A viagem de férias de Carlinha - 3

Um conto erótico de Emissário
Categoria: Heterossexual
Contém 636 palavras
Data: 17/04/2026 23:00:34

Passa-se o primeiro dia de estrada, os vidros do caminhão abertos pois Carla não gosta do ar condicionado, reclama que era frio demais e prefere o calor, embora também se queixe dele.

Fato é que, devido ao calor ela optou short curtinho de algodão e um top no qual se podia ler os bicos dos seios perfeitamente, achou desconfortável e vestiu então baby doll que nem tive tempo de apreciar, logo estava de calcinha e sutiã deitada na cama do caminhão, perguntando se eu me importava se ela ficasse assim, totalmente a vontade. Respondi que não, mas que ficasse na cama do caminhão ou causaria algum acidente distraindo motoristas que viessem na pista contrária.

- Será que eu causaria uma acidente paizinho? Disse saltando da cama e ficando a meu lado enquanto procurava um fone de ouvido que havia guardado no porta objetos da parte superior frontal da cabine.

- Até eu que sou seu pai, tenho que me concentrar pra não me perder nas curvas, e nem estou falando da estrada. Respondi, rindo maliciosamente.

- Eu disse que você é um papai safado, tá com tesão na filhinha inocente e ingênua dele. Enquanto falava, empinou a anca, colocando aquele rabo delicado de menina moça, bem a altura da meu rosto, sua lingerie era um conjunto rendado preto, com contornos em rosa, a calcinha era do tipo shortinho, enterrada no rabo deixando as poupas das duas bandas de fora, um corte perfeito pra se enterrar o rosto ali no meio.

- Menina , num brinca com fogo que eu tô a uma semana sem ver mulher, e numa dessas eu me esqueço que você é minha filha, aí já viu né. Respondi enquanto tentava controlar a ereção que se iniciava um sob a bermuda, que pra piorar minha situação, era a única peça que eu usava, já que estava sem cueca.

Ela então se vira, colocando a buceta bem ao lado do meu rosto, tento ver mas o tecido da calcinha me dá apenas um vislumbre do quão pequena e delicada é aquela bucetinha, toda lisa.

- Pode olhar papai, deixei lisinha ainda ontem sabia?

- É mesmo? Por que raspou se não ia usar filha?

- Quem sabe não surge a oportunidade de transar na estrada, na cabine de um caminhão com um macho tarado, cheio de fome de buceta, pra me pegar de jeito e com força né.

- Esse cara seria o mais sortudo do mundo filha, até eu fiquei empolgado, olha. Respondi mostrando o short todo esticado com uma mancha babada de minha pica que já estava totalmente em riste. Da qual eu apertava a cabeça instintivamente.

Carla morde os lábios e leva a mão até o short, alisando meu pau por sobre o shorte e lambusa do seus dedos na baba de cacete, a qual ela cheira e geme baixinho.

- Hum, que delícia...

Em seguida lambe os dedos me deixando com o pau doendo de tão duro, sem dizer uma palavra ela puxa minha bermuda liberando o mastro que reluzia de tão duro e babando, seus dedos agora abraçam o quanto alcançam de pica e ela inicia uma punheta lenta mas forte, no quinto movimento da masturbação meu pau já lambuzou seus dedos com meu líquido.. Ela geme, morde os lábios passa os dedos da outra mão na buceta... E eu não resisto, seguro sua mão e lambo cada gota daquele precioso mel de buceta. Que delícia, é o melhor mel que já provei... Entro em transe e fechou os olhos por um instante e o caminhão balança na pista, quase causando um acidente, oque quebra o clima totalmente. Guardo a pica dentro shorts enquanto Carla some na cama do caminhão, evito olhar, o tesão baixando me faz pensar na merda que acabamos de fazer, mas agora é tarde. Preciso dirigir até o próximo posto e tomar um banho gelado.

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