Meus 3 Enteados Capítulo 10

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 1577 palavras
Data: 17/04/2026 20:54:52

Depois daquela primeira noite em que Eduardo se juntou a nós, tudo mudou de forma definitiva na casa grande de São Paulo.

Os três irmãos — Carlos, Rodrigo e Eduardo — decidiram voltar a morar definitivamente com o pai. Não foi uma decisão difícil. Eles arrumaram uma desculpa qualquer (“é mais perto da faculdade”, “economizamos aluguel”, “queremos ajudar em casa”) e Ricardo adorou a ideia. Ele achava que os filhos estavam se aproximando da família novamente.

Na verdade, eles voltaram só por um motivo: para me foder mais.

Para me usar quando quisessem, do jeito que quisessem.

Eu me transformei completamente.

De esposa carinhosa e madrasta educada, virei a vadia submissa particular deles. A puta da casa. O buraco disponível 24 horas por dia.

A nova rotina começou a se estabelecer logo na primeira semana.

De manhã:

Eu acordava antes de todo mundo. Vestia apenas uma camisola curta ou lingerie (quando eles mandavam) e ia de quarto em quarto acordar os três com a boca. Primeiro Carlos — o mais dominante —, depois Rodrigo, e por último Eduardo, que ainda ficava um pouco tímido mas já aprendia rápido. Eu engolia cada pau até o fundo, chupava com fome, engolia a porra matinal de cada um deles. Se algum acordasse com tesão extra, me fodia ali mesmo na cama dele antes de eu seguir para o próximo.

Durante o dia:

Quando Ricardo saía para o trabalho, a casa virava nosso puteiro particular. Eles me chamavam por mensagem ou simplesmente me pegavam onde eu estivesse. Na cozinha, na lavanderia, na sala de TV, na piscina. Eu vivia sem calcinha em casa — era regra. Qualquer um dos três podia me dobrar sobre qualquer superfície e meter. Às vezes um de cada vez. Às vezes os três juntos.

Eles me transformaram em um brinquedo compartilhado.

Eu era chamada de “vadia”, “puta da casa”, “nossa cadela”.

Quanto mais humilhada, mais molhada eu ficava.

Uma rotina típica era assim:

À tarde, por exemplo, eu estava dobrando roupas na lavanderia quando Carlos chegou. Sem dizer nada, ele me empurrou contra a máquina, levantou minha saia e enfiou o pau no meu cu seco, só com cuspe. Enquanto me fodia com força, Rodrigo apareceu e enfiou na minha boca. Eduardo, que estava estudando, ouviu os gemidos e veio assistir. Depois de um tempo, ele se juntou, enfiando na minha boceta enquanto os irmãos me usavam pelos outros buracos.

Eu gozava várias vezes, tremendo, babando, chorando de tesão.

No final, os três gozavam em mim — no rosto, na boca, dentro de todos os buracos — e me deixavam ali, suja e ofegante, para eu me limpar sozinha.

À noite:

Quando Ricardo dormia, a coisa ficava ainda mais pesada. Eu descia para o quarto de um deles (geralmente o de Carlos, que era o maior) e os três me usavam por horas. Eles me amarravam com gravatas, me faziam de quatro, me davam tapas, socos leves nas costelas, cuspe na cara. Eduardo, que no começo era tímido, tinha se tornado o mais sádico dos três. Ele adorava dar tapas no meu rosto enquanto metia no meu cu e me obrigava a olhar nos olhos dele.

Eu já não sentia mais culpa.

Só tesão.

Só desejo de servir.

Eu tinha virado uma vadia submissa completa.

Acordava pensando nos paus deles.

Dormia com a boceta e o cu latejando de porra.

Andava pela casa com marcas de tapas escondidas debaixo da roupa, o gosto deles ainda na boca.

Ricardo não desconfiava de nada.

Ele via três filhos atenciosos que tinham voltado para casa e uma esposa sempre “cansada” e sorridente.

Mas eu sabia a verdade.

Eu era a puta dos três enteados.

Eles tinham mudado de volta para a casa do pai só para me foder mais vezes, de mais formas, sem limite.

E eu… eu amava cada segundo disso.

A nova rotina se instalou como uma droga poderosa. Eu vivia para servir os três. Acordava chupando, passava o dia sendo usada em qualquer canto da casa, e dormia cheia de porra dos meus enteados. Meu corpo estava marcado: marcas de tapas nas coxas e na bunda, o cu e a boceta sempre sensíveis, o gosto salgado deles constante na minha boca. Eu era a vadia submissa perfeita. Eles me chamavam, eu ia. Eles mandavam, eu obedecia.

Mas o ciúme não ia embora. Pelo contrário, ele crescia a cada dia.

Carlos continuava saindo com Júlia. Às vezes ele voltava tarde da noite cheirando ao perfume dela, com marcas de batom no pescoço que ele nem se dava ao trabalho de esconder de mim. Rodrigo começou a trazer uma garota chamada Marina para casa — uma morena gostosa da faculdade que ria alto e ficava de shortinho na piscina. Eduardo, mesmo sendo o mais novo, também arrumou uma namoradinha tímida chamada Letícia, que vinha estudar com ele no quarto.

Eles traziam as meninas para casa como se fosse normal. Eu tinha que sorrir, servir refrigerante, preparar lanches e fingir que era apenas a madrasta boazinha. Enquanto isso, meu peito queimava.

Uma noite de sexta-feira foi o ponto alto do conflito.

Ricardo tinha viajado para uma conferência. A casa estava livre. Carlos trouxe Júlia para “assistir um filme”. Rodrigo trouxe Marina. Eduardo, mais tímido, trouxe Letícia. Os três casais se instalaram na sala grande: luz baixa, pipoca, risadas.

Eu fiquei na cozinha, ouvindo tudo. Cada risada de Júlia, cada vez que Carlos passava a mão na coxa dela, cada beijo que eu ouvia de longe… me deixava louca.

Por volta das onze horas, quando as meninas foram ao banheiro juntas, eu não aguentei. Subi correndo para o quarto de Carlos e esperei ele aparecer.

Ele entrou poucos minutos depois, fechando a porta.

— Que cara é essa? — perguntou, já irritado.

Eu estava tremendo de raiva e tesão misturados.

— Vocês trazem elas pra cá como se eu não existisse. Júlia senta no seu colo, Marina fica de shortinho roçando na perna do Rodrigo, e a Letícia fica toda tímida olhando pro Eduardo como se ele fosse um santo. Enquanto isso eu fico aqui, servindo todo mundo, sabendo que mais tarde vocês vão me foder como uma puta qualquer.

Carlos cruzou os braços, o olhar endurecendo.

— E qual é o problema? Você é a vadia da casa. Elas são só fachada. Namoradinhas pra mostrar pro pai e pros amigos.

— Fachada? — minha voz saiu mais alta do que eu queria. — Então por que você beija a Júlia na frente de todo mundo? Por que deixa ela dormir aqui às vezes? Eu tenho que ouvir vocês transando no quarto ao lado enquanto eu fico molhada esperando vocês terminarem pra me usar como sobra!

Carlos se aproximou rápido, segurou meu cabelo com força e me prensou contra a parede.

— Cala a boca. Você tá ficando esquecida do seu lugar.

Nesse momento a porta se abriu. Rodrigo e Eduardo entraram, alertados pelo barulho. Eles viram a cena: eu prensada, Carlos segurando meu cabelo.

— O que tá acontecendo? — perguntou Rodrigo.

Carlos não soltou meu cabelo.

— A vadia tá com ciúmes de novo. Tá reclamando que a gente traz as namoradas pra casa.

Rodrigo riu baixo. Eduardo ficou quieto, mas seus olhos brilharam com aquela mistura de timidez e sadismo que ele tinha desenvolvido.

Carlos cuspiu na minha cara, o cuspe escorrendo pela bochecha.

— Escuta aqui, puta. Vocês três são só pra foder. Pra aliviar o tesão quando a gente quer. As meninas são pra aparecer em público, pra Ricardo não desconfiar. Você acha que a Júlia ia deixar eu cuspir na cara dela e foder o cu dela enquanto os irmãos assistem? Não. Ela é certinha. Você é a suja. A vadia submissa.

Ele me virou de costas, levantou minha saia e enfiou dois dedos na minha boceta já encharcada.

— Olha como você tá molhada só de reclamar. Ciúmes te deixa mais puta ainda.

Rodrigo se aproximou e deu um tapa forte na minha bunda.

— Se você continuar reclamando, a gente vai trazer as meninas mais vezes. E você vai ter que servir todo mundo com um sorriso no rosto enquanto a gente fode elas no quarto ao lado.

Eduardo, mais quieto, se aproximou e segurou meu queixo, obrigando-me a olhar para ele.

— Eu gosto da Letícia… mas eu gosto mais de te ver assim. Chorando de ciúmes e molhada pra gente.

Carlos tirou os dedos da minha boceta e enfiou na minha boca.

— Chupa. E para de reclamar. Da próxima vez que você fizer cena, a gente vai te foder enquanto as meninas estiverem na casa. Entendeu?

Eu assenti, chupando os dedos dele, lágrimas misturadas com cuspe escorrendo pelo rosto.

Eles me jogaram na cama de Carlos. Os três me foderam ali mesmo, com raiva e desejo. Carlos no cu, Rodrigo na boceta, Eduardo na boca. Tapas, socos leves nas costelas, cuspe na cara. Eu gozei várias vezes, gemendo abafado, enquanto ouvia as risadas das meninas vindo da sala lá embaixo.

No final, os três gozaram no meu rosto e nos meus seios, me deixando melada e destruída.

Carlos limpou o pau na minha coxa e disse:

— Amanhã a Júlia vem de novo. Você vai sorrir, servir e ficar quietinha. Se comportar direito, a gente te recompensa depois. Se reclamar… vai ser pior.

Eu fiquei ali, deitada na cama dele, o corpo marcado, o rosto coberto de porra dos três, o ciúme ainda queimando no peito.

Eu era a vadia submissa deles.

Mas ver eles com outras meninas… isso me destruía por dentro.

E, ao mesmo tempo, me deixava mais desesperada para ser usada.

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