Um casal, a manicure e o marido dotado.

Um conto erótico de Paulo Pino
Categoria: Grupal
Contém 5520 palavras
Data: 17/04/2026 14:41:17

Rubens e Flávia têm 55 anos, são casados a 32 anos, são pais de Ivan e avós de Enzo.

Rubens e Flávia são advogados e são donos de um conceituado escritório. O casamento nunca sofreu abalos. Criaram o filho Ivan, também advogado. Ele é casado com Lais.

Sempre foram dedicados a família, ainda mais depois da chegada do neto. Todos os finais de semana eram dedicados ao neto. Sempre tinham um passeio diferente para levarem o neto.

Talvez sem notarem começaram a ficar relapsos com a vida sexual que sempre fora boa. Antes do neto, Flávia dedicava um bom tempo para se produzir para o marido. Ele também estava sempre em forma e preparado para noites quentes de sexo. Depois do neto estas noites aconteciam, mas já eram mais espaçadas. Flávia é uma mulher bonita, corpo bem feito, tem seios médios e ainda firmes. Tem uma bunda muito bonita, bem dura e coxas grossas. Ela é morena, cabelos bem cuidados e bonitos. Ela chamava muita atenção, principalmente nas viagens para a praia. Rubens tinha orgulho da bela mulher. Não importava com olhares indiscretos de alguns caras e até mulheres. Rubens é alto, moreno, corpo atlético e bem cuidado. Tem um dote de 18cm e de boa grossura. Ele também chamava atenção quando usava sunga na praia.

A alguns meses Flávia arrumou uma manicure, era uma linda mulher que morava bem perto deles. Está mulher ia sempre aos sábados as 9hs da manhã. Ela é Karina, 25 anos, preta, rosto lindo e sempre sorridente. Ela tem um corpo meio cheinho. Na verdade, ela é muito gostosa. Seios grandes e duros, coxas grossas, bunda grande e sem barriga. Ela é casada com Lico, um preto baixo, bonito e muito forte. Dono de um sorriso encantador e sempre alegre como a esposa. Lico é motorista de aplicativo e também um faz tudo. Sempre tinha algo a fazer. Eram um casal trabalhador. A ideia era se prepararem para um dia terem filhos.

Todos os sábados pela manhã Karina era recebida por Flávia e logo ambas iam para a área dos fundos da casa. Lá elas ficavam por uma hora fazendo às unhas e conversando. Quase nunca Rubens aparecia onde elas estavam. Flávia logo começou a saber detalhes da vida de Karina. Karina e Lico eram casados a 3 anos. Ela sempre elogiava o marido, era muito feliz no casamento. Se dizia apaixonada por ele. Karina chamava a atenção pela beleza e pela simpatia. Com o passar do tempo Karina falava de algumas intimidades dela e do marido. Ela dizia que ambos eram muito ativos sexualmente. Flávia ria muito das conversas com Karina. Ela disse que Lico era do tamanho dela, que tinha 1,65 de altura, mas era forte e muito bem dotado. Flávia no início ficava um pouco encabulada, mas logo foi se acostumando com Karina e a sua espontaneidade. Flávia se divertia e até ficava interessada nos casos da manicure. Karina sempre elogiava Flávia, dizia que ela é linda e elegante. Também dizia que o Sr. Rubens era um gato. Falava que eles formavam um casal muito bonito.

Karina: "Flávia, você além de bonita é muito sensual, quando sai com suas sandálias altas mexe com a libido de muitos homens. Ainda bem que o Sr. Rubens não tem ciúmes e se garante. Muitas pessoas me falam que eu sou gostosa, mas quem sou eu perto de você."

Flavia: "Para com isso mulher, você é um espetáculo, nada em você é feio. Eu te acho muito gostosa. Ainda bem que o Rubens fica lá em cima vendo TV."

Riram.

A cada sábado elas ficavam mais íntimas. Rubens notou que em alguns sábados sua mulher ficava mais quente na cama. Ele gostava, pois, eram noites maravilhosas de muito sexo. Um dia Flávia perguntou a Rubens se ele já tinha reparado o quanto Karina era bonita e gostosa. Ele disse que não.

Flávia: "Amor, tem certeza que não reparou? Sei! Ela é gostosa e linda. Vai dizer que nem uma olhadinha você deu. Sei que é fiel a mim, mas sempre reparou em mulheres bonitas e gostosas."

Rubens: "Claro que reparo, assim como reparam em você. Se eu fosse brigar com cada cara que olha para sua linda bunda na praia eu já estava morto ou preso."

Ela: "Digo o mesmo. Sempre tem uma dando uma olhadela no seu volume. Ou acha que sou cega?" Riram e começaram a se acariciar e treparam com a volúpia que a muito não tinham.

Num sábado pela manhã, Flávia precisou sair rapidamente para buscar o neto e pediu ao marido para receber Karina e fazer sala até ela voltar. Disse que só atrasaria 10 minutos.

Às 9hs o interfone tocou, era Karina. Ele a mandou entrar e sentar na sala até a chegada da esposa. Neste dia Karina estava com um vestido relativamente curto que destacava suas coxas grossas. Também tinha um decote generoso. Rubens discretamente reparou na mulher. Ele pensou como o marido dela é sortudo. Ela sentou no sofá em frente a ele. Coube a ela puxar conversa.

Ela: "Fiz o senhor acordar cedo né. Flávia disse que no sábado gosta de dormir até tarde. Desculpa. Se ela tivesse me avisado eu chegaria mais tarde. Não teria este trabalho."

Rubens: "Que isso Karina, não é trabalho algum, ela precisou sair de última hora. Foi buscar nosso neto. Já está chegando. Na verdade, acordo cedo, mas fico na cama fazendo hora ou vendo TV. Não desço para não atrapalhar vocês."

Ela: "O senhor nunca nos atrapalharia."

Rubens vez ou outra reparava nas coxas lindas de Karina. Nem arriscava a olhar para o seu decote, tinha medo de ser mal interpretado. Karina além de bonita e gostosa era muito simpática e tinha um sorriso que formava pequenas covinhas no seu rosto.

Karina: "Vocês são apaixonados pelo neto né. Flávia até suspira ao falar dele."

Rubens: "Tem horas que até excedemos. Precisamos nos controlar. Flávia não repara mais em mim."

Disse e sorriu.

Karina: "O senhor que acha. Ela repara e muito no senhor. Ela é uma mulher apaixonada. Vocês estão de parabéns. Formam um casal lindo. Claro que o neto é algo especial na vida se vocês."

Nesta hora Flávia entra com Enzo e o neto dependura no avô. Ambos saem da sala.

Nesta noite após colocar o neto para dormir Flávia se produziu toda para o marido. Deitou ao lado dele e o beijou. Ela estava linda e muito sexy. Ela logo começou a brincar com o pau do marido que estava já muito duro.

Ela olhando para a ferramenta dele disse: "Uau, isto tudo é por minha causa ou divido as honras com aquela linda moça que esteve aqui hoje?"

Ele: "Sempre fiquei assim por você." Ela: "Viu que coxas lindas ela tem? Até eu reparei. O decote era generoso. Vai falar que não reparou?"

Ele deu um sorrisinho de canto de boca e começou a beijar a mulher. Logo tirou a camisola dela e socou seu pau em sua xoxota com muita força. Ela gemia e rebolava. Ela falou no ouvido dele: "Mete amor, mete na sua Flavinha e imagina que está comendo a Karina. Vai amor fode ela."

Ele não falou nada e aumentou o ritmo até explodir num gozo farto que inundou as entranhas de Flávia.

Ela: "Nossa amor, que explosão foi essa? Fazia tempo que não sentia tanta porra dentro de mim. Que delícia."

Ele: "Amor, por que falou da Karina, nunca falou nada parecido comigo antes?"

Flávia: "Foi só para mexer com você, e pelo jeito deu certo. Você me fodeu como eu gosto. Mas me fale uma coisa, não vou ficar brava, você sentiu tesão nela?"

Rubens: "Amor, até evitei ficar olhando para ela. Reparei nas coxas dela que são lindas, mas no resto evitei olhar. Ela parece ser gostosona."

Flávia: " Ela é gostosona mesmo. Hoje ela estava ainda mais gostosa."

Rubens: "Não conhecia este seu lado. Parece que está com tesão nela."

Flávia: "Nunca tive tesão em mulher, mas confesso que vi um lance do decote dela e me deu vontade de acariciar aqueles seios. Minha xoxota molhou."

Rubens: "É mesmo? Falou algo para ela?"

Flávia: "Não falei, mas ela me pegou olhando para os seus seios. Ela sorriu e disse que o decote estava exagerado, que não usaria mais o vestido. Amor, não sei o que deu em mim. Disse a ela que tinha seios lindos e que deveria ousar ainda mais. Isso se o marido não fosse ciumento. Karina: 'Posso ousar aqui? E seu marido?' Ele é um apreciador do que é belo. Não temos ciúmes, só cuidados. Nunca houve traição entre nós. Mas uma olhadela não faz mal, é até muito excitante."

Rubens: "Cuidado amor, não brinque com fogo."

Flávia: "É para apimentar amor, e funcionou. Olha como o seu pau esta duro. Está excitado só de falarmos nela. Agora me fode novamente."

Ele fodeu sua mulher em todos os buracos e finalizou gozando em sua boca. Outra vez gozou fartamente.

Flávia olhando para o teto e suspirando, falou: "Amor, ela fala que o marido é bom de cama e é super dotado. Por isso ela está sempre com sorriso no rosto."

No próximo sábado Karina foi com uma minissaia e uma tomara que caia. Mais uma vez ela estava linda e com os olhos faiscando. Logo disse que o marido a tinha levado. Flávia falou para ela por que não o mandava entrar. Ela disse que ele já tinha ido. A dona da casa também estava com um vestido soltinho e sem sutiã. Depois de acabar o serviço Flávia convidou Karina para tomar uma cerveja e comer uma carne que o Rubens faria para elas.

Karina: "Vou aceitar, Lico foi jogar bola e só volta a tarde. E o neto, não vai buscá-lo?"

Flávia disse que ele chegaria mais tarde, estava na casa da outra avó. Minutos depois Rubens apareceu de camiseta e calção. Ele começou a fazer a carne. Conversaram muito sobre tudo. Rubens desta vez não tirava os olhos de Karina. Claramente estava excitado. Karina parecendo fazer de propósito, deixava a saia chegar quase na polpinha de sua bunda. Vez por outra passava as mãos por dentro do tomara que caia, como se estivesse acariciando os seios. Os três estavam excitados. Antes do que pensavam o filho deles chegou com neto e a esposa. Ficaram na casa por um tempo e disseram que não poderiam deixar o filho porque iriam para um aniversário. Os três acabaram ficando a sós.

Durante a conversa Flávia já um pouco alta pela bebida olhou para a Karina e disse: "Ká, você hoje está mais linda e gostosa do que sempre. O Lico é muito corajoso por deixar um mulherão desses sozinha."

Karina: "Para Flávia, vou ficar sem graça na frente do Sr. Rubens. E ele não me deixou sozinha, deixou com vocês."

Rubens: "Primeiro não precisa me chamar de senhor, segundo desculpa a Flávia, são os drinks, e terceiro ela falou a verdade quando disse que você está linda e sensual."

Flávia: "Tá vendo linda, o Rubens também te acha gostosona, ele me disse. Se um dia eu e ele quisermos alguém em nossa cama, tem que parecer com você."

Karina: "Uau, vocês pensam em abrir o casamento de vocês?" Rubens: "Nunca falamos sobre abrir. Apenas fantasiamos algumas situações, é para dar uma apimentada no sexo."

Karina: "Eu e Lico também fantasiamos. Isso não faz mal para ninguém. É muito gostoso. E se fosse acontecer um dia, também teria que ser com pessoas como vocês. Lindas e elegantes. Não sei se um dia teremos coragem." Flávia: "Vocês ainda são novos, nós precisamos as vezes de apimentar a relação. Sábado passado eu pedi a Rubens para transar comigo pensando em você. Olha, ele gozou como a muito não gozava. Ele talvez fique zangado comigo, mas decidi que um dia faremos esta experiência."

Rubens: "Nada de zangar amor, sempre falamos tudo. Se quiser e acharmos as pessoas certas quem sabe. Até sábado passado tinha reparado pouco na Karina, hoje posso dizer que ela é tudo que você me falou. E já que contou sobre eu gozar, vou falar. Karina ela disse que ficou com muita vontade de acariciar seus seios. Desculpa Karina se estamos te deixando sem graça, talvez devemos parar." Karina: "Não por favor falem o que sentem. Estou excitada e com muito tesão. Eu e Lico transamos, falando de vocês. Ele ainda não conhece a Flávia, mas já gozou para ela. Eu fico falando com ele que gostaria de ver os 22cm dele dentro da xoxotinha dela. E Flávia, estou adorando saber que te dou tesão."

Flávia: "Nem Rubens sabe que já me masturbei muito pensando em você. É sério que Lico tem 22cm de pau? Porra!"

Karina sentou ao lado de Flávia e passou as mãos nos cabelos da amiga. Olhou para Flávia e disse: "Quer tocar em meus seios, quer? É para deixar de imaginar e sentir ele realmente. Aí o Rubens também vai vê-los. Agora posso conversar com o Lico sobre vocês. Se ele topar um encontro, vocês topam?"

Flávia: "De minha parte pode falar e por você amor?"

Rubens: "Já está na hora de realizar as fantasias. Sim, topo."

Karina abaixou o tomara que caia expondo os seus belos seios. Flávia com gentileza acariciou os seios enormes e duros da amiga. Os bicos eram grossos feito a ponta do polegar. Ela acariciava e olhava para nos olhos de Karina. Rubens alisava o seu cacete que estava muito duro sob o calção. Karina passou as mãos nas coxas de Flávia. Todos estavam excitadíssimos.

Karina então deu um leve beijo nos lábios de Flávia e disse: "Minha vontade era fazer amor com vocês agora, mas aí seria traição com o Lico. Vou conversar com ele e falo com vocês durante a semana ou no próximo sábado. Vamos ver se ele está pronto."

Se recompôs, se levantou e despediu dos amigos. Ambos a acompanharam até a porta. Assim que ela saiu eles se abraçaram e soltaram os corpos no sofá da sala.

Rubens: "Que loucura, nem sei como tivemos coragem de abrir para a Karina, ainda bem que também era o desejo dela ou deles."

Flavia parecendo distante disse: "Amor, os seios delas são macios, os bicos são enormes, você vai adorar senti-los. Vou tomar um banho e te esperar na cama. Viu o que ela disse, o pau do marido tem 22cm e é muito grosso. Estou babando. Literalmente babando." Quando eles deitaram na cama começaram a falar sobre o que havia acontecido na tarde e o que poderia acontecer.

Flávia: "Amor, você está preparado para me ver gemendo na vara de outro cara?"

Rubens: "Amor, achei que ficaríamos apenas nas fantasias, mas hoje posso te confessar que já imaginei você rebolando em outro pau e sentia tesão nisso. Só achava que não ia acontecer, até porque eu não teria coragem de sugerir a você. Te respondendo, acho que estou pronto. Vou adorar ver você gemendo no caralho de 22cm do Lico, segundo a Karina. Também vou adorar comer aquela gostosa."

Flávia: "Então queria me ver rebolando num caralho. Amor, tem tempos que eu desejo receber outro pinto na minha buceta. Mesmo a gente sendo tão aberto eu tinha receio em te falar. Que bom que hoje fomos explícitos nos nossos desejos. Agora, será que o marido dela vai querer fazer a troca ou apenas fantasiava. Ela fala que ele é uma máquina de trepar. Eu estou ensopada só de pensar." Rubens não falou nada e começou a chupar a xoxota de sua mulher. Ele constatou que ela estava realmente muito molhada. Sua xoxota estava escorrendo. Ela o posicionou para um 69. Ela com dificuldade tentava engolir os 18cm do marido. Ela: "Amor, seu pau está mais grosso, você é um puto gostoso. Karina te acha lindo e vai saber que também é um garanhão." Eles meteram a noite toda. Foi uma noite de muita cumplicidade.

A semana passou e não houve nenhum contato com a Karina. Esta situação os deixou apreensivos, parecia que ela não teria boas notícias. Na sexta ela só mandou uma mensagem confirmando seu atendimento no sábado, no mesmo horário. Flávia disse ao marido que se não desse certo eles iriam investir em conhecer outros casais, mas não deixava de transparecer sua decepção.

Sábado às 9hs o interfone tocou e era a Karina. Desta vez até Rubens desceu para recebê-la. Ela olhou para os dois e abriu um sorriso encantador.

Ela: "Gente, que honra ser recebida pelos dois. Acho que esperaram que eu falasse algo durante a semana. Acontece que o Lico precisou viajar para a cidade de sua família. Ele chegou ontem e aí tivemos uma noite de muito amor e sexo."

Eles se sentaram num grande sofá e ficaram olhando para a Karina sem falar nada, apenas aguardando o veredito da conversa de Karina e Lico. Karina colocou a sua frasqueira com seus equipamentos de manicure sobre uma mesa e sentou ao lado de Flávia no sofá. Flávia: "Não faça suspense minha querida, diga o que seu marido achou da possibilidade de nos encontrarmos."

Karina sorriu e disse que o marido como um grande sacana que é, ficou excitado com a ideia. Mesmo ele sabendo que ela iria trepar com outro homem ele gostou da ideia. Só disse que seria apenas sexo, nada de amor. Flávia concordou com Lino. Também disse que seria apenas sexo, mas muito sexo. Riram e ficaram mais aliviados. Karina: "Então amigos, quando será nosso encontro. Acho que precisaremos de algumas horas a sós. Já pensaram quando?" Rubens: "Não minha querida, esperávamos sua resposta. Se for do agrado de vocês poderia ser aqui em casa na sexta-feira a noite. Vamos falar com meu filho que iremos visitar uns amigos. Assim teremos o sábado todo livre também, até para descansarmos. O que acha?"

Karina: "Eu vou adorar e Lico também vai. Terei que controlar o homem esta semana. Trepamos a noite toda e ele ainda teve fogo para me comer antes de sair. Tive que voltar para o banho. Ele me disse que era para apagar meu fogo, senão eu iria antecipar a festa."

Riram e suspiraram aliviados. Karina: "Rubens, está pronto para ver sua amada receber o pau preto e grande de meu amor na bucetinha dela? Olha é grande viu. Sei que o seu também não é pequeno. Vi o volume sábado passado. Vai ser um ao lado do outro ou em locais diferentes. Nunca fizemos e vocês também não, dizem que trocar no mesmo local é mais excitante. O que acham?"

Flávia: "Vou responder pelo meu marido. Sábado passado ele me confessou que nos últimos tempos tinha o desejo de me ver transando com outro. Então vamos transar no mesmo ambiente. Também quero ver meu amor transar com você. Até eu vou adorar transar com você."

Rubens: "Moças, preciso sair daqui, estou com muito tesão. Fiquem à vontade, vou subir. Beijos."

Karina: "É melhor, mas antes de ir, me da um beijo. Esta semana desejei muito este beijo. Posso Flavia?"

Flavia: "Sim, vou molhar ainda mais minha calcinha."

Ela levantou passou suas mãos na cintura de Rubens e ofereceu sua linda boca para ele. Eles se beijaram. Flávia via tudo e gostava do que via. Ela o largou e foi até Flávia e a beijou. Depois sugeriu que fossem trabalhar. O que Rubens não viu foi que elas voltaram a se beijar.

Foi uma semana cheia de preparativos para a grande noite.

Flávia e Rubens estavam nervosos e mal falavam do que estava para acontecer.

As 20hs de sexta-feira o interfone anunciou a chegada dos convidados. Karina estava linda, usava uma saia e blusa bem sensuais. Seu perfume era suave e delicioso. Seu sorriso estava mais brilhante e farto. Seu marido era de seu tamanho forte e também cheiroso. Assim como a mulher tinha um sorriso encantador. Usava bermuda e uma camisa azul clara que definia seu corpo. Era um homem preto muito bonito. Eles entraram e sentaram em frente aos anfitriões. Estavam os quatro muito a vontade, pareciam que eram velhos conhecidos. Na verdade, só Lico não era íntimo de Flávia e Rubens. Katia cruzou suas pernas deixando quase que toda a mostra suas coxas. Rubens não tirava os olhos delas. Lico por sua vez parecia muito interessado na beleza de Flávia. Não perdia oportunidade para elogia-la. Flávia perguntou qual bebida eles preferiam. Foi servido taças de vinho. Lico tinha bom papo e demonstrava bem carinhoso com Karina. Coube a Flávia entrar no assunto da visita.

Flávia: "Então Lico, como foi ouvir a proposta de Karina, te surpreendeu?"

Lico: "Achei que ela estava brincando ou me testando. Ela sempre te elogiava, falava de sua beleza. Sempre deu detalhes de seu corpo. Ela até me fez desejar você sem nem mesmo te conhecer. Também sentia que ela falava de você com um certo desejo. Não fiquei grilado, apenas curioso para saber onde tanto carinho e elogios iria chegar. Conhecendo vocês agora e principalmente você, preciso dizer que ela não conseguiu te descrever como realmente é. Você é muito mais linda e sensual. Espero que não estejam decepcionados comigo." Flávia: "Obrigado pelos elogios. De forma alguma estou decepcionada com você, ao contrário, estou super bem impressionada."

Rubens: "É amigo, temos mulheres lindas e sensuais. Sua mulher é uma loucura. Flávia me confessou que tem tesão nela. Eu não a conhecia direito, mas o dia que precisei fazer sala para ela pude reparar o quanto linda e gostosona ela é. Não vejo a hora de poder senti-la nos meus braços."

Karina: "Falta pouco gato, falta pouco para eu me entregar a você." Um breve silêncio tomou a sala até ser quebrado pela voz de Karina: "Flavinha, quer ver o que te aguarda, quer?"

Antes de Flávia responder ela segura o pau do marido por cima da bermuda e acaricia.

Karina: "Olha como ele esta duro, acho que você vai gostar. Eu tenho certeza que vou gostar do pau de seu gato."

Ela levantou, puxou o marido para junto dela, abaixou sua bermuda expondo sua cueca branca com um volume impressionante.

Karina: "Quer ter a honra de descer esta cueca?"

Flávia levantou, olhou para o marido, caminhou até o casal e segurou o pau de Lico sobre a cueca. Nitidamente ela estava excitada com a respiração acelerada e com o rosto ruborizado. Não por vergonha, mas por tesão. Ofereceu sua boca ao Lico e trocaram um beijo apaixonado. Enquanto beijava o marido de Karina ela acariciava o seu cacete. Mais uma vez ela olhou para o marido e para a amiga. Enchendo de coragem ela ajoelhou e enfiou sua mão dentro da cueca de Lico e tirou o maior pau que ela já tinha visto em sua vida. Era um pau enorme, grosso, cabeça roxa e grande. Ela admirava aquela obra da natureza. Acariciava e olhava fixamente para aquela rola que mais parecia uma tora de jacarandá. Ela lentamente foi passando sua linguinha em volta da cabeçorra do pau de Lico. Ele acariciava os cabelos de Flávia e curtia cada lambida da mulher. Ela ajeitando sua boca começou a beijar o mastro do novo amigo. Rubens e Karina estavam extasiados vendo a cena. Karina ainda olhando foi em direção ao Rubens e o abraçou. Flávia com muita dificuldade colocou sua boca em volta da cabeça do pau de Lino. Ele segurava Flávia carinhosamente pela cabeça e começava a fazer um leve movimento de vai e vem na sua boquinha. Rubens puxou Karina contra si e lhe deu um beijo na boca. Ela se entregou ao beijo de Rubens. Ele sugava a língua de Ká e explorava a sua boca com a sua. Karina soltou sua saia ficando apenas com um minúsculo fio dental. Rubens acariciava aquela bunda grande e redonda. A pele preta de Karina brilhava com o reflexo da luz. Ela era uma mulher muito gostosa. Rubens tirou a blusa de Karina e começou a sugar os seios que ele tanto desejava. Ele pode sentir a bunda de Karina se arrepiar. Ela desvencilhou da bermuda de Rubens e de sua camisa. Também ajoelhou em frente a ele e começou a chupar o cacete grande de Rubens. Ele gemia e metia na boca daquela mulher maravilhosa. Ele olhou para a sua mulher que já conseguia engolir uma pequena parte do cacete de Lico que já tinha acelerado a metida na boca dela. Ele sentia um certo orgulho de sua mulher, mas temia o que poderia acontecer com sua buceta. Karina sugava o seu pau e batia ele em seu rosto. Ela levantou e começou a lhe beijar. Neste momento todos já estavam nus. Flávia sugeriu que subissem para o quarto. No quarto Flávia foi até o marido o beijou e perguntou a ele se estava tudo bem. Ele respondeu que sim. Flávia foi até Karina e começou a beijá-la. Flávia deitou Karina na cama e começou a beijar e a chupar cada cm do corpo da amiga. Karina gemia e retribuía o carinho. Elas transaram por muito tempo. Lico alisava o enorme cacete e Rubens batia uma punheta. Ambas gozaram.

Com a buceta toda melada Flávia chamou Lico e disse: "Chegou a minha vez de sentir este pau na minha buceta."

Ele: "Como quer levar minha rola, de quatro, de lado ou papai e mamãe?"

Flávia: "Papai e mamãe, mas põe devagar porque ele é enorme. Amor, olha este cacetão entrando em mim."

Rubens já estava ao lado de Karina. Eles se beijavam. Rubens ficou em pé de forma que facilitava ver a cena. Lico pincelava o caralho na entrada da linda buceta de Flávia. Brincou até ela suplicar para ele empurrar. Ele empurrou.

Ela gemeu e disse: "Puta merda, parece que estou dando à luz ao contrário. Que porra de cabeça é essa? Amor, está doendo, mas quero tudo."

Lico empurrou mais e ela gritou. Rubens vendo a esposa sofrer foi até ela e a beijou. Também acariciou seus seios. Karina parecia consolar a amiga, ela sabia bem o que a amiga estava sentindo. Flávia segurou a mão do marido e pediu a Lico para empurrar. Ele empurrou. Ela apertou a mão de Rubens quase quebrando os seus dedos. Urrou, bateu a cabeça e uma lágrima escorreu dos seus olhos. Lico sem dó nem piedade empurrou quase tudo.

Ela: "Aiiiiíi, pooorraaaaaa, tá doendo filho de uma puta. Seu pau está batendo nas minhas entranhas. Monstro filho de uma puta. Meti sacana, meti. Me fode caralho. Amooooor, ele me arrebentou. Não o deixa parar. Soca, enfia até onde der."

Ele ainda ajeitou um pouco e empurrou mais uns centímetros. Ela urrava. Puxou ele para cima dela e cravou as unhas nas costas dele. Ela ensaiou um rebolado, mas parecia estar rasgada. Ele ficou inerte por um tempo até ela acostumar. Depois começou a mamar os seios de Flávia. Ela gemia, e chorava. Ele a consolou e começou um vai e vem. Ela gemeu diferente. Parecia estar gostando. Espalmou as mãos nas costas de Lico e o beijou. Foi a senha para ele acelerar a metida. Em poucas bombadas ela teve o primeiro orgasmo. Foi violento e demorado. Rubens orgulhoso da mulher começou a chupar a buceta de Karina. Era uma buceta grande e vermelha. Ele a fez gozar com sua boca. Ela dizia que ele estava dando a ela a melhor chupada da sua vida. Ele se empolgou e explorou ainda mais a buceta e o cu de Karina. Não demorou e ela gozou pela segunda vez. Ele a colocou de quatro, acariciou a linda, negra e grande bunda de Karina. Apontou seu pau para a buceta vermelha e enfiou seus 18cm sem dó nela. Claro que ela estava acostumada com um pau maior. Mas ele não fez feio e a fez gozar pela terceira vez. Desta vez ela desabou na cama. Ele acompanhou o corpo de Karina e não deixou sua rola escapar. Continuou metendo na buceta dela. Ele ajoelhou, abriu a bunda dela e viu o cuzinho dela pronto para ele. Molhou o pau na buceta molhada de Karinha e enfiou seu pau no cu dela. Houve uma pequena resistência, mas o pau entrou todo naquele cuzinho quente. Ela colocou um travesseiro embaixo de seu ventre facilitando a metida de Rubens. Ao lado deles Flávia já havia gozado na tora de jacaranda e rebolava com desenvoltura.

Lico: "Acostumou gostosa, já gozou ne putinha. Agora é minha puta. O que você é minha?"

Ela: "Sou sua puta. Você é meu macho. Estou arregaçada por um macho gostoso. Pode me comer quando quiser, sou sua puta."

Ele: "Se é minha puta, vai ter que aguentar minha rola no seu cu."

Ela: "Por favor não, vai me regaçar, ele é enorme, não entra."

Ele: "Se Karina aguenta você aguenta. Rubens o cuzinho de minha mulher é gostoso?"

Rubens ainda metendo no cuzinho de Karina, diz que sim. Ele tirou o pau da xoxota de Flávia. Virou ela de lado. Pegou um tudo de lubrificante que estava no criado ao lado da cama. Passou na cabeçona do seu pau e deitou de conchinha com ela. Ela suplicava para ele desistir. Isso só aumentava a vontade de Lico.

Ele: "Calma puta, vai aguentar, vai doer, mas vai aguentar."

Ele posicionou enfiou um dedo com lubrificante no rabo dela, depois enfiou dois dedos. Ela rebolava e gostava. Ele tirou o dedo, posicionou a cabeça enorme de seu pau e deu uma empurrada para encaixar. Ela contraiu a bunda e ele lhe deu um tapa nas nádegas. Ele empurrou mais. Ela gritou por socorro, mas ao lado Rubens só se preocupava em comer o rabo de Karina. Lico a segurou pela cintura e empurrou mais. Entrou boa parte da cabeça. Ela gritava e tentava se debater. Lico era um homem forte e a dominou. Ficou quieto por um tempo e empurrou mais. A cabeça acabava de entrar no cu de Flávia. Ela sentia algo se rompendo. Se ainda existia pregas no seu cuzinho, elas não existiam mais. Ele novamente ficou parado e minutos depois empurrou mais e com mais força. Entrou uns 12 cm. Ela urrou e gritou. Ele perguntou se era para tirar.

Ela com raiva respondeu: "Desgraçado, depois de emendar o meu cu com minha buceta você pergunta. Seu puto agora acaba o que começou, mas não conte com minha ajuda. Anda infeliz enfia o que quiser."

Ele não facilitou para ela, segurou ela firme e enfiou mais.

Ele: "Vai rebolar putinha, você vai rebolar. Quem mandou ter este cu gostoso. Agora rebola na minha vara, rebola puta."

Ela obediente começou a rebolar. Minutos depois ela rebolava e pedia a ele para gozar dentro do rabo dela. Ele deu um grito e gozou muito, mas muito dentro da bunda de Flávia. Ao lado o seu marido também gozou no cu de Karina. Quando o Lico tirou o pau da bunda dela a cena não era bonita. O cu estava enorme, dava para vê-la por dentro. Saia porra e sangue de dentro. Ele logo se levantou e foi ao banheiro se lavar. Ela não tinha coragem nem de passar a mão na sua bunda. Chorava, mas tinha uma cara de realizada. Seu marido e Karina adulavam ela. Karina limpava a amiga e dizia que ia cuidar dela. Desceram com dificuldade as escadas para irem a outro banheiro. Porra e sangue sujou a cama e o chão do quarto. Eles cuidaram dela. Passaram pomada e a deixaram deitada de bumbum para cima. Ela não participaria mais da festa. Rubens e Lico fizeram uma DP em Karina. Ela gozou muito na rola deles. Flávia mau olhava para eles. Quando amanheceu Rubens providenciou um café e os quatro tomaram. Flávia não conseguia ainda andar normalmente. Lico e Rubens a carregaram para a suíte e a deixaram deitada. Lico aproximou dela e a beijou. Pediu desculpas e acariciou seus seios. Karina também a beijou e despediram da amiga. Flávia ficou uma semana andando com dificuldade. Seu ânus custou a cicatrizar. No outro sábado quando Karina chegou para lhe fazer as unhas, ela perguntou a Flávia se iriam repetir ou ela tinha arrependido.

Ela olhou nos olhos de Karina e disse: "Claro que se vocês quiserem eu vou querer. Agora sou puta do seu marido enquanto você deixar. Só preciso de mais um tempo. Só que vai ser diferente, eu agora controlo o quanto pode entrar."

Riu e deu um selinho na amiga. Rubens desceu, beijou Karina e a sua mulher na boca. Combinaram para dois sábados para frente.

Os quatro ainda continuam transando. Flávia mesmo tendo que ficar de molho uns dias, não abre mão de levar a rola de 22 cm no cuzinho, chora, mas goza com a pica de Lico.

Uma vez por mês eles transam os quatro. Costuma Flávia e Karina transarem no sábado pela manhã quando o neto não está.

Rubens já comeu a Karina sem a presença do marido. Lico teve que viajar por 10 dias. Para recompensar, Flávia dormiu com Lico no quarto de hóspedes de sua casa. Rubens apenas escutou os gritos de sua mulher e os urros de Lico. No outro dia Flávia estava descadeirada, mas feliz.

Até hoje as coisas estão a mil maravilhas.

Fim.

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