Os dias na pousada isolada do Ceará fluíam como um sonho quente, preguiçoso e deliciosamente libertino. Acordávamos tarde, os corpos ainda entrelaçados sob o mosquiteiro da cama king size, e fazíamos amor devagar, sem pressa, antes mesmo de pensar em café da manhã. Depois, explorávamos as praias próximas à propriedade, sempre escolhendo trechos mais selvagens e quase desertos, acessíveis por trilhas curtas de areia fofa e quente. Evitávamos deliberadamente as áreas mais movimentadas de Jericoacoara para manter nossa privacidade. O mar era de um turquesa cristalino, as dunas altas nos protegiam do vento forte, e a sensação de isolamento era quase absoluta, como se o mundo lá fora não existisse. Andávamos de mãos dadas pela beira da água, eu usando um biquíni pequeno que valorizava meus seios cheios e a bunda grande e macia, Lucas apenas de sunga preta justa, o corpo jovem, atlético e bronzeando rapidamente sob o sol nordestino forte.
Na quarta manhã, decidimos caminhar mais longe que o habitual, seguindo uma faixa de praia quase deserta entre duas dunas altas. O sol já estava alto no céu, o calor subindo da areia branca e fina. De repente, Lucas apertou minha mão com força e apontou discretamente para frente, a voz baixa:
— Olha ali, mãe… discretamente. Não faça barulho.
A uns cinquenta metros, parcialmente escondidos por uma formação de pedras e vegetação baixa, estava um casal. Uma jovem de uns vinte e poucos anos, pele morena clara, corpo esguio e cabelos longos soltos ao vento, estava de quatro na areia quente. Atrás dela, um homem bem mais velho — talvez na casa dos sessenta anos —, com barriga proeminente mas ainda forte, segurava firmemente os quadris dela e a penetrava com estocadas ritmadas, profundas e constantes. A jovem gemia alto, sem qualquer preocupação com o som que o vento poderia carregar. Seus seios pequenos balançavam ritmicamente a cada investida forte, os mamilos escuros endurecidos pelo prazer. O homem mais velho grunhia baixinho enquanto a outra apertava a cintura fina com possessividade. O pau dele entrava e saía da buceta da garota com um som molhado e obsceno, claramente audível mesmo à distância. Ela arqueava as costas, empinando a bunda pequena e firme, pedindo mais com gemidos entrecortados. O contraste entre a juventude vibrante dela e a maturidade experiente dele era evidente — e, de forma surpreendente, extremamente excitante.
Ficamos parados, observando em silêncio absoluto por quase dois minutos inteiros. O casal não nos viu. A jovem gozou primeiro, o corpo tremendo violentamente, um gemido longo e agudo escapando enquanto ela se apertava contra o homem, as coxas tremendo. Ele continuou mais algumas estocadas firmes e então puxou o pau para fora, gozando nas costas dela.
Lucas e eu nos afastamos devagar, voltando pelo mesmo caminho sem fazer qualquer barulho. Meu coração batia forte no peito, e uma mistura de curiosidade, excitação e reflexão tomava conta de mim.
— Curioso, né? — comentei baixinho, ainda impressionada com a cena. — Um homem bem mais velho com uma garota tão jovem. As pessoas devem julgar muito… devem achar estranho, inadequado.
Lucas me olhou de lado, apertando minha mão com mais força.
— É… mas quem somos nós pra julgar, mãe?
Eu suspirei profundamente, sentindo uma pontada de insegurança que raramente admitia em voz alta:
— Eu penso nisso às vezes, filho. Se alguém nos visse… uma mulher de quarenta e dois anos com um menino de dezenove… diriam que sou uma velha predadora, que estou te usando, que você merece alguém da sua idade. Que eu estou te confundindo ou te corrompendo. O preconceito seria enorme, cruel.
Lucas parou de andar de repente, virou-se para mim e segurou meu rosto com as duas mãos grandes e quentes. Seus olhos castanhos estavam sérios, intensos e cheios de desejo sincero.
— Mãe, para com isso. Você é um mulherão. Olha pra você… esses seios lindos, cheios, naturais, que balançam perfeitamente quando você anda. Essa bunda deliciosa, grande, macia e redonda, que eu adoro apertar, bater e morder. Sua cintura marcada, seus quadris largos, suas pernas longas e torneadas… tudo muito bem distribuído, maduro, elegante e sexy pra caralho. Você é uma mulher de verdade. Eu não trocaria você por nenhuma garota da minha idade. Eu te quero exatamente como você é, com cada curva, cada ano, cada detalhe.
As palavras dele me atingiram em cheio. A insegurança ainda sussurrava no fundo da mente, mas o tesão que aqueles elogios sinceros acenderam foi imediato, avassalador e impossível de ignorar. Senti minha buceta pulsar fortemente, os mamilos endurecendo contra o tecido fino do biquíni. Lucas percebeu na hora — o jeito como meu corpo se arrepiou inteiro, a respiração ficando mais curta e o olhar que eu não conseguia mais disfarçar.
Ele sorriu maliciosamente, aproximando-se mais, as mãos descendo para minha cintura e apertando minha bunda por cima da parte de baixo do biquíni.
— Tá vendo? Você gostou de ouvir isso. Tá molhada agora, não tá, mãe?
— Lucas… aqui na praia… alguém pode aparecer a qualquer momento — eu relutei, mas minha voz já saía fraca, quase um sussurro.
Ele não deu ouvidos. Beijou meu pescoço com lábios quentes, apertou minha bunda com mais força, puxando-me contra o corpo dele.
— Ninguém vem pra cá. Deixa eu sentir você… deixa eu te dar prazer.
Eu cedi rápido demais. Em poucos segundos, estava de joelhos na areia quente, puxando a sunga dele para baixo com urgência. O pau depilado saltou livre, já meio duro e pesado. Eu o tomei na boca com fome voraz, chupando com vontade sob o sol forte, a língua girando na glande, descendo até as bolas lisas. Lucas gemeu baixo, a mão no meu cabelo, guiando minha cabeça devagar.
— Isso, mãe… chupa o meu pau bem gostoso… engole mais fundo…
Depois de alguns minutos intensos, ele me puxou para cima, tirou a parte de baixo do meu biquíni e me deitou na areia quente. Abriu minhas pernas bem abertas e mergulhou o rosto entre elas. A língua dele lambeu minha buceta lisa com maestria, circulando o clitóris inchado, entrando na entrada molhada e quente, chupando com força. Eu gemia sem controle, os quadris se erguendo contra a boca dele, as mãos afundando na areia.
— Ahhh… assim, filho… chupa minha buceta… me faz gozar na sua boca…
Ele chupou até eu gozar — um orgasmo forte, trêmulo e longo, que me fez apertar as coxas ao redor da cabeça dele, o corpo inteiro convulsionando de prazer.
Sem me dar tempo de recuperar o fôlego, Lucas me virou de quatro na areia. Segurou meus quadris largos com firmeza e me penetrou intensamente, o pau grosso entrando fundo de uma vez só, esticando minhas paredes. Ele me fodeu com força bruta, estocadas profundas e ritmadas, minha bunda grande tremendo violentamente a cada impacto. Eu gemia alto, as mãos afundando na areia quente.
— Me fode, filho… mais forte… me usa… me possui como quiser…
Quando ele começou a gozar, o corpo tensionando atrás de mim, ouvimos vozes femininas se aproximando pela trilha. Um grupo de quatro mulheres, provavelmente hóspedes da pousada, caminhava pela beira da água, conversando e rindo alto.
Lucas parou no meio do orgasmo, mas já era tarde. Alguns jatos quentes e grossos já haviam disparado dentro de mim. Ele saiu rapidamente, puxando a sunga para cima enquanto eu tentava ajeitar o biquíni com as mãos trêmulas. Fingimos estar apenas sentados na areia, conversando casualmente, mas o suor, a respiração acelerada e a areia grudada nos nossos corpos entregavam tudo.
As mulheres passaram bem perto. Uma delas, uma loira de uns trinta e cinco anos, olhou para nós com um sorriso cúmplice e comentou em voz alta:
— Nossa, que casal lindo! Parabéns, hein? O namorado de vocês tem uma energia incrível… eu queria um assim pra mim, cheio de disposição.
Eu corei violentamente, o rosto queimando de vergonha e excitação. Ao mesmo tempo, senti uma onda estranha e poderosa de orgulho. Orgulho de ser desejada por um homem jovem e bonito como Lucas, orgulho de ser a mulher que ele escolhia foder com tanto desejo e intensidade. Murmurei um “obrigada” tímido. Elas riram e continuaram andando.
Voltamos para o bangalô em silêncio, os corpos ainda latejando de tesão não completamente satisfeito.
Tomamos banho juntos, a água morna lavando a areia, o suor e os resquícios do nosso encontro. Depois, deitados na cama com a janela totalmente aberta para o mar, conversamos sobre o que havia acontecido.
— Foi arriscado demais — eu disse, traçando círculos lentos no peito dele. — Mas… foi excitante. Ver aquele casal, depois sermos quase pegos… e aquela mulher elogiando você como se fôssemos um casal de verdade…
Lucas sorriu, puxando-me para cima dele e beijando minha boca com paixão.
— Eu adorei ver você corando de orgulho. Você é minha, mãe. E eu sou seu. Pra sempre.
A conversa logo virou tesão novamente. Transamos com a janela totalmente aberta, a brisa do mar entrando no quarto e refrescando nossos corpos suados. Eu montei nele primeiro, cavalgando devagar no início, sentindo cada centímetro me preencher, depois acelerando com força, os seios balançando pesados. Depois ele me colocou de quatro novamente, fodendo-me com estocadas profundas e possessivas enquanto gemíamos alto, sem nos preocupar em baixar o volume. Qualquer pessoa nos bangalôs vizinhos que tivesse vista para o nosso poderia nos espiar facilmente — as cortinas leves balançando, nossos corpos suados e entrelaçados visíveis à distância.
Gozei gemendo alto o nome dele, o corpo convulsionando de prazer. Lucas me seguiu logo depois, enchendo-me mais uma vez com seu sêmen quente.
Deitados depois, suados e profundamente satisfeitos, eu olhei para o mar pela janela aberta e pensei que esses dias estavam nos transformando ainda mais. O risco, o desejo proibido, o orgulho de ser desejada… tudo alimentava um fogo que já não tínhamos mais vontade de apagar.
E ainda restavam vários dias pela frente.