A cadelinha do General (parte 9)

Um conto erótico de Diofer66
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1961 palavras
Data: 16/04/2026 15:19:40
Última revisão: 16/04/2026 15:22:41

Voltei ao quarto por volta das três da tarde.

Trazia duas coisas nas mãos.

Comida, E um embrulho.

A porta abriu-see o ambiente estava diferente.

Mais arrumado.

Entrei e fechei atrás de mim.

O olhar percorreu o espaço com atenção, demorando-se nos detalhes — a mesa, o chão, o que antes denunciaria qualquer descuido.

Nada., Tudo no sítio.

Depois olhei para ela, também limpa e arrumada

No tapete, à espera de indicações.

Deixei o silêncio ficar por um momento, só o suficiente para que percebesse que estava a ser avaliada.

Assenti ligeiramente.

— Muito bem.

— Está tudo arrumado.

Fui até ela e tirei a coleira.

O olhar dela manteve-se baixo, mas mais firme do que antes.

Aproximei-me um pouco.

— Tens fome?

A pergunta não era inocente, Ela sabia que tinha.

— Sim… meu senhor.

A resposta saiu imediata.

Sem hesitação.

Mantive o olhar nela.

— Então diz-me.

Inclinei ligeiramente a cabeça.

— Porque é que mereces a comida que eu trouxe?

Ela demorou um segundo a responder.

O olhar manteve-se baixo, mas via-se que estava a organizar o que ia dizer, como se cada palavra tivesse de ser escolhida com cuidado.

— Hoje acordei cedo… cumpri a obrigação da manhã. Chupei como o senhor gosta.

A voz saiu controlada, sem falhar.

— Arrumei o quarto… deixei tudo no sítio…

Fez uma pausa curta, quase impercetível, antes de continuar.

— Tomei banho… e fiquei à espera…

Levantou ligeiramente o olhar, o suficiente para confirmar que estava a ser ouvida.

— À espera do meu senhor…

Houve um instante de silêncio.

Ela manteve-se imóvel, mas a forma como terminou mostrava algo diferente — não era só resposta, era tentativa de acertar.

— Não fiz nada de errado…

A frase saiu mais baixa.

Menos segura.

Como se já não tivesse a mesma certeza quando a disse.

O silêncio prolongou-se mais um pouco.

Ela manteve-se imóvel, mas já não com a mesma segurança. O que tinha dito ainda estava no ar, a ser avaliado, sem resposta.

O olhar dela subiu ligeiramente.

Cauteloso.

— Falhei em alguma coisa… meu senhor?

A pergunta saiu baixa, com cuidado, como se não tivesse a certeza se podia sequer fazê-la.

Fiquei a olhar para ela.

Sem responder de imediato.

Deixando que a dúvida crescesse.

Inclinei ligeiramente a cabeça.

— Achas que fizeste tudo bem?

A pergunta voltou para ela.

O olhar dela vacilou por um instante.

— Hoje…

Pausa curta.

— portaste-te bem.

O efeito foi imediato. O corpo dela não relaxou totalmente, mas houve uma mudança — subtil, suficiente para perceber que aquela validação tinha peso.

Aproximei-me ligeiramente.

— Fizeste o que era esperado.

— Mereces comer.

Apontei para a taça.

— Vai.

Ela moveu-se, de 4 como uma cadela em direção a taça

Ela moveu-se de imediato para a taça.

Começou a comer.

Desta vez sem urgência descontrolada, mas ainda com foco total naquele gesto. Não havia distrações, apenas a necessidade e o cuidado em não falhar.

Afastei-me.

Deitei-me sobre a cama, deixando o corpo relaxar, a observar de forma indireta, sem necessidade de a fixar constantemente.

Quando terminou, não se levantou logo. Ficou um instante junto à taça, como se estivesse a confirmar que não faltava nada fazer.

Depois olhou na minha direção.

— Posso ir lavar-me… e arrumar?

A voz saiu baixa, controlada.

Assenti ligeiramente.

— Vai. Mas não demores que tenho outra coisa para ti.

Ela não perguntou.

Levantou-se e dirigiu-se à casa de banho, os movimentos mais automáticos agora, como se já estivesse a entrar numa rotina.

Fiquei onde estava.

À espera.

Quando voltou, estava novamente composta, mais organizada, como antes.

Ajoelhou-se perto de mim na casa, e ficou a aguardar indicações

— vês aquele embrulho na mesa. Abre, é para ti.

Apontei para o embrulho.

Ela aproximou-se.

Com cuidado.

Desfez o papel devagar, como se não tivesse a certeza do que ia encontrar.

Parou quando viu.

O olhar fixou-se nos objetos.

Não houve reação imediata.Apenas reconhecimento de que não sabia o que eram.

Sabes o que é?

Ela abanou ligeiramente a cabeça.

— Não… meu senhor…

Houve um segundo de silêncio antes de ela estender a mão. Pegou no objeto com cuidado, como se não tivesse a certeza de como o segurar. Rodou-o entre os dedos, mais devagar, o olhar preso ao detalhe que captava a luz.

O brilho vermelho.

Ficou ali, fixada nesse ponto.

Como se aquilo fosse o único elemento que conseguia realmente compreender.

Observei.

— É uma jóia.

Pausa curta.

— Para cadelas.

A frase caiu sem esforço.

Ela não desviou logo o olhar. Continuou a observar o brilho, como se estivesse a tentar encaixar o que tinha ouvido com aquilo que via.

— Achas bonito?

O olhar subiu para mim por um instante.

Depois voltou ao objeto.

— Sim… meu senhor…

A resposta saiu quase automática.

Mas não vazia.

Havia ali uma tentativa real de acertar.

Inclinei ligeiramente a cabeça.

— Ainda bem.

Depois fiz um gesto curto.

— Vem cá.

Ela aproximou-se de imediato.

Mais devagar desta vez, Como se já soubesse que aquele momento exigia mais atenção.

Parou a minha frente, e o olhar desceu ao objeto que ainda segurava.

— Vamos colocar a jóia na cadelinha.

Mas sem margem para dúvida.

O corpo dela enrijeceu ligeiramente, não por resistência, mas por incerteza. O olhar passou rapidamente do objeto para mim, à procura de orientação que não veio.

Retirei-lhe o objeto da mão.

Segurei-o entre os dedos, deixando que ela o visse novamente, mais de perto, como se estivesse a ganhar um novo significado.

— Isto não é só para ser bonito.

Pausa curta.

— É para saberes que está lá.

- Fica de 4 no chão, vira o teu rabinho para o teu dono

Passei os dedos pelo gel primeiro, antes de tocar no cu dela.

O contacto frio fê-la estremecer de imediato.

O corpo reagiu antes de qualquer controlo, ficando mais rígido, mais tenso, como se tentasse preparar-se para algo que ainda não compreendia totalmente, mas que já sentia.

A respiração alterou-se.

Mais curta, com receio

Observei Sem interromper.

Deixando que aquela reação existisse por um instante.

Depois aproximei-me ligeiramente mais, o suficiente para que a presença fosse impossível de ignorar.

— Relaxa.

A voz saiu baixa.

Controlada.

— Assim só vai ser pior.

O efeito foi imediato.

Não porque desaparecesse o medo.

Mas porque ela percebeu que tinha de se ajustar.

O primeiro dedo entrou lentamente

Suficiente para testar.

O corpo dela reagiu de imediato, ainda sensível, ainda preso à tensão que não tinha desaparecido por completo.

Esperei.

Deixei que se ajustasse.

Que percebesse que não havia recuo possível, apenas adaptação.

Quando meti dois dedos, a reação foi diferente.

Mais contida.

Mas real.

Um ligeiro sobressalto.

A respiração falhou por um instante, e o corpo voltou a enrijecer, como se não soubesse ainda como lidar com aquela sensação.

— Eu disse para relaxares.

— Assim só piora.

Ela tentou.

Via-se no esforço.

No controlo que tentava recuperar.

O corpo começou a ceder.

Quando comecei a mover os dedos dentro do cuzinho dela, tentando alargará as pregas, a reação dela foi imediata,

mas diferente desta vez — não foi apenas tensão. Foi esforço. Um esforço visível para aguentar, para não quebrar o controlo que tinha acabado de recuperar.

O corpo tentou adaptar-se.

Mas não completamente.

Um som escapou-lhe.

- “Ai está doendo”

Quase involuntário.

Vindo de mais fundo do que antes.

- adoro uma cadela com um cuzinho apertado.

- ela não respondeu. Não sabia o que responder

Quando retirei os dedos, O corpo dela reagiu como se tivesse sido libertado de uma pressão constante.

— Agora vamos colocar a jóia na cadelinha. Certo?

A voz saiu calma.

Quase tranquila.

Mas sem espaço para recuo.

O corpo dela reagiu de imediato, não com movimento, mas com uma tensão visível que voltou a percorrê-la.

O olhar subiu por um instante.

Mais exposto desta vez.

— Está a doer… tenho medo…

A voz saiu baixa.

Mas não respondi.

Aproximei-me e sem aviso, coloquei o plug de uma só vez no cuzinho dela que já estava bem lubrificado. Não foi fácil de entrar, mas com a pressão certa ele entrou

O corpo dela reagiu de imediato, de forma involuntária, num sobressalto mais forte desta vez, quebrando o controlo que tinha tentado manter até ali.

Caiu sobe o chão, gritou alto, depois cerrou os dentes contendo o choro a vontade de gritar

Fiquei imóvel A observar.

A forma como o corpo tentava lidar com a mudança, com a nova sensação, com a ausência de tempo para se preparar.

A respiração estava descompassada.

Irregular.

Mas não se afastou.

Não tentou fugir.

Ficou ali.

A aguentar.

— Agora já tens uma jóia,

— E vais habituar-te a andar sempre com ela

O efeito foi imediato.

O olhar dela mudou.

Não foi surpresa.Foi medo.

Um medo mais claro desta vez, mais assumido, como se tivesse percebido que aquilo não era momentâneo.

Era permanente.

— Sim… meu senhor…

A resposta veioMas carregada.

Sem a firmeza de antes.

— E presta atenção.

Aproximei-me ligeiramente.

O suficiente.

— Se algum dia eu chegar aqui.

— e não a tiveres…

Não terminei de imediato.

Deixei que ela antecipasse.

Que sentisse antes de ouvir.

— vais arrepender-te.

O silêncio que se seguiu não foi vazio.

Foi pesado.

Ela não respondeu outra vez.

Mas não precisava.

Porque desta vez…

o medo já não era dúvida.

Era certeza.

Aproximei-me e conduzi-a até ao espelho.

Coloquei-a de costa para dele.

Fiz com que levantasse e rodasse o olhar.

— Olha.

Ela obedeceu.

Ainda com a respiração instável, ainda a ajustar-se ao que estava a sentir, mas sem fugir.

O reflexo devolveu-lhe a imagem completa.

O corpo.

A postura.

E aquilo que agora fazia parte dela.

Fiquei atrás.

Próximo.

O suficiente para que sentisse a presença.

— Vês…

Pausa curta.

— Fica-te bem.

O olhar dela manteve-se preso ao espelho.

Não por vontade.

Mas porque não conseguia desviar.

A imagem estava ali.

Demasiado clara.

Demasiado presente.

Engoliu em seco antes de responder.

— Sim… meu senhor…

A voz saiu baixa.

Contida.

Mais para acertar do que por convicção.

Fiquei a observá-la através do reflexo.

Não precisava de confirmação.

Via-se.

Na forma como o corpo ainda estava tenso.

Na forma como o olhar não sustentava totalmente o que dizia.

Aproximei-me um pouco mais.

— Aprendes depressa.

A frase caiu sem pressa.

Despi-me sem pressa, deixando a roupa cair peça a peça até ficar completamente nu.

Deitei-me na cama.

Olhei para ela.

— Vem cá.

Ela aproximou-se.

Mais lenta desta vez.

Mais consciente.

Parei o olhar nela por um instante antes de continuar.

— Quero comer a tua bucetinha agora

— E logo à noite, quero esse cuzinho.

Não precisei de dizer mais.

Ela percebeu, veio até mim.

Ajustou-se sobre mim, com cuidado, sentindo o meu pau entrar na bucetinha dela já molhada.

Começou a foder-me, procurando o equilíbrio entre o que queria fazer e o que ainda não dominava completamente.

Agarrei-a e puxei-a para mim. Quem comandava o ritmo era eu e não ela.

Agarrei-lhe pelos cabelos, puxei— para mim e beijei-a com língua enquanto a fodia com ritmo acelerado.

Ela deixo-se ser conduzia.

Ao fim de pouco minutos vim-me na mesma posição ainda a beija-la

Quando terminou, larguei-a.

Sem aviso.

O corpo dela cedeu para o lado, ainda a recuperar, ainda a tentar acompanhar o que tinha acabado de acontecer.

Quase sem lhe prestar atenção, levantei-me.

Vesti-me com os gestos habituais, diretos, mecânicos, como se aquele momento já tivesse terminado antes mesmo de ela recuperar totalmente.

A camisaAs calças.

Tudo no sítio.

Sem olhar para trás.

Ela ficou onde tinha caído.

Ainda a recompor-se.

Ainda a tentar recuperar o controlo do próprio corpo.

Aproximei-me.

A mão foi à coleira.

Coloquei-lha.

Ajustei.Firme.

Sem palavra.

Sem explicação.

Apenas o gesto.

Segurei-a por um instante.

O suficiente.

Depois larguei.

Virei-me.

E saí.

Sem dizer mais nada.

Deixando atrás de mim o silêncio… e a sensação clara de que, para mim, aquele momento já não tinha importância.

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