Livro 1 Parte 4 O Casal - Miramos no amigo, mas...; Uma noite, um negão

Um conto erótico de Arquivox
Categoria: Grupal
Contém 6476 palavras
Data: 17/04/2026 19:49:21
Assuntos: Grupal

Parte Quatro – O casal

Capítulo Três – Miramos no amigo, mas...

Acho valoroso apresentar uma sequência de eventos que trarão detalhes das nossas taras. E mencioná-los me causam grande prazer. Cronologicamente ocorreu no quarto ciclo de casamento. Para entendimento eu divido nossa vida de casado hoje, em cinco ciclos de cinco anos. Já tínhamos suprimidos muitos medos e incertezas referente a nossa relação e assumido nossa condição. Diferente ao que ocorreu no primeiro e início do segundo ciclo onde as novidades de sentimentos e tesões recém-descobertos nos faziam encarar com fome as aventuras, este período estávamos mais “calmos” por assim dizer. Estava vivendo todos os prazeres de um corno manso misto, ora mantinha as coisa no privado, ora assumia o lado público.

Onde morávamos, havia alguns vizinhos que despertava nossa atenção como propensos comedores. Estávamos juntos em reuniões e festinhas típicas de vizinhança, como aniversários, churrascos e situações assim. Neste ambiente eu mantinha a tipologia privada, mas não por muito tempo. Um dos vizinhos era casado com uma mulher, até bem bonita e conservada, pois eles eram mais velhos do que nós. O cara era bem safado, gostava da noite e farra, saia sozinho e aprontava e os comentários eram que tinha pegado algumas casadas da rua o que aguçou a curiosidade da minha esposinha.

Em uma destas reuniões estava de papo com ele, com a intenção de aproximar mesmo, e percebi que ele era discreto, o que de fato é sempre importante. Em dado momento, perguntei se ele conhecia algum lugar bom para dar uma fugida, claro sem mencionar a minha intenção de levar minha esposa, e ele falou de vários, que sempre ia, falou da segurança do local, embora em bairro um pouco mais afastado. Um local em especial, eu já havia ouvido falar em conversa com alguns colegas de trabalho, que serão mencionados mais pra frente. Aparentemente eles iam muito lá com a turma dos outros setores. Perguntei do estilo de música e ele falou que tocava de tudo, com muitas bandas se revezavam, rolava uns forrós e tals. Soltei que estava pensando em levar minha esposa, que tinha um tempo que não saíamos para “dançar”. Ele disse que o local era bem conhecido pelo ambiente não tão bem apropriado para se levar a esposa, se é que me entende. Falei que não devia ser tão ruim assim e se ele quisesse poderia ir conosco, afinal minha esposa ficaria mais tranquila tendo dois homens conosco e que seriamos discretos, dando uma piscadinha pra ele que sorriu e então marcamos na sexta-feira daquela semana.

Chegamos primeiro do que ele no tal bar. O local era amplo, com um estacionamento bem dividido, com um palco central e rodeado de mesas e cadeira. Havia o bar em uma das extremidades. Na entrada havia o local onde se comprava o acesso e eram colocados pulseiras identificadoras. Peguei uma mesa em um dos acesso marginais entre a saída para o estacionamento e o bar. Como estávamos com nosso amigo, não considerei uma caçada, pois em teoria já tínhamos levado a caça conosco.

Minha esposa estava vestida com um minivestido que formava uma saia rodada no meio das coxas e uma calcinha de tule branca que deixava bem visível sua suculenta buceta. Começamos a beber e a dançar.

Nosso amigo chegou um pouco depois de nós e ficamos conversando e bebendo. Durante um tempo eu dançava com minha esposa e ele saia e víamos ele dançando com alguma mulher. Em dado momento, em uma ida ao banheiro encontrei uma mesa com um grupo de amigos meus de trabalhos e alguns da área operacional. Conversei com eles e apontei onde estava sentado, falando que estava com minha esposa e um amigo nosso, no instante que minha esposa estava dançando com ele. Eles sorriram e eu os deixei. Fui ao banheiro e dei uma rodada para mapear o local, banheiros, pontos mais afastados... O arquiteto gritando em mim.

Ao retornar fui dançar com minha esposa e comentei dos meus amigos na mesa próxima. Interessante é que estavam a uns 10 metros, mas sempre nos filmando. Certamente haveria comentários. Aí começou a putaria com minha esposa me provocando, após eu falar dos meus amigos presentes na festa. Falava que hoje eles ficariam sabendo que ela era uma putinha e eu um corno manso. Eu a provocava perguntando como ela ia fazer isso e ela dizendo que ia mostrar para mim. Que iria dançar com os caras e se esfregar muito. E ia mostrar a calcinha para todo mundo. Eu já explodia de pau duro.

E começou, quando nos sentamos, ela já puxou a cadeira dela para frente do salão, na direção das mesas onde havia homens sozinhos e principalmente os meus amigos. Não cruzou as pernas, antes as deixou semiabertas. Eu do lado dela apenas ficava orientando ao abrir e fechar das pernas, ficávamos conversando sobre o que rolava na festa. Eu olhava na direção dos caras e ela olhava para mim. Então eu pedia para ela abrir as pernas. Eu do lado dela já conseguia ver sua calcinha com seus pelos saindo pelo tecido fino do tule, então imaginava como o que eles poderiam estar apreciando. E quando eles olhavam na nossa direção, eu olhava para ela e ela olhava para eles e sorria.

Em resumo, ela chamou a atenção de todos os caras das mesas em frente e dos meus amigos também. Ficamos brincando até que meu amigo chegou depois de ter dançado com umas meninas. Ela fechou as pernas. Disse que ia no banheiro e foi. Fiquei conversando com meu amigo e a segui com os olhos. Ela estava muito gostosa. Quando ela voltou, sentou-se ao meu lado ficando de frente para o meu amigo, inicialmente ficou de pernas fechadas, depois de alguns momentos ela me olhando com uma cara de safada deu uma piscadinha, e, foi abrindo as pernas devagar. Meu coração só faltou sair pela boca, pois não imaginava que ela teria coragem para tanto. Meu amigo se assustou a princípio, não deixando de ficar num misto de surpresa e excitação, afinal ali estava a esposa do seu amigo literalmente mostrando a buceta para ele.

Em dado momento ela me puxa e me leva para o salão para dançar e parecia que ela estava alucinada, começou se esfregar em mim e pediu para eu colocar a mão na sua buceta e nossa como estava molhada de tesão, a calcinha estava completamente encharcada ela disse que queria dançar com o nosso amigo e queria ficar sarrando com ele e eu, que estava excitado disse, que ela estava liberada. Voltamos para a mesa e enchemos o copo de cerveja. Ela estava no cio e depois de beber o copo com uma golada, pediu com cara de safada: – Amor posso dançar com o Robson?

Eu disse brincando, que ele não estava a fim não. Ele deu um pulo da cadeira e disse que tinha coisas que não se rejeitava, e uma delas é dançar com mulher bonita. Ela saiu puxando-o pro salão. No começo um forró normal, mantendo um certo distanciamento, o que não durou quase nada. Nem sei quem puxou quem. De fato, apenas vi que ele se encaixou entre as pernas dela. Ela estava literalmente com as pernas abertas sobre a coxa direita dele. E eu tremendo de tesão. A visão que estava tendo era demais e estava sendo compartilhada por dois amigos meus incrédulos. Extremamente excitado fui até o grupo de amigos, e tomando um copo com eles, veio o comentário cheio de segundas intensões:

– Oh Rapaz, tua mulher está se divertindo muito, não?

E eu tremendo e com a voz meio rouca, apenas sorri e disse que não apenas ela.

Quando minha esposa voltou com meu amigo, duas coisas estavam claras, ele havia se esbaldado nela. Sua saia havia subido no nível que aparecia a ponta da calcinha, o que ela nem ligou em abaixar, e meu amigo com um volume enorme na calça. Tomaram mais um copo e ele foi ao banheiro. Ela me agarrou e praticamente me estuprou com um beijo molhado e gemendo. Disse que estava quase gozando na pista, que ele havia puxado a saia dela para cima de modo que estava esfregando nela direto na buceta, pois a calcinha era de fato bem fina. Sentamo-nos para descansar e ela ficou como estava com a saia levantada, só que com as pernas unidas. Dava para ver a pontinha da calcinha. Acho que meu amigo estava meio receoso com que havia acontecido e estava demorando a voltar. Minha esposa começou a sorrir e logo perguntei o motivo. Ela disse que era para não olhar direto, mas estava sendo devorada. Sutilmente ela virou na minha direção e eu na direção das mesas a frente. Havia um grupo de três homens em uma mesa a poucos metros de nós. Estavam em pé e virados atrevidamente na nossa direção.

Capítulo Quarto – Uma noite, um negão

Eram homens grandes, não que eu seja um homem pequeno, até que muito ao contrário, mas o que chamava a atenção era sem dúvidas o físico. Ela ficou sabendo depois, que trabalhavam em um porto próximo (dá para imaginar). Ela perguntou até já tremendo o que devia fazer, e eu apenas disse, o que você sabe fazer de melhor, minha putinha. Começamos a conversar olhando um para o outro enquanto ela ia abrindo a perna. Os caras ficaram muito loucos.

É difícil explicar, mas o tesão é muito grande. A esposa toda exposta e os caras babando nela. Ela começou a abrir e fechar as pernas ao som do forró. Os caras, meio que bobos dançando sozinho no mesmo ritmo, cachorros no cio, foi o que consegui imaginar da cena. Eu via o puro instinto animal nos caras. Eu perguntei para ela com o rosto pegando fogo, amor o que eu sou?

Ela disse: – Amor, tu és um louco por permitir tua esposa abrir a perna desse jeito para um monte de homens, e eu adooorooo meu corninho manso.

Eu vi que um dos caras, o mais atrevido, se dirigindo ao banheiro, então eu disse: – Vou tentar te ajudar, se segure um pouco.

Dei um beijo nela e fui ao banheiro deixando ela à mercê dos outros dois caras. No banheiro, me posicionei no mictório ao lado do negão parrudo e comecei a urinar. Ele quando me viu e reconheceu, terminou de urinar e virou levemente na minha direção querendo mostrar a jeba. Não tenho nenhum interesse homossexual, meu tesão é bem outro, porém constatei o indisfarçável, o tamanho impressionante da ferramenta do meu colega de mictório.

Ele do nada simplesmente disse: – Chapa tem muita mulher gostosa nesta festa, puta que pariu e umas são do jeito que eu gosto, muito safadas e começou a balançar a jeba.

Eu fiquei até sem jeito e disse: – Olha rapaz, tem muito mesmo, pena que estou com a patroa. Tenho até que segura a cavala pois tem muito cavalo cercando. Acabamos rindo juntos.

Ele disse: – Acho que vou me dar bem, vou até me preparar para arrebentar.

Eu perguntei: – Como?

Ele foi no reservado e voltou com a cueca na mão. A calça do elemento era do tipo social de pano bem fino. A jeba agora meia bomba ficava balançando.

Eu só disse: – Coitada da vítima.

Ele disse: – Hoje estou para o crime, nem casadinha escapa, adoro esposa putinha, maridão deu mole, faço uma putinha feliz, segurando o mastro por sobre a calça.

Acho que ele sentiu o corno manso ao lado dele. Retornei para minha esposa com o coração na boca e pra minha surpresa ela tinha se recomposto, havia abaixado a saia e cruzado as pernas. Os caras do lado na mesma empolgação. Sentei e ela disse: – Demorou hein…

Eu perguntei: – O que rolou minha gata.

– Nada de mais, sou uma putinha obediente… não disseste que era para eu me comportar? Pois bem, aqui estou…, mas os meninos ali estão empolgados…

– Então se segura, pois, o que tenho para te contar é foda. Sabe o negão que foi no banheiro?

– Aquele ali?

Eu só atestei e disse: – Ele tem um pauzão enorme…

– Como assim, ficou olhando para o pau do cara? Rindo.

– Claro que não amor, ele apenas fez questão de me mostrar e ficou dando indireta sobre mulheres safadas na festa, até casadas. Ele tirou a cueca, pois disse que ia se dar bem…

Ela só começou a sorrir com cara de putinha virou na direção dos caras e abriu bem as pernas.

Puta que pariu, os caras endoidaram. De repente, o negão vem na nossa direção e ela nem se importou com a presença dele, manteve as pernas abertas com a calcinha, bem, a buceta aparecendo. A pica dele estava assim fazendo um volume enorme na calça.

Chegou no meu lado e disse: – Amigo me permite dançar com sua esposa?

Que filho da puta atrevido! Olhei para minha esposa e perguntei:

– Amorzinho, queres dançar?

Ela disse: – Claro né amor, você não gosta muito de dançar e me deixa sempre na vontade.

Puta que pariu, a piranha safada. Só pedi para ele dançar próximo as nossas mesas. Queria ver isso de perto. Quando ela levantou e ele pegou na mão dela, deu para perceber que ela era pequena do lado do monstro. Pensei, me fudi. O cara, diferente do meu amigo, não perdeu tempo e atracou minha esposa que sumiu nele. Ele se curvou um pouco e colocou ela sobre a coxa dele. A saia subiu e pelo que vi, ele colocou a bucetinha dela em cima do pau dele. E a esfregação foi foda. Os outros dois olhavam para mim e sorriam. E eu com a maior cara de corno. Dei uma saída rápida e topei com meu amigo enroscado em uma morena.

Voltando à mesa, vi que os dois falavam alguma coisa e que a mão dele estava no buceta dela, ela sorriu e acenou com a cabeça afirmativamente. A música terminou e o monstro a soltou. Ela veio e não se sentou na cadeira e sim no meu colo. Me atracou e me deu um beijão. O monstro conversava com os outros dois e parece que estavam parabenizando.

Ela falou: – Aí amor hoje vou te transformar no maior corno da cidade, posso?

– Claro amor, como será?

– Vou levar ele para o nosso carro, posso? Tu podes ir lá e ficar vendo, hoje estou no cio. Olha com atenção o que eu vou fazer, corninho…

Ela saiu e foi ao banheiro. Os três ficaram próximos e rindo. Deviam estar gozando da minha cara de corno, mas mal sabiam que eu estava para explodir. Minha esposinha volta do banheiro, senta-se no meu colo de novo e dá um beijão e diz: Olha bem corninho.

Ela se levanta e vai na direção dos três. Meu coração para explodir. Ela entra entre eles e dá a calcinha na mão do negão os dois ficaram rindo e surpresos com ela e eu? Meu deus. É uma sensação do caralho. O negão pega a calcinha dela como um troféu e dá uma cheirada e ri. Ela o pega pela mão e vai saindo para o estacionamento. E eu fico com maior cara de corno. Tomo com calma mais um copo de cerveja e me levanto ao encontro do óbvio. Cheguei perto dos dois e pedi que reparassem a minha mesa.

Um deles falou: – Tranquilo amigo. Pode ir sem pressa. E começaram a rir.

E aí está mais essa faceta do meu perfil de corno. Eu adoro ser corno… Eu vibro quando sabem que sou corno. Quando percebo que estão falando. É claro que na grande maioria das vezes, estamos entre estranhos. Neste caso, havia pessoas próximas, como meu amigo que viera conosco e meus outros amigos do trabalho. Mas, eu nem me importei muito com isso. Meu amigo já estava com a morena e já havia sumido de vista e meus amigos do serviço já haviam saído também, acreditava.

Me aproximei do meu carro e já via de longe a movimentação. Meu carro na época era simples, dito popular, e nem tinha película. Embora estivesse estacionado em uma posição afastada, dava para ver de forma nítida, a todos que passassem por perto, que tinha gente transando no carro. Eu me aproximei devagar e fiquei do lado. Minha esposa e o negão estavam no banco de trás, no meio do banco, ele sentado com as pernas abertas e minha adorada esposa, sumindo em cima dele. De frente para ele, ela já estrava cravada no pau do cara, mordendo o ombro do monstro. Para não chamar a atenção, entrei no banco do motorista e o negão me olhou sorrindo e disse: – Não falei amigo que ia arrebentar uma casadinha.

Minha esposa me olhou, levantou um pouco tirando a vara da buceta e disse: – Olha amor, o que tu me fazes passar… olha o tamanho deste pau.

Sentou com gosto no pau do negão e começou a pular como uma louca.

A louca estava cravada no pau do negão trepando sem camisinha. Eu não consegui resistir e comecei a bater minha punheta de corno. Que delícia. Ela parou um pouco, levantou-se, virou de frente para mim e de costa para o negão.

Ela disse: – Aí amor, me ajuda, esse cachorro está me arrebentando, olha como está minha bucetinha… A buceta da minha mulher estava totalmente aberta, os grandes lábios totalmente dilatados.

Ela se sentou de novo nele e eu fiquei segurando os cabelos dela e beijando ela. Ela gemia como uma condenada e gozou longamente. O negão a segurou e cravou fundo na buceta dela e gozou urrando. Minha esposa tremia e gozava como louca.

Ele disse: – Olha amigo, tua esposa é uma maravilha… difícil comer uma putinha tão gostosa.

E olhando para minha esposa: – Vou esperar você no salão. Não quero que você se limpe. Quero ver minha porra escorrendo por essas pernas. Corno, cuida bem dela hein.

Ele saiu do carro e passei para o banco de trás junto com ela. Deitei ela de pernas bem abertas e pude ver o estrago.

Ela disse: – Aí amor, olha como ficou? Está toda dolorida. Faz um carinho com tua língua de leve.

E eu não resistir e dei uma boa chupada na buceta gozada dela. O cheiro forte da porra do negão era afrodisíaco, que loucura. Como combinado não limpei minha esposa e saímos de novo pro salão. Entrei com ela de mãos dadas e ela vinha sorrindo e a porra do negão escorrendo pela perna. Poucas vezes em todas as nossas experiências me senti mais corno como desta vez. Os três estavam bebendo e quando nos viram apenas sorriram. Nós nos sentamos na nossa mesa e começamos a beber para recuperar o fôlego. Ela com as pernas fechadas. Mas parece que quando a mulher é puta não tem jeito.

Ela me beijou e disse: – Puta que pariu, ainda estou com tesão…

E abriu as pernas expondo a boceta totalmente arregaçada, esfolada, vermelha como uma flor e ainda brilhando por conta da porra do negão.

Os caras ficarão loucos, principalmente os outros dois que batiam nas costas do negão e sorriam e comentavam. Nossa noite terminou assim, pegamos o carro e voltamos para casa. Esquecemos nosso amigo por lá. Em casa, dei um tratamento de rainha para minha esposinha puta. Massageie com uma boa chupada na buceta da minha esposa e agora sim me lambuzando de fato com a porra do negão e o outro gozo da minha esposa puta.

Parte Quatro – O casal

Capítulo Três – Miramos no amigo, mas...

Acho valoroso apresentar uma sequência de eventos que trarão detalhes das nossas taras. E mencioná-los me causam grande prazer. Cronologicamente ocorreu no quarto ciclo de casamento. Para entendimento eu divido nossa vida de casado hoje, em cinco ciclos de cinco anos. Já tínhamos suprimidos muitos medos e incertezas referente a nossa relação e assumido nossa condição. Diferente ao que ocorreu no primeiro e início do segundo ciclo onde as novidades de sentimentos e tesões recém-descobertos nos faziam encarar com fome as aventuras, este período estávamos mais “calmos” por assim dizer. Estava vivendo todos os prazeres de um corno manso misto, ora mantinha as coisa no privado, ora assumia o lado público.

Onde morávamos, havia alguns vizinhos que despertava nossa atenção como propensos comedores. Estávamos juntos em reuniões e festinhas típicas de vizinhança, como aniversários, churrascos e situações assim. Neste ambiente eu mantinha a tipologia privada, mas não por muito tempo. Um dos vizinhos era casado com uma mulher, até bem bonita e conservada, pois eles eram mais velhos do que nós. O cara era bem safado, gostava da noite e farra, saia sozinho e aprontava e os comentários eram que tinha pegado algumas casadas da rua o que aguçou a curiosidade da minha esposinha.

Em uma destas reuniões estava de papo com ele, com a intenção de aproximar mesmo, e percebi que ele era discreto, o que de fato é sempre importante. Em dado momento, perguntei se ele conhecia algum lugar bom para dar uma fugida, claro sem mencionar a minha intenção de levar minha esposa, e ele falou de vários, que sempre ia, falou da segurança do local, embora em bairro um pouco mais afastado. Um local em especial, eu já havia ouvido falar em conversa com alguns colegas de trabalho, que serão mencionados mais pra frente. Aparentemente eles iam muito lá com a turma dos outros setores. Perguntei do estilo de música e ele falou que tocava de tudo, com muitas bandas se revezavam, rolava uns forrós e tals. Soltei que estava pensando em levar minha esposa, que tinha um tempo que não saíamos para “dançar”. Ele disse que o local era bem conhecido pelo ambiente não tão bem apropriado para se levar a esposa, se é que me entende. Falei que não devia ser tão ruim assim e se ele quisesse poderia ir conosco, afinal minha esposa ficaria mais tranquila tendo dois homens conosco e que seriamos discretos, dando uma piscadinha pra ele que sorriu e então marcamos na sexta-feira daquela semana.

Chegamos primeiro do que ele no tal bar. O local era amplo, com um estacionamento bem dividido, com um palco central e rodeado de mesas e cadeira. Havia o bar em uma das extremidades. Na entrada havia o local onde se comprava o acesso e eram colocados pulseiras identificadoras. Peguei uma mesa em um dos acesso marginais entre a saída para o estacionamento e o bar. Como estávamos com nosso amigo, não considerei uma caçada, pois em teoria já tínhamos levado a caça conosco.

Minha esposa estava vestida com um minivestido que formava uma saia rodada no meio das coxas e uma calcinha de tule branca que deixava bem visível sua suculenta buceta. Começamos a beber e a dançar.

Nosso amigo chegou um pouco depois de nós e ficamos conversando e bebendo. Durante um tempo eu dançava com minha esposa e ele saia e víamos ele dançando com alguma mulher. Em dado momento, em uma ida ao banheiro encontrei uma mesa com um grupo de amigos meus de trabalhos e alguns da área operacional. Conversei com eles e apontei onde estava sentado, falando que estava com minha esposa e um amigo nosso, no instante que minha esposa estava dançando com ele. Eles sorriram e eu os deixei. Fui ao banheiro e dei uma rodada para mapear o local, banheiros, pontos mais afastados... O arquiteto gritando em mim.

Ao retornar fui dançar com minha esposa e comentei dos meus amigos na mesa próxima. Interessante é que estavam a uns 10 metros, mas sempre nos filmando. Certamente haveria comentários. Aí começou a putaria com minha esposa me provocando, após eu falar dos meus amigos presentes na festa. Falava que hoje eles ficariam sabendo que ela era uma putinha e eu um corno manso. Eu a provocava perguntando como ela ia fazer isso e ela dizendo que ia mostrar para mim. Que iria dançar com os caras e se esfregar muito. E ia mostrar a calcinha para todo mundo. Eu já explodia de pau duro.

E começou, quando nos sentamos, ela já puxou a cadeira dela para frente do salão, na direção das mesas onde havia homens sozinhos e principalmente os meus amigos. Não cruzou as pernas, antes as deixou semiabertas. Eu do lado dela apenas ficava orientando ao abrir e fechar das pernas, ficávamos conversando sobre o que rolava na festa. Eu olhava na direção dos caras e ela olhava para mim. Então eu pedia para ela abrir as pernas. Eu do lado dela já conseguia ver sua calcinha com seus pelos saindo pelo tecido fino do tule, então imaginava como o que eles poderiam estar apreciando. E quando eles olhavam na nossa direção, eu olhava para ela e ela olhava para eles e sorria.

Em resumo, ela chamou a atenção de todos os caras das mesas em frente e dos meus amigos também. Ficamos brincando até que meu amigo chegou depois de ter dançado com umas meninas. Ela fechou as pernas. Disse que ia no banheiro e foi. Fiquei conversando com meu amigo e a segui com os olhos. Ela estava muito gostosa. Quando ela voltou, sentou-se ao meu lado ficando de frente para o meu amigo, inicialmente ficou de pernas fechadas, depois de alguns momentos ela me olhando com uma cara de safada deu uma piscadinha, e, foi abrindo as pernas devagar. Meu coração só faltou sair pela boca, pois não imaginava que ela teria coragem para tanto. Meu amigo se assustou a princípio, não deixando de ficar num misto de surpresa e excitação, afinal ali estava a esposa do seu amigo literalmente mostrando a buceta para ele.

Em dado momento ela me puxa e me leva para o salão para dançar e parecia que ela estava alucinada, começou se esfregar em mim e pediu para eu colocar a mão na sua buceta e nossa como estava molhada de tesão, a calcinha estava completamente encharcada ela disse que queria dançar com o nosso amigo e queria ficar sarrando com ele e eu, que estava excitado disse, que ela estava liberada. Voltamos para a mesa e enchemos o copo de cerveja. Ela estava no cio e depois de beber o copo com uma golada, pediu com cara de safada: – Amor posso dançar com o Robson?

Eu disse brincando, que ele não estava a fim não. Ele deu um pulo da cadeira e disse que tinha coisas que não se rejeitava, e uma delas é dançar com mulher bonita. Ela saiu puxando-o pro salão. No começo um forró normal, mantendo um certo distanciamento, o que não durou quase nada. Nem sei quem puxou quem. De fato, apenas vi que ele se encaixou entre as pernas dela. Ela estava literalmente com as pernas abertas sobre a coxa direita dele. E eu tremendo de tesão. A visão que estava tendo era demais e estava sendo compartilhada por dois amigos meus incrédulos. Extremamente excitado fui até o grupo de amigos, e tomando um copo com eles, veio o comentário cheio de segundas intensões:

– Oh Rapaz, tua mulher está se divertindo muito, não?

E eu tremendo e com a voz meio rouca, apenas sorri e disse que não apenas ela.

Quando minha esposa voltou com meu amigo, duas coisas estavam claras, ele havia se esbaldado nela. Sua saia havia subido no nível que aparecia a ponta da calcinha, o que ela nem ligou em abaixar, e meu amigo com um volume enorme na calça. Tomaram mais um copo e ele foi ao banheiro. Ela me agarrou e praticamente me estuprou com um beijo molhado e gemendo. Disse que estava quase gozando na pista, que ele havia puxado a saia dela para cima de modo que estava esfregando nela direto na buceta, pois a calcinha era de fato bem fina. Sentamo-nos para descansar e ela ficou como estava com a saia levantada, só que com as pernas unidas. Dava para ver a pontinha da calcinha. Acho que meu amigo estava meio receoso com que havia acontecido e estava demorando a voltar. Minha esposa começou a sorrir e logo perguntei o motivo. Ela disse que era para não olhar direto, mas estava sendo devorada. Sutilmente ela virou na minha direção e eu na direção das mesas a frente. Havia um grupo de três homens em uma mesa a poucos metros de nós. Estavam em pé e virados atrevidamente na nossa direção.

Capítulo Quarto – Uma noite, um negão

Eram homens grandes, não que eu seja um homem pequeno, até que muito ao contrário, mas o que chamava a atenção era sem dúvidas o físico. Ela ficou sabendo depois, que trabalhavam em um porto próximo (dá para imaginar). Ela perguntou até já tremendo o que devia fazer, e eu apenas disse, o que você sabe fazer de melhor, minha putinha. Começamos a conversar olhando um para o outro enquanto ela ia abrindo a perna. Os caras ficaram muito loucos.

É difícil explicar, mas o tesão é muito grande. A esposa toda exposta e os caras babando nela. Ela começou a abrir e fechar as pernas ao som do forró. Os caras, meio que bobos dançando sozinho no mesmo ritmo, cachorros no cio, foi o que consegui imaginar da cena. Eu via o puro instinto animal nos caras. Eu perguntei para ela com o rosto pegando fogo, amor o que eu sou?

Ela disse: – Amor, tu és um louco por permitir tua esposa abrir a perna desse jeito para um monte de homens, e eu adooorooo meu corninho manso.

Eu vi que um dos caras, o mais atrevido, se dirigindo ao banheiro, então eu disse: – Vou tentar te ajudar, se segure um pouco.

Dei um beijo nela e fui ao banheiro deixando ela à mercê dos outros dois caras. No banheiro, me posicionei no mictório ao lado do negão parrudo e comecei a urinar. Ele quando me viu e reconheceu, terminou de urinar e virou levemente na minha direção querendo mostrar a jeba. Não tenho nenhum interesse homossexual, meu tesão é bem outro, porém constatei o indisfarçável, o tamanho impressionante da ferramenta do meu colega de mictório.

Ele do nada simplesmente disse: – Chapa tem muita mulher gostosa nesta festa, puta que pariu e umas são do jeito que eu gosto, muito safadas e começou a balançar a jeba.

Eu fiquei até sem jeito e disse: – Olha rapaz, tem muito mesmo, pena que estou com a patroa. Tenho até que segura a cavala pois tem muito cavalo cercando. Acabamos rindo juntos.

Ele disse: – Acho que vou me dar bem, vou até me preparar para arrebentar.

Eu perguntei: – Como?

Ele foi no reservado e voltou com a cueca na mão. A calça do elemento era do tipo social de pano bem fino. A jeba agora meia bomba ficava balançando.

Eu só disse: – Coitada da vítima.

Ele disse: – Hoje estou para o crime, nem casadinha escapa, adoro esposa putinha, maridão deu mole, faço uma putinha feliz, segurando o mastro por sobre a calça.

Acho que ele sentiu o corno manso ao lado dele. Retornei para minha esposa com o coração na boca e pra minha surpresa ela tinha se recomposto, havia abaixado a saia e cruzado as pernas. Os caras do lado na mesma empolgação. Sentei e ela disse: – Demorou hein…

Eu perguntei: – O que rolou minha gata.

– Nada de mais, sou uma putinha obediente… não disseste que era para eu me comportar? Pois bem, aqui estou…, mas os meninos ali estão empolgados…

– Então se segura, pois, o que tenho para te contar é foda. Sabe o negão que foi no banheiro?

– Aquele ali?

Eu só atestei e disse: – Ele tem um pauzão enorme…

– Como assim, ficou olhando para o pau do cara? Rindo.

– Claro que não amor, ele apenas fez questão de me mostrar e ficou dando indireta sobre mulheres safadas na festa, até casadas. Ele tirou a cueca, pois disse que ia se dar bem…

Ela só começou a sorrir com cara de putinha virou na direção dos caras e abriu bem as pernas.

Puta que pariu, os caras endoidaram. De repente, o negão vem na nossa direção e ela nem se importou com a presença dele, manteve as pernas abertas com a calcinha, bem, a buceta aparecendo. A pica dele estava assim fazendo um volume enorme na calça.

Chegou no meu lado e disse: – Amigo me permite dançar com sua esposa?

Que filho da puta atrevido! Olhei para minha esposa e perguntei:

– Amorzinho, queres dançar?

Ela disse: – Claro né amor, você não gosta muito de dançar e me deixa sempre na vontade.

Puta que pariu, a piranha safada. Só pedi para ele dançar próximo as nossas mesas. Queria ver isso de perto. Quando ela levantou e ele pegou na mão dela, deu para perceber que ela era pequena do lado do monstro. Pensei, me fudi. O cara, diferente do meu amigo, não perdeu tempo e atracou minha esposa que sumiu nele. Ele se curvou um pouco e colocou ela sobre a coxa dele. A saia subiu e pelo que vi, ele colocou a bucetinha dela em cima do pau dele. E a esfregação foi foda. Os outros dois olhavam para mim e sorriam. E eu com a maior cara de corno. Dei uma saída rápida e topei com meu amigo enroscado em uma morena.

Voltando à mesa, vi que os dois falavam alguma coisa e que a mão dele estava no buceta dela, ela sorriu e acenou com a cabeça afirmativamente. A música terminou e o monstro a soltou. Ela veio e não se sentou na cadeira e sim no meu colo. Me atracou e me deu um beijão. O monstro conversava com os outros dois e parece que estavam parabenizando.

Ela falou: – Aí amor hoje vou te transformar no maior corno da cidade, posso?

– Claro amor, como será?

– Vou levar ele para o nosso carro, posso? Tu podes ir lá e ficar vendo, hoje estou no cio. Olha com atenção o que eu vou fazer, corninho…

Ela saiu e foi ao banheiro. Os três ficaram próximos e rindo. Deviam estar gozando da minha cara de corno, mas mal sabiam que eu estava para explodir. Minha esposinha volta do banheiro, senta-se no meu colo de novo e dá um beijão e diz: Olha bem corninho.

Ela se levanta e vai na direção dos três. Meu coração para explodir. Ela entra entre eles e dá a calcinha na mão do negão os dois ficaram rindo e surpresos com ela e eu? Meu deus. É uma sensação do caralho. O negão pega a calcinha dela como um troféu e dá uma cheirada e ri. Ela o pega pela mão e vai saindo para o estacionamento. E eu fico com maior cara de corno. Tomo com calma mais um copo de cerveja e me levanto ao encontro do óbvio. Cheguei perto dos dois e pedi que reparassem a minha mesa.

Um deles falou: – Tranquilo amigo. Pode ir sem pressa. E começaram a rir.

E aí está mais essa faceta do meu perfil de corno. Eu adoro ser corno… Eu vibro quando sabem que sou corno. Quando percebo que estão falando. É claro que na grande maioria das vezes, estamos entre estranhos. Neste caso, havia pessoas próximas, como meu amigo que viera conosco e meus outros amigos do trabalho. Mas, eu nem me importei muito com isso. Meu amigo já estava com a morena e já havia sumido de vista e meus amigos do serviço já haviam saído também, acreditava.

Me aproximei do meu carro e já via de longe a movimentação. Meu carro na época era simples, dito popular, e nem tinha película. Embora estivesse estacionado em uma posição afastada, dava para ver de forma nítida, a todos que passassem por perto, que tinha gente transando no carro. Eu me aproximei devagar e fiquei do lado. Minha esposa e o negão estavam no banco de trás, no meio do banco, ele sentado com as pernas abertas e minha adorada esposa, sumindo em cima dele. De frente para ele, ela já estrava cravada no pau do cara, mordendo o ombro do monstro. Para não chamar a atenção, entrei no banco do motorista e o negão me olhou sorrindo e disse: – Não falei amigo que ia arrebentar uma casadinha.

Minha esposa me olhou, levantou um pouco tirando a vara da buceta e disse: – Olha amor, o que tu me fazes passar… olha o tamanho deste pau.

Sentou com gosto no pau do negão e começou a pular como uma louca.

A louca estava cravada no pau do negão trepando sem camisinha. Eu não consegui resistir e comecei a bater minha punheta de corno. Que delícia. Ela parou um pouco, levantou-se, virou de frente para mim e de costa para o negão.

Ela disse: – Aí amor, me ajuda, esse cachorro está me arrebentando, olha como está minha bucetinha… A buceta da minha mulher estava totalmente aberta, os grandes lábios totalmente dilatados.

Ela se sentou de novo nele e eu fiquei segurando os cabelos dela e beijando ela. Ela gemia como uma condenada e gozou longamente. O negão a segurou e cravou fundo na buceta dela e gozou urrando. Minha esposa tremia e gozava como louca.

Ele disse: – Olha amigo, tua esposa é uma maravilha… difícil comer uma putinha tão gostosa.

E olhando para minha esposa: – Vou esperar você no salão. Não quero que você se limpe. Quero ver minha porra escorrendo por essas pernas. Corno, cuida bem dela hein.

Ele saiu do carro e passei para o banco de trás junto com ela. Deitei ela de pernas bem abertas e pude ver o estrago.

Ela disse: – Aí amor, olha como ficou? Está toda dolorida. Faz um carinho com tua língua de leve.

E eu não resistir e dei uma boa chupada na buceta gozada dela. O cheiro forte da porra do negão era afrodisíaco, que loucura. Como combinado não limpei minha esposa e saímos de novo pro salão. Entrei com ela de mãos dadas e ela vinha sorrindo e a porra do negão escorrendo pela perna. Poucas vezes em todas as nossas experiências me senti mais corno como desta vez. Os três estavam bebendo e quando nos viram apenas sorriram. Nós nos sentamos na nossa mesa e começamos a beber para recuperar o fôlego. Ela com as pernas fechadas. Mas parece que quando a mulher é puta não tem jeito.

Ela me beijou e disse: – Puta que pariu, ainda estou com tesão…

E abriu as pernas expondo a boceta totalmente arregaçada, esfolada, vermelha como uma flor e ainda brilhando por conta da porra do negão.

Os caras ficarão loucos, principalmente os outros dois que batiam nas costas do negão e sorriam e comentavam. Nossa noite terminou assim, pegamos o carro e voltamos para casa. Esquecemos nosso amigo por lá. Em casa, dei um tratamento de rainha para minha esposinha puta. Massageie com uma boa chupada na buceta da minha esposa e agora sim me lambuzando de fato com a porra do negão e o outro gozo da minha esposa puta.

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