Beta da Helô 3 - Questão de Tempo - Part 4

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2058 palavras
Data: 17/04/2026 17:17:07

Estava mil maravilhas com namoro, a gente passava as noites juntos fumando maconha e assistindo TV, nas horas vagas sempre limpava a casa como podia, ela adorava isso, ver ela feliz era gostoso demais.

E sempre antes de ir embora lhe dava um orgasmo com a minha boca nem me importava comigo o importante era ela, e sempre me masturbava sozinho em casa.

Teve um dia que ela judiou de mim, fumamos maconha e logo fomos pra cama, meus sentidos estavam aflorados eu parecia um cachorro no cio, chupei ela bem gostoso enquanto ficava apertando meu pau e implorando pra gozar, ela gostava de ser má comigo, me mandou embora assim morrendo de tesão e antes de ir ela me perguntou.

“Amor, você vai vir em casa amanhã a noite?”

“Se não for problema eu venho.”

“Sabe, um dos meus amigos vem buscar o carregador do celular, não vai ter problema né.”

“Amigo, que amigo!?”

“Não é amigo amigo, era um ficante meu, ele dormiu uma noite aqui.”

“Aquele que tentou te comer enquanto dormia?”

“Tentou não, ele estava conseguindo! O pau dele é muito grande, passou pelas minhas pernas e chegou a entrar em mim.” falou com entusiasmo.

“Talvez seja melhor eu ficar aqui, esse cara parece ser perigoso.”

“Tá bem.”

Fui embora pensando naquilo, porra aquele cara parecia ser um idiota, em casa me masturbei pensando nele comendo a minha namorada na cama, uma traição bem safada e gostosa, era a cara da Helô, gozei um absurdo de tesão.

No outro dia cheguei logo após sair do trabalho, Helô com um shortinho pequeno e só de sutiã, ficou andando pela.

“Amor ele não está pra chegar? Não é melhor colocar outra roupa?”

“Aí você, pára com isso, ele já me viu pelada, isso não é nada demais.”

Passava um medo e tesão por mim, logo ele chegou de moto, e entrou era um moreno alto de 1,90 de altura estava de moletom devia estar sem cueca porque dava pra ver contorno do pau dele, era bem visível comprimentou eu e Helô, sentou no sofá e começou a bolar um baseado, e nisso a gente foi conversando e Helô falou que estava namorando comigo, ele ficou bem surpreso e meio desanimado parece, acho que ele queria transar não sei.

Fumamos um baseado ele jogou o verde não sei qual era a dele, será que todos homens são assim mesmo.

“Ei Helô agora tá tendo todo dia, início de namoro.” Ele fez o sinal com a mão de transar.

Dei uma risada e Helô disse: “eu gosto.”

“Eu sei que gosta… ei parça a gente se conhece a mil anos fala aí Helô… sem maldade cuzao mais e eu e ela a gente já ficou, mais isso é papo das antigas anos atrás, hoje eu e ela só amizade confia.”

“Pode crê.” Eu falei mas pensei (esse cara tá mal intencionado.”

“No começo ela era meio virgem, não aguentava pressão não, falava como doía, não consigo andar direito.” ele começou a rir sozinho.

Helô ficou me olhando sem saber a minha reação.

“Para com essas histórias Bruno, meu namorado vai pensar o que de mim.”

“O cuzao não leva na maldade, mais isso é coisa do passado né Helô.”

“Meu namorado sabe que a gente transou semana passada.”

Ele deu uma engolida seca e ficou sem reação.

“Tá suave.” Eu falei

Ele ficou um pouquinho mais aliviado.

“Deixa eu pegar o seu carregador.” falou Helô.

Ela ficou quatro na frente da tv, a gente olhava diretamente para sua bunda, ela tinha feito de propósito, e pegou o carregador.

“Estava precisando mesmo, eu tenho um lá em casa mais curto.” Falou o Bruno.

Helô olhou pra mim sorrindo “o de casa também é curto.” Ela falou em duplo sentido.

“Tipo eu gosto de ficar deitado no sofá e tomada é mais longe, esse dá pra ficar certinho já outro não dá pra ficar deitado.”

“O problema do curto que nem todas posições é possível.” Falou Helô.

Certamente essa indireta o Bruno percebeu.

“O cabo tá pequeno aí Helô?” ele falou.

“É tá pequeno.”

“Se quiser usar o meu eu empresto, eu passo amanhã aqui e pego.”

“Não quero te atrapalhar.” Falou Helô.

“Não vai atrapalhar.”

Logo em seguida ele comprimentou a gente saiu, Helô ficou de sorrisinho de canto.

“Ele entendeu suas piadinhas?” Eu falei.

“É claro que ele entendeu, não é lerdo igual você.”

“Humm.”

Helô sentou no meu colo “meu namorado tá ansioso pelo cheirinho.”

“Eu até tinha comprado um presente pra você, mas tô vendo que não está merecendo.”

Ela me encheu de beijos “cadê meu amor, cadê meu presente.”

Eu fui no carro e trouxe um vibrador grandão pra ela, ela começou a rir.

“Aí meu amor… não acredito que você tenha comprado um tão grande… você é um betinha de primeira… quer me ver usar?” Ela falou de um jeito provocativo e sensual

Meu pau já ficou duro com aquilo.

“Posso usar em você amor?” eu perguntei.

“O que?” Ela riu, e pegou ele nas mãos. “Você quer me foder com ele?” ela falou com um jeitinho manhoso. “Eu quero muito sentir, eu nunca usei um consolo.”

“Não amor?” Fiquei bastante surpreso.

“Sempre que eu ficava com tesão eu chamava um homem de pau bem grande! Grande igual esse vibrador.”

Ela começou a passar no rosto e dar beijinho e com um risada maléfica “vai implorar pra esse consolo me foder?”

Fiquei em silêncio.

“No que meu amor está pensando?” Ela falou passando a mão no meu rosto e sentada no meu colo.

“Ele falou que vocês transaram na época que você era apertadinha.”

“Era amor? Você está falando que eu não sou?”

Fiquei com vergonha, ela riu “Ele foi um dos responsáveis por me deixar viciada em pau grande.”

“Hummm.”

“Ficou com ciúmes?... Sabe vou te contar algo dele que você vai morrer de ciúmes.”

Fiquei curioso, ela sabia como eu era. “Conta então amor.”

“Só fazer tudo que eu mandar.”

Fiquei pensando mas não aguentei “tá bom.”

“Ele transou várias vezes comigo, e não só comigo ele comeu várias amigas minhas também.”

“Legal.”

“Sabe amor ele nunca namorou uma mulher.”

“Porque não?”

“Você viu como é ele alto, negro, inteligente, gostoso, pra ele nunca falta buceta.”

“Humm.” Falei morrendo de ciúmes.

“Ele é incrível não é amor?... Se fosse um homem eu queria ser igual a ele, comer uma buceta diferente todo buceta dia.”

Ela passou o consolo no rosto dela e deu um beijo e colocou no rosto e passou nos lábios.

“Ele não é incrível?”

“Sim incrível.”

Ela riu “agora dá um beijinho.”

Eu beijei o consolo, ela riu.

“Que tal a gente colocar um nome nele, que tal Eduardo domador de beta.”

“O seu ex ou aquele Eduardo idiota.”

E com um sorriso no rosto “Nao chama ele assim, porque você ficou calado na frente dele.”

Fiquei em silêncio, Helô soltou o consolo no meu colo e foi tirando o sutiã, seus peitos durinho era um espetáculo se levantou e foi indo para o quarto, quando eu cheguei no quarto ela estava deitada com as pernas abertas.

Eu simplesmente já caí de boca na Helô, sem pensar fui deixando ela bem lubrificada.

“Amor, o seu Eduardo também precisa de lubrificação.”

Eu cuspi no vibrador e passei a minha saliva em volta do vibrador.

“Vai amor prepara minha buceta pro pau do seu Eduardo.”

Caralho ela tinha mesmo entrado no papel, lubrifiquei bem a bucetinha dela, ela simplesmente pegou o vibrador e socou na buceta, sempre soube que ela era um puta, mais nunca imaginava aquilo, ela socou uns 18 centímetros pra dentro dela como se não fosse nada, o consolo tinha 20 centímetros, faltava bem pouquinho pra entrar tudo.

Meu pau pulsava de tesão dentro do shorts, ela me puxou e ficamos se beijando enquanto eu comia ela com o consolo e ela gemia como uma putinha. De vez enquanto pegava no meu pau só pra me provocar. “Isso é gostoso demais, eu já estava cansada da sua língua e do seu pauzinho.”

“Gostou amor?”

“Sim, amor você realmente acertou nesse presente, agora me faz gozar.”

Ela me empurrou minha cabeça pra virilha dela, ela começou a socar o vibrador sozinha, “vai amor lambe minha bucetinha.”

“Nossa bem molhada.”

O vibrador estava brilhando, ela com um sorriso, colocou o dedo bem na entradinha da bucetinha dela “amor quero que você lambe aqui.”

Eu lambi ela gemeu de tesão.

“Amor lambe o pau do Eduardo também.”

Eu comecei a lamber a sua bucetinha e pedaço do consolo, ela gemia de tesão e socava aquele consolo.

“Aí amor a sua língua é tão gostosa, e esse vibrador é perfeito, vou gozar assim.”

Ela continuou fazendo isso sem parar, eu percebi que ela estava gozando na minha boca e vibrador entrando e saindo que delícia, meu pau doía dentro da cueca.

Ela foi diminuindo até parar e ficar respirando ofegante “aí que delícia.”

Logo ela voltou a socar na bucetinha e eu já lambia o consolo e e buceta sem parar, ela teve uma sequência de múltiplos orgasmos, um atrás do outro, e quando ela soltou o consolo, ele saiu devagarinho da sua bucetinha, era uma cena linda demais ele saiu todo molhado a sua bucetinha toda lambuzada, como eu queria provar.

“Gostou de assistir amor?”

Eu tinha gostado mas não tinha coragem de responder, foi meio humilhante tudo aquilo, e quando ela pegou o consolo todo lambuzado da sua bucetinha e colocou bem próximo a minha boca.

“Tem seu cheiro.” eu falei.

Ela passou nos meus lábios rindo, eu não aguentei e lambi.

“Põe na boca amor, e agradeça o Eduardo por ter transando gostoso com sua namorada. Ele me fez gozar tantas vezes amor, coisa que o seu pauzinho nunca iria fazer.”

Eu beijei a cabeça e Helô tentou colocar na minha boca e não hesitei, acabei deixando ela fazer o que ela queria, nisso ela tirou o meu pau pra fora e ficou me masturbando com dois dedos enquanto brincava com o consolo.

Eu pareci um garoto prematuro, não aguentei muito tempo e acabei gozando bem na sua barriga, ela ficou rindo surpresa. Eu estava aliviado, precisava muito gozar, mas não queria que fosse daquele jeito.

“Vou buscar uma toalha.”

“Não precisa.” Enquanto ela tirava até a última gota do meu pau e logo após passando os dedos no meu esperma. “Olha o tanto que o Eduardo goza meu amor, você não vai ser um betinha e limpar com boca?”

Enquanto ela falava isso, levou os dedos melados de esperma, eu não sabia dizer não e lambi os dedos de Helô, quando eu terminei ela passou a mão no meu rosto e foi descendo até chegar na cola da minha camisa e me puxou, eu sabia a intenção dela, era lamber a sua barriga.

Eu não sabia se eu gostava de me humilhar para Helô, ou se era ela que me humilhava, eu não sabia a resposta. Simplesmente seguia o jogo e lambi meu esperma na sua barriga lisa.

E quando eu terminei, ela ficou fazendo cafuné na minha cabeça.

“Amor, você tem sido o melhor namorado de toda a minha vida, e vai continuar sendo não vai?”

“Vou amor.”

“Eu gostei do vibrador mais com homem e diferente você sente o pau pulsando os toques com as mãos, as palavras que fazem tudo ficar melhor.”

Meu pau ficou duro nessa hora e tocou na perna dela.

“Você gosta disso, né? Você gosta quando eu falo isso?”

“Sim amor, mas como eu gozei rápido acho que foi uma recuperação rápida também.”

“Ahh, Será que é só isso? Vem aqui amor.”

Eu fui até, ela beijou meu lábios.

“Gosta quando eu sou uma vadia?”

“Gosto.”

“E quando eu sou uma vadia má?”

“Gosto também.”

Ela riu “amanhã você vai chegar mais tarde em casa?”

“Vou sim.”

“Vai amor? Vai deixar eu e o Bruno sozinhos em casa?”

“Talvez eu demore, vou comprar um presente pra minha namorada.”

“Vai amor, agora fiquei curiosa! Será que vai ser outro vibrador.”

“Não sei, vamos ver.”

“Agora põe uma roupa e vai arrumar a casa, eu preciso fazer a janta.”

“Amor agora que estava ficando bom?”

“Amanhã vai ser melhor ainda.” Falou com um sorriso, ela me beijou e foi tomar um banho enquanto eu coloquei minha roupa e fui limpar a casa.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Gustin a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários