“O Piquenique dos Três”
Tiago acordou cedo, o coração acelerado de ansiedade. Hoje era o dia do piquenique com James. Ele encheu a cesta com doces, salgados, suco e frutas que havia preparado com carinho. Tomou banho com calma, depilou cada centímetro do corpo novamente e se arrumou com capricho: camisa vermelha com capuz que marcava seus peitos macios, bermuda lilás justa nas coxas grossas e na bunda redonda, tênis lilás combinando. O gorro vermelho ficou em casa — hoje ele queria que o capuz caísse sobre os cabelos pretos lisos de forma provocante.
Pegou o atalho na floresta, a cesta pesada balançando no braço. O sol filtrava entre as árvores, e o ar cheirava a terra úmida. Logo à frente, viu James esperando, também com uma cesta nas mãos. O lenhador vestia camisa de manga longa marrom que abraçava os músculos, calça preta justa e botas pretas. Seus olhos azuis brilharam ao ver Tiago.
— Chegou, garoto — James sorriu, aproximando-se. — Trouxe umas coisas também. Queijo, pão, vinho… pra gente aproveitar direito.
Eles conversaram enquanto caminhavam mais para dentro da floresta. Tiago ria das histórias de James sobre lenha, e James ouvia atento quando Tiago falava da avó e dos filmes românticos que assistiam juntos. Encontraram uma clareira bonita, com grama macia e sombra de árvores altas.
Tiago forrou a toalha grande no chão. Eles arrumaram a comida: tortas, biscoitos, uvas, queijos e os salgados. James pegou uma uva madura e colocou na boca de Tiago, os dedos roçando os lábios dele.
— Abre — murmurou James.
Tiago mordeu a uva, suco doce escorrendo no queixo. Em seguida puxou James e o beijou, línguas se enroscando com gosto de fruta.
De repente, um barulho de galhos quebrou o momento. Johnny surgiu entre as árvores, macacão jardineira azul aberto no peito, gorro marrom na cabeça careca e botas marrons. Seus olhos azuis endureceram ao ver a cena.
— Que porra é essa? — Johnny rosnou, a voz grave cheia de raiva. — Eu volto depois de cuidar da minha mãe e encontro você aqui, de boca na boca com outro cara?
Tiago se levantou rápido, o rosto corando.
— Johnny… você voltou! Eu… eu não sabia quando você ia voltar. James é meu amigo lenhador… a gente se conheceu na floresta enquanto você estava fora. Eu tentei te esperar, mas…
Johnny deu um passo à frente, agressivo, os músculos tensionados.
— Esperar? Você tá aqui fazendo piquenique e beijando esse lenhador de merda? Eu te comi primeiro, Chapeuzinho. Essa bundinha é minha.
James se colocou ao lado de Tiago, a voz firme.
— Calma aí. Ele não é propriedade de ninguém. Tiago pode fazer o que bem quiser. E, aliás, escolher com quem quer ficar.
Os dois homens se encararam, vozes subindo. Johnny empurrou o peito de James.
— Fica fora disso, lenhador. Ele é meu!
Tiago se colocou no meio dos dois, as mãos pequenas empurrando os peitos largos.
— Parem! Os dois! — gritou, os olhos castanhos brilhando de emoção. — Eu gosto de vocês dois. Não quero escolher. Eu quero os dois… ao mesmo tempo. Eu sou assim. Eu gosto de ser desejado, de ser usado. Aceito a vadia que eu sou.
Johnny parou, depois soltou uma risada rouca, surpresa.
— Porra… você tá falando sério, Chapeuzinho?
Tiago assentiu, mordendo o lábio. Sem dizer mais nada, ele puxou Johnny e o beijou com fome, a língua invadindo a boca do careca enquanto a mão direita descia e apertava o volume grosso que já crescia dentro da calça jeans de James.
Depois virou o rosto e beijou James com a mesma intensidade, a mão esquerda agora apertando o pau de Johnny por cima do macacão.
Tiago abriu o macacão jardineira azul de Johnny até a cintura, expondo o torso atlético e depilado, com pelos castanhos aparados nas axilas. Tirou completamente a camisa de manga longa marrom de James, revelando o peitoral musculoso e bronzeado.
Com as duas mãos, Tiago tocou os peitorais: mão esquerda no peito definido de Johnny, mão direita no peito largo de James. Alisou devagar, sentindo a pele quente e os músculos duros. Depois deu tapas ritmados — esquerda no peito de Johnny, direita no peito de James —, fazendo a pele ecoar.
Tiago tirou o restante das roupas de Johnny: macacão até os pés, cueca e botas. Fez o mesmo com James: calça preta, cueca e botas. Os dois homens ficaram completamente nus, paus duros — 20 cm de Johnny e 18 cm de James — latejando no ar.
Tiago tirou a própria roupa rapidamente: camisa vermelha com capuz, bermuda lilás e tênis lilás. Nu, ele mandou:
— Ajoelhem. Os dois.
Johnny e James se ajoelharam na toalha. Tiago segurou seu pauzinho de 12 cm e esfregou nos peitorais deles, lambuzando a pele lisa de Johnny e a pele bronzeada de James com pré-gozo.
— Agora esfreguem os peitorais um no outro — ordenou Tiago, voz manhosa.
Os dois obedeceram, peitos colados, esfregando a porra de Tiago entre si.
— Levantem.
Quando eles se ergueram, Tiago se ajoelhou entre os dois. Segurou ambos os paus e masturbou simultaneamente, as mãos subindo e descendo nas extensões grossas.
Chupou o pau de Johnny primeiro, engolindo metade enquanto a mão continuava trabalhando em James. Depois trocou: chupou o pau de James enquanto masturbava Johnny. Tentou colocar os dois paus na boca ao mesmo tempo, as cabecinhas roçando na língua, saliva escorrendo pelos cantos dos lábios.
Eles guardaram rapidamente as comidas de volta nas cestas para liberar espaço na toalha.
Tiago ficou de quatro no centro da toalha. Johnny se posicionou na frente: Tiago chupou o pau grosso de 20 cm com vontade. Atrás, James se ajoelhou e chupou o cu liso de Tiago, língua entrando fundo.
Tiago chupou as bolas pesadas de Johnny enquanto James fodia seu cu com a língua. Depois James esfregou e meteu o pau de 18 cm no cu de Tiago, estocadas profundas. Tiago gemia alto, o som abafado pelo pau de Johnny na boca.
James adicionou dois dedos junto com o pau, abrindo ainda mais o buraco de Tiago. O rapaz gozou forte, o pauzinho soltando jatos na toalha sem ser tocado, o cuzinho apertando ao redor do pau e dos dedos de James.
James saiu devagar. Tiago virou a boca para chupar o pau de James enquanto Johnny esfregava o pau no cu do garoto gordinho. Depois Johnny meteu tudo de uma vez. Tiago chupou as bolas de James enquanto era fodido por Johnny. Em seguida chupou o pau de James novamente enquanto Johnny continuava metendo forte.
Johnny, mais bruto, empurrou as próprias bolas pesadas contra o cu de Tiago, forçando-as para dentro do buraco já aberto. Tiago gemeu alto, o som vibrando no pau de James na boca.
Johnny tirou as bolas e voltou a foder com força. James gozou primeiro, enchendo a boca de Tiago com jatos grossos e quentes de porra. Tiago engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo.
Logo depois, Johnny grunhiu e gozou fundo dentro do cu de Tiago, enchendo-o de porra quente.
Os três caíram na toalha, ofegantes, corpos suados e melados.
Depois de alguns minutos de silêncio, eles conversaram calmamente. Johnny admitiu que tinha sentido falta de Tiago. James disse que não se importava em dividir. Tiago sorriu, limpando a boca.
— Então… agora somos três?
Eles riram. Reorganizaram a comida na toalha e fizeram o piquenique de verdade: comeram tortas, uvas, queijos e salgados, nus, conversando e tocando uns aos outros casualmente. O sol da tarde aquecia a pele, e a floresta testemunhava o começo de algo novo e intenso.
Johnny deu mais uma uva na boca de Tiago e sussurrou:
— Da próxima vez, a gente traz a vovózinha.
Tiago riu, o cu ainda pingando porra dos dois homens.
— Você não tem jeito, Johnny.
Continua...
