Capítulo 8: Os Limites de Putty

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 1865 palavras
Data: 18/04/2026 13:02:59

Aviso: Este é o oitavo capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 7: A Meiguice da Pôia!

Depois de passarem a manhã inteira chupando, lambendo e fodendo Pôia até ela desfalecer de tanto prazer, Putty, Joan e Mary resolveram deixar a empregadinha descansar e limpar o quarto sem ser atrapalhada.

Antes de sair da casa, as três vestiram algo rápido pra não saírem peladas: Joan enfiou um vestido solto e curto, Mary pegou uma blusinha larga e uma saia, e Putty resolveu estrear o vestido de látex vermelho curtíssimo que tinha comprado na cidade — aquele que deixava as tetas e a buceta completamente de fora, com um buraco enorme atrás que expunha o cu inteiro.

As três saíram pro gramado em frente à casa, o Sol já estava alto, o ar quente e o cheiro de terra misturado com o fedor que ainda grudava nos corpos delas.

Putty, animada como sempre, pulava de um pé pro outro, o vestido de látex fazendo sons estranhos contra a pele:

— E aí, meninas? Quais os planos pra tarde? Foder algum animal de novo? Enterrar a cara no cu de alguma mulher na cidade? Subir num prédio alto pra mijar em carecas na rua?

Joan riu, passando a mão na barriga ainda melada de leite e merda:

— Hoje eu quero testar o que você consegue fazer de verdade, Putty. Nos últimos dias você demonstrou uma força e resistência acima do normal... além de uns feitos anatomicamente impossíveis, tipo enfiar um caralho de quase um metro inteiro no cu, ou vomitar e cagar muito mais do que caberia no teu corpo...

Mary completou, lambendo os dedos sujos:

— Vamos ver até onde você aguenta. Primeiro, queremos testar o quanto você consegue cagar e vomitar sem parar.

Putty piscou, confusa, mas já excitada:

— Tá... mas como vocês vão me fazer vomitar? Vão enfiar o dedo na minha garganta?

Joan deu um sorriso malicioso e, sem aviso, meteu um socão bem no meio da barriga de Putty.

O impacto foi seco, pesado... mas Putty nem se mexeu. O punho de Joan afundou um pouco na carne macia, mas o corpo da alienígena absorveu tudo como se fosse borracha grossa. Nem um gemido, nem um passo pra trás.

Joan arregalou os olhos, surpresa:

— Caralho... nem tremeu! Meu plano era te fazer vomitar com um porradão no estômago. Tô chocada... tu nem piscou!

Putty riu, esfregando a barriga:

— Foi gostoso, na verdade... senti um arrepiozinho bom... faz de novo? Quero ver se aguento dois!

Mary riu alto:

— Se não dá pra começar pelo vômito, vamos começar pelo cu! O quanto será que ela consegue cagar sem parar?

Putty gostou na hora, já retirando o vestido de látex pra expor o cu:

— Adorei a ideia! Vamos ver quanto eu consigo soltar antes de cansar. Quem sabe eu faço uma poça maior que aquelas do quarto?

Joan interrompeu, apontando o buraco enorme atrás da roupa:

— Tá tirando isso aí pra quê? Essa porra de roupa que tu comprou tem um buraco gigante atrás que deixa teu cu todo pra fora. Não precisa tirar nada!

Putty sorriu safada:

— Pensei num jeito mais divertido de testar meu rabo...

Ela subiu em uns caixotes de madeira empilhados ali perto, se acocorou na beirada, arreganhando o cu bem alto e abrindo as nádegas com suas mãos. E então, olhou pra Mary:

— Fica ali embaixo, de boca aberta.

Mary entendeu na hora. Ela retirou as roupas que estava usando e jogou no gramado, ficando completamente nua. Depois correu e se ajoelhou de boca escancarada bem embaixo do cu de Putty.

— Pronta... abre esse cu e manda ver! — disse Mary, com os olhos brilhando de tesão.

— Segura aí que vai descer um rio! — respondeu Putty, gemendo de antecipação.

Putty fez força. O cu piscou, abriu devagar, e uma pasta gelecosa marrom e fedida começou a escorrer pra fora, caindo direto na boca aberta de Mary.

Logo a quantidade aumentou: uma gosma pastosa contínua descendo sem parar da bunda de Putty, fazendo barulhos molhados e grossos.

Mary bebia o que conseguia, engolindo golfadas quentes, o excesso vazando pela cara, pescoço e peito, cobrindo ela inteira.

— Caralho... isso tá grosso... quente... continua, Putty... enche minha boca! — gemia Mary, com a voz gargarejante por causa da merda.

— Tá gostoso, né? Engole tudo... tem mais vindo aí... — respondia Putty, gemendo de prazer.

— Tô engolindo... tá descendo pela garganta... continua... quero mais... — gemia Mary, já com os olhos lacrimejando.

Joan se ajoelhou ao lado e começou a lamber a bosta escorrendo pelo corpo de Mary:

— Isso... caga mais, Putty... olha como ela tá engolindo tudo... continua! Tua merda tá tão quente na pele dela...

— Tô cagando sem parar... olha o volume saindo... quero ver até onde vai! — gemia Putty, rouca de tesão.

A cascata virou jatos mais potentes de diarreia, explodindo em pequenas soluçadas fortes, espalhando fezes pra todo lado.

— Porra... isso não acaba nunca... tô engolindo litros! — gemia Mary, com a boca cheia.

— Essa puta tem um intestino infinito... continua, Putty! Caga mais! Enche ela toda! — gritava Joan, lambendo o corpo de Mary, com a cara toda melada.

— Tá sentindo o gosto? Minha merda tá boa, né? — perguntava Putty, rindo entre gemidos.

— Tá ótima... quente... grossa... continua... não para... — respondia Mary, engolindo mais e mais.

A diarreia aumentava em jatos grossos e contínuos, fazendo a poça crescer rápido. Mary já tava quase nadando na merda, Joan lambendo tudo que escorria pelo corpo dela, as duas cobertas de pasta marrom quente.

Joan finalmente achou melhor terminar:

— Tá bom... aparentemente você pode expelir muito mais fluidos do que caberiam no teu corpo. Isso é loucura... mas é uma loucura deliciosa. Olha o tamanho dessa poça!

Mary, coberta de merda, estava ofegante, gorfando o excesso de diarreia pela boca enquanto falava:

— Agora vamos testar a elasticidade. Você aguentou um caralho de cavalo inteiro... vamos ver até onde estica.

Joan pegou uma mangueira grossa e ligou numa torneira ali perto. Enfiou a ponta no cu de Putty, que deu um gemido gostoso:

— Isso... ahh... enfia fundo...

Joan foi enfiando a mangueira mais pra dentro — um metro, dois metros, três metros inteiros, mais e mais, até uns cinco metros de mangueira sumirem dentro do cu de Putty.

Mary girou o registro até o fim. A mangueira começou a jorrar água forte dentro dela.

Putty caiu de quatro por causa do tesão, empinando a bunda:

— Tá enchendo... tá me enchendo toda... mais água... mais!

A água jorrava, enchendo o intestino. A barriga começou a inchar, devagar no começo, depois rápido. Ficou redonda, esticada, parecendo grávida de gêmeos, trigêmeos, quíntuplos...

Putty gemia alto:

— Ai... tá crescendo... tá ficando enorme... continua... não para!

Joan ria:

— Olha isso... tá virando uma bola... mais água, Mary! Vamos ver até onde aguenta!

Mary aumentava o fluxo:

— Tá linda assim com essa barrigona... será que vai explodir de tanta água?

Putty gemia:

— Ahhh... tá esticando tudo... tô sentindo a água subindo... mais... enche mais!

Quando a barriga ficou assustadoramente grande, quase estourando, a água começou a vazar pelos orifícios: cu, buceta, boca, até pelo umbigo saía um fino esguicho.

Putty rolava pelo gramado, com a mangueira ainda jorrando dentro do cu. Merda, mijo e vômito saindo com força por todos os lados.

— Porra... tá vazando por todo lado... tô gozando... tô gozando com isso! — gritava Putty.

Joan puxou a mangueira com força, tirando os vários metros de dentro do cu de uma vez só. Putty continuou jorrando por todos os lados, esvaziando devagar até voltar ao tamanho normal.

Mary riu, ainda lambuzada:

— Tá, isso pareceu até um episódio de Tom & Jerry para maiores.

Joan declarou, com os olhos brilhando:

— Agora vamos ao teste final, o mais extremo e bizarro de todos! Não sei nem como eu consegui pensar numa coisa maluca dessas...

Putty ficou curiosa e excitada, imaginando várias coisas bizarras:

— O que será dessa vez? Enfiar uma caminhonete no cu? Ser fodida por 10 cavalos ao mesmo tempo? Entulhar todas as galinhas da fazenda na minha buceta?

Joan chamou Mary e pediu que Putty ficasse de quatro novamente, empinando a bunda pro alto. Mary se aproximou e Putty fez o que foi pedido, tremendo de excitação.

Joan pediu:

— Mary, enfia o pé no cu dela.

Mary tirou o sapatinho todo cagado e enfiou o pé descalço no rabo de Putty.

Joan continuou:

— Vai enterrando mais e mais.

Mary meteu até o joelho. Putty gemia alto:

— Isso... entra mais... meu cu tá engolindo teu pé todo!

Joan então prosseguiu:

— Agora o outro pé também.

Putty olhou pra trás com os olhos arregalados:

— Tá brincando, né? Duas pernas inteiras? Meu cu vai virar um túnel!

Mary, meio hesitante, fez o que foi pedido. Incrivelmente, o cu de Putty se alargou pra engolir as duas pernas dela.

A cena era bizarramente ridícula: Putty de quatro, a bunda pro alto, com Mary enfiada dentro do cu até os joelhos, seus dois pés fazendo volume visível dentro da barriga de Putty.

Mary achou engraçado e começou a mexer os dedos dos pés dentro do intestino de Putty. Dava pra ver os dedinhos mexendo no volume da barriga.

— Ai... tô sentindo teus dedinhos mexendo lá dentro... tá me deixando louca... — gemia Putty.

Mary ria:

— Tá gostando? Olha como tua barriga tá engraçada... parece que tem minhocas passeando por dentro dela... vou mexer mais...

Joan começou a empurrar Mary mais pra dentro da bunda de Putty. A merda jorrava forte, tentando jogar ela pra fora.

Putty gritou:

— Mas que porra! Tu tá doida? Quer que eu engula ela toda com meu cu???

Joan não parou e continuou empurrando. Mary já estava até a cintura, as pernas fazendo volume pela barriga de Putty até quase o pescoço.

A merda jorrava como um gêiser, e então Putty começou a vomitar também, com a mesma intensidade com que estava cagando. Os orgasmos seguidos faziam o mijo escorrer pelas pernas. E Mary ali, quase se afogando na diarreia.

— Tá sentindo isso, Mary? Meu cu tá te engolindo... — gemia Putty.

— Tô sentindo... continua... empurra mais... quero ver até onde vai! — respondia Mary, eufórica.

De repente, o jato de bosta ficou tão forte que arremessou Mary pra fora do cu como um míssil. Joan caiu pra trás.

Putty desfaleceu no chão, sendo arrastada pelo gramado pela força dos jatos de merda que jorravam de seu cu. O vômito e mijo também saíam com força. Uma poça enorme se formava ao redor dela.

Finalmente, após algum tempo, os jatos foram diminuindo, até que pararam.

Putty estava esparramada numa poça de merda, vômito, mijo e gozo, convulsionando sem parar, os olhos brancos de tão revirados, a boca aberta com a língua toda pra fora. Os dedos dos pés completamente arreganhados devido aos espasmos. E o cu parecia um buraco-negro de tão aberto.

Pôia, que tinha terminado de limpar o quarto, se aproximou e viu aquela cena bizarra: Putty mergulhada em merda, com um cu grande o suficiente pra engolir uma bola de basquete, Joan caída logo ao lado, coberta de bosta da cabeça aos pés, e Mary enterrada de cabeça pra baixo num monte de feno ali perto.

Pôia parou, com o balde na mão, e falou seca:

— Nem fodendo que eu vou limpar isso aqui também...

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Brazo Japa a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários