Me aliviando de longe

Um conto erótico de marianinfaclara
Categoria: Heterossexual
Contém 1189 palavras
Data: 18/04/2026 06:28:32

Oie. Um seguidor me disse que uma história específica valia um conto se fosse "aumentada". Não vou aumentar nada pois acredito que muito do que faz os leitores gostarem dos meus relatos é a veracidade, transmitida na naturalidade que conto, pois não preciso inventar. Mas, nessa história, tem um aspecto que me excita e espero que os excite também.

Sendo bem precisa, isso aconteceu no meio do ano passado. Meu namorado e eu estávamos combinando de visitar minha família na Bahia mais uma vez, ele queria terminar de conhecer todo mundo, mas, de última hora, surgiu uma proposta irrecusável de trabalho para ele, que o faria atrasar alguns dias a viagem. Na época ele era autônomo, não podia desperdiçar essas oportunidades, já eu tinha período de férias limitado, então decidi ir primeiro e ele me encontraria lá depois.

Uns 3 dias depois da minha chegada, uma tia marcou um churrasco e convidou todo mundo da família. O churrasco foi ótimo, muita fartura, alegria, bebida e eu estava curtindo, apesar da saudade. Quando eu estava começando a ficar alta, recebi uma mensagem de uma amiga, Ana:

"Anjo, você deixa o Carlos me levar no shopping rapidinho?"

Ana morava a 3 quarteirões da casa dele, vez ou outra pedia algum favor e era difícil eu negar.

"Claro, amiga. Você nem precisa me perguntar essas coisas."

"É que eu queria uma coisinha a mais com ele depois. 😏"

Eu já tinha feito um menage com Ana e Marcinha, mas não imaginava que ela se interessasse pelo meu namorado. Ainda assim, fiquei curiosa com o que poderia acontecer entre eles e segui em frente.

"Amiga, eu tô na Bahia. Nem que eu quisesse poderia impedir kkkk mas só libero se você me mandar um videozinho fodendo ele. E se ele quiser, claro"

Meu coração começou a bater forte assim que enviei essa mensagem, vez ou outra chegava um parente para conversar e eu ficava inquieta, curiosa e excitada, querendo ver se eles de fato fariam algo. Quase 40 minutos depois, recebi uma mensagem do meu namorado:

"Amor, sabe a Ana, sua amiga? Ela me pediu uma carona e eu dei. Quando voltei pra casa dela, ela disse que você tinha autorizado ela a dar pra mim."

Eu saí correndo pro banheiro, a fim de gravar um áudio e explicar.

"É verdade, amor. Ela deve estar com tesão acumulado. Mas lembre ela que tem uma condição."

Ele não respondeu mais, sabia que não resistiria à Ana. Ela é uma morena bem magrinha, alta, peitos médios, bunda pequena, exala sensualidade a cada passada, parece uma leoa caçando.

Eu voltei para a área da churrasqueira e bebi mais um pouco, ficava sempre de olho no celular, mas nada chegava. Uns 30 minutos depois, veio o primeiro vídeo: Ana com o pau do meu namorado enterrado na boca. Dava pra ouvir os gemidos dele de prazer e os grunhidos dela já engasgando. É difícil explicar o tesão que senti nesse momento, o rosto lindo dela sofrendo com a pica dele. O vídeo acabava com ela tirando o pau para respirar, todo babado e brilhoso.

Eu voltei ao banheiro mais uma vez, abaixei o short e comecei a me masturbar, vendo o vídeo em loop. Cerca de 5 minutos depois, um segundo vídeo: meu namorado com a cara enterrada no meio da bundinha de Ana, que gemia feito uma gatinha no cio. Eu estava incontrolável, sentia minha buceta molhar mais e mais minha mão e precisava de outro tipo de alívio.

Me recompus e saí do banheiro, pensando em quem poderia me ajudar com isso. Nesse momento, ouvi ao longe minha tia pedindo para o filho buscar algo e trazer de volta. Eu fui me aproximando e percebi que era Nilton, primo que tinha a mesma idade que eu, ele era meio manco, chatinho, mas tinha um corpo bonito aparentemente, além de ser minha única opção.

"Vai onde, primo?"

"Vou lá em casa buscar caixinha de retornável."

"Posso ir com você? Quero tomar um ar"

Ele autorizou e fomos para o carro, a casa não era tão longe, mas teria peso para carregar. Eu estava alucinada, precisava de um pau e precisava logo, mas não sabia o que dizer, então resolvi usar minha sinceridade e ser direta.

"Primo, você tem camisinhas?"

"Claro, ué. Tem que ter."

"Quer me comer quando chegar na sua casa?"

Ele freiou até quase parar e ficou me olhando incrédulo.

"Isso é alguma piada?"

"Não. Não é. Estou morrendo de vontade e se você não quiser me diga logo que eu acho alguém."

Ele voltou a acelerar até mais rápido que antes e logo chegamos na sua casa. Nilton abriu a porta para mim e foi correndo até o quarto, eu fiquei na sala e fui ligando as luzes. Ele voltou com uma camisinha na mão e veio direto até me mim, parada ao lado do sofá, e me agarrou. Seu beijo era gostoso, mas apertava com mais vontade do que deveria. Eu ia acariciando seu pau por baixo da calça e não demorei à me agachar.

Zíper aberto, pau pra fora e eu comecei um boquete faminto nele, babava bem e punhetava até sentir ele completamente duro. Voltei a me levantar e dei mais um beijo nele, que me virou de costas e abaixou meu short.

Quando ele se levantou e começou a colocar camisinha, pedi que ele me chupasse um pouco, mas tive meu pedido negado. A sorte dele era que meu tesão estava maior que qualquer raiva que eu pudesse sentir. Então me apoiei no sofá e levantei uma das pernas para facilitar que penetrasse.

Ele começou com bastante cuidado, enfiou tudo e bombava com cadencia. Eu me segurava como podia para não desequilibrar e aproveitava aquela pica, imaginando que poderia estar fodendo com Carlos e Ana naquele momento.

"Mete forte, primo. Fode gostoso."

Apesar do tesão inicial e dos meus pedidos, ele quase não conseguia aumentar o ritmo. Tomada pelo desejo, comecei a fazer força contra, tentando sentir seu pau o mais fundo em mim. Mas, depois de algumas estocadas assim, ele se segurou firme dentro e gozou.

A transa estava começando a me fazer sentir prazer e me frustrou demais aquele fim. Ele foi correndo para o banheiro descartar a camisinha e eu me sentei no sofá, ainda com tesão.

"Vamos, prima. Não posso atrasar."

Ele nem sequer perguntou se eu tinha gostado, mais um estresse naquela noite.

"Faz o seguinte, primo, me deixa aqui com as chaves, eu volto a pé e fecho tudo."

Nilton correu, pegou o que precisava e saiu fora. Eu peguei meu celular e tinha mais alguns vídeos lá: Ana cavalgando no meu namorado, levando pica de 4, tomando gozada na cara; uma coletânea para meu deleite. Me sentei relaxada no sofá e comecei a me tocar.

Surpreendentemente, ou não, minha siririca foi muito melhor que a transa medíocre de antes. Gozei vendo minha amiga com a cara toda melada da porra do meu namorado. Me lavei, me vesti e saí, andei até a casa da outra tia comentando com os dois a inveja que eu sentia naquele momento.

Email: marianinfaclara@gmail.com

Instagram: marianinfaclara

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Comentários

Foto de perfil de Dom Harper

Clara...

Como sempre gostei do conto⭐⭐⭐

Mas, sinceramente, fraquinho teu primo, hein...

Beijão no grelo😎😈♥️

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