Titio policial perdeu a mulher, e eu ganhei sua pistola dura no meu cu!

Um conto erótico de Contos de Daniel
Categoria: Gay
Contém 1753 palavras
Data: 02/04/2026 19:23:19
Última revisão: 02/04/2026 20:45:17
Assuntos: Desejo, Gay, Gozo, Sexo, Tio

Sou Luan e vou contar uma história que aconteceu quando meu tio Paulo estava literalmente na merda. Moro numa região nobre de Campo Grande, minha mãe é médica e quase não para em casa. Moramos somente eu e ela, mas voltando...

Como disse, tio Paulo era um 40tão sarado, um homão daqueles chucros, policial cheio de marra, alto, corpo definido. Quando tinha festa em família, eu pirava nele de cueca, e umas coxas... Jesussssssss! Mas estava mal, pois levou um pé na bunda da mulher e teve que pedir refúgio lá em casa.

Minha mãe me avisou para receber ele de boas e eu, claro, não curtia. Odiava ser babá de marmanjo. Aliás, odeio visitas, rsrs.

Mas, bem, fim de tarde, eu saindo do meu banho, de bermudão, regata e meus 1,60 de altura. Sou magro, cabelo castanho encaracolado, bunda parecendo uma tábua kkkkkkkkkkkk, mas, né, me considero interessante. Meu tio chegou, viatura e umas malas para guardar.

— Oi, Luan, vou ficar com vocês por uma semana, até resolver com a patroa — dizia ele, tentando se justificar enquanto arrastava as malas.

— Coloca no quarto de cima!

Eu dizia isso orientando ele, enquanto nossa diarista organizava a casa naquele dia. E, falando em dia, ele foi tranquilo. Meu tio mal chegou e já saiu. Eu fiquei na sala vendo série até que peguei no sono, acordando já de noite. Ouvia barulho, era meu tio só de toalha andando pela casa.

— Não quis te chamar, você estava capotado.

Minha visão, na hora, foi para aquele deus grego na minha frente. Foquei no par de coxas, grossas, duras. Nossa, meu cuzinho piscou na hora. Volume meia bomba em destaque. Claro que não deu para disfarçar e fiquei com receio de ele ter percebido.

— Vou tomar um banho e vou sair para beber, pode ficar despreocupado.

Enquanto ele retornava, eu ainda focava naquele meu tio desfilando gostosamente para mim. Na mesma hora, voltei a dormir.

Não demorei muito para acordar. Fui na cozinha estourar uma pipoca. Afinal, minha mãe já havia mandado mensagem que estaria de plantão e voltaria apenas amanhã.

Fiquei na sala comendo, que não vi passar a hora. Quando fui ver, no ponteiro já era mais de 1 da manhã, e vejo chegar meu tio novamente, porém dessa vez um pouco mais alegre. Ele estava animado, afinal havia tomado todas no bar.

Tentei carregar ele para o quarto, mas fui quase inútil. Afinal, o peso dele era quase impossível de aguentar. Ele sabia o que precisava e me pedia para levar ele para o banheiro. Tentando aos poucos, buscando chegar até o quarto, enfim chegamos até o banheiro. Ele prontamente, com aquele cheiro horrível de cachaça, foi retirando a roupa e ficando do jeito que veio ao mundo na minha frente.

Era uma cena de poucos segundos. Meu tio, ao mesmo tempo que cheirava a cachaça, ia tirando cada peça de roupa, me fazendo delirar, ao ponto de chegar a ver ele totalmente pelado, com aquele membro grosso ao extremo. Me desconcertava. Meu corpo começou a sentir choque e o desejo, o tesão pelo meu tio falava mais alto.

Na minha frente estava um policial forte e pesado, que demonstrava, para mim, naquele momento, a força que tinha no meio das suas pernas. Sua pica totalmente grossa, veiuda, e o que antes era apenas fruto da minha imaginação estava ali, totalmente disponível para mim, totalmente bêbado, fedendo a tesão.

Enquanto ele tomava banho, eu ouvia ele murmurar. Reclamava, reclamava que não tinha comido nenhuma buceta, que estava cheio, que elas faziam ele apenas pagar cerveja, mas na hora de aguentar o baque do cacete dele fugiam, e blá, blá, blá...

— Olha aqui a pistola cheia — dizia ele, alisando aquele trem grosso.

Eu fingia não ter ouvido aquela besteira gostosa, mas era impossível não admirar ele, ao mesmo tempo passando o sabonete sobre o seu corpo forte e gostoso.

— Bem que você poderia ajudar o tio, né?

Na mesma hora, não havia processado a informação. Cometi o erro de perguntar:

— Ajudar no quê?

Vejo ele sair do box na velocidade da luz, vindo em minha direção e me prensando na parede.

— Você acha que eu não vi você manjando minha rola?

Tentava sair daquela situação, mas seus braços me cercavam. Sua mão tocava meu rosto e o cheiro de pinga se fazia presente.

— O tio tá cheio e, se não tem tu, vai tu mesmo, sobrinho... Vai... Ajoelha...

Ele forçava minha cabeça para abaixar e eu ainda tentava recusar. Era impossível competir com aquele baita homem, tanto na força quanto na vontade. Num primeiro momento, relutei, mas, ao chegar e sentir o cheiro daquela carne grossa, veiuda, tive que ceder. Meus lábios encobriram toda a extensão daquele cacete, já mostrando a que veio, e que pica gostosa.

Titio estava cheio mesmo. Só de ter uma boca amiga, eu mamava gostosamente. Caprichava em sentir o gosto, o cheiro e o prazer daquela carne, aquela rola pulsando.

— Vou fuder sua boquinha... Abre... Isso.

Ele segurava meu maxilar e metia com força. Começava a brincar e fazia ir até a goela. Eu engasgava, gostava daquela situação de dominação. Ele me segurava para ficar apoiado na parede e me forçava. Gostosamente aquela situação de medo, prazer e delícia. Eu babava enquanto ele ficava sem pena, fundo na minha garganta.

De joelhos naquele banheiro gelado, eu me apoiava nas coxas. Minha mão deslocava para todos os lados, na intenção de aproveitar cada parte daquele corpo. Coxas e coxas... Nossa, eu amava. Era gostoso demais. Apertava firme aquela muralha dura. Suas coxas me fascinavam.

Ele me puxava como se eu fosse um papel, me levava para a sala, me jogava no sofá com brutalidade.

— Fica de quatro.

Ele puxou e rasgou meu short como se fosse nada. Achei que ele fosse meter, mas não. Ele metia a língua, abria com brutalidade minhas nádegas e enfiava seu linguão dentro do meu cu.

Ele era feroz e parecia querer abrir meu rabo com sua língua. Eu me contorcia, uma sensação louca, gostosa demais, que fazia meu corpo vibrar, enquanto ele afundava a língua dentro de mim. Sentia tapões na minha bunda, espalmadas que faziam barulho na sala.

— Titio sempre soube que você gostava de pau, agora vai ter um de verdade.

Com meu cuzinho já pronto para o abate, ele mandava eu empinar mais alto.

— Isso, mais, mais.

Fazia isso dando dedada no meu cu. Sensação louca, até sua carne tentar corromper meu cu.

Senti uma dor. Ele pedia calma enquanto enfiava dentro de mim uma tora quente e pulsante. Tentava e tentava. Eu pensava em fugir, mas sua mão firme não deixava. Pedia calma, pedia para relaxar. Eu tentava.

— Isso, não prende não, senão dói mais. Acalma... Não foge a bunda.

Tentava me concentrar naquela situação toda, enquanto cada centímetro abria meu cuzinho. Dor e dor. No começo, tive que puxar um travesseiro, e ele pedindo calma. Era difícil e parecia que o prazer nunca ia chegar.

— Vou começar a meter devagar...

Com movimento leve, sentia entrar e sair do meu cu. Às vezes, quando ele tirava, sentia o vácuo gostoso, que era preenchido e a dor voltava. Ele acelerava e acelerava, e eu começava, dali, a sentir prazer. Um movimento que fazia dentro de mim, era algo grosso que me preenchia, literalmente, me fazendo gemer. Eu não conseguia me conter. Meu gemido ecoava pela sala feito uma puta. Era dolorido, mas gostoso ao extremo.

Meu tio acelerava e não tinha pena do meu cu. O peso do seu corpo batia forte. Eu sentia o talo fincado dentro de mim. Ele mexia aquela pica nas minhas entranhas e fodia mais e mais, pesadão.

— Se apoia na minha perna, puta. Sente o cheiro do pé do seu comedor.

Naquele instante, ele apoiava seu pezão em cima do sofá. Eu me contorcia. Meu cu ardia e minhas mãos se apoiavam naquele tornozelo forte, enquanto meu cu era detonado. Cheiro de suor, pudor, prazer...

Titio tirava seu mastro de dentro de mim. Sentia o vazio das minhas entranhas. Dentro de mim estava aberto, regaçado, e ele, numa pausa de comedor, me deixava ali.

— Fica aí, vagabunda, cu para cima...

Ouvi passos. Estava humilhado naquele sofá. Entre luzes, via na parede uma sombra pesada. Era sua jeba que se destacava de tão dura que estava. Ouvia, além de passos, ele abrir algo.

— Vou beber uma gelada. Segura esse cuzinho, senão vou gozar e quero socar forte nele.

Dando uma gelada, eu sentia seu movimento, o vento daquele homão passando perto de mim. Eu ainda sentindo o vento passar sobre meu buraco aberto, até ele ser completado com uma deliciosa linguada.

— Que delícia... Nossa, que visão dos deuses esse rabo.

Um tapão forte. Sentia ele viajando, meu cu sendo penetrado por sua língua áspera, que em segundos agora era fodido por sua pica, que afundava, pesada, grossa e pulsante.

Sentia pulsar dentro de mim, me levando ao auge. Meu cuzinho se contraía. Ele socava rápido ao extremo. Sua mão forte, sua pegada de macho, e eu aberto, com o cu para cima naquele sofá. Eu não conseguia me conter e gemia. Meu sexo dava sinais de gozo e, sem sequer eu tocar nele, sentia que meu tio iria gozar e me fazer também.

— Puta que pariu, tá mordendo meu pau, puta...

Não conseguiria aguentar. Meu leite desceu sobre um travesseiro que coloquei para me apoiar, senão o estrago seria pior. Gozei, soltei jatos, jatos, enquanto meu anelzinho se contraía, mordendo a pica do titio.

— Puta que pariu, Luan, que cu gostoso! Toma! Toma!

Ele ia à loucura e metia, batia na minha bunda, dava socos nas costas, indo ao auge. Ele dava sinais de que iria me dar leite. Pau, pau, pau... Gemidos, suor, emoção...

— Eu vou... Vou... Vou...

Senti, naquela mesma hora, jatos e jatos espirrando forte dentro de mim, quente, forte. Ouvia seus grunhidos, aquela voz grossa de quando o alívio vem, aquela situação de uma gozada boa.

Ele balançava a pica, esvaziava, dava batidas no meu bundão e se dirigia até a geladeira, voltando peladão, abrindo outra cerveja. Eu sentava no sofá e observava aquela beldade gostosa que acabava de gozar dentro de mim.

— Limpa o pau aqui do titio, tá pingando leite, vem.

Tive que obedecer. Engolia aquele rolão meia bomba, sentia o gosto do seu leite. Que delicioso.

— Isso, puto... Hoje você vai dormir na minha cama, vai ser minha puta.

FIM - Autor Contos de Daniel

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