Eu já vinha com tesão enquanto dirigia a Lamborghini, lembrando do cu de Glorinha que não comi de propósito só para deixá-la implorando e querendo mais de mim.
O pau até pulou na calça quando cheguei na gaiola de cristal e me deparei com a Camilinha de baby-doll curtinho e transparente. A calcinha minúscula daquele conjuntinho era um detalhe especial, enfiada no reguinho da bunda da loirinha peituda como se houvesse sido costurado ali.
Queria saltar em cima da garota e arrancar sua roupa ali mesmo no sofá, mas me contive. Treinei a disciplina para aguentar esses atos impulsivos durante anos, nunca perco a cabeça. Quando surpreendo minhas mulheres, a surpresa é só delas: estou sempre no comando, calculando cada movimento.
– HS, já estava ficando entediada. Você demorou muito! – disse vindo me abraçar, colando o corpinho seminu e enlaçando meu pescoço, enquanto me dava selinhos na boca.
– O que foi, cadelinha? Estava dando um tempinho pra você se recuperar de ontem. Mas agora já voltei.
– Ontem foi… Wow, nem sei como dizer. Vamos logo pra cama? Quero mais…
– Calma, garota, preciso de um banho antes. Faz assim, porque você não vai arrumando a mesa pra um jantarzinho? Aposto que vai amar o que pedi no bistrô do Troisgois, é algo refinado. Tem tudo na cozinha, velas e o caralho. Aproveita e abre um espumante enquanto prepara.
– Um jantarzinho francês, com velas e espumante? Nossa, quem diria que você é romântico! Assim fico mal-acostumada!
– Nada demais, costumo fazer esses mimos pras minhas garotas. É sempre bom amaciar a carne antes de comê-la.
– E você vai me comer de novo hoje? Safado, já tô sentindo ele duro aqui!
– Tudo a seu tempo, gatinha. Vai lá preparar a mesa como uma boa menina, que vou pra ducha.
No banheiro, liguei a ducha pra fazer barulho e, antes de entrar, dei mais um telefonema.
– Oi Candy, tudo bem? Liguei pra conferir o movimento.
– Oi chefinho! Tá bombando, a live com a Glorinha Poderosa hoje foi ótima pros números!
– Não saiu bem como pretendíamos, mas fiz o que pude pra contornar sem entrar numa fria. Aquela cobra da Glorinha é traiçoeira pra caralho!
– Mas tá de boa, gerei vários shorts só de você com frases provocantes e algumas expressões dela com cara de abobada. Tirando do contexto, parece que você dominou a live o tempo todo. A cada uma que publico, os seguidores se atiçam mais!
– Maneiro, sabia que podia contar contigo, garota! Me lembra de te dar um aumento.
– Um aumento e uma coisinha mais, não é? Coisinha não, coisona! Eu mereço!
– É assim que se fala, putinha. Tem que batalhar para ganhar o que quer! Não demora, marco uma noite com você.
– Ôba! Já tô subindo pelas paredes! Esse lance de exclusividade sua é foda!
– É foda, mas faço valer à pena.
– Não posso reclamar, chefinho gostoso!
É isso mesmo que vocês estão pensando, eu comia a Candy, assim como comia a Baby. Funcionária minha ter que ser eficiente no trabalho e boa de cama, já disse. Afinal, se elas vão dar pra um namoradinho mequetrefe qualquer, melhor que seja pra mim, que cuido bem delas e sei fodê-las de uma maneira que faça valer à pena dar para um homem.
Candy é o melhor exemplo disso. Quando a conheci se chamava Filomena e era uma nerd feinha que postava conteúdos sobre tecnologia e essas coisas que ninguém vê. Saquei que a branquelinha de cabelos negros mal cortados, óculos fundo de garrafa e pele maltratada era competente, além de gostosinha. Ali tinha potencial, era só direcionar corretamente.
Custou uma grana transformá-la numa mulher atraente, roupas, tratamentos de beleza e alguns procedimentos estratégicos para dar um upgrade no corpinho. Deu mais trabalho ainda fazê-la terminar com o bostinha pelo qual era apaixonada, um garoto tão nerd quanto Filomena, que todos podiam perceber que estava destinado ao fracasso, menos ela.
Foi somente quando a botei de quatro como um homem de verdade e fiz sua bucetinha rebolar na vara, tratando-a com certa brutalidade alternada com delicadeza, que entendeu o que estava perdendo. Aí morreu a Filomena e nasceu a Candy, minha garota tesuda e assistente de redes sociais.
Então, regularmente comia a Candy e a Baby para mantê-las alinhadas e não havia maiores sentimentos envolvidos além do prazer carnal, assim elas ficavam mais satisfeitas, o engajamento no trabalho era mais forte e essas meninas se dedicavam ao que realmente importava acima de tudo: eu!
Voltando à Camilinha, saí do banho vestindo um confortável roupão atoalhado e tive o prazer de encontrar a mesa posta com velas acesas e o champagne já no gelo, tendo a garota em pé ao lado trajando o baby-doll transparente, esperando com carinha de ansiosa. Para mim, aquela imagem era o retrato fiel de tudo o que conquistei na vida.
Coloquei uma música suave ao fundo, abri o espumante e servi as taças, convidando-a a sentar-se. Seus olhos brilhavam de excitação, aquilo era romântico como ela nunca havia visto. Com um sorriso no rosto, servi meu jantar e dei a primeira garfada. Estava delicioso, esse Claude é realmente um mago da culinária. No mesmo instante, o rostinho de Camilinha se encheu de dúvidas, sem entender porque não a havia servido.
– O que foi, HS? Não vai me servir?
– Garota, o jantar já está pronto, esperando por você. É só pegar – respondi entre uma garfada e outra. Ela fez cara de conformada e foi pegando os talheres para servir-se, quando a interrompi. – Ei! Esse não é seu jantar, Camilinha, você ainda não fez por merecer um prato como esse!
– Mas… como assim? Não vamos jantar juntos?
– Vamos sim, é claro. Mas o que veio do restaurante é para mim. Você hoje vai jantar só porra. Pode ir se servindo.
– Porra?
– É, garota, porra. Vou jantar e enquanto isso você vai chupar rola até conseguir ganhar o seu.
– Ah, não, HS, assim também já é demais!
– Você é quem sabe. Se preferir, pode ir embora, a porta é por ali. Mas, se quiser ficar para um dia se tornar digna de jantar comigo, é melhor se agachar embaixo da mesa e começar a engolir o pau para se alimentar.
– Safado filha da puta… – ela respondeu entre dentes, presa em meio à indignação e a resignação.
– Sou mesmo. Mas sou o filha da puta para quem você não consegue dizer “não”. Então, Camilinha… Embaixo da mesa. Chupa até esporrar. Na boquinha. Agora! – Falei estalando os dedos a cada frase, para ajudá-la a fixar as ordens. Isso funcionava bem com ela.
Não foi a primeira vez que fiz isso. Baby e Candy já estiveram nesse mesmo lugar antes, embaixo da mesa, engolindo o pau enquanto eu jantava confortavelmente. Era parte do rito de iniciação, uma forma de marcar o terreno e deixar claro quem dava as ordens ali.
Além do mais, era tesudo pra mim ter uma garota sorvendo o pau depois de ser humilhada, assim como era proveitoso para elas se submeterem aos meus desejos em troca de uma vida que só teriam estando sob minhas ordens. Uma troca justa.
Verdade seja dita, Camilinha se esmerou mais que as outras. Lambeu minhas bolas, chupou com gosto sugando a cabeça do bicho, desceu fundo até engasgar com o pau metido na garganta… em nenhum momento pareceu estar contrariada ou ficar com nojinho, até lamber o cu ela fez por iniciativa própria e com dedicação exemplar.
Não dá nem para comparar com Candy, porque naquela época ela era uma nerdizinha medíocre bem inexperiente. Já em relação à Baby, bem, a garota já era uma ninfomaníaca quando tivemos este jantar, mas ela sequer havia pensado nisso de lamber cu. Fiquei feliz, essa era a prova de que Camilinha, apesar de ser a mais jovem, sabia ser mais devassa que as outras – e para meu prazer poderia ser exclusivamente minha, se conseguisse passar por meus ritos de iniciação.
E lá estava eu, senhor da situação, estirado na cadeira com Camilinha caindo de boca sem interrupção e parecendo faminta por comer de uma vez a porra, quando mensagens começam a pipocar no telefone. Era Candy, com algumas dúvidas urgentes.
Candy: HS, tem aquele vídeo que você mandou… Qual o objetivo?
HS: Tenho planos para aquilo. Guarda aí.
Candy: OK. Mas… você pretende postar nas redes? Acho meio impróprio. É tesudo, sem dúvida, mas podemos ser bloqueados.
HS: Nas redes não. Penso em algo mais orgânico, que se torne viral.
Candy: Ah, para a conta do Telegram, então?
HS: Isso. E selecione cenas menos explícitas, porém evidentes, para o Threads. Depois edita misturando com cortes da live, tipo antes e depois.
Candy: Entendi. Mas se vier a público que você comeu ela… Isso vai acabar com a carreira da Glorinha Poderosa!
HS: E porque você acha que deixei o telefone gravando quando meti no bucetão dela no camarim? Quero foder de vez com aquela cobra!
Candy: KKKKKK, você é demoníaco!
HS: Procura declarações antigas dela, falando merdas sobre empoderamento feminino. Entremeia com cortes da vagabunda se acabando no meu pau. Quero que as seguidoras dela vejam a hipócrita que sua líder é.
Candy: Tá ligado que isso vai levar suas contas a um outro nível, não é?
HS: Garota, ou sou o rei da machosfera, ou nada do que conquistamos até hoje vale um centavo. Temos que pensar grande, se quisermos ser grandes.
Candy: Você é quem manda, chefinho.
HS: Boa garota, obediente. Mas não envia esses cortes especiais ainda não. Quando o movimento da live estiver caído, reativamos tudo com essa nova perspectiva.
Candy: Sim, o timming é para quando vier a queda de estatísticas da live. De acordo.
HS: Ah, e quero te pedir mais um favorzinho… A garota que estava na live, a tal da Flor sei lá o quê…
Candy: Nanda-Flor? A que tem cara de burrinha mas mitou no final dizendo que dava pra você se fizéssemos uma publi das roupinhas de ginástica dela? Achei hilário!
HS: Essa mesma. Diz pra Baby conseguir o contato dela pra mim.
Candy: Chefinho… Você não está com carne fresca aí agora mesmo? Então porque quer falar com essa fulana?
HS: A carne fresca tá aqui, chupando rola. É o jantar de inciante. Mas essa garota das roupas de ginástica… Pensei que ela podia ficar de malha fazendo exercícios em posições provocantes, como pano de fundo da nossa próxima live.
Candy: Ah, já achei que você queria comer ela também!
HS: Isso é óbvio, è claro que vou comer ela. Só estou pensando em como aproveitar o esforço financeiramente.
Candy: Unindo o útil ao agradável, bem a sua cara.
HS: Sempre!
Candy: Ah, sim, antes que eu esqueça… O Cid mandou avisar que o negócio da Ilha Grande estourou, as contas estão na estratosfera.
HS: Tá legal, diz pro Cid se fuder e seguir pagando, vou dar um jeito.
Cortei as mensagens e olhei pra baixo. Camilinha seguia entre minhas pernas, com o rosto vermelho, toda lambuzada e com lágrimas escorrendo de tanto esforço em chupar pau. Dava até dó, eu estava bem longe de gozar. Resolvi ser benevolente e interceder, afinal, o objetivo não era matar a garota, e sim gozar.
Peguei no seu queixo e a fiz vir subindo entre as pernas, até seu rosto ficar na altura do meu. Dei aquele sorriso sacana, e comecei a jogar com ela fazendo voz grave.
– A minha vagabundinha, já cansou? Que pena, vai ficar sem jantar.
– Não, HS, juro que consigo! Me dá uma chance, vou fazer você gozar!
– Tranquila, putinha. Você é uma delícia e não gosto de desperdiçar comida.
– Ah… Que bom, então posso jantar?
– Não, querida, o jantar já acabou. Agora é hora da sobremesa!
– Sobremesa? Tem sobremesa? Ué, eu não vi…
– Não viu mesmo. Vai ali, vira de costas e se olha no espelho. Minha sobremesa especial de hoje vai ser essa cerejinha aí no meio da sua bundinha!
A expressão de Camilinha voltou a ficar confusa, entre o prazer e o desespero, ouvindo que iria comer seu cuzinho. E eu sequer havia começado a fodê-la como uma cadelinha daquelas merecia…
