Aventuras de uma jovem médica - VIII

Um conto erótico de Elianna
Categoria: Heterossexual
Contém 2897 palavras
Data: 17/04/2026 17:13:08

Acordei com alguém chamando a Ângela e, era o pai dela, que vivia acamado, saí correndo para ver o que tinha acontecido com ele, chegando lá, encontrei ele caído no chão, com o pênis semi ereto.

-O que aconteceu com o senhor?

Ele se assustou quando me viu, já que ele não esperava que fosse que iria lá, mas ao me ver ele travou e arregalou os olhos em mim e, não me respondia, como se estivesse em outro mundo, continuei chamando e perguntando se ele estava bem e nada, já estava ficando doida de preocupação mas, me lembrei que eu estava vestidade só de camiseta, sem mais nada por baixo, então ele estava vendo minha buceta lisinha toda, pois como ele estava no chão não teria como não ver, então coloquei as mão na frente e ele voltou para o mundo real, mas aquilo me excitou, deixando meus peitos furando a blusa, que já era branca.

-Doutora, o que a senhora está fazendo aqui?

-Tivemos uma emergência no postinho e tem um paciente em observação, mas o senhor está bem? Se machucou? Por que está no chão? Preciso chamar alguém?

-Não, só cai da cama e me assustei com o tombo e por isso chamei minha filha, desculpe não quero te incomodar

Ele terminou de responder olhando meu corpo por completo, me queimando toda e, por instinto olhei para o pau dele, que estava se endurecendo mais, mas desviei o olhar rapidamente, me preocupando com ele.

-Como vamos fazer para o senhor voltar para cama? Acho que não consigo sozinha.

-Eu preciso só de um apoio, a cama é baixinha, então é mais fácil.

Eu estava em uma situação delicada e excitante, pois como eu iria ajudar ele vestida daquele jeito? Mas excitação falou mais alto e me aproximei dele ele se agarrou na minha cintura e foi subindo e depois foi passando lentamente para a cama dele mas, ao final, ele passou sua mão na minha bunda de uma maneira bem safada, voltei a me tampar com as mãos.

-Muito obrigado minha filha, pela sua ajuda.

Disse isso, me fitando de uma maneira bem forte, me deixando mais fogosa ainda.

-Por que o senhor estava nu da cintura para baixo?

Ele olhou fixamente para meus seios, de maneira muito tarada e respondeu

-Por sua causa milha filha.

-Minha causa?

Respondi sem entender.

-Você me fez sentir um prazer que há muitos anos não sentia, quando me fez gozar, essa semana, ai fui tentar novamente e me desequilibrei.

Ele respondeu isso na maior cara de pau, me olhando descaradamente e, para minha surpresa, meu corpo se excitou mais ainda. Não sabia o que responder para ele e instintivamente olhei para seu pau e ele estava ereto, estava presa naquela visão, quando senti ele pegando na minha mão e puxando em direção ao seu pau e começou uma punheta, junto comigo, sentia as veias e aquela máquina na minha mão, me deixando molhadinha, nem percebi quando ele soltou minha mão e eu continuei o movimento, sentindo toda aquela potência, relembrei o sexo maravilhoso da noite passada, no meio desse transe ele começou a passar a mão em meu corpo, principalmente na minha bunda e, eu continuando aquela punheta gostosa, logo ele arriscou mais um pouco passando seus dedos na minha xana e dizendo.

-Tá molhadinha, tá querendo carinho também.

E sem a menor cerimônia ele introduziu um dedo na minha buceta, me levando a soltar um gemido e, eu acelerei a punheta nele, eu estava louca na mão daquele velho pontente. Depois de algum tempo ele me tirou do transe me chamando.

-Vem cá, sobe aqui que quero te dar um prazer inesquecível, quero provar o seu mel.

Não questionei, subi na cama colocando a minha xota na cara dele, como num 69, mas eu continuei punhetando ele, quando ele começou a me chupar, eu praticamente gozei, pois nunca tinha recebido uma chupada tão marvilhoso, a maneira como ele usava língua e me invadia, era íncrivel me fazendo gozar facilmente. Depois de gozar loucamente ele me disse:

-Acho que está na hora de você retribuir o favor e me fazer gozar, ele está esperando seu carinho.

Olhei para aquele mastro enorme e começei a chupar bem devagar, escutando ele suspirar, me deixando mais acesa, fui colocando a cada vez mais, o pau dele na boca, até perceber que não conseguia, por ele inteiro, enquanto isso ele voltou a me chupar, como ele era experiente naquilo, um oral maravilhoso, depois de algum tempo percebi que ele iria gozar e acelerei para sentir aquele jato na boca, quando ele avisou:

-Vou gozaaar!

Eu segurei e ele despejou tudo aquilo na minha boca, uma quantidade que chegou a vazar e assim limpei a boca e coloquei o restante, de forma bem sensual, olhando para cara dele.

-Você é maravilhosa demais, bebeu toda minha porra e fica com essa cara de quero mais.

Deu um sorrisinho e sai do quarto rebolando sedutoramente. Chegando na cama fiquei lembrando do pau do velho e ainda bati mais siririca, e por fim apaguei na cama e acordoi com a enfermeira me chamando dizendo que estava na hora de ir no hospital, chegando lá analisei o caso do homem, ele já estava estável, bem mais tranquilo e pedi que ligassem para a cidade, para uma ambulância buscar, pois ele precisaria fazer exames para analisar se não tinha alguma coisa que precisa de ser tratada pois, dentro das limitações daquele lugar eu já tinha feito o que devia ser feito. Antes de ir embora eu peguei minhas coisas no posto de saúde e, me lembrei de pegar camisinhas, pois o Marcos poderia tentar algo comigo, eu me lembrava a todo momento do prazer que ele me proporcionou,me deixando excitada quase a todo momento e, eu também ficava pensando no pau do pai da enefermeira, ele me fez um oral que nunca tinha recebido, me fazendo gemer loucamente, então por último passei na casa deles, para pegar o restante das minhas coisas e "agradecer" pela hospitalidade, chegando lá encontrei a Joana, peguei as coisas, conversei e agradeci ela pela hospitalidade e por fim fui no quarto dele para despedir, nisso Joana me disse que ele estava bem melhor nos últimos dias, sorri e fiquei imaginando o porque, entrei no quarto ele estava assistindo TV e quando me viu já soltou um grande sorriso e dizendo:

-Olá minha querida doutora, veio tratar de mim?

Me assustei com aquele comentário, pois a Joana estava em casa e falei baixinho

-Shhhh, o senhor ficou louco ela pode nos escutar

-Calma, ela entrou no banheiro, não escutou?

-Mesmo assim, seu tarado

-Sou mesmo, ainda mais por uma doutora tão gostosa

-Safado!

Ele puxou sua bermuda mostrando seu pau semi ereto e no susto peguei ele e fui guardando ele, mas ele se aproveitou e segurou minhão fazendo um movimento de punheta, junto com a minha mão.

-Safado demais, não posso isso é muito arriscado, sua filha pode entrar a qualquer momento.

-Só um pouquinho (falou isso fazendo uma cara de safado e pedinte)

Então acelerei o movimento e ele me deixou só com as minhas mãos, enquanto eu fazia isso, meu corpo incendiava, queria aproveitar mais mas, era arriscado, isso deixava tudo mais excitante, então eu puxei minha blusa e sutiã e cheguei os peitos na boca dele, já media o risco daquilo, isso deixou tudo uma loucura e também, nos deixou mais excitados, pois seu pau ficou muito duro e eu mais molhada ainda, acelerei a medida que ele beliscava e mordia meus peitos, acelerei mais e ele gozou na sua bermuda e eu guardei meus peito, lembrando da enfermeira, olhei para aquele tanto de porra e pensei que era prova do crime, então eu lambi a porra, para limpar e perguntei onde havia outra bermuda, busquei e peguei uma nova, assim que terminei escutei a porta do banheiro se abrir, e mais que de pressa me afastei, com ela entrando no quarto e ela sorrindo disse:

-Meu pai, gosta muito da senhora, disse que você cuida dele muito bem, acho que tem ajudado na sua recuperação

-Nada, eu tô só cumprindo meu papel

Ela sorriu e olhou para o pai dela que estava sorrindo de forma bem safada e ela perguntou:

-Ué pai o senhor trocou de bermuda

Eu mais que depressa intervi respondendo

-Foi eu que troquei, chegando aqui ele se assustou comigo entrando e derrubou água

Ele interveio

-Sim minha filha, me assustei com a beleza dessa doutora

Todos riram e eu aproveitei para me despedir e ir embora, antes que eu fizesse outra atrocidade, durante o caminho ficava lembrando desses últimos episódios e como eu estrava traindo meu esposo de uma maneira que não condizia com a minha criação e modo de vida mas, que tinha trazido uma energia e excitação, nunca sentido na vida, quando eu pensava no meu esposo, me lembrava do sexo gostoso, mas o prazer verdadeiro, não tinha sentido com ele, aquele ambiente com pouco luxo e bruto me fazia sentir um fêmea de verdade. Cheguei na fazenda no meio da tarde, sentindo o cheirinho de café da dona Otila, chegando ela me recebeu com aquele carisma todo, me abraçando, me agradecendo, pois tinha ouvido falar que eu tinha salvado a vida do homem, ficamos ali conversando e eu aproveitei e comi aqueles comidas de roça, que são deliciosas, no meio da conversa ela me contou que o Marcos tinha ido viajar para casa de um tio, que há muito tempo não via e por isso ele iria passar dois dias lá, me perguntou se eu tinha alguma reclamação para fazer sobre isso, no que intervi dizendo que não, ele tinha passear mesmo, ficar só aqui na fazenda era muito pouco para a vida dele, mas no fundo eu tinha ficado meio decpecionada, pois meu corpo queria ele novamente, terminei a conversa e subi para o quarto para descansar, tomar um banho. Assim que saí do banho e fui pegar uma calcinha, abri a gaveta e não tinha nenhuma lá, todas tinha sumido e nisso eu já imaginei que deveria ter sido o Marcos, fiquei pensando no que faria, pois eu tinha uma calcinha suja, na mala que estava no povoado e só, não tinha nem como pegar emprestado, então resolvi ficar sem e lavar aquela que tinha levado e fui dormir, tive dias intensos e queria uma noite tranquiila.

Acordei no outro dia, bem disposta, animada, pois a noite eu apaguei e descansei muito. Desci para tomar um pequeno lanche e e depois fazer uma caminhada, pois precisa manter o corpo em forma e, queria conhecer novas areas da fazenda, os lugares que conhecia foi o Marcos que me apresentou, mas existia um lugar onde era mais antigo, ondes havia algumas coisas que foram usadas na época da escravidão então, queria aproveitar mais dessa fazenda, mesmo sentindo a falta do garoto. Avisei para a Dona Otila que estava saindo e que iria para a a região antiga, ela me falou que iria adora, pois ainda tem muitas pessoas que possuem descendentes dos escravos e que eles são bem receptiveis. Para fazer minha caminhada eu fui de roupa de ginástica mesmo, mas o detalhe é que eu não tinha calcinha para usar, então durante o caminho aquela sensação de estar sem calcinha me deixou excitada, pois durante a caminhada ficava lembrando das aventuras que tive ali, deixando também meus mamilos duros, marcando a roupa. Após alguns minutos cheguei perto de alguns lugares que não eram usandos, como o tronco e as senzalas e resolvi entrar para ver como eram aqueles lugares que muitas vezes vinhamos somente em livros ou filmes, que retratam uma época do Brasil, quando me aproximei da senzala, escutei vozes vindo de lá de dentro e resolvi espiar para ver o que estava acontecendo, fui chegando pertinho e vi um senhor de bem idade bem negro atrás de uma mulher também negra que, era bem mais nova que ele, parecia ser da minha idade, muito bonita e com um corpo bem definido e, ele estava transando com ela, ela apoiada em uma madeira que ficava no meio da senzala e ele, socando com muita força e ficava falando:

-Você é minha putinha Ester, sabia que ia ficar com saudade do meu pau! Se marido é frouxo!

Enquanto isso a mulher só gemia e ele continuava socando e dava uns leves tapas na bunda dela e socava e ele gemia, sem se preocupar se alguém estava ouvindo os gemidos e gritos dela, tudo isso, essa cena, me deixou louca de tesão, me fazendo até ficar meio zonza e, no embalo das socadas dele eu começei a me masturbar ali, vendo aquela cena, a medida que ele acelerava eu me aproximava mais do orgasmo, logo o velho começou a dizer:

-Tá pronta pra receber minha porra divina?

Ela deu um gemido forte e sentiu ele bater na sua bunda, novamente.

-Responde minha puta, responde senão não vai receber minha porra

Ela gemeu mais forte e eu fiquei mais ofegante ainda, esperando ansiosamente por ela responder e eu gozar junto com ele.

-Se você não responder vai ficar sem minha semente sagrada, já te contei que meu pai era o maior escravo reprodutor da região, era como um deus para as mulheres, então minha porra não pode ser jogada fora.

Ela com muita dificuldade, respondeu:

-Você não pode gozar em mim, estou no periódo fertíl, joga na minha boca

Quando ela respondeu isso, ele deu um estocada forte nela, que ela preciso se segurar para não cair.

-Agora que vou colocar minha porra dentro de você, não posso deixar isso passar.

Ele nem esperou ela falar algo, deu um tapa e acelerou as estocadas e eu acelerei minha siririca, logo eu escutei os dois gozando e eu gozei junto, gozei tão forte que tive que me sentar no chão, minhas pernas bambearam. Quando olhei para eles novamente vi ele tirando o pau dela e fiquei assustado com o tamanho e a grossura daquela coisa, era um monstro e tinha soltado tanta porra que parecia um rio escorrendo da buceta dela.

-Vem limpar meu pau, essa porra que não pode ser disperdiçada

Ela como uma cachorrinha pegou o pau dele que, não estava tão duro, mas estava firme ainda, foi lamber. Depois ela pegou seu vestido, colocou, ficou sem calcinha mesmo, pois ela tinha usando para limpar o excesso de porra que tinha saído da sua xana mas, antes dela sair o velho falou com ela.

-Amanhã quero vou te visitar, não quero seu marido em casa, nem seus filhos, vou me certificar que você vai procriar mais um herdeiro da familía dos Silva.

-Mas seu Tião eu não posso engravidar

-Não me venha com essa conversa, eu transo para engravidar deixar a linhagem do meu pai

-Mas como vou explicar isso para meu marido

-Problema seu e amanhã vou te comer na cama do corno, para deixar o sinal de macho de verdade lá e vai embora

Eu sai dali rápido, buscando que ninguém me visse, apesar de que tudo que vi me deixou com muito tesão, mas não podia ser vista de jeito nenhum, mas aquele pau, do velho me deixou com água na boca e muito excitada, voltei o caminho para casa, pensando em tudo aquilo, pensando se eu aguentaria, já que ele era o maior que tinha visto, na vida, meu pensamento não parava de lembrar daquilo. Chegando em casa não me aguentei e subi para um banho regado de uma bela masturbação, tive um gozo incrível lembrando daquele cacete monumental, descansei um pouco me recuperando e desci para o jantar, com uma ideia para ver aquele monstro de novo.

Me sentei na mesa e a Dona Otila me acompanhou no jantar, conversando sobre as coisas da fazenda, eu falando sobre a vida de medicina, familia. Resolvi colocar meu plano em prática.

-Dona Otila, aqui na fazendo ainda tem moradores que são descendentes de escravos libertos, que moravam nessa fazenda?

-Claro minha filha, quase todo mundo aqui é descendente de escravo, que pertenciam a essa fazenda.

-Mas por que eles não foram embora?

-A maioria gostava da fazenda e o primeiro dono dessa fazenda deu um pedaço de terra para quem quisesse ficar

-Entendi, quem são os mais velhos que moram aqui?

-Tem a dona Emerinda, dona Maria de Cá, seu Jorge e o seu Tião

Quando ela falou o último nome, soltei um sorriso discreto, pois meu plano estava dando certo.

-Mas quem cuida da saúde deles, já que nessa fase da vida geralmente tem muito problema de saúde?

-A gente aqui tem a medicina natural, curandeiros e ervas que usamos para resolver algumas doenças, mas em caso grave tentamos chamar o médico do postinho, na comunidade, mas é muito raro isso acontecer já que a saúde do povo aqui é muito boa.

-Imagino! (Disse meio decepcionada, mas pensei em outra coisa)

-Será que eles ficariam chateados se eu visitasse esses moradores mais antigos para ver a saúde deles?

-Claro que não, eles vão adorar, ainda mais a senhora, que já conquistou a comunidade, eles ficariam muito felizes.

-A senhora, pode me ajudar a chegar na casa deles? Eu não sei onde eles moram

-Posso sim, eu te explico

-Então amanhã a senhora me explica como chego lá.

Terminei meu jantar, já imaginando o dia de amanhã.

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