Desejo Despertado

Um conto erótico de Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 2006 palavras
Data: 17/04/2026 16:21:27

Meu nome é Aline, tenho 28 anos e sou o tipo de mulher que passa despercebida em multidões: alta, quase 1,75m, corpo magro e reto como uma tábua, sem curvas marcantes – seios pequenos, firmes mas discretos, com mamilos rosados e sensíveis que endurecem fácil sob tecidos finos; bunda miúda e achatada, coxas longas e finas sem gordura extra; pele clara e lisa, barriga chapada com um leve tanquinho de quem malha pouco mas come bem; rosto é meu trunfo, rosotinho miúdo e bonito, traços delicados como boneca, olhos castanhos grandes e expressivos que evitam contato prolongado, cabelos pretos longos e lisos caindo até a cintura, boca pequena com lábios carnudos que sorriem tímidas. Sou quietinha, séria no trabalho, simpática mas reservada, casada há cinco anos com uma vida rotineira que me deixa insatisfeita por dentro.

No meu setor de análises financeiras, trabalho ao lado de Marcelo há dois anos, um homem comum de 40 anos que ninguém nota à primeira vista: 1,78m, corpo médio nem gordo nem atlético, barriga levemente saliente de quem come fora mas não exagera, braços fortes; cabelo curto e grisalho nas têmporas, barba cheia e comprida que não tira há anos, olhos escuros penetrantes, rosto sério e bravo cuja aparência desperta uma certa curiosidade nas mulheres do escritório – elas sempre comentam, em sussurros no banheiro ou coffee break, imaginando como ele deve ser na cama, bruto e dominante apesar da quietude –, com rugas de expressão na testa de tanto franzir no Excel, sorriso raro mas genuíno que ilumina quando ri baixo de piadas internas. É respeitoso, quieto, casado, o tipo de colega que ninguém imaginaria em escândalos – mas seus olhares demorados nas reuniões me deixam com um friozinho na espinha.

Semana passada, fomos designados juntos para uma viagem de negócios: um congresso de três dias em Florianópolis sobre tendências financeiras, só nós dois representando o setor pela empresa, e a empresa optou por carro alugado pra economizar com voo, uma jornada de 8 horas desde Curitiba. Meu estômago revirou com a notícia – imaginei os comentários das colegas, "Aline com o Marcelo de carro? Vai rolar!", mas mantive a compostura séria, assentindo pro chefe. Marcelo só murmurou um "Ok" com aquela voz grave, barba cheia tremendo levemente, olhos escuros fixos na tela do computador. Empacotei mala pequena com roupas discretas: blusas soltas pra esconder os seios miúdos, calças retas pros quadris inexistentes, lingerie simples por baixo – nada que alimentasse fantasias. Saímos de madrugada, ele dirigindo o sedã alugado, eu no banco do passageiro, ar-condicionado gelado misturado ao cheiro amadeirado de colônia barata dele, despertando aquela curiosidade que eu reprimia há meses.

A estrada escura e vazia esticava à frente, rádio tocando baixo rock antigo, conversa esparsa no início sobre planilhas do congresso e previsões econômicas, silêncios longos quebrados por goles de café termo. Duas horas em, paramos num posto pra abastecer e banheiro; ele esticou as pernas fortes, barba cheia captando a luz fraca da bomba, e eu senti um calor subir pras coxas finas ao vê-lo se mover com aquela bruteza contida – os sussurros das colegas ecoavam na minha mente, alimentando minha curiosidade reprimida. Voltamos ao carro, e a tensão crescia dentro de mim; fingi foco na paisagem, mas mamilos endurecendo sob a blusa fina, buceta umedecendo sutilmente na calcinha.

Com o sol nascendo e tingindo o painel de laranja, a conversa derivou pro escritório de novo, leve e sem malícia.

— Sabe o João, do RH? Pegaram ele com a estagiária semana passada — comentei, rindo baixo pra quebrar o silêncio.

Ele assentiu devagar, olhos no retrovisor, rosto sério.

— É... gente casada traindo por aí não falta — murmurou neutro, mão firme no volante.

Meu coração deu um salto sutil, umidade crescendo entre as pernas magras.

— Verdade. E ouvi que o chefe tá com a Carla, do setor ao lado. Reuniões 'extraoficiais' todo fim de tarde — soltei, testando leve, cabelos pretos longos caindo no rosto corado.

Silêncio por um instante, ele só murmurou baixo, barba imóvel.

— Chefe adora risco — respondeu seco, veias saltando no volante.

— Falta fogo no casamento faz isso, né? Às vezes a rotina apaga tudo — sussurrei, estrada infinita ecoando meu tesão reprimido, mamilos traidores furando a blusa.

Ele ficou quieto por minutos, silêncio elétrico.

— Rotina cansa, sim — disse neutro, voz rouca, olhos escuros fixos à frente.

Meu corpo pulsava, coxas finas se apertando pra conter o mel na calcinha.

— No meu... faz tempo que não sinto desejo de verdade. E as meninas falam de você, imaginam como deve ser fora do sério — confessei quase inaudível, mordendo o lábio carnudo.

— Hm — murmurou ele, contido como sempre.

Empurrada pela curiosidade que o papo acendeu, toquei sua mão no câmbio de propósito. Ele não recuou, e um gemido abafado escapou de mim.

— Quer saber como é? Aqui na estrada, ninguém vê — disse ele baixo, voz rouca neutra.

Tensão explodiu em faíscas dentro de mim.

Horas se arrastaram na tensão que eu criei sozinha, placas de Florianópolis surgindo ao longe. Quando o carro desacelerou na entrada da cidade, não segurei mais, voz trêmula mas decidida.

— Quero... me mostra no hotel, Marcelo, mas devagar. Sou tímida, mas molhada pra caralho agora.

Ele só assentiu sério, dirigindo em silêncio pro hotel, meu corpo inteiro pulsando, buceta encharcada melando a calcinha, rosotinho corado de vergonha e excitação enquanto estacionávamos, ar do carro grosso de desejo que eu despertei.

No lobby do hotel, check-in rápido e discreto: ele assinou o quarto de casal com um murmúrio pro recepcionista, mala na mão forte, barba cheia sombreando o sorriso cúmplice que me lançou; evitei os olhos escuros dele, rosotinho queimando, coxas finas tremendo ao segui-lo pro elevador, ar condicionado gelado arrepiando meus mamilos rosados sob a blusa fina. Portas se fecharam, e ele me prensou contra a parede fria, boca grande devorando meus lábios carnudos num beijo bruto mas terno, barba áspera roçando minha pele clara, mão grande apertando minha bunda miúda com força possessiva.

— Minha tímida... vou te abrir devagar, te fazer minha flor desabrochando com a boca e o pau — sussurrou rouco, elevador subindo como meu tesão.

No quarto, cortinas semiabertas deixando sol de Floripa dançar no carpete, ele trancou a porta e me virou de costas, braços fortes me envolvendo por trás, barba cheia picando meu pescoço enquanto mãos grandes subiam rasgando a blusa fina, expondo seios pequenos e firmes, mamilos endurecidos implorando.

— Olha pra você, bonequinha magra... tão frágil, mas molhada pra mim — provocou baixo, dedos calejados apertando os seios com firmeza carinhosa, polegares circulando mamilos sensíveis até eu gemer alto, buceta latejando na calcinha encharcada, cabelos pretos longos caindo bagunçados enquanto ele mordia leve meu lóbulo, romantismo sujo no ar de promessas orais.

De joelhos no carpete macio e quente sob o sol filtrado, ele desabotoou a calça devagar, o tecido grosso escorregando pelas coxas musculosas e revelando o pau grosso e veiado que pulsava pesado no ar úmido do quarto, veias salientes latejando em direção aos meus lábios carnudos entreabertos, o cheiro almiscarado e quente de pele masculina invadindo minhas narinas como um convite proibido; seus olhos escuros me fitavam de cima, intensos e fixos, guiando cada movimento meu sem palavras, enquanto a barba cheia e áspera roçava de leve minha testa suada, enviando arrepios pela espinha fina. O pau erguia-se reto e imponente, a cabeça inchada e rosada brilhando com uma gota pré-gozo que escorria lenta como mel, o comprimento grosso forçando minhas mãos finas a circundarem a base quente e rígida, sentindo o pulsar ritmado sob a pele esticada, calor irradiando pros meus dedos trêmulos. Inclinei-me mais, rosotinho corado roçando a pelagem escura na virilha dele, e envolvi a cabeça com a boca pequena, lábios se esticando ao limite ao redor da circunferência larga, língua plana pressionando a parte inferior sensível enquanto sugava devagar, saboreando o salgado terroso misturado ao leve amargo da excitação acumulada, saliva se acumulando e escorrendo pelos cantos da boca em fios quentes. Ele ficou imóvel por segundos eternos, só o peito largo arfando sutil, mas o pau inchava mais na minha cavidade úmida, respondendo ao vácuo gentil que eu criava com sucções lentas e rodadas da língua na glande frenética, mãos finas massageando as bolas pesadas e enrugadas, coxas fortes dele tensas sob meus toques exploradores, buceta minha latejando forte agora, mel escorrendo pelas coxas finas e manchando o carpete em poças discretas.

— Chupa devagar, amor... engole meu pau como a boa menina que você é — disse terno, voz baixa ecoando no quarto.

Eu obedeci tímida, mergulhando mais fundo centímetro por centímetro, garganta se abrindo ao redor do meio do pau, engasgos suaves abafados por gemidos vibrantes que reverberavam na carne dele, saliva abundante lubrificando o vai e vem ritmado, queixo molhado pingando no carpete, cabelos pretos longos grudando no suor do rosto e pescoço enquanto acelerava o ritmo guloso, narinas dilatadas inalando o aroma cru de sexo e colônia dele.

— Mais fundo, Aline... me dá tapa na cara enquanto chupo você assim — pedi rouca entre lambidas, voz entrecortada e ofegante.

Ele riu grave, mão grande erguendo-se devagar pra bater leve mas firme no meu rosotinho corado – o tapa estalado ecoou seco, ardor quente se espalhando pela bochecha delicada e me jogando num frenesi, gemendo alto vibrando no pau inteiro agora, chupando com voracidade animal, língua serpenteando as veias protuberantes, sucção profunda até o nariz roçar a pelagem úmida da virilha, bolas contraindo sob minhas mãos, corpo dele tremendo pela primeira vez.

Ele me ergueu pros lençóis, virando o jogo: coxas finas abertas, calcinha rasgada de lado expondo buceta inchada, língua grossa dele mergulhando no mel quente, barba áspera roçando minhas dobras sensíveis enquanto sugava o clitóris com força gentil.

— Que buceta doce, minha boneca... goza na minha barba — provocou, uma mão apertando meu pescoço magro com asfixia leve – dedos fortes pressionando traqueia o bastante pra estrelas dançarem nos meus olhos castanhos, ar rarefeito intensificando cada lambida, seios pequenos arfando, gemidos abafados escapando. Tapas ritmados na bunda miúda pontuavam, orgasmo me rasgando em ondas sufocadas de prazer romântico-brutal.

Ainda ofegante do oral, ele deitou de costas na cama king, pau ereto apontando pro teto como convite silencioso, mãos grandes me puxando pro colo com firmeza carinhosa que não admitia recuo; posicionei as coxas finas de cada lado da pélvis larga e peluda, buceta encharcada roçando a cabeça inchada e rosada em círculos melosos e lentos, espalhando lubrificante quente antes de descer devagar, engolindo o comprimento grosso e veiado até a base peluda roçar meu clitóris sensível e inchado, esticamento doloroso-delicioso me fazendo gemer rouco enquanto rebolava tímida no início, mãos finas apoiadas no peito peludo e largo pra equilibrar o sobe e desce ritmado, mamilos rosados endurecidos roçando os dele a cada movimento ascendente, suor escorrendo pela barriga chapada e pingando na pele dele. O atrito das veias protuberantes nas minhas paredes latejantes criava faíscas de prazer cru, cheiro almiscarado de sexo e suor preenchendo o quarto ensolarado, ele respondendo com apertos fortes na bunda miúda e achatada, unhas calejadas cravando levemente na pele clara das nádegas pra guiar o ritmo mais fundo e acelerado, bolas pesadas subindo contra mim a cada descida completa.

— Cavalga assim, boneca... me espreme com essa buceta apertada e molhada — disse baixo, olhos escuros cravados nos meus castanhos, voz rouca ecoando como ordem terno.

Tapas firmes e ritmados ecoavam na carne pálida da bunda enquanto eu acelerava o rebolado guloso, asfixia leve invertida por minha própria mão fina no pescoço dele como provocação ousada – pressionando traqueia o bastante pra ele arfar e endurecer mais dentro de mim –, depois trocada pela dele no meu pescoço magro, visão turva de estrelas intensificando o atrito veiado nas paredes contraindo, clitóris roçando a pelagem úmida da virilha dele em fricção elétrica. Gozo mútuo explodiu em ondas violentas – leite quente e espesso jorrando fundo pra encher minha buceta apertada, corpo magro convulsionando sobre o dele em espasmos descontrolados, pernas finas tremendo ao redor da cintura média, suor pingando dos cabelos pretos longos grudados no rosto corado, colapso num emaranhado suado de membros entrelaçados e abraço possessivo, respirações ofegantes se misturando no ar denso de prazer exausto.

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