05 – Marido me negligencia e acaba corno do filho – Seu modo de curar minha bucetinha esfolada é a arrombando de novo e de novo

Um conto erótico de Mamãe Necessitada
Categoria: Heterossexual
Contém 4302 palavras
Data: 17/04/2026 07:26:35

Depois de muito tempo relutando Giuliano não se conteve e me tomou de uma forma absolutamente dominante rasgando minha calcinha e me comendo sem piedade. Foi um orgasmo múltiplo por minutos até que terminou, mas ele continuou enterrado em mim dizendo que precisava acostumar minha bucetinha a seu imenso pau.

Conversamos um pouco e ele revelou seu desejo de me ter em seu colo como no dia que o seduzi, mas desta vez tendo acesso livre a tudo podendo mamar ao mesmo tempo. Aproveitei revelar meu desejo que queria fazer amor em sua cama e para lá fomos depois de um breve descanso

Em seu quarto, Giuliano já se colocou sentando em sua cama com as costas apoiadas e bateu a mão na coxa.

– Vem sentar no colo de seu filho, mamãe. Desta vez sem nada ser proibido como imaginei muitas vezes.

Não perdi tempo e subi em sua cama, montei em suas coxas e me levantado sobre uma perna dobrada fui lá em cima para me encaixar naquele pau imenso brilhando com nossos fluidos.

Quando ajeitei na porta de meu canal fui deixando a gravidade fazer seu trabalho e me empalando nele. Tirar é bem mais fácil do que recolocar e mesmo tendo acabado de sair de lá de sua nova moradia, ia a abrindo doloridamente novamente, só que desta vez escorregando mais fácil com seu esperma e meu caldinho misturados grudados nas paredes de meu canal.

– Ahhhhhh filho, nunca vai ser fácil essa parte. Que delíciaaaaaaaaa.

– Como eu te disse, vou usa-la tanto que vai se acostumar mamãe.

– O que ela vai é se acostumar a sentir desconforto e dor o que é bom porque não quero deixar de sentir. Ahhhhhhhhuuu. Adorei você me tomando daquele jeito antes e me fazendo sentir essas dores. Meu filho que pari, meu homem dotado e viril. Ohhhhhh.

Eu ia me enterrando e com acesso livre a tudo, suas mãos corriam minha cintura, minhas ancas e meu bumbum fazendo reconhecimento do que lhe pertencia e só não tinha agarrado os seios ainda, pois queria tudo ao mesmo tempo.

– Ahhhh mamãe.... Não esqueça disso. Seu homem, único homem, que vai te satisfazer sempre que você quiser.

– Ahhnnnnnnnn. Cuidado com o que você fala. Sempre fui muito tarada. Por isso te tive bem novinha.

– Que bom então que você sempre foi tarada. Se não fosse, eu não estaria aqui agora te dando prazer e tendo o prazer de comer minha mamãe tão jovem ainda, linda e gostosa. Ohhhhhhhh.

Eu já o tinha metade dentro de mim e mesmo tão lubrificado não era fácil com a fricção enorme e ainda que não quisesse ir devagar, não conseguia me afundar rápido. Ótimo, porque eu estava curtindo aquela que era com meu filho a minha primeira vez sendo penetrada uma segunda vez logo após a primeira penetração.

– Seu safado. Me deixou ainda mais tarada falando isso. Promessa é dívida, hem, o provoquei.

– Como se eu fosse te deixar precisar pedir. Vou te foder todos os dias e quando puder, até perder as forças.

– Ohhhhhhhh deus, dai-me forças. E essa boca suja? Você nunca falou palavrão.

Não estava chamando atenção pois estava no contexto daquele sexo excitante e safado que fazíamos por sermos mãe e filho, mas Giuliano sempre os evitou.

Eu já o tinha quase inteiro dentro de mim e pelo orgasmo anterior, conseguiria me segurar um tempinho mesmo ele me mamando ao mesmo tempo, só para poder curtir seu colinho.

– Não tem jeito de me segurar você sendo tão imensamente gostosa. Faremos amor na maioria das vezes, mas também vou te foder muito como fiz agora pouco lá no final. Quando você se acostumar com meu pau, não vou mais me segurar. Ohhhhhhhh, que delicia de bucetinha apertada.

Como era possível aquele jovem adolescente me proporcionar tanto tesão e prazer, mesmo sem estar gozando? Há poucos minutos ele quase tinha me virado ao avesso e prometia ser ainda mais intenso. Soltei o peso e engoli os 4 ou 5 centímetros que faltavam de uma única vez.

– Ahhhhmmmmm. Então a acostume logo seu safado. Foda a mamãe com esse pau delicioso. Ohhhhhh.

Todo enterrado em minha buceta, Giuliano encerrou a conversa safada e foi direto a seu objetivo, primeiro com as mãos os envolvendo e logo a seguir abocanhando meu seio como se o quisesse morder, mas sua boca estava tão cheia que não conseguiria. Voltando um pouco, manteve só a aréola e o mamilo em seus lábios e começou a beijar, lamber e sugar ainda de leve. Mesmo que sua intenção não tivesse nada a ver com ele o drenar, o leite vertia deixando o momento ainda mais intenso e excitante.

Empalada até o útero, não teria como ficar subindo e descendo em seu pau ou sua boca não conseguiria acompanhar, então o jeito foi escorregar para trás e para frente em suas coxas tirando e colocando no máximo um terço de seu comprimento.

Como Giuliano falou antes para justificar fazermos amor naquela posição, era a primeira vez que eu o tinha dentro de mim me devorando ao mesmo tempo que devorava meu seio, o segundo órgão mais sexual de meu corpo e o mais maternal de todos.

– Ahhhhhmmmmmmm, eu gemia me segurando para não acordar a bebê.

Giuliano murmurava apreciando meu seio e meu leite.

– Hummmmmm. Mummmmm.

Por sorte ou por esforço dele não querendo acabar logo, meu filho esfomeado aguentou um bom tempo aproveitando e degustando de meus seios e meu leite de um jeito muito diferente de quando me ajudava a aliviar. Aquele era o homem, o delicioso e lindo homem a quem me entregava definitivamente naquela noite.

Com ele mamando faminto, eu o cavalgando tarada e gemendo abafado, muitos minutos se passaram até que finalmente gozamos e o dele foi o primeiro. Fora murmurar mais forte, foi sentir seu esperma delicioso novamente se esparramando em meu útero que me deu a certeza que ele gozava e excitada comecei a gozar também.

– Estou gozaaaando filho, falei baixinho.

Seus lábios mamaram ainda mais forte potencializando meu orgasmo me dando a certeza que eu nunca mais passaria necessidade como meu filho me prometeu.

O seu terminou enquanto o meu foi bem mais longo e quando terminei, ele largou meu mamilo e me puxou para seu peito me abraçando bem forte demonstrando todo seu amor.

Até nossas respirações acalmarem ficamos lá, eu espremida em seus braços másculos enquanto suas mãos grandes acariciavam a pele de minhas costas.

– Essa vai ser sempre uma posição especial para mim, pois foi como fizemos amor pela primeira vez, e assim completo é perfeita. Confortável, com nossos corpos tendo bastante contato, posso ter você dentro de mim e mamando meus seios sensíveis e também podemos fazer isso, falei me afastando do peito e o beijando cheia de amor para dar.

Ele já beijou bem melhor do que no primeiro e eu o ensinaria direitinho, mas não consegui deixar de pensar que explodiria de tesão quando ele beijasse minha bucetinha como prometeu antes de me penetrar.

– Para mim também mãe. Eu disse que aquela primeira vez nossa foi inesquecível, falou todo fofo.

Só que não quis deixar passar batido.

– Claro que não vai esquecer sua primeira vez porque roubei sua virgindade.

Por mais que ele tivesse gostado eu ainda me sentia mal.

– Sabe, já fiz um exercício mental para ver se queria ter tido a primeira vez com as garotas mais bonitas do colégio ou com as famosas que acho mais bonitas e sempre chego a mesma conclusão que não queria nenhuma delas, mas você. Então foi uma primeira vez maravilhosa, mesmo eu não tendo podido tocar em você.

– Ahhh meu amor, fiquei emocionada. Que bom que você realizou seu desejo. Não falei que você não poderia me tocar, mas você ficou intimidado pelo modo que te ataquei.

– Não foi isso não. Não te toquei com medo que você se desse conta do que estava acontecendo e parasse e eu não queria por nada que parasse, falou sorrindo.

– Depois de estar sentindo seu pau, eu não pararia por nada, só que agora você pode descontar e tocar no que você quiser.

– Eu vou. Que tal já começar dando banho em você? Deixamos as portas abertas, levamos a babá eletrônica junto e você deixa seu roupão do lado se ela chorar.

– Já que você pensou em tudo, vamos então. Só que vou passar lá para ver se ela não está com a fralda muito molhada e depois vou.

Por incrível que pareça quando entrei no box e vi aquele corpo perfeito e másculo todo escorrendo de água, minha bucetinha formigou, mas sabia que aquela noite seria encerrada com o banho.

Lavando um ao outro e também dando algumas apalpadas, riamos felizes e bem satisfeitos. Giuliano aos 18 anos já tinha os 1,83 de seu pai e com certeza até os 21 poderia ganhar mais 2 ou 3 centímetros. Da mesma forma que ele conheceu todo meu corpo, conheci o seu e o amei, fazendo totalmente meu tipo de homem, mesmo que sendo meu filho não precisasse ser tão lindo.

– O que é aquela história de Milf, lembrei de me perguntar.

– É um termo para se referir aquelas mulheres ainda muito lindas e gostosas depois de serem mães, mas o mais comum é usar para mulheres de 38, 40 anos para cima, pois é uma faixa de idade que ainda podem estar bonitas com filhos mais crescidos. Só que como eu disse, sua idade não se encaixa bem no perfil pois foi mãe muito jovem. Em todo caso, você é a mãe que eu quero foder, me provocou.

– Espero que sim, pois você me fez uma promessa que não vou nem precisar pedir.

– Com esse corpo, com certeza não vai precisar pedir. Se eu dissesse para desconhecidos que é minha mãe ninguém acreditaria, como já aconteceu. Se falasse que tem dois filhos, pensariam que é uma pegadinha e se finalmente contasse que é mãe de uma bebê de 4 meses e já está com esse corpo ficariam chocados.

– Obrigado amor. Que delicia de elogio sincero. A genética me ajuda, mas além disso me cuidei antes e depois do parto e faço academia bem puxada com você, então voltei rápido a forma.

– Você poderia ter um monte de filhos e ainda seria uma Milf deliciosa, minha Milf.

Um arrepio correu meu corpo sabendo que já tínhamos uma filha e não sabia se foi de proposito, mas ele escancarou que eu poderia ter outros. Só não sabia se ele tinha pensado em quem seria o pai de meus novos filhos, já que me disse que eu era dele e não poderia ter outro pai para os filhos que mencionou. Achei melhor fingir que não ouvi esta parte e quando soubesse que já era pai, talvez nem pensaria em ter outros.

Quando terminamos, ele me enxugou inteira e como o roupão estava lá o vesti sem nada por baixo. Giuliano foi nu até meu quarto procurar seu pijama e nos encontramos na sala onde a TV tinha ficado ligada.

– Que bom que sua irmãzinha dorme bem. Sempre teremos tempo nesse horário sem que ela acorde.

Como se houvesse me escutado, ela começou a chorar lá no quarto e Giuliano fez questão de ir busca-la e a colocar em meu colo para dar de mamar. Abri o decote do roupão e com delicadeza coloquei o seio em suas boquinha e quando sugou foi que me dei conta de como Giuliano abusou deles porque estavam sensíveis, mas valeu a pena pois aquele continuava a ser ainda um dia maravilhoso dando de mamar a minha filha com meu outro filho, seu pai, sentado na poltrona olhando amorosamente para nós.

Depois de a fazer arrotar e trocar a fralda a coloquei no berço e finalmente coloquei meu pijama de dormir de seda e o chamei para o quarto para vir dormir comigo.

Giuliano veio correndo e animado e logo deitou a meu lado e já me puxou para deitar em seu ombro. Foi quando percebi como sentia falta de alguém me abraçando, me acariciando, dando beijinhos e conversando intimamente comigo sobre nós. Eu tinha o marido que ainda dormia na mesma cama, mas nem nos tocávamos mais porque ele tinha medo que eu pudesse querer sexo e cada um dormia de seu lado da cama. Aquela sensação nos braços de Giuliano foi a pá de cal em meu casamento moribundo, ainda que por conveniência minha e de Tales, pudéssemos continuar casados.

Acordei de madrugada para dar de mamar e Giuliano acordou para me ajudar como sempre fazia. Só que antes, com ou sem seu pai estar dormindo em casa, ele vinha de seu quarto e naquela madrugada estava a meu lado, me trazendo uma felicidade enorme porque logo após voltarmos a cama ele me abraçou amoroso e protetor.

Na manhã seguinte dei de mamar enquanto ele preparava o café da manhã pois logo precisava sair. Eu senti o drama em minha buceta que estava bem dolorida e o que pensei não foi evitar sexo naquele dia, mas fazer bastante para que ele acostumasse logo meu canal e as dores se restringissem somente aos momentos das penetrações.

Quando voltou das aulas, almoçamos juntos e ele foi fazer seus deveres, pois até as 2 ou 3 da tarde a funcionária ainda estaria em casa, mas teríamos depois até dormir. De diferente voltei a usar além das saias, também vestidos para ficar em casa como sempre usava antes dele me engravidar. O pijama bonito ficaria só para dormir, se não dormisse só de lingerie ou camisolinha.

Na verdade, eu queria deixar o acesso facilitado como facilitei na noite anterior estando se saia e que ele se aproveitou muito bem. Assim que ele escutou a funcionária indo embora e fechando a porta veio me procurar, mas se queria algo precisou esperar pois eu brincava com a bebê que estava cada dia mais lindinha e mais esperta. Impressionantemente parecida com ele, mas felizmente também com Tales evitando que qualquer um desconfiasse.

Ela só foi dormir as 7 horas da noite e só acordaria as 6 no dia seguinte, mas acordando duas vezes para mamar. Nem deu para jantar porque Giuliano já me agarrou no corredor, levou as mãos por baixo do vestido segurando meu bumbum e me deu um beijo voraz, cada vez melhor que os anteriores.

Minha calcinha melou enquanto eu também o agarrava até que ele parou.

– Prometi não deixar você passar necessidade, mas não teve como antes, só que agora vou descontar, falou se separando e me pegando pela mão me levando a meu quarto.

Ao lado da cama ele tirou meu vestido, minha calcinha e antes do sutiã me fez saber que queria algo.

– Hora de parar de usar esses sutiãs aqui em casa mãe. Use os normais e bonitos pois pode tirar quando for amamentar. Quando saírmos você usas esses.

– Sim senhor. Se meu marido quer algo eu atendo. Só que terei que colocar uma proteção por dentro nos mamilos.

Ele já tirava também meu sutiã e assim que tirou, ficou como sempre os observando com água na boca.

– Agradeça aos céus mãe. Grandes como são e cheios de leite e ainda assim ficam imóveis olhando para a frente mesmo sem o sutiã, elogiou.

– Agradeça você que os adora, brinquei.

Sorrimos juntos enquanto ele se despia e era eu quem admirava aquele corpo de Adonis, ainda tão jovem.

Subimos na cama, deitei no papai e mamãe e ele se ajoelhou entre minhas pernas olhando para minha bucetinha melada lambendo os beiços.

– Acho que vou matar minha vontade de a lamber toda. Ela está tão apetitosa assim lisinha. Lembro que naquela noite tinha pelinhos. Quando você a depilou?

– No dia que você me mamou e massageou em seu colo pela primeira vez e decidi que não ia mais resistir se você tentasse algo. Era algo que nunca tinha feito e fiz só para você. Esperava que nesses dias de viagem de seu pai, você enfim não se controlasse mais, falei sorrindo.

– E eu que sou o safado? Adorei. Estou até babando de vontade.

Queria tanto quanto ele, mas naquele momento precisava de muito mais. De algo bem maior do que sua língua.

– Por favor filho, apague meu fogo primeiro e depois tomamos um banho e você faz isso.

Ele me olhou safado como não imaginei que pudesse.

– Nunca disse não a minha mamãe e não é agora que vou começar, falou levando sua cabeça enorme para minha rachinha a pincelando.

– Ahhhhi. Coloca filho. Come a buceta da mamãe. Preciso tanto.

– Antes preciso te confessar algo. Sabe meu sonho de consumo safado com você?

– Vou adorar saber.

– Te pegar de 4, porque com esse corpo e esse bumbum fenomenal, vai ser de matar.

Até tremi de excitação imaginando aquele pau imenso me invadindo de 4.

– Fora violência, humilhação e ter mais alguém junto, todo o resto você pode fazer com a mamãe. Você é jovem e inexperiente e deve querer experimentar tudo e vou adorar e mesmo se não fosse, roubei sua virgindade e devo de compensar.

– Você sabe que não deve nada, mas aceito, falou sorrindo começando e me penetrar.

– Se quiser pode ser agora, só que me penetra assim primeiro, pois seria muito doloroso começar de 4 porque vai entrar muito, falei oferecida.

– Uma vez só não vai dar, então vai ser dos dois jeitos. Adorei ficar entre suas pernas e por cima de você com nossos corpos se tocando e vou te deixar bem lubrificada, para não doer tanto de 4.

– Ahhhhh seu safado. Você quer a mamãe por baixo para me dominar totalmente, não é? E vai doer muito assim também, pois está muito dolorida. Ohhhhhhhhh. Ahhhhhhmmmm, gemi de dor e prazer me sentindo sendo dilacerada novamente.

Todos gemidos e gritinhos abafados para não acordarmos a bebê e com sua glande se encaixando a dor era maior do que quando perdi a virgindade com seu pai, do que daquela noite que o seduzi e da noite anterior quando me tomou. Em nenhuma das outras vezes estava esfolada e dolorida antes da penetração.

– Vamos deixar para manhã, me provocou safado.

Mesmo ainda ajoelhado me penetrando levei as pernas e as fechei em suas costas sem conseguir cruza-las, mas deu para o segurar.

– Você me prometeu não me deixar passar necessidade e só a esfolando vez após vez é que ela vai acostumar com esse monstro. Enfia tudo na mamãe e me faça gozar bem forte, o puxei fazendo entrar uns 5 centímetros.

Foi uma loucura.

– Aaaaaaaahhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gritei de dor quase não conseguindo abafar.

Sério, eu era muito safadinha com Tales desde a adolescência, não me importando de inventar posições e falar palavras chulas, mas sendo meu filho e estarmos fazendo algo proibido mais ter aquele pauzão delicioso me arrombando me fazia querer ir além nas safadezas com ele.

Giuliano também estava safado, mostrando que frequentava muito os sites pornô na internet até me tomar.

– A solução no começo enquanto ela se acostuma vai ser eu a deixar sempre cheia de esperma para escorregar fácil quando eu te pegar, ohhhhhhhh, gemeu enfiando mais um pouco.

Levantei o tronco até alcançar seus ombros e o puxei forte para se deitar sobre mim. Mais uma insanidade e muitos centímetros entraram de uma vez.

– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Faça isso filho. Ao invés de drenar o leite da mamãe, agora você vai a encher com o seu e a deixar o dia todo com ele. Fode a mamãe como você disse que faria.

Sabia que não deveria fazer esse pedido, mas meu tesão estava descontrolado. Era imensamente excitante saber que era mulher de meu filho amoroso e bem dotado e que ele teria um vigor incansável para me satisfazer.

Ele também sabia que não poderia me atender, mas fez o melhor para parecer que me atendia. Deitou-se sobre mim com seu peito espremendo meus seios cheios de leite e foi enfiando sem parar, mas tirava alguns centímetros e enfiava de volta como se já estivesse me estocando e assim foi expandindo as paredes de meu canal em carne viva.

– Ahhhhuuuu. Uhhhhiiii. Ahhhnnnnn.

– Você é gostosa demais mamãe. Sua bucetinha apertada é a melhor coisa que já tive e o melhor é que ela agora é minha. Ohhhhhhhhhhhhh.

– É sua mesmo, pelo jeito que a tomou ontem. Adorei você ter me dominado e rasgado minha calcinha como um animal mostrando à fêmea que ela pertence a ele, porque agora ele é o macho alfa. Ahhhhhhhhh, o senti se aproximando de chegar ao fundo de minhas entranhas mais uma vez.

– Ohhhh. Sou mesmo e que nenhum outro macho ouse a chegar perto de você, nenhum mesmo, pois vai se ver comigo, falou deixando claro que nem seu pai teria esse direito porque seu filho que se tornou o Alfa da casa me tomou dele.

Da mesma forma que vi em muitos documentários de animais sua atitude só me deixou mais excitada. Senti seus pelos em minha buceta lisinha e logo após aquele ultimo tranco de encaixe com a glande empurrando um pouco o colo de meu útero.

– Ohhh deus, me sinto tão cheia. Tão deliciosamente cheia. E tão conectada a você filho.

– O mesmo mãe. Sua buceta está me apertando tantooooo.

– Um dia, quando fizermos amor porque hoje você vai me foder, vamos gozar assim sem nos movermos só um sentido o outro. Vai ser maravilhoso.

– Tudo é maravilhoso com você mamãe. Desde cuidar da bebê até fazer amor com você. Posso começar?

– Ahhhhhhhnnnn. E precisa de permissão? Veja onde seu pau enorme está enterrado, falei sorrindo.

– Pergunto por causa da dor. Já que você gostou de como te tomei, vou repetir muitas vezes.

Seu pau começou a sair e entrar ainda devagar e deitado sobre mim, nem tinha amplitude para tirar tudo, mas o queria dentro de mim e quanto menos ficasse fora, melhor.

– Faça sempre que quiser porque as vezes serei eu a felina que vou pular em cima de você e me enterrar nessa delicia. Ahhhhhh. Uhhhhhhh. Ohhhhhhh. Agora me fode filho. Vamos gozar juntos.

Sem conseguir tirar mais da metade por causa da posição Giuliano acelerou e as estrelinhas vermelhas de dores que eu via, começaram a ser substituídas pelas coloridas de prazer. Não parou nisso, pois começou a me beijar de um jeito cheio de luxuria que ainda não tinha acontecido.

Com uns dois ou três beijos antes de treinamento, ele já conseguia me arrepiar por estar tão esfomeado em minha boca como se fosse sugar minha língua para sua garganta. Além do tesão imenso que me proporcionou foi um bom jeito que encontrou para abafar meus gemidos que começavam a ficar altos.

Pode ter algo mais poderoso e delicioso do que o homem que você mais ama, estar lá se empenhando para te dar um prazer imenso e te deixar feliz? Não tem e por isso eu me sentia muito mais poderosamente dele do que fui de seu pai, a quem amei com todas minhas forças.

Aquele seu pau enorme me estocando era delicioso, mas o incrível era que eu sentia mais prazer por estar em uma união de amor carnal com meu amado filho, um querendo fazer o outro feliz e os dois conseguindo. Eu amava tudo nele e por isso esse tudo me excitava. Seu cheiro, seu suor, seu corpo, seu rosto, seu jeito e seu intenso amor por mim.

Eu tinha tido orgasmos incríveis com meu marido, mas nada pode ser comparável ao orgasmo com um filho quando o remorso não atrapalha mais e só sobra o amor e o tesão. Não é que Giuliano fosse muito melhor no sexo que seu pai em seu auge, e é até injusto comparar, se levando em conta nossa ligação de sangue.

Giuliano me fodeu por uns 5 minutos e quando percebeu meu corpo tremendo a beira do orgasmo se soltou e gozou juntinho comigo com seu delicioso esperma fértil, que um dia já tinha me engravidado sem que ainda soubesse.

Eu me debatia sob seu corpo e meus gritos de prazer eram fortes, felizmente abafados pelo beijo fogoso que ainda dávamos. Com um pau tão grosso seu esperma nem conseguia vazar e foi se acumulando na porta de meu útero.

Quando percebeu que eu me acalmava terminou o beijo e ficou me olhando apaixonado, mas eu precisava de um tempo para me recuperar. Fiquei lá pensando enquanto descansava e assim que consegui contei a ele.

– Sabe meu amor, tive momentos maravilhosos com seu pai e em um dele te geramos. Só que não tem jeito de comparar os que tenho com você que vão muito além. Você é meu filho, sangue de meu sangue e com sua irmã nunca amei ninguém igual. Fora isso essa coisa de ser proibido deixa mais excitante, então a conclusão que cheguei é que se você me deixar nunca mais vou sentir prazer como mais nenhum outro homem. Sei que é egoísmo e esse era o motivo de meu remorso em relação a você, mas essa é a verdade.

– E qual o problema? Vai dizer que sou muito novo e está atrapalhando minha vida normal? Que devo ter filhos e família? Tem tanta gente que tem vida normal e é infeliz. Com você nunca vou ser infeliz e já está decidido. Eu te tomei, já me declarei seu marido, que estarei com você a vida toda e que sempre te deixarei satisfeita, então está resolvido. E quanto a ter uma família já tenho você e minha irmãzinha que são laços inquebráveis.

Sabendo que eu estava dolorida seu pau estava quietinho dentro de mim, mas tinha perdido pouca coisa de sua rigidez.

Fiquei emocionada por tudo que falou sendo tão decidido tão jovem e principalmente falando que sua irmã era sua família e era muito mais do que pensava, mas não demoraria e ficaria sabendo, aí sim se dando conta que realmente tinha uma família com mulher e filha.

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