Comecei a trabalhar logo cedo em um escritório. Nele trabalhava além de mim, mais 12 office boys. Tinha 2 secretárias, um rapaz e meu chefe. Como meu chefe era amigo do meu pai eu já o conhecia e sabia de sua fama de comedor.
Uma das secretárias era muito bonita, alta, gostosa pra caramba. Ela nem conversava com os boys. Na verdade, ela era caso do chefe.
A outra que vou chamar de Nilza, era bem feinha, mas tinha um corpo bonito. Seu cabelo era loiro, curtinho, boca grande e dentes separados. Tinha pintas no rosto. Seu corpo era bonito. Sempre usava vestidos acima dos joelhos. Raramente usava um decote mais ousado, a não ser nas festas da empresa. Nilza era mais comunicativa e brincalhona. Tratava os boys muito bem. Era uma boa pessoa.
Em falar em feio, eu era o próprio. Foi uma fase que eu estava muito feio. Eu tinha 1,72 magro, cabeludo e narigudo. Meu pau não era pequeno, mas ninguém me queria. Batia 2 a 3 punhetas ao dia. Qualquer coisa que me chamasse atenção eu batia uma punheta. Era a bunda da secretaria, era um lance de seus peitos, uma mulher de mini saia, tudo servia para bater uma punheta. Era virgem e punheteiro. Beijar já tinha beijado, mas comer uma xoxota, nada.
Três meses após eu entrar no escritório o meu patrão foi na minha casa conversar com meus pais. Ele disse a eles que embora o combinado era para eu trabalhar até as 13hs ele iria precisar de mim até mais tarde. Disse que eu era muito inteligente e já dominava todo o serviço do escritório. Falou que os dois que trabalhavam a tarde estavam sobrecarregados e eu seria uma mão na roda. A tarde trabalhava em um escritório a Nilza e o rapaz, o Antônio. Era com eles que eu iria trabalhar, ia ser responsável pelos processos do meu chefe. No outro escritório dele, que ficava do outro lado do prédio, só trabalhava a gostosona. Quando ele não estava em audiência, passavam a tarde toda trancados no escritório. Meus pais deixaram e eu comecei a trabalhar também a tarde. Em poucos dias eu já tinha entrosado com o Antônio e a Nilza. Antônio ficava em uma sala nos fundos, minha mesa seria ao lado da Nilza, em outra sala.
Ela me sacaneava o dia todo. Trabalhávamos muito, mas era divertido. Fiquei muito amigo dela. A danada só me chamava de menino. Depois de uns meses eu sabia de muita coisa dela. Já o Antônio era reservado. A gostosa eu nem via na parte da tarde.
Como minha mesa era ao lado da Nilza, comecei a reparar nas pernas dela. As vezes ela colocava uma das pernas para cima e dava para eu ver as suas coxas. Pronto, mais um estímulo para minhas punhetas. Tinha até meu vestido preferido para ela usar. Era um estampado e larguinho. Eu percebi que o Antônio era afim dela. Ela não correspondia. Ela tinha uma cara de sacana. Algumas vezes eu reparei nela olhando para meu pau. A moda era aquelas calças apertadas, assim como os sertanejos de hoje. Eu tinha umas duas calças que marcavam muito. Como eu me entusiasmava fácil, sempre tinha algo pela esquerda.
Um dia Nilza disse que nossas escolas eram vizinhas, me chamou para ir na escola dela que arrumaria uma namorada para mim. Eu não levei a sério.
Ela começou a me perguntar se eu já tinha beijado uma menina, disse que sim. Ela me perguntou se eu já tinha deitado com alguma mulher ou mesmo ido a zona. Fiquei sem saber o que respondia. Liguei o fodas e disse a verdade. Ela não acreditou que eu era virgem.
Do nada ela me disse: Menino, nem eu sou mais virgem, não acredito que você seja. Que desperdício. Aqui vai lá na escola sexta-feira, você tem aulas a menos e eu também, vai lá. Não me dá bolo. E vai com aquela calça bege.
O abobado não entendeu o lance da calça. Resolvi ir, quem sabe eu não conheceria uma amiga dela.
Assim que chegamos na sexta para trabalhar ela me lembrou do colégio. A tarde ela me disse para ir em casa e colocar a calça bege.
Mais uma vez não entendi. Inteligente para umas coisas e porteira para outras.
A noite após minhas aulas fui ao colégio dela. Ela estava me esperando. Ela usava um vestido mais curto e larguinho. O seu colégio era numa rua arborizada e escura. Ela me puxou pela mão e foi me levando para uns dois quarteirões depois do colégio. Lá a rua ainda era mais escura e deserta. Tinha apenas casas, mas ninguém na rua. Carros não passavam, naquela época eram muito poucos carros. Onde paramos tinha um carro alto parado, não me lembro a marca.
Ela pegou nossas pastas e colocou no chão ao pé de uma árvore frondosa.
Me puxou para trás do carro e me perguntou: você é virgem mesmo?
Eu: Sou, já te disse.
Ela jogou seu corpo em cima de mim e me deu um beijo de língua que demorei a esquecer. Chupou minha língua, me mandava chupar a dela. Se esfregava em mim. Meu pau ficou duro na hora.
Ela se afastou e olhou para o volume na calça.
Ela: Nossa, é grande. Como faz quando fica vendo minhas coxas, ou acha que não sei. Eu deixo você vê só para te ver levantar com seu pinto marcando esta calça.
Eu: Bato punheta, uma ou duas.
Ela: Bati punheta para mim? Que gostoso.
Ela passou a mão no meu pau por cima da calça.
Ela: Vai bater punheta para mim hoje, vai?
Eu: Vou.
Ela: Deixa-me te ajudar, põe ele para fora. Aqui não passa ninguém.
Tirei ele para fora e ela começou a me masturbar. Pela primeira vez eu fui chupado por uma mulher. Ela o chupava e punhetava.
Ela: Quer aprender a comer uma mulher, quer?
Eu disse que queria.
Ela: Vai perder sua virgindade comigo, vou te ensinar tudo. Sou nova, mas já dei muito. Três primos me comiam, sem um saber do outro. Minha mãe me levou no ginecologista e está me dando remédio, tem medo deu pegar um filho. Não vou sair com mais ninguém, vou dar só para você. Seu pinto é grande e bonito. Não vai falar nada com ninguém, no escritório não pode mudar nada. Lá em casa vou te apresentar como namorado. Combinado?
Eu quase gozando com a punheta dela concordei com tudo. Ela me beijou e continuou a me masturbar.
Ela: Passa uma mão na minha bunda e a outra na minha xaninha.
Puta merda, era a primeira buceta que eu ia sentir. Já por cima da calça vi que estava melada. Meio atabalhoado arredei a calcinha e senti sua xoxota cabeluda molhada.
Ela: Calma, só passe o dedo bem devagar, não enfia, ainda não.
Meu pau iria explodir a qualquer momento.
Ela: coloca dois dedos bem devagar na minha xaninha e tira, põe e tira. Assim o.
Pegou dois dedos da minha mão e colocou dentro de sua buceta e foi guiando a siririca. Posicinou meu dedo dentro e a onde queria ser estimulada. Fui fazendo como ela disse até ela largar o meu pau e morder meus ombros. Ela mordia com força e gemia. Rebolava e mordia. Eu apertava sua bunda e tocava a siririca. Ela tinha uma mão sobre a minha quando gozou. Tremeu todinha, me abraçou e mordeu meus ombros.
Ela: Fez uma mulher gozar pela primeira vez. Agora vai gozar na minha boca. Seu pinto lindo vai gozar na minha boca. Vou engolir todo o seu esperma.
Ela me punhetou e me chupou até eu gozar na boca dela. Quase morri. Gozei muito. Ela tomou tudo e limpou meu pau.
Ela: Nossa, quase engasguei. A partir de hoje só faço sexo com você, e só fará comigo. Vou te fazer um garanhão. Um dia te libero para comer quem quiser. Vamos namorar de mentira, só para poder ir lá em casa. Quase sempre ficamos sozinhas, eu e minha irmã. Meus pais vão para roça. Então vou te ensinar tudo. Não é só enfiar. É como enfiar, a hora de enfiar. Vai comer meu cuzinho, vai mamar os meus peitos que são lindos, vai chupar minha xaninha, vai gozar muito na minha boca. Um dia te arrumo alguém para testar se está pronto. A partir de agora é meu macho. E por favor não mude nada no serviço. Saiba que se comer uma mulher da turma, não precisa falar nada com ninguém, muito menos seus amigos. Vai ver que conseguirá comer todas. Elas não aguentam, vão fazer propaganda para você. Aprende a guardar segredo.
Eu: Nem estou acreditando Nilza.
Ela: Amanhã às 19hs lá em casa. Não precisa bater punheta mais. Agora tem mulher, só bate se eu mandar.
Sábado as 19hs cheguei em sua casa. Era uma casa enorme, seu pai era piloto de avião.
Estava ela e a irmã. Ela pediu a irmã para ir para a casa de sua avó que morava no outro quarteirão. A irmã não queria ir, queria ficar lá. Ela disse que não. Falou que daqui a pouco iríamos buscá-la.
Assim que a irmã saiu ela me deu um sorriso e me beijou.
Ela: Sabe que sonhei com você. Acho que vamos nos dar bem.
Eu: E se sua irmã falar com sua mãe.
Ela: Sem problema, mas não vai falar, ela sabe o que a espera.
Eu: E estes primos que transam com você?
Ela: Transavam, já faz um tempo. Dois são casados e um solteiro. O solteiro foi para fora do país. Os casados estão por aqui.
Eu: Sua mãe ficou sabendo?
Ela: Sim, ela descobriu, queria me dar uma surra e eu a convenci que não seria uma boa ideia. Falei com ela que sabia que o meu primo mais velho a comia. Eu desconfiei e dei para ele. Ele me confirmou tudo. Ela quase enfartou. Resolveu me levar para o médico me dar remédio para não engravidar. Ele se fodeu, não me comi mais e nem a mamãe.
Eu estava abobalhado.
Ela: Minha mãe é linda e muito gostosa. Meu pai sabe que é chifrudo, mas não liga, tem outra família. Inclusive ela dá para o caseiro da nossa roça.
Eu fiquei mais maluco ainda.
Ela: Amorzinho vamos para o quarto, hoje vai me ver peladinha.
Fomos e eu fiquei louco quando vi ela pelada. Sua xoxota era loira com poucos cabelos, seus seios eram lindos, médios, duros, bicos e auréolas rosados. Sua bunda era branca e bem feita.
Ela foi me falando onde queria ser tocada, onde eu devia beijar, chupar, morder. E realmente ela gostava. Chegou a gozar algumas vezes.
Ela: Agora vai gozar dentro de uma mulher. Quero um papai e mamãe. Deitou e me puxou para dentro dela. Delirou com meu pau entrando. Disse que ele era maior do que os três. Até como eu meter ela ensinou. Levou a sério a história de ser minha professora. Meti muito nela, tinha medo de gozar logo, mas não gozei. Ela estremeceu e gozou. Depois gozou novamente. Eu sentia sua xoxota melada. Ela rebolava e pedia mais e eu dava.
Depois que gozou novamente, ela foi para o meu lado e disse: Como não gozou ainda, como, não acredito que nunca trepou.
Eu disse que não.
Ela: Sou gostosa pra caramba e meus primos em 5 minutos gozavam. Que achado!
Ela ficou tão feliz que a próxima lição foi meter no seu cuzinho. Este foi difícil segurar nesta primeira vez. Gozei muito no seu cu. Ela adorou. Ficou muito tempo abraçada a mim me beijando e acariciando meu pau. Tirei outra nela. Gozei na sua boca. Tomamos banho e fomos buscar a irmã. Ela foi me levar no ponto de ônibus. No meio do caminho tinha uns buracos da Copasa. Ela me convenceu a entrar dentro. Levantou o vestido e me fez comer ela. Ficamos sujos de terra e ela de porra também. Cheguei em casa e disse que havia escorregado. Durante a semana de serviço correu tudo normal. Sem um olhar a mais. No sábado fui novamente para sua casa. Desta vez não tinha ninguém. Comi ela de todas as formas. Quando gozei na sua xoxota ela me fez chupar a sua buceta esporrada. Mais tarde gozei no seu cuzinho e também tive que chupar ele. Mais uma semana normal e no sábado fomos a uma festa de um vizinho dela. Lá ela me deu aula de dança e como seduzir uma garota. Me falou onde por a mão, como por a mão, como sentir que a garota gostou. Como sentir se ela queria ser tocada. Ela era foda, mas foda mesmo. Num cantinho escuro da festa ela pegou no meu pau. Bateu uma para mim. Já na casa dela fui apresentado a sua mãe. Realmente era bonita e gostosa.
Seu pai estava trabalhando. Ela simplesmente falou com a mãe que iria para o quarto comigo. A mãe concordou. Ela ficou peladinha e pediu para eu bater punheta até gozar nos seus peitos e barriga. Ela passava as mãos nos peitos cheio de porra e lambia os dedos. Me fez lamber sua barriga toda esporrada. Me beijou com sua boca e a minha cheia de porra. Ela gemia e urrava de prazer. Não se importando se alguém escutasse. Depois de uns 3 meses eu estava na sala com ela e sua mãe chegou. Sua irmã estava na casa da vó. Ela estava deitada com a cabeça no meu colo, de short curto e camiseta. Sua mãe sentou numa poltrona na nossa frente. Ela era simpática e educada.
Ela: Fico feliz com o namoro de vocês. Embora muito avançado, fico feliz.
Nilza: Mãe, não minto e prefiro trepar com ele aqui em casa. Só não faço quando o meu pai está aqui. Até para ele não implicar com o Bil.
A mãe: Eu sei e prefiro. Só não precisa falar assim.
Nilza: Desculpa. Mãe, Bil era virgem, nunca tinha encostado numa mulher. Ensinei tudo para ele. Tudo que sei claro. A senhora deve saber mais do que eu.
A mãe: Nilza, que jeito de falar. Bom para você que não pegou um vagabundo.
Aí a coisa complicou.
Nilza: Mãe, ele tem o pinto maior que meus primos. É grande e grosso, e para gozar demora. Pena que não vou casar com ele. Mas estou aproveitando.
A mãe: Nilza, como quer ter algo sério se fica comparando tamanho de pinto. O menino está nervoso e suando.
Nilza: Já contei tudo para ele, é meu melhor amigo. Disse que vamos ficar por pouco tempo. Vou arrumar um namorado mais velho e vou casar. Mas vou ter orgulho dele. Também contei para ele sobre a senhora, sei que puxei este fogo de você.
A mãe: Nilza, você me compromete. Tínhamos um combinado de nos resguardar.
Nilza: Pode confiar a sua vida a ele. Ele me vira pelo avesso e no serviço me trata com maior respeito. Ele nunca vai tratar a senhora com falta de respeito. Ensinei isso para ele também. Se mantiver discreto, come todo mundo.
A mãe: que conversa filha, mas está certa. Mantenha sua discrição rapaz, mulher não gostar de homens linguarudos ou contador de vantagens.
Eu: Sim senhora, aprendi desde o início com Nilzinha.
Nilza: Mãe não é para constranger a senhora, estamos só conversando.
Acredita que durante toda nossa conversa o pau dele está duro feito pedra. Até machuca minha cabeça.
A mãe: Nilza. Para, me deu até calor.
Nilza tinha um objetivo e eu ainda não tinha entendido.
Nilza: tadinho mãe, hoje estou de chico e com um pouco de cólica. Ele vai ter que ir assim para casa.
A mãe: Uai, leva ele para o seu quarto e ajude ele.
Agora entendi onde Nilza queria chegar.
Nilza: Mãe não fique com raiva de mim, não fique constrangida tá.
Ela me perguntou: Bil, eu te disse que mamãe era bonita e muito gostosa. Me fale o que acha dela.
Eu: Confirmo tudo que me falou. A senhora é muito bonita. Gostosa eu não sei. Mas tem belo corpo. Com todo respeito.
A mãe: Gente. Estou com calor.
Nilza: Mãe, não é calor, é tesão, está com tesão. Mãe, leve Bil para o seu quarto que eu vou ligar para a mãe dele e dizer que ele vai dormir aqui. Depois levo a roupa de minha irmã para a casa de vovó. Só a senhora vai saber se ele está pronto. Mãe por favor, nada de moralismo. Vai ser a última lição dele. Não vai se arrepender. Mãe por favor.
A mãe balançou a cabeça, olhou para ela, olhou para mim. Passou as mãos no rosto.
A mãe: Filha, o que está me pedindo? O que ele vai pensar de mim.
Nilza: Ele não tem o direito de pensar nada, é fazer amor com a senhora ou ir embora e nunca mais voltar. Quer fazer amor com ela Bil?
Eu gaguejando: Si sim
Nilza: A senhora está com tesão, então está tudo certo. Ele dorme hoje com a senhora e amanhã cedo conversamos. Quando a senhora o liberar manda ele para o meu quarto. Vou ligar para a mãe dele.
A mãe: Leve ele para a sua suíte que vou para a minha tomar um banho e esperar por ele.
Assim foi feito. Nilza me deu banho. Lavou meu pau, minha bunda, meus cabelos. Ela me preparou para a mãe. Me deu um longo beijo, enrolou uma toalha em mim e disse que agora era comigo.
Entrei no quarto da mãe. Ela estava em pé nua me esperando. Que espetáculo de mulher. Peitos grandes, quadris largos, bunda grande, coxas grossas e uma boca linda. Sua xoxota só tinha um caminhozinho de cabelo e era estufada.
Ela tirando a tolha de mim disse: Bom, vamos ver o que temos aqui.
Ela olhou para o meu pau que apontava para cima e disse: Ela tem razão, é lindo e viril.
Ela ajoelhou e abocanhou o meu pau. Lambeu, chupou, bateu ele em sua cara, mordeu.
Ela: Que idade boa você tem, ele não se abala só fica mais duro.
Ela me deitou na cama e chupou meu saco, lambeu meu cuzinho, olhava encantada minha rola, veio por cima e sentou nele. Subiu desceu, quicou, fez tudo com ele. Apertou os seus seios e gozou. Me puxou para mamar nos seus peitos. Fiz tudo com ela que a filha me ensinou. Coloquei ela para cavalgar meu pau com a bunda virada para mim. Bati na sua bunda. Coloquei o dedo no seu cuzinho. Ela pediu para enfiar dois e gozou novamente. Deitei ela de costas e chupei seu cu, lambi seu rego, mordi seu pescoço, quando mordi sua nuca ela arrepiou e estremeceu. Abri suas pernas e lambi o seu cu. Coloquei o meu pau na sua buceta molhada, posicionei a cabeça na entrada do seu rabo e comi seu cu. Ela gritava tomando no cu.
Eu: Grita como a filha quando toma no cu né putinha, rebola igual a outra puta. Quer tomar porra onde. No cu, na buceta, nos peitos ou na boca.
Ela gritava e me mandava socar.
Ela: fode a mamãe fode, quero tomar sua porra safado. Goza na minha boca e na minha cara. Quero ver se é bom mesmo puto.
Metia forte no cuzinho dela. Ela gozou e gritou. Virei aquele mulherão e gozei na sua boca e nos olhos. Ela tomou o que conseguiu e recolhia o resto com os dedos. Comecei a lamber seu rosto e a dar minha língua para ela chupar. Meu pau mão abaixava. Minutos de descanso e coloquei ela de quatro e meti na sua buceta até ela gozar. Gozei na sua xoxota e caí ao lado dela.
Ela suspirava fundo e disse: Nossa, que delícia, preciso agradecer minha filha.
Enrolou na toalha e foi buscar Nilza. Nilzinha entrou e deitou ao meu lado. Me abraçou e me beijou.
Ela: Minha mãe está enlouquecida. Está tomando um litro de água no bico. Depois que ela dormir, vai para minha cama. Orgulho de você meu lindo.
Ela saiu, a mãe entrou e trepamos por horas. A mãe dormiu e eu fui para o quarto de Nilzinha. Abracei ela e dormi. 9hs da manhã a mãe bateu na nossa porta. Eu e Nilza fomos tomar banho. Como ela estava menstruada, só sarramos. Fomos tomar café com a mãe e a irmã. A irmã saiu para casa da avó.
A mãe: Filha, treinou bem o rapaz, mas a idade dele ajuda. Nossa ele acabou comigo. Não entrega ele de graça para ninguém não. Pode ficar com ele quando quiser aqui em casa. Mesmo que seu pai esteja aqui, pode ficar.
Nilza: Mãe, quando acontecer ele vai tranquilo. Não namoramos, só ficamos juntos. O nosso colega de serviço me pediu em namoro. Estou pensando. Se eu aceitar não vou trair ele. Tenho certeza que Bil, vai entender. Vou dedicar ao Antônio. Bil é novinho. Meu coração vai doer muito. Depois que esta menstruação acabar, vou fazer amor pela última vez com Bil e vou aceitar o namoro com Antônio.
Assim foi, tivemos um final de semana de sexo na casa dela.
Lembro que meu pau ficou esfolado. Ela também ficou toda ardendo. A saideira foi com a mãe dela que me fez comer o seu cu.
Na segunda chegamos juntos ao serviço, ela calada e eu com as pernas doendo. No final da tarde Antônio me disse que iria namorar com ela. Fiquei triste. Com o tempo passou. Logo entrou uma secretária nova do meu chefe e eu a comi. Chegou uma cearense e eu a comi e sua irmã (essa história merece ser contada). Meu chefe foi lá em casa reclamar com meu pai que eu comia as mulheres que ele arrumava, so deixou meu pai orgulhoso. Nilza ficou noiva com Antônio e fui na festa. Quando eles casaram eu fui com minha namorada. Muitos anos depois nos encontramos num restaurante de BH. Eu com um casal de filhos e eles com 2 filhas quase da idade dos meus. Fizeram uma festa quando me viram. Jantamos juntos. Nossos filhos foram brincar na praça. Quando íamos embora minha mulher e Antônio atravessaram para buscar nossos filhos. Nilza parou ao meu lado e me agradeceu por minha discrição. Falou que eu fui o último homem da vida dela antes de se casar com o Antônio. Disse que Antônio sempre falou que o único homem que ele não tinha ciúmes é de mim. Falou que nunca traiu ele. Também falou que a mãe perguntava por mim. Eu mandei um beijo para sua mãe. Nos despedimos e ela discretamente apertou minha bunda, nunca mais a vi. Sei que ainda estão bem e já tem netos.
A minha professora com carinho.