A porta do vestiário ainda estava entreaberta quando Carla entrou, o clique dos seus saltos altos ecoando no piso frio de azulejo. O vestido vermelho que ela usava era indecente — tão curto que mal cobria a metade das suas coxas grossas e empinadas, o tecido transparente colado ao corpo como uma segunda pele molhada. Seus seios grandes e pesados balançavam quase livres, os mamilos escuros visíveis através do tecido fino.
Ela parou no centro do vestiário, de costas para os jogadores, e arqueou a coluna devagar. A calcinha preta de renda estava completamente enfiada entre suas nádegas carnudas, o fio dental sumido no meio do seu cu redondo e macio, deixando as bandas lisas e bronzeadas completamente expostas.
— Caralho... olha só pra isso — murmurou um dos jogadores, um moreno musculoso ainda suado da partida.
Sentado num banco no canto, seu marido Marcos observava tudo com um sorriso idiota de puro prazer no rosto. Seu pau já estava duro dentro da calça, latejando enquanto via sua mulher se exibindo descaradamente.
Carla virou-se devagar, olhando por cima do ombro com um sorriso safado.
— Gostaram do que estão vendo, meninos? — perguntou ela, voz rouca e provocante.
Os seis jogadores de futebol estavam ali, alguns ainda sem camisa, peitos definidos brilhando de suor, shorts baixos marcando os volumes que já começavam a crescer. Todos olhavam para ela como lobos famintos.
Um deles, o loiro alto chamado Lucas, levantou-se primeiro.
— Sua puta... esse vestido tá pedindo pra ser rasgado.
Ele se aproximou e agarrou a barra do vestido, puxando-o para cima sem cerimônia. O tecido subiu até a cintura dela, deixando sua bunda completamente nua, apenas com a calcinha enfiada no meio. Lucas deu um tapa forte na carne macia, fazendo o cu de Carla tremer.
— Olha o estado dessa vadia, gente. Já veio pronta pra levar rola.
Marcos gemeu baixinho no canto, apertando o próprio pau por cima da calça, sem desviar os olhos.
Carla abriu as pernas um pouco mais e empinou a bunda, exibindo a calcinha enfiada e a boceta inchada que já molhava o tecido.
— Meu marido adora ver isso... não é, amor?
Marcos assentiu, voz embargada de tesão:
— Mostra pra eles, minha puta... mostra tudo.
Dois jogadores se aproximaram pelos lados. Um deles enfiou a mão grossa entre as coxas dela e puxou a calcinha ainda mais fundo, esfregando o fio contra o cuzinho e a boceta molhada. Carla soltou um gemido alto, rebolando contra a mão.
— Tá encharcada, porra... olha isso.
Eles a viraram de frente. O vestido foi puxado para baixo, expondo completamente os seios pesados. Mãos ávidas agarraram, apertaram e chuparam seus mamilos duros enquanto dedos grossos invadiram sua boceta sem aviso. Carla gemeu alto, as pernas tremendo.
— Quero ver ela chupando — disse um negro musculoso, já tirando o pau grosso e venoso para fora.
Eles a colocaram de joelhos no meio do vestiário. Logo Carla tinha três paus grandes e duros ao redor do rosto: um na boca, esticando seus lábios, outro batendo na bochecha, e o terceiro esfregando nos seus seios. Ela chupava com fome, saliva escorrendo pelo queixo, engasgando enquanto o pau entrava fundo na sua garganta.
Marcos assistia tudo hipnotizado, pau na mão agora, batendo devagar.
— Isso, amor... engole eles. Mostra como você é vadia.
Dois jogadores a levantaram e a colocaram sobre um banco. Um deles tirou a calcinha enfiada com os dentes e, sem piedade, enfiou o pau inteiro na boceta molhada dela de uma vez só. Carla gritou de prazer.
— Aaahhh porra... que rola grossa!
Enquanto ele metia forte, estocadas fundas e rápidas fazendo os seios dela balançarem, outro jogador cuspiu no cuzinho dela e começou a pressionar a cabeça do pau contra o anel apertado.
— Hoje você vai levar nos dois buracos, gostosa.
Marcos não aguentou. Levantou-se, ainda vestido, só assistindo de perto enquanto via sua mulher sendo fodida como uma puta barata pelos jogadores. O pau dele latejava, pingando pré-gozo.
Carla gozou pela primeira vez com um grito abafado, boceta apertando o pau que a invadia, enquanto o outro começava a entrar no seu cu devagar, abrindo ela inteira.
Os gemidos, o barulho de pele contra pele e o cheiro de sexo tomaram conta do vestiário. Um atrás do outro, eles gozaram dentro dela — na boceta, no cu, na boca e nos seios. Quando o último terminou, Carla estava uma bagunça: esperma escorrendo pelas coxas, pelo queixo, pelos cabelos.
Ela olhou para o marido com olhos vidrados de tesão e sorriu.
— Viu, amor? Eles me usaram todinha...
Marcos, ofegante, só conseguiu responder:
— Eu amo você assim... minha puta perfeita.