Dei Moradia a um Amigo e Minha Vida Mudou – Parte 7

Um conto erótico de Sussurro Proibido
Categoria: Heterossexual
Contém 630 palavras
Data: 17/04/2026 11:15:08

Os dias depois daquela foda foram… estranhos. Estranhamente normais.

Carlão acordava cedo, tomava café com a gente, dava bom-dia pros meninos, ajudava a subir as portas do depósito, comprava alguns materiais para obra. Era o mesmo Carlão de vinte anos atrás. Como se não tivesse metido 22 cm na minha esposa até o talo, como se não tivesse gozado dentro dela enquanto eu gozava no cu dela. Zero clima de “agora somos um trisal”. Zero constrangimento. Só um tapinha no meu ombro e um “valeu, irmão” discreto quando ninguém estava olhando.

Eu, por dentro, era um furacão.

Ciúme? Tinha.

Tesão? Tinha o dobro.

Vontade de repetir? Tinha o triplo.

Helena então… meu Deus.

Na cama virou confessionário safado. Toda noite, enquanto eu metia nela, ela cochichava no meu ouvido as maiores putarias:

— Hoje quando tu saiu pro depósito eu fiquei pensando no pau dele…

— Sinto ele pulsar dentro de mim até agora…

— Tu gostou de ver tua esposa virando puta de outro homem?...

E eu gozava como um louco, possuído, enchendo ela de porra enquanto ela ria com aquela voz rouca de quem sabe que tá no controle.

Uma quarta-feira qualquer, Carlão apareceu na hora do almoço.

— Posso almoçar com vocês hoje? A obra tá parada, pedreiro e o servente se machucaram lá e paramos a obra. Vou ficar em casa hoje.

— Claro, irmão. Senta aí.

Almoço normal: arroz, feijão, bife, salada. Meninos se ajeitando para ir ao reforço. Eu, Helena e Carlão na mesa. Conversa sobre a reforma, prazo, tinta, piso… tudo normal.

Quando fomos lavar a louça, eu enxugando, Helena lavando, Carlão “ajudando” do lado.

De repente eu ouvi a risadinha dela. Olhei de canto: ele estava colado atrás dela, fingindo pegar um copo no armário aéreo, e o volume da bermuda roçando de leve na bunda dela. Helena empinou um pouquinho, só um pouquinho, mas o suficiente pra sentir. Deu uma reboladinha discreta, olhou pra trás mordendo o lábio.

Eu senti o pau endurecer na mesma hora. Fingi que não vi nada, mas meu coração estava na boca.

Às 13h55 eu falei que ia reabrir o depósito. Beijei Helena e saí.

Às 14h28, percebi que Helena não havia chegado no depósito. Fechei a grade e fui em casa.

Cheguei sem fazer barulho. Portão lateral aberto. Entrei pela porta dos fundos, no quintal.

E lá estavam eles. Na sala com a janela e a cortina fechada.

Helena nua, montada no Carlão no sofá. Ela de frente pra ele, subindo e descendo com força no pauzão que brilhava de tão melado.

Mãos dele apertando aqueles peitos redondos, ela jogando a cabeça pra trás, gemendo alto, sem vergonha nenhuma:

— Ai, Carlão… tá tão fundo… fode… fode a puta do Emílio…

Ele dando tapa na bunda dela, rindo baixo:

— Isso, rebola gostoso…

Eu fiquei parado na porta, pau latejando tão forte que doía. Não falei nada. Só fiquei olhando.

Helena me viu. Em vez de parar, em vez de se assustar, ela sorriu, aquele sorriso diabólico, e gemeu mais alto ainda:

— Ai amor… Desculpas, mas não resiste em ficar apenas olhando e sentido pirocona dura roçar na minha bunda… Tiver matar a vontade… olha tua esposa puta… ai, tesão da porra…

— Mal saiu de casa e já tá pulando em outro pau… safada do caralho…

Carlão virou a cabeça, me viu, deu uma risada tranquila:

— Desculpas, irmão… Ela foi muito convincente… Vem, quer entrar na brincadeira ou só vai ficar olhando?

Helena desceu do pau dele, se virou de frente para mim, abriu as pernas em minha direção, boceta vermelha, inchada, escorrendo.

— Vem, amor… vem ver de perto como ele me abre toda…

Eu tirei a camisa caminhando, já abrindo o cinto.

Aquele ciúme ardido no peito tinha virado combustível puro.

Continua…

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Sussurro Proibido

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Meu caro sussurro a história esta muito boa, mas repito esta muito curta,pois em vez de lançar varios capítulos curtos ,enxuga na quantidade ,aumenta a qualidade do mesmo aumentando tamanho dos capítulos com mais palavras. Quanto a atitude da esposa eu concordo com o velhaco e digo mais ,chamava a esposa e dava uma bronca nela e mandava esse amigo ir procurar outro lugar pra ficar, pois na casa do cara e faz uma desfeita dessas .

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Foto de perfil de  Henriquetopatudo

O delicia estou ligando para um amigo vir foder minha esposa no tesao no conto de voces , quero gozar vendo minha karen levar rola tambem

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Agora deixa eu perguntar uma coisa, o corno não tem vontade de fuder outra mulher? Pq no início do conto falou q o casal gostava de apimentar o relacionamento, se é assim vc tb deve comer outra gata

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Pois como sempre digo, depois q o marido se torna corno manso, a esposa perde completamente o respeito pelo marido, tanto q Helena já estava dando pro amigo Talarico sem o marido saber e se ele não volta e flagra com certeza a piranha iria esconder isso dele, depois q vira puta já era, não tem mais concerto, agora ou aceita de uma vez q é.um corno casado com uma piranha ou se separa pra ela continuar sendo vadias de outros

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sem querer julgar ninguém eu também entendo que tudo tem um limite, o marido já permitiu e curtiram juntos, ok! Agora esperar ele sair para treparem foibuma puta traição e falta de respeito dos dois e uma total falta de cumplicidade dela para com o marido que a partir de agora não tem mais moral para cobrar nada e nem estabelecer qualquer limite, pois a leitura dos amantes a partir deste evento é bem simples. estamos liberados para fazer o que quisermos e o corno manso e frou que se....

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