INTRODUÇÃO
Esta não é apenas mais uma história. Este relato foi escrito para quem busca o equilíbrio perfeito entre o erotismo, a aventura e a fantasia romântica. Se você procura continhos superficiais e sem noção, este lugar não é para você.
Esta obra foi pensada exclusivamente para os meus seguidores: leitores que exigem emoção, lógica, realidade e um drama envolvente. Aqui, o sexo é bem pegado, visceral e detalhado, feito para satisfazer os desejos mais profundos e garantir aquela satisfação de tirar o fôlego.
Preparem o espírito e os sentidos.
Tenham uma excelente punheta.
O PESO DO CÁRCERE E A ILUSÃO DA FAZENDA PARAÍSO.
Dezembro de 2001. Anos de serviços técnicos em manutenção elétrica em grandes obras ficaram para trás. O som do multímetro e o cheiro de ozônio das soldas foram substituídos pelo estalo seco do metal contra o metal. O trabalho era pesado, mas honesto, até que a queda veio pelo envolvimento com o desvio de fiação de cobre em um canteiro de obras do governo. Autuado por furto qualificado e formação de quadrilha, as ferramentas — que eram a extensão das minhas mãos — deram lugar às algemas em um piscar de olhos.
O destino era certo: Presídio Municipal de Porto Alegre, junho de 2002.
A humilhação teve início logo no portão do inferno, onde o homem morre e o número nasce. Tive que ficar peladão em uma sala suja, estava descalço, senti o chão gelado nos pés. As ordens ríspidas de dois policiais militares mandaram agachar, erguer as bolas e virar de costas. A averiguação deveria ser visual, mas um deles ficou acariciando por alguns minutos a minha bunda e minhas costas; sua mão percorria meu corpo suavemente. Os policiais, com sorrisos safados, acariciavam seus volumes na farda.
Mandaram que eu ficasse debruçado em uma cadeira e abrisse as pernas. Seus dedos penetraram meu cu, procurando algo ilícito, dedilhando sem pressa. Outro guarda segurou minha cabeça com força, esfregando meu rosto contra o seu volume rígido, enquanto o primeiro continuava a violação lá atrás. Eles ordenaram que eu chupasse seus paus até ambos gozarem na minha boca. Ali entendi que o sistema não queria apenas me guardar; queria abusar do meu corpo.
Foram três anos e três meses de sistema fechado. Vivi entre facções, aprendendo a ler o silêncio e o perigo. Durante as noites, o som dos beliches rangendo e de detentos transando com algum novinho ecoava pelas galerias, gerando uma excitação inevitável. Mas o tempo finalmente girou a chave. Com a conquista do regime semiaberto, a mudança foi um presente. A Fazenda Paraíso era um lugar isolado, de uma beleza estonteante, com um lago muito grande e cercado por plantações.
Eu era do alojamento verde, mas meu destino mudou quando o diretor, seu Otávio, leu minha história e me passou para o nível azul. Ganhei um cargo de confiança como cozinheiro dos agentes e diretores. Foi ali, entre panelas e o calor do fogão, que a amizade com dois agentes floresceu: seu Rafael e seu Luiz. Eram homens bonitos e educados, mas donos de uma malícia pesada. Safados e divertidos, começaram a me dar presentes proibidos: vinhos, cervejas e chocolates.
O ápice veio em um feriadão. Quase todos os detentos ganharam a saída temporária. Dos 149 homens, sobraram apenas seis na fazenda, incluindo eu. Na sexta-feira, às 9 horas da manhã, o vazio era absoluto.
CAPÍTULO 2: O SUSPENSE NO DEPÓSITO VAZIO
Eu estava na cozinha preparando o café do plantão quando o seu Luiz chegou. Ele estava sem camisa e de bermuda, com aquele sorriso de sono.
— "É só nós hoje, né Augusto? Só precisávamos de uma boa transa pra ficar perfeito", comentou ele.
— "Verdade seu, seria ideal sim. Mas café?"
— "Agora não, mas se tu tiver alguma coisa além do café seria interessante. Leite eu tenho até demais, kkk."
O suspense daquela conversa estava me fazendo ter pensamentos sacanas com o seu Rafael, foi quando ele apareceu na porta da cozinha, só de cueca e sem camisa, soltando aquele grito que ecoou pelo prédio vazio, com um sorrisão safado e sempre coçando as bolas.
— "Bom dia pros homens, há, pro meu melhor detento também! kkk."
O seu Rafael veio caminhando devagar e parou nas minhas costas. Aquela risadinha safada dele parecia ler meus pensamentos. Apertou meu ombro com força, enquanto os dedos dele começaram a mexer na minha orelha, subindo um calor que me fez estremecer.
— "Humm... Que arrepio é esse, Augusto?", sussurrou ele, deixando o bafo quente bater no meu pescoço. — "Hoje aqui é nosso. Podemos andar pelados se quisermos."
O seu Luiz, cruzando os braços e me medindo de cima a baixo, concordou:
— "O comando é nosso hoje."
O seu Rafael deu mais um aperto no meu ombro:
— "Hoje e amanhã é o dia pra resolver, Guto! Depois do café nós vamos pro depósito dos colchões, vamos dar uns tecos, tu vai junto, ok?"
— "Bha seu, se der eu quero sim. Fechado!"
O depósito era um lugar abafado e silencioso. O cheiro de poeira dos colchões logo se misturou ao suor excitante que começava a brotar na pele deles enquanto as regras eram deixadas do lado de fora. Já tínhamos preparado as linhas da droga. O Rafael fez duas para cada um. O Luiz, já sem camisa, fez as dele. Sentados juntos, a brisa começou a bater. O Luiz tirou a bermuda e eu também fiquei só de cueca. O tesão triplicou. Parecia que o sangue tinha virado eletricidade. O mundo lá fora sumiu.
O Luiz passou o dedo no meu braço e senti um choque na espinha. A conversa virou sacanagem pesada. Falaram dos rabos que viam no pátio e das aventuras com as esposas. Escutava e sentia o pau latejar. Quando abri os olhos depois de um tempo, os dois estavam pelados na minha frente. Corpos fortes e suados. O Rafael era moreno claro, magro com peito peludo e braços fortes. Aos 40 anos, exalava virilidade, exibindo o pau de quase 20 centímetros, grande e grosso; as bolas dele eram enormes e balançavam tanto que dava para ver pelas costas. O Luiz era branco, fortinho, com 42 anos, careca e com um olhar malicioso, ostentando um pau de 18 centímetros, muito cabeçudo e liso. Eu, com 28 anos, estava com o meu de 16 centímetros pulsando. Sempre fui hétero, mas ali a cabeça virou por escolha.
O Luiz tocou meu braço com seriedade: "Isso aqui morre entre nós. Não é pra falar para ninguém." Contei pra eles sobre o amante da Letícia, o Juliano, que eles ficavam juntos no meu quarto. Os dois ficaram de pau duro ouvindo. O Rafael então soltou a proposta: se eu me entregasse de verdade, ganharia dias de folga e, na semana que vem, eles iriam na minha casa resolver o problema com o amante e realizar minha fantasia de ver a minha safadinha sendo fudida por eles na minha frente.
— "Nós resolvemos teu problema e te damos o maior prazer da vida, guri. Tá afim?" — perguntou o Luiz. Dei um sorriso e aceitei na hora.
CAPÍTULO 3: O PACTO E A ENTREGA TOTAL
Os dois me levantaram com uma calma que me desarmou. Fiquei de pé e o Rafael encostou nas minhas costas; dava para sentir o pau dele roçando na minha bunda, aquele calor atravessando a pele. Na frente, o Luiz me cercava com um olhar safado. O clima mudou totalmente. Não tinha pressa nem força. Sentia a barba do Rafael na minha nuca enquanto ele me abraçava por trás. As mãos dele me acariciavam de um jeito que me fazia enlouquecer. O Luiz segurou meu rosto, me olhando com aquela simpatia de quem estava curtindo cada segundo. Eles não se tocavam, eram héteros raiz; o foco era todo em mim.
— "Eu nunca fiz nada, tá... vão com calma comigo", falei baixo.
— "Relaxa, Guto. Nós não somos agressivos. Queremos que tu aproveite cada segundo com a gente", disse o Luiz com voz doce.
Rafael, com a boca colada no meu ouvido, sussurrou: "Tu vai ter a sua primeira vez, uma transa sem dor, guri... vamos te respeitar. Mas me diz uma coisa, tu quer que eu faça a tua mulher a nossa putinha?"
— "Sim, claro!", respondi na hora.
— "Mas tu vai querer que a gente te foda junto?" — ele continuou.
— "Não... nunca na frente dela."
— "Mas enquanto um estiver fudendo ela, podemos ficar em outra peça juntos, que tu acha?" — propôs ele, apertando minha cintura.
— "Assim dá", concordei. Rafael então revelou: "Tu não vai ficar chateado? Na última visita dela, eu dei uma carona. Fomos para sua casa e eu passei a noite toda fudendo ela. O Juliano não vai mais te perturbar."
Dei uma risada de alívio. "Tu ainda está indo lá?". Ele sorriu: "Sempre que dá. É segredo, Guto." Perguntei ao Luiz se ele tinha ido. "Não ainda. Posso ir também?". Respondi que se ela quisesse, sim, pois queria ver os dois lá. Rafael prometeu mostrar os vídeos que gravou.
— "Fica de quatro no colchão, Guto", ordenou Luiz, firme e carinhoso.
Me posicionei devagar. Rafael veio por trás, se ajoelhando entre minhas pernas, colando o corpo moreno na minha bunda. Comecei as chupadas no seu Luiz, sentindo o gosto e a grossura daquela cabeça rosada. Ele passava a mão no meu cabelo enquanto o Rafael encostava a ponta do pau por trás, entrando bem devagar. Rafael dizia no meu ouvido que minha bunda era incrível, que meu cuzinho era mais apertado que o da minha mulher. Quando o Rafael meteu tudo, começou o vai e vem.
— "Tá bom?"
— "Sim."
— "Posso fazer mais rápido?"
— "Pode fazer como quiser."
Ele segurou meus ombros e começou a socar até o fundo. Luiz segurava minha cabeça para eu engolir seu pau grosso totalmente. Luiz avisou que ia gozar e a minha boca encheu de porra, que escorria pelo chão. Rafael me deixou de ladinho e voltou a socar com força. Luiz erguia minha perna para entrar melhor e eu batia punheta vendo o pau cabeçudo entrar, sentindo as enormes bolas dele batendo forte na minha bunda.
No ápice, o Rafael deu estocadas firmes e profundas, urrando de prazer. Seu hálito, cheiro e suor eram viciantes. Ele gozou mordendo minha nuca. Foi quando ele me girou e me deu o primeiro beijo na boca. Um beijo de gosto incrível, profundo, que selou nosso pacto.
— "Agora tu é da família, Guto. O que é nosso, é teu."
CAPÍTULO 4: A LIBERDADE E O REENCONTRO
Na semana seguinte, meu passeio de saída temporária chegou. Entrei em casa e Letícia me esperava com o robe de seda que o Rafael mandara. A campainha tocou e lá estavam eles: Rafael e Luiz, sem farda, com uísque e sorrisos cúmplices. No quarto, assisti da poltrona o Rafael dominar a Letícia com a mesma força que usou comigo, enquanto Luiz a explorava. Vi o beijo do Rafael na Letícia e soube que o Juliano era passado.
No meio da noite, eu e Rafael fomos para o banheiro reviver nosso segredo privadamente. O vapor tomava conta do box enquanto a água quente caía. O Rafael me prensou contra os azulejos e parou por um instante, ouvindo o som que vinha lá do quarto: os estalos secos e o ritmo bruto do Luizão socando com vontade na Letícia.
Rafael sorriu de canto, sentindo a vibração dos gemidos dela atravessarem a parede, e sussurrou no meu ouvido:
— "Sabe Guto... eu prefiro mil vezes a tua bundinha do que a da tua mulher."
Ouvir o outro socando forte na Letícia no meu quarto, me deu um tesão absurdo.
O Rafael me segurou pela cintura com aquelas mãos pesadas e começou a ditar o nosso ritmo, sintonizado com cada estocada que ouvíamos do Luiz com a Letícia.
A cada grito da minha safada,o Rafa metia com mais força com mais violência em mim, como se quisesse marcar território.
O prazer era dobrado, ouvindo a foda deles na minha cama enquanto o Rafael se perdia no nosso segredo no chuveiro.
No fim, me puxou pelo pescoço e gozou com um urro baixo, selando de vez que, naquela casa, agora tudo era compartilhado.
Hoje, em liberdade definitiva eu trabalho em uma grande empresa de manutenção elétrica por indicação do meu macho o Rafa.
O trio continua unido; os dois frequentam sua casa regularmente, formando uma família ligada pela confiança e pelo prazer que nasceu naquele depósito.
