Jack começou a gemer. Mas tirou minhas mãos e falou que iria terminar e já voltava para terminar o outro serviço.
Jack volta ao trabalho e me deixa deitado, que por efeito dos remédios pra dor acabou e o cansaço acabou apagando. Quando abro os olhos, Jack está ao lado da cama, em pé, completamente nua, me olhando.
Levanto um pouco, ficando sentado. Pego na mão de Jack e puxo-a para beijar sua boca, que, sem resistência, vem até mim, debruçando-se na cama. Um beijo delicado, mas com desejos, seus peitos balançando, sua bunda empinada, as mãos apoiadas na cama. Meu pau começa a ficar duro. Jack se afasta um pouco, mas ainda próximo ao meu rosto, e, com a voz rouca, começa a falar.
Como é possível? Até ontem meu cu era quase virgem, só tinha dado uma vez, e nunca tinha usado um brinde sexual na vida, e agora tô com esse negócio enterrado no meu cu, minha buceta molhada e um desejo de ser possuída igual uma puta não sai da minha cabeça.
Respondo em um sussurro.
Bem-vinda ao mundo do prazer sexual.
Puxo-a pelos cabelos, beijo sua boca, com uma das mãos aperto seus peitos e vou descendo pela barriga até chegar em sua bucetinha. Nossa, como estava molhada, escorrendo pelas coxas, grelinho duro. Começo a massagear bem devagar, ela geme, seu corpo treme, seu beijo fica mais intenso, aperto seu clitóris com as pontas dos dedos, faço ela gemer alto, enrijecendo o corpo, contorcendo-se todinha. Deslizo por baixo dela, primeiro chupo seus peitos, mordendo seus mamilos pequenos, mas rígidos. Ela abre as pernas para eu conseguir chegar até sua bucetinha. Jack, apoiada nas mãos entre minhas pernas, meu pau duro aponta pra cima em direção ao seu rosto. Ela abre bem as pernas, ficando quase que na ponta dos pés, meu rosto próximo à sua bucetinha totalmente molhada inchada, não sei se pelo tesão ou pelo sexo de horas antes. Passo a língua, faço ela se tremer toda; seu mel escorria na minha cara. Passo a língua em seu clitóris, ela não resiste e desaba sobre mim. Me sufocando em sua buceta, sem ajuda das mãos, abocanhando meu pau, quase engolindo todo, mexendo os quadris como se estivesse metendo, esfregando sua buceta em meu rosto, gemendo abafado com meu pau na boca.
Forço para sair de debaixo dela, mas ela não deixa; chupo sua bucetinha, ouço ela engasgando com meu pau em sua garganta, sugo seu grelinho fazendo ela mexer os quadris, minha cara molhada, minha boca com o sabor de sua buceta com suor, sabor doce e salgado. O cheiro ainda é de porra.
Jack levanta, soltando meu pau, fazendo o barulho de quem está desentupindo alguma coisa, rebola na minha cara e depois se coloca de quatro ao meu lado e, gemendo, pede.
Mete... mete... mete logo, quero gozar no seu pau.
Me levanto, fico em pé atrás dela, pincelando meu pau em sua bucetinha, posiciono a cabeça bem na entrada e, de um só vez, meto tudo até o talo. Jack solta um gritinho e cai de cara no colchão com os braços para baixo, sem força. Começo um vai e vem devagar, tirando tudo até ver a cabeça da rola e enfio até o talo novamente, fazendo-a gemer, alimentando o ritmo com força e delicadeza, fazendo seu rosto afundar na cama. Jack começa a gemer mais alto, e mais alto, até falar que está gozando. Continuo metendo sem parar, agora com mais força e mais tarde.
Sinto sua buceta morder meu pau e Jack perder as forças, desabafando na cama, fazendo meu pau sair. Olho seu corpo tremer, sua bunda mastigar o plug, deitada sem força. Tremendo e gemendo, subo na cama e ajeito sua perna e meto novamente, fazendo-a tremer e gemer alto. Meu corpo sobre o dela, com todo o meu peso sobre ela, minha rola enterrada em sua buceta, fazendo o movimento de vai e vem bem no fundo, mordendo seu pescoço, segurando suas mãos para cima, sentindo ainda os espasmos do seu gozo.
Devagar, com cuidado, vou me levantando, ficando sentado em sua bunda com meu pau ainda dentro. Pergunto: "Você quer mais?" Com a cabeça, ela afirma que sim. Então me levanto, meu pau molhado de sua buceta, dou um tapa em sua bunda e mando ela ficar de quatro. Com poucas forças, Jack se coloca de quatro na ponta da cama, pernas meio abertas, buceta pingando e a mancha de seu gozo molhado na cama.
Me encaixo atrás dela, meto a rola sem dó, enfiando tudo e tirando, passo a mão na sua bunda vermelha do tapa e bato mais uma vez, fazendo ela pular.
Coloco a rola de novo em sua buceta e começo a mexer no plug em seu cuzinho. Jack vai à loucura, metendo, começo a tirar o plug, gemidos altos, seu cu vai se abrindo. Com o plug saindo, Jack vai à loucura, comigo puxando o plug de seu cu e metendo só a ponta da rola em sua buceta. Quando o plug sai por inteiro, deixando seu cuzinho aberto, enfio dois dedos. Jack começa a tremer toda. Nesse momento, tiro a rola da buceta e enfio toda de uma vez em seu cuzinho, que agora já estava aberto.
Jack começa a se masturbar intensamente, esfregando seu clitóris. Jatos saem de sua buceta, molhando a cama e o chão. Seu corpo em espasmos, sem controle dos movimentos, empurra sua bunda contra o meu pau, até não aguentar mais e desabar sobre a cama, se tremendo toda.
Eu fico ali em pé com a rola dura, vendo-a se contorcer, apertar as pernas, pensando comigo mesmo enquanto acendo um cigarro e bebo um copo de água: " deve ser o primeiro organismo dela". Fico ali admirando aquilo. Minutos depois, ela, já se recuperando as forças, me olha sorrindo, se ajeitando na cama. Arruma os cabelos e fala sem força.
Vem deitar aqui que quero sentar até você gozar.
Deito e Jack vem por cima de costas para mim, segura minha rola e encaixa seu cu, com as mãos apoiadas no joelho, sobe e desce quase tirando a rola toda de seu cu, fazendo aquele barulho típico de cane sendo batida, sentindo cada sentada de seu cu em meu pau, sabendo que não ia aguentar muito tempo, puxo ela pelos cabelos, fazendo suas costas encostarem em meu corpo. Ela apoia os pés em minhas coxas e, com movimentos fortes, vou metendo com uma mão apertando seu peito e a outra em seu pescoço, ela se masturbando. Aviso que vou gozar, em um sussurro abafado, ela manda eu encher seu cu de porra. Meti com mais vontade ainda, encho seu cu de porra e, para minha surpresa, Jack volta a gozar, soltando jatos de sua buceta. Tendo espasmos e revirando os olhos, Jack solta seu corpo, enterrando meu pau todo em seu cuzinho.
Exaustos, caímos de lado. Meu pau em seu cu, seu corpo tremendo. Ficamos ali por um bom tempo; o sol lá fora já estava sumindo no horizonte, o quarto ficando escuro. O cheiro de suor, gozo e muito tesão pairava no quarto.
Eu me levanto, tirando minha rola, deixando escorrer a porra de seu cu na cama. Vou tomar um banho. Minutos depois, ela entra no banheiro com o cabelo bagunçado e um sorriso de satisfação, entra no chuveiro comigo, nos beijamos, minha porra escorre entre suas pernas, nos curtimos e lavamos um ao outro, saímos, ela se trocou. Sem falar nada, coloquei uma bermuda. Depois, ela tira os lençóis da cama, leva pra máquina de lavar, coloca lençóis limpos, seca o chão e fomos pra sala.
Eu sento no sofá e ela, meio que sentada de lado, fica ao meu lado. Aí começamos a conversar.
Jack fala,
Nossa, foi o primeiro orgasmo múltiplo que tenho na vida; achava que isso era história e nunca iria acontecer comigo. Ainda mais gozar dando o cu.
Eu dou risada falando.
Que bom que vou ficar para sempre em sua memória.
Nos beijamos mais uma vez e ela levantou-se meio que dolorida. E eu vendo, falo.
Pelo visto esse cu vai se lembrar de mim por mais tempo. Demos risada e Jack foi pegar suas coisas para ir embora.
Jack saiu andando meio torto, uma mistura de pernas fracas e cu arregaçado, me deixando sozinho.
Fechei a porta e, com medo de ter ficado algum cheiro, acendi um incenso e vou ver TV até a hora de minha esposa chegar.
Aquela noite dormi igual a uma pedra, cansado e exausto de prazer.
Os dias se passaram sem uma mensagem de Jack; quase um mês depois, ela mandou mensagem.
Oi.
Estou com saudades. Será que podemos marcar um dia para nos encontrarmos?
Respondo,
Vamos, sim, só falar quando estiver bom para você.
Ela fala.
Ótimo.
Esta semana vou para a sua cidade e quero te ver.
Mas posso levar uma pessoa comigo.
Fica tranquilo, ela sabe de tudo e quer te conhecer.
Eu, com o sorriso safado, respondo:
Claro, vou adorar conhecê-la.
E assim foi minha aventura com Jack. O que aconteceu depois com o nosso encontro e com quem ela ia trazer para me conhecer, em outro momento eu volto a contar.
Obrigado pela atenção e desculpa os erros, mas na correria escrevi meio que rápido.
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