O meu irmão dotado do interior - Parte 02: O Acerto de Contas na Fazenda (Revisão).
A manhã na chácara começou com aquele cheiro de terra molhada, mas o ar estava carregado de uma eletricidade que nada tinha a ver com a rede elétrica. Saímos para pescar cedo, mas a cabeça não estava nos peixes; estava no que o Julião havia confessado. Saber que ele arrombava o cuzinho da minha mulher há dois anos me dava um misto de ódio e um tesão que fazia o pau pulsar dentro da calça.
Lá pelas dez da manhã, o Tião, um vizinho de cerca e fazendeiro brutamontes, encostou na beira do lago. Ele e o Julião trocaram olhares de parceiros de safadeza. Voltamos para a sede e a Anna estava na varanda, usando um shortinho jeans minúsculo que deixava metade daquelas nádegas deliciosas de fora. Quando viu os três homens chegando, os olhos dela brilharam.
Julião nem esperou o almoço. Agarrou o rabo dela com as duas mãos e deu uma fungada no pescoço que a fez arquear as costas na hora. Levou-a para o quarto principal e eu e o Tião fomos logo atrás. A porta ficou escancarada. Ver a minha mulher sendo dominada pelo meu irmão e por aquele fazendeiro era o ápice da minha perversão voyeur.
Julião jogou-a na cama e arrancou o short e a calcinha. Ela estava ensopada. O Tião tirou a calça de brim e exibiu um pau grosso, escuro e venoso.
— Olha o tamanho dessa portinha, Tião... — disse o Julião, dando um tapa estalado na bunda dela. — Faz dois anos que eu preparo esse cuzinho pra ficar no ponto.
Anna gemia alto, chamando o nome dele. Julião se ajoelhou e começou a lamber o cu dela com força, enfiando a língua lá no fundo, enquanto o Tião se posicionava na frente. Ela pegou o pau do Tião com as duas mãos e começou a chupar com uma gula desesperada, engasgando naquela cabeça enorme.
De repente, Julião se levantou de pau tinindo e cuspiu na mão. Posicionou a ponta do caralho na entrada do cuzinho. Em um movimento bruto, enterrou tudo. Anna deu um grito que ecoou pela fazenda. Julião começou a socar sem dó, fazendo aquele som de carne batendo em carne. Enquanto ele moía por trás, o Tião puxava o cabelo dela e enfiava o pau na boca dela novamente.
— Tião, segura ela firme. Vamos ver se esse cuzinho aguenta nós dois! — rosnou o Julião.
O meu coração quase saiu pela boca. O Tião se posicionou e, com o Julião ainda dentro, começou a forçar a entrada também. Anna chorava e ria de prazer, sentindo os dois paus grossos alargando a sua intimidade. Era sexo pesado, sem frescura. Julião socava de um lado, Tião forçava do outro, em um ritmo sincronizado de depravação.
— É muito pau! Eu vou morrer! — ela gritava, o corpo tremendo todo.
Depois de quase uma hora de massacre, resolveram finalizar. Julião tirou o pau do cu dela, que ficou aberto e pulsando. Tião segurou o queixo dela com força e disparou uma quantidade absurda de porra no seu rosto, sujando os olhos e a boca. Julião não ficou atrás: agarrou o cabelo dela por trás, forçou a cabeça dela para cima e descarregou jatos quentes de sêmen diretamente no seu rosto, cobrindo cada centímetro daquela face de safada.
Ela ficou lá, jogada, toda lambuzada de leite, com o cuzinho arrombado e vermelho, olhando para mim na porta com um sorriso de completa satisfação, a porra escorrendo pelo seu rosto e pingando no pescoço.
— Gostou de ver, paizão? — perguntou o Julião, rindo e limpando o membro no lençol. — Agora vai lá e termina de limpar o rosto da sua mulher... se é que sobrou algo inteiro nela!
