Eu estava seguindo pro serviço quando um rapaz surgiu na minha frente de repente. Tentei desviar freando o mais rápido possível, mais acabei machucando seu pé. Fiquei super nervosa, nunca tinha passado por isso. Saí do carro desesperada e logo acumulou várias pessoas. Ele estava com uma feição de dor, então falei que iria levar ele ao hospital mais próximo, mais ele não queria ir porque estava com um tipo de carrinho com recicláveis. Um morador de frente falou que guardava pra ele, então ele concordou em ir ao hospital. Chegando lá logo foi atendido e levaram ele provavelmente pra um raio X. Quando ele voltou eu pedi autorização pra conversar com ele e me deixaram.
Pedi desculpas e ele entendeu e não me acusava dizendo que foi ele o culpado pois não prestou atenção no trânsito.
Naquele dia não trabalhei. No dia seguinte foi ver como ele estava. O responsável pelo setor disse que precisava de um documento pra poder dar alta. Então ele me deu seu endereço e explicou onde estava os documentos . Peguei o carro e fui até lá. Não era uma casa. Era um barraco de madeira com um telhado precário e uma porta improvisada.
Fiquei imaginando aquele rapaz morando na casa sem poder fazer nada e resolvi que daria abrigo pelo menos até ele poder voltar a trabalhar.
Quando ele teve alta levei ele pra minha casa. Já que tive uma parcela de culpa iria cuidar dele. Deixava tudo que ele ia precisar ao seu alcance. Como estava com o pé imobilizado não podia fazer muita coisa.
Já no primeiro dia fiquei imaginando como faria pra ele tomar banho. Tinha sido um dia abafado e ele estava suando. Então peguei a cadeira que uso no computador que tem rodas e levei ele pro banheiro. Mais e agora ? Me perguntava. Ajudei ele a tirar a roupa ficando só de cueca. Fechei o box e ele tomou banho.
No Box usou uma cadeira de plástico e eu o coloquei de volta na cadeira com rodas levando ele de volta pro quarto. Ele deitou pra trocar a cueca molhada mais não estava conseguindo devido ao gesso na sua perna, então eu fui obrigada a ajudar.
Seu pau claro ficou aparente. Mesmo mole era enorme. Ele estava com cara de quem estava com vergonha, e eu também não estava me sentindo bem com a situação.
Consegui colocar a roupa nele e jantamos juntos. Eu fiquei com a imagem do seu pau na cabeça e não consegui desviar meu pensamento. Já sabia que ele só tem uma irmã que mora em outro estado.
Antes de ir dormir ficamos conversando e me contou mais algumas coisas sobre ele.
Quando deitei pra dormir a imagem do seu pau não saia da minha cabeça e eu custei a dormir. No dia seguinte fui trabalhar normalmente, e a noite mais uma vez ajudei ele a tomar banho e trocar a roupa. Essa foi a primeira vez que seu pau começou a ficar duro. Eu fingi não notar. Mais no fundo eu tinha certeza que iria acontecer sempre.
O dia seguinte era um sábado e eu não iria trabalhar e passamos o dia conversando. Comecei a notar que aquele rapaz tinha um coração gigante pois mesmo tendo tão pouco ainda procurava ajudar a irmã. Sem ele saber mandei um dinheiro pra ela.
A noite durante o banho foi inevitável ele ficou com o pau duro realmente e praticamente dobrou de tamanho. Na hora de colocar a cueca foi complicado. Ele fechou os olhos talvez tentando desviar o pensamento pra ver se ele amolecia. Mais não adiantou.
Eu comecei a ficar excitada com a situação e quando fui dormir não conseguia de jeito nenhum. Então levantei pra tomar alguma coisa pra me ajudar a dormir e quando sai do quarto percebi que ele estava de masturbando. Ele levou um susto quando percebeu minha presença, tentou esconder o que estava fazendo mais eu já tinha visto.
Fui até a cozinha e tomei um copo d'água e na volta com o pensamento correndo a mil, parei perto dele e abri meu coração. Você está passando pelo mesmo problema que eu, falei. A claridade da luz do meu quarto deixava o ambiente um pouco claro. Então sentei na beira da sua cama improvisada e fiz carinho no seu rosto.
Ele estava com a barba por fazer e arranhava minha mão. Ele me olhava com carinho e retribui meu carinho fazendo o mesmo no meu rosto e cabelo. Então eu me curvei e beijei sua boca. Ele é um moreno claro com os lábios grossos e foi um beijo maravilhoso.
Passei a mão no seu peito puxando a coberta e senti seus pêlos. Fui descendo a mão pela sua barriga acariciando ela. Até sentir o elástico do seu short. Eu sabia que a essa altura seu pau já deveria estar duro. Então enfiei a mão por dentro do short e peguei no seu pau. Realmente estava muito duro e apontava pro teto. Ele colocou a mão na minha coxa acariciando. Meu coração batia forte e eu estava toda arrepiada. Então respirei fundo e me abaixei ao mesmo tempo que puxava seu short deixando seu pau surgir e o coloquei na boca e comecei a chupar.
Ele gemia tentando abafar para que eu não ouvisse. Seu pau estava cheiroso pois tinha pouco tempo que ele tinha tomado banho. Enquanto chupava fui tirando seu short até deixar ele pelado, nisso ele começou a acariciar minha buceta puxando minha calcinha de lado.
Eu puxei minha calcinha retirando ela e ele começou a acariciar meus grelinho. Eu já estava com um tesão tremendo quando ele enfiou dois dedos dentro de mim e eu acabei gozando na sua mão.
Já não estava me aguentando então me levantei tirando a roupa e já que ele ainda estava com dificuldade fui por cima e segurei seu pau babado pela minha saliva e encostei na minha buceta.
Ele levou as mãos até meus peitos e começou a acariciar enquanto eu deixava meu corpo descer fazendo a cabeça do seu pau me invadir.
Fui descendo bem devagar e nem lembrei da camisinha. Só quando ele já estava todo dentro foi que lembrei. Subi e desci duas vezes e me levantei. Fui até o quarto e peguei uma camisinha que sempre tenho pra prevenir. E voltei colocando nele.
Voltei a encaixar seu pau na minha buceta e cavalguei ele até não ter mais energia. E ele gozou enchendo a camisinha.
Quando me levantei retirei a camisinha e limpei seu pau com a boca.
Depois falei. Dorme amanhã continuamos e tomei um banho e também fui dormir. Aquele dia dormi como um bebê. Depois desse dia passamos a morar juntos. Arrumei um emprego pra ele onde trabalho e estamos levando a vida.