Olá, meu nome é Marina, tenho 18 anos, morena, cabelos lisos compridos, olhos verdes, magrinha. Moro com meus pais, Marcos, 47 anos e Débora, 42 anos.
Eu sempre escutei meus pais transando, minha mãe faz muito barulho, impossível não escutar, mas quando era menor, nem sabia muito dessas coisas. Quando completei meus 15 anos aí sim, o corpo começa a sentir coisas diferentes.
Em casa meus pais nunca ligaram em se trocar na minha frente, a minha mãe fica completamente nua, meu pai se mantém de cuecas, mas comecei a olhar diferente, prestando atenção, percebendo o volume em sua cueca. Dava pra ver que meu pai era bem generoso de pica.
Eles trabalham durante o dia, e nessa época eu estudava de manhã e ficava sozinha em casa à tarde. Um dia resolvi mexer em algumas gavetas do quarto deles, e achei o paraíso das calcinhas da minha mãe. Se é que aqueles fios podem ser considerados como calcinhas, kkkkkkkkkkkkkkk.
Então resolvi provar, então tirei meu shorts e minha calcinha e mandei ver! Nossa!!! Era uma mais pequena que a outra, eu ficava imaginando, se em mim que sou magrinha já era pequena, imagina na bunda grande de minha mãe.
Cada uma que eu vestia, ficava pensando na cara do meu pai vendo minha mãe com elas. Imaginava a pica delelinda, dura e grossa! Ele vendo minha mãe se exibindo com aquelas calcinhas.
Mas o melhor estava por vir, em uma das gavetas, bem escondido achei o que nunca imaginaria, vários modelos de picas de borracha. E um vibrador enorme!
Eu já estava cheia de tesão experimentando as calcinhas, quando ví aquilo, meu Deus! Me impressionou uma marrom com a cabeça avermelhada, era grossa, grande e cheia de veias, um verdadeiro monstro. Comecei a pegar e era maravilhosa a sensação.
Achei uma que parecia um pouco mais normal e não resisti, comecei a beijar a cabeça e depois fui chupando, imaginando que era meu pai alí, que loucura. Estava toda melada, então tirei a calcinha e fui passando a cabeça na minha bucetinha toda melada e devagar fui colocando.
Aos poucos ia sentindo todo prazer explodindo em minha bucetinha, e fui fazendo movimentos (entra e sai) de minha bucetinha, não demorou muito e senti meu primeiro orgasmo, acreditem!!! Eu estava até tremendo.
Guardei tudo como estava para não perceberem, mas depois disso, todos os dias ao chegar da escola, eu ia brincar com as picas da minha mãe. Cada dia eu ia sentindo uma diferente, era maravilhosa a sensação de ser penetrada. Quando meus pais chegavam da escola, eles corriam para tomar banho. Então eu os acompanhava, puxando conversa, só para ficar prestando atenção no volume da cueca do meu pai, para no outro dia eu imaginar ele me penetrando.
Comecei a usar roupas mais leves, sem calcinha ou sutiã, camisetas com decotes, e assim se deitava no colo dele no sofá, deixava aparecer algumas vezes parte dos bicos dos seios. Isso me deixava louca de tesão, imaginando ele vendo. Me levantava à noite quando escutava os gritos da minha mãe, e ficava escutando perto da porta os dois fuderem, ficava toda ensopada.
E assim foi, até o dia que cheguei no monstro, pois havia provado todos, mas deixei ele por último. Mas quando fui colocando, eu não aguentei, parecia que estava rasgando minha bucetinha. Então imaginava como a buceta da minha mãe era grande para aguentar aquilo.
Hoje estou com 18 anos, não tenho namorado e nunca transei com ninguém ainda, mas continuo brincando com as picas da minha mãe. Ando pela casa muitas vezes de calcinha e camiseta perto dos meus pais, e isso para nós é natural, mas ainda contínuo fanática em um dia conseguir ver o que meu pai guarda em sua cueca. Mas fico satisfeita com minhas brincadeiras.
Sei que um dia vai rolar com uma pessoa real, mas não tenho pressa.
Vamos que minhas aventuras só estão começando! Beijos!
