O que vou narrar aconteceu comigo há alguns anos, quando eu tinha 24 anos. Naquela época, o tédio me levava ao Bate-Papo UOL. Entre uma conversa e outra, conheci uma garota que me chamou a atenção; ela estava em casa com um primo e me convidou para ir até lá.
Ao chegar, a tensão já estava no ar. A prima era linda, mas logo se retirou para o quarto com a desculpa de uma ligação, me deixando a sós com o primo. Ele era moreno claro, 18 anos corpo atlético, cerca de 1,70 m e tinha um olhar que entregava segundas intenções.
Sentamos no sofá, o silêncio sendo quebrado apenas pelo som da TV ao fundo. Ele pegou o celular e começou a me mostrar fotos da prima chupando ele. Senti o sangue ferver e meu pau deu um solavanco imediato sob o jeans. Ele percebeu na hora.
— Já está ficando animado, né? — ele sussurrou, aproximando-se.
— Sua prima é um absurdo de gostosa — respondi, tentando manter a calma enquanto ele deslizava a mão pela minha coxa.
— Ela mandou dizer que só rola algo com ela se você deixar eu te chupar primeiro.
O choque da proposta me travou. Eu nunca tinha estado com um homem, mas o toque dele era firme e experiente.
— Não sei se consigo... — comecei a dizer, mas ele me interrompeu com um sorriso malicioso.
— Se você não gostar, eu paro agora mesmo. Mas duvido que vá querer que eu pare.
Sem esperar resposta, ele fechou a mão sobre o volume na minha bermuda. Meu pau estava tão duro que chegava a latejar. A confusão mental entre o receio e o puro prazer físico me deixou imóvel. Ele começou a acariciar por cima do tecido, sentindo o volume da minha ereção, enquanto seus dedos habilidosos abriam o botão da minha bermuda.
Quando ele baixou o zíper, meu pau pulou para fora, pulsando. Ele se ajoelhou entre minhas pernas, ficando no nível exato do meu pau. Suas mãos desceram minha cueca devagar, expondo tudo. ele passou a ponta da língua por toda a extensão, desde a base até a cabeça, me fazendo arquear as costas no sofá.
— Caralho... — deixei escapar, perdendo o controle.
Ele então envolveu a cabeça do meu pau com os lábios quentes e, de uma vez só, o engoliu até o fundo da garganta. A sensação que fazia era algo que eu nunca tinha sentido com mulher nenhuma. Ele trabalhava com voracidade, usando a língua para massagear enquanto a garganta apertava cada centímetro que entrava.
O ritmo acelerou. Eu segurei o cabelo dele, guiando o movimento. A cada estocada, ele ia mais fundo, fazendo sons de engasgo que só me deixavam mais excitado. O prazer era tão intenso que eu sentia quase me fez gozar rápido.
— Tá gostando, né, safado? — ele perguntou com a voz rouca, sem tirar os olhos dos meus, antes de voltar a mergulhar a boca em mim.
Eu não aguentava mais. A pressão na base do meu pau estava prestes a explodir. Segurei a cabeça dele com força, forçando um vai e vem frenético. Senti o espasmo subindo e, em um urro, descarreguei tudo. Foram jatos fortes e quentes que invadiram a garganta dele. Foi tanto esperma que ele se engasgou de verdade, e parte da minha porra acabou saindo pelo nariz dele enquanto ele tentava recuperar o fôlego.
Ficamos ali, ofegantes. Eu, em choque com a intensidade do que tinha acabado de viver; ele, limpando o rosto com um sorriso de satisfação. A prima? Naquela altura, eu nem lembrava que ela existia.
— Ela não vai sair do quarto tão cedo — ele disse, levantando-se.
— Não precisa — respondi, ainda tentando processar o prazer. — Essa recepção já valeu a noite toda.