Voltei ao quarto por volta das três da tarde.
Trazia duas coisas nas mãos.
Comida, E um embrulho.
A porta abriu-see o ambiente estava diferente.
Mais arrumado.
Entrei e fechei atrás de mim.
O olhar percorreu o espaço com atenção, demorando-se nos detalhes — a mesa, o chão, o que antes denunciaria qualquer descuido.
Nada., Tudo no sítio.
Depois olhei para ela, também limpa e arrumada
No tapete, à espera de indicações.
Deixei o silêncio ficar por um momento, só o suficiente para que percebesse que estava a ser avaliada.
Assenti ligeiramente.
— Muito bem.
— Está tudo arrumado.
Fui até ela e tirei a coleira.
O olhar dela manteve-se baixo, mas mais firme do que antes.
Aproximei-me um pouco.
— Tens fome?
A pergunta não era inocente, Ela sabia que tinha.
— Sim… meu senhor.
A resposta saiu imediata.
Sem hesitação.
Mantive o olhar nela.
— Então diz-me.
Inclinei ligeiramente a cabeça.
— Porque é que mereces a comida que eu trouxe?
Ela demorou um segundo a responder.
O olhar manteve-se baixo, mas via-se que estava a organizar o que ia dizer, como se cada palavra tivesse de ser escolhida com cuidado.
— Hoje acordei cedo… cumpri a obrigação da manhã. Chupei como o senhor gosta.
A voz saiu controlada, sem falhar.
— Arrumei o quarto… deixei tudo no sítio…
Fez uma pausa curta, quase impercetível, antes de continuar.
— Tomei banho… e fiquei à espera…
Levantou ligeiramente o olhar, o suficiente para confirmar que estava a ser ouvida.
— À espera do meu senhor…
Houve um instante de silêncio.
Ela manteve-se imóvel, mas a forma como terminou mostrava algo diferente — não era só resposta, era tentativa de acertar.
— Não fiz nada de errado…
A frase saiu mais baixa.
Menos segura.
Como se já não tivesse a mesma certeza quando a disse.
O silêncio prolongou-se mais um pouco.
Ela manteve-se imóvel, mas já não com a mesma segurança. O que tinha dito ainda estava no ar, a ser avaliado, sem resposta.
O olhar dela subiu ligeiramente.
Cauteloso.
— Falhei em alguma coisa… meu senhor?
A pergunta saiu baixa, com cuidado, como se não tivesse a certeza se podia sequer fazê-la.
Fiquei a olhar para ela.
Sem responder de imediato.
Deixando que a dúvida crescesse.
Inclinei ligeiramente a cabeça.
— Achas que fizeste tudo bem?
A pergunta voltou para ela.
O olhar dela vacilou por um instante.
— Hoje…
Pausa curta.
— portaste-te bem.
O efeito foi imediato. O corpo dela não relaxou totalmente, mas houve uma mudança — subtil, suficiente para perceber que aquela validação tinha peso.
Aproximei-me ligeiramente.
— Fizeste o que era esperado.
— Mereces comer.
Apontei para a taça.
— Vai.
Ela moveu-se, de 4 como uma cadela em direção a taça
Ela moveu-se de imediato para a taça.
Começou a comer.
Desta vez sem urgência descontrolada, mas ainda com foco total naquele gesto. Não havia distrações, apenas a necessidade e o cuidado em não falhar.
Afastei-me.
Deitei-me sobre a cama, deixando o corpo relaxar, a observar de forma indireta, sem necessidade de a fixar constantemente.
Quando terminou, não se levantou logo. Ficou um instante junto à taça, como se estivesse a confirmar que não faltava nada fazer.
Depois olhou na minha direção.
— Posso ir lavar-me… e arrumar?
A voz saiu baixa, controlada.
Assenti ligeiramente.
— Vai. Mas não demores que tenho outra coisa para ti.
Ela não perguntou.
Levantou-se e dirigiu-se à casa de banho, os movimentos mais automáticos agora, como se já estivesse a entrar numa rotina.
Fiquei onde estava.
À espera.
Quando voltou, estava novamente composta, mais organizada, como antes.
Ajoelhou-se perto de mim na casa, e ficou a aguardar indicações
— vês aquele embrulho na mesa. Abre, é para ti.
Apontei para o embrulho.
Ela aproximou-se.
Com cuidado.
Desfez o papel devagar, como se não tivesse a certeza do que ia encontrar.
Parou quando viu.
O olhar fixou-se nos objetos.
Não houve reação imediata.Apenas reconhecimento de que não sabia o que eram.
Sabes o que é?
Ela abanou ligeiramente a cabeça.
— Não… meu senhor…
Houve um segundo de silêncio antes de ela estender a mão. Pegou no objeto com cuidado, como se não tivesse a certeza de como o segurar. Rodou-o entre os dedos, mais devagar, o olhar preso ao detalhe que captava a luz.
O brilho vermelho.
Ficou ali, fixada nesse ponto.
Como se aquilo fosse o único elemento que conseguia realmente compreender.
Observei.
— É uma jóia.
Pausa curta.
— Para cadelas.
A frase caiu sem esforço.
Ela não desviou logo o olhar. Continuou a observar o brilho, como se estivesse a tentar encaixar o que tinha ouvido com aquilo que via.
— Achas bonito?
O olhar subiu para mim por um instante.
Depois voltou ao objeto.
— Sim… meu senhor…
A resposta saiu quase automática.
Mas não vazia.
Havia ali uma tentativa real de acertar.
Inclinei ligeiramente a cabeça.
— Ainda bem.
Depois fiz um gesto curto.
— Vem cá.
Ela aproximou-se de imediato.
Mais devagar desta vez, Como se já soubesse que aquele momento exigia mais atenção.
Parou a minha frente, e o olhar desceu ao objeto que ainda segurava.
— Vamos colocar a jóia na cadelinha.
Mas sem margem para dúvida.
O corpo dela enrijeceu ligeiramente, não por resistência, mas por incerteza. O olhar passou rapidamente do objeto para mim, à procura de orientação que não veio.
Retirei-lhe o objeto da mão.
Segurei-o entre os dedos, deixando que ela o visse novamente, mais de perto, como se estivesse a ganhar um novo significado.
— Isto não é só para ser bonito.
Pausa curta.
— É para saberes que está lá.
- Fica de 4 no chão, vira o teu rabinho para o teu dono
Passei os dedos pelo gel primeiro, antes de tocar no cu dela.
O contacto frio fê-la estremecer de imediato.
O corpo reagiu antes de qualquer controlo, ficando mais rígido, mais tenso, como se tentasse preparar-se para algo que ainda não compreendia totalmente, mas que já sentia.
A respiração alterou-se.
Mais curta, com receio
Observei Sem interromper.
Deixando que aquela reação existisse por um instante.
Depois aproximei-me ligeiramente mais, o suficiente para que a presença fosse impossível de ignorar.
— Relaxa.
A voz saiu baixa.
Controlada.
— Assim só vai ser pior.
O efeito foi imediato.
Não porque desaparecesse o medo.
Mas porque ela percebeu que tinha de se ajustar.
O primeiro dedo entrou lentamente
Suficiente para testar.
O corpo dela reagiu de imediato, ainda sensível, ainda preso à tensão que não tinha desaparecido por completo.
Esperei.
Deixei que se ajustasse.
Que percebesse que não havia recuo possível, apenas adaptação.
Quando meti dois dedos, a reação foi diferente.
Mais contida.
Mas real.
Um ligeiro sobressalto.
A respiração falhou por um instante, e o corpo voltou a enrijecer, como se não soubesse ainda como lidar com aquela sensação.
— Eu disse para relaxares.
— Assim só piora.
Ela tentou.
Via-se no esforço.
No controlo que tentava recuperar.
O corpo começou a ceder.
Quando comecei a mover os dedos dentro do cuzinho dela, tentando alargará as pregas, a reação dela foi imediata,
mas diferente desta vez — não foi apenas tensão. Foi esforço. Um esforço visível para aguentar, para não quebrar o controlo que tinha acabado de recuperar.
O corpo tentou adaptar-se.
Mas não completamente.
Um som escapou-lhe.
- “Ai está doendo”
Quase involuntário.
Vindo de mais fundo do que antes.
- adoro uma cadela com um cuzinho apertado.
- ela não respondeu. Não sabia o que responder
Quando retirei os dedos, O corpo dela reagiu como se tivesse sido libertado de uma pressão constante.
— Agora vamos colocar a jóia na cadelinha. Certo?
A voz saiu calma.
Quase tranquila.
Mas sem espaço para recuo.
O corpo dela reagiu de imediato, não com movimento, mas com uma tensão visível que voltou a percorrê-la.
O olhar subiu por um instante.
Mais exposto desta vez.
— Está a doer… tenho medo…
A voz saiu baixa.
Mas não respondi.
Aproximei-me e sem aviso, coloquei o plug de uma só vez no cuzinho dela que já estava bem lubrificado. Não foi fácil de entrar, mas com a pressão certa ele entrou
O corpo dela reagiu de imediato, de forma involuntária, num sobressalto mais forte desta vez, quebrando o controlo que tinha tentado manter até ali.
Caiu sobe o chão, gritou alto, depois cerrou os dentes contendo o choro a vontade de gritar
Fiquei imóvel A observar.
A forma como o corpo tentava lidar com a mudança, com a nova sensação, com a ausência de tempo para se preparar.
A respiração estava descompassada.
Irregular.
Mas não se afastou.
Não tentou fugir.
Ficou ali.
A aguentar.
— Agora já tens uma jóia,
— E vais habituar-te a andar sempre com ela
O efeito foi imediato.
O olhar dela mudou.
Não foi surpresa.Foi medo.
Um medo mais claro desta vez, mais assumido, como se tivesse percebido que aquilo não era momentâneo.
Era permanente.
— Sim… meu senhor…
A resposta veioMas carregada.
Sem a firmeza de antes.
— E presta atenção.
Aproximei-me ligeiramente.
O suficiente.
— Se algum dia eu chegar aqui.
— e não a tiveres…
Não terminei de imediato.
Deixei que ela antecipasse.
Que sentisse antes de ouvir.
— vais arrepender-te.
O silêncio que se seguiu não foi vazio.
Foi pesado.
Ela não respondeu outra vez.
Mas não precisava.
Porque desta vez…
o medo já não era dúvida.
Era certeza.
Aproximei-me e conduzi-a até ao espelho.
Coloquei-a de costa para dele.
Fiz com que levantasse e rodasse o olhar.
— Olha.
Ela obedeceu.
Ainda com a respiração instável, ainda a ajustar-se ao que estava a sentir, mas sem fugir.
O reflexo devolveu-lhe a imagem completa.
O corpo.
A postura.
E aquilo que agora fazia parte dela.
Fiquei atrás.
Próximo.
O suficiente para que sentisse a presença.
— Vês…
Pausa curta.
— Fica-te bem.
O olhar dela manteve-se preso ao espelho.
Não por vontade.
Mas porque não conseguia desviar.
A imagem estava ali.
Demasiado clara.
Demasiado presente.
Engoliu em seco antes de responder.
— Sim… meu senhor…
A voz saiu baixa.
Contida.
Mais para acertar do que por convicção.
Fiquei a observá-la através do reflexo.
Não precisava de confirmação.
Via-se.
Na forma como o corpo ainda estava tenso.
Na forma como o olhar não sustentava totalmente o que dizia.
Aproximei-me um pouco mais.
— Aprendes depressa.
A frase caiu sem pressa.
Despi-me sem pressa, deixando a roupa cair peça a peça até ficar completamente nu.
Deitei-me na cama.
Olhei para ela.
— Vem cá.
Ela aproximou-se.
Mais lenta desta vez.
Mais consciente.
Parei o olhar nela por um instante antes de continuar.
— Quero comer a tua bucetinha agora
— E logo à noite, quero esse cuzinho.
Não precisei de dizer mais.
Ela percebeu, veio até mim.
Ajustou-se sobre mim, com cuidado, sentindo o meu pau entrar na bucetinha dela já molhada.
Começou a foder-me, procurando o equilíbrio entre o que queria fazer e o que ainda não dominava completamente.
Agarrei-a e puxei-a para mim. Quem comandava o ritmo era eu e não ela.
Agarrei-lhe pelos cabelos, puxei— para mim e beijei-a com língua enquanto a fodia com ritmo acelerado.
Ela deixo-se ser conduzia.
Ao fim de pouco minutos vim-me na mesma posição ainda a beija-la
Quando terminou, larguei-a.
Sem aviso.
O corpo dela cedeu para o lado, ainda a recuperar, ainda a tentar acompanhar o que tinha acabado de acontecer.
Quase sem lhe prestar atenção, levantei-me.
Vesti-me com os gestos habituais, diretos, mecânicos, como se aquele momento já tivesse terminado antes mesmo de ela recuperar totalmente.
A camisaAs calças.
Tudo no sítio.
Sem olhar para trás.
Ela ficou onde tinha caído.
Ainda a recompor-se.
Ainda a tentar recuperar o controlo do próprio corpo.
Aproximei-me.
A mão foi à coleira.
Coloquei-lha.
Ajustei.Firme.
Sem palavra.
Sem explicação.
Apenas o gesto.
Segurei-a por um instante.
O suficiente.
Depois larguei.
Virei-me.
E saí.
Sem dizer mais nada.
Deixando atrás de mim o silêncio… e a sensação clara de que, para mim, aquele momento já não tinha importância.
Se querem continua a saber o que vai acontecer diga-me nós comentários
Só faz sentido escrever se houver leitores com interesse na história