ficar de quatro no meio da sala, ainda encharcada de mijo. O cheiro forte dominava tudo.
Carlos foi o primeiro a me foder. Enfiou no meu cu sem qualquer preparação, só com o mijo que escorria como lubrificante. Metia com força, puxando meu cabelo.
Rodrigo se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava com gosto de mijo na língua.
Eduardo ficou ao lado, torcendo meus mamilos com força e dando tapas no meu rosto.
— Olha pra mim enquanto leva no cu — ordenou ele. — Você gosta disso, né? De ser tratada pior que uma puta de rua.
Eles me usaram por mais de uma hora, trocando de posição constantemente. Um no cu, outro na boceta, outro na boca. Tapas fortes, cuspe na cara, socos leves nas costelas. Eu gozava sem parar, o corpo tremendo, a voz rouca de tanto gemer e engolir.
No final, eles me colocaram de joelhos novamente.
— Abre a boca e fica com a língua pra fora — mandou Carlos.
Os três se masturbaram em cima de mim e gozaram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos de porra acertaram meu rosto já molhado de mijo, misturando-se ao líquido amarelo. Porra escorria pelos meus olhos, boca, cabelo. Eles espalharam com os paus, me lambuzando inteira.
Carlos segurou meu queixo com força e falou bem perto do meu rosto destruído:
— Olha o estado que você tá… toda mijada, toda gozada, fedendo a mijo e porra. Isso é o que você merece. Enquanto a Júlia dorme cheirosinha na cama dela, você vai dormir assim hoje. Sem tomar banho. Entendeu?
Eu assenti, voz quase sumindo:
— Entendi…
Eles me deixaram ali, no meio da sala, nua, encharcada, fedendo, por quase meia hora. Só depois mandaram eu subir para o quarto, mas proibiram que eu tomasse banho até o dia seguinte.
Deitada na cama king size, sozinha, o corpo grudento e cheirando forte, eu sentia o ciúme, a humilhação e o tesão latejando juntos.
Eu era a vadia mais suja da casa.
A privada particular dos meus três enteados.
E, por mais degradante que fosse… eu não queria que isso acabasse nunca.