Katarina chupava com uma intensidade que, por mais que eu me segurasse, não resisti mais que 5 minutos. Segurei firme sua cabeça e gozei na sua boca. Ela engoliu tudinho e lambeu meu pau para pegar o pouco que vazou. Ela me olhava com uma cara de quem tinha realizado seu desejo mais secreto. Foi quando ela me disse: "Tio, sabia que eu tinha uma queda por você? Sempre quis ter você, mas ficava com medo".
Fomos conversando no caminho para minha casa. Já tinha deixado tudo preparado lá na área da piscina: cerveja gelando, uma garrafa de vinho, pois sabia que ela gostava, e algumas outras bebidas no bar para fazer drinks. No caminho já pedi pelo delivery comida japonesa, que ela escolheu. Assim que chegamos na casa, servi outra cerveja para ela, levei ela até a piscina e fui tomar um banho. Voltei somente de sunga. Ela estava sentada bebendo cerveja. Percebi que já tinha tomado 2 e estava na terceira.
Parei de frente para ela, em pé, segurei ela pelos cabelos, a coloquei de joelhos na minha frente e ela começou a me chupar outra vez com vontade, engolindo minha pica toda. Se engasgava com meus 22 cm de pica, grosso e veiada. Eu falava para ela ir com calma. Ela me olhava nos olhos e chupava firme. Eu segurava sua cabeça com uma mão, a outra eu revezava entre tapas na cara dela e apertar seu pescoço. Segurei firme a cabeça dela com uma mão, apertei seu pescoço com a outra e comecei a socar a piroca na boca dela. Fodia a boca dela como se ela fosse uma piranha. Ela engasgava, tentava sair, mas eu segurava. Quando via que estava sufocando, tirava, deixava ela respirar, batia com a pica na cara dela e voltava a foder a boca dela. Ficamos nisso por uns bons 15 a 20 minutos.
Levantei ela, mandei ela tirar a roupa e ficar de 4 na espreguiçadeira, empinando o rabo. Segurei ela pelos cabelos cacheados, enrolando minha mão. Dei um tapa na bunda dela que, de branca, ficou vermelha na hora. Puxei seu cabelo com força, segurei sua cintura e enfiei de uma vez minha pica na sua buceta, sem aviso. Ela soltou um gemido de dor e prazer. Eu socava firme e fundo. O som do meu quadril batendo na bunda dela me deixava mais excitado. Ela gemia, gritava pedindo para foder ela. Eu a chamava de putinha do Tio e ela respondia que era minha puta. Gritava falando: "Vai, tio, mete, mete". Ficamos um bom tempo nessa posição.
Falei para ela que queria comer o cu dela. Ela respondeu que ele era virgem, mas que comigo ela deixava comer. Pediu para eu meter devagar, mas antes dela terminar a frase eu já tinha enfiado a metade do pau no cu dela de uma vez. Ela tentou escapar, mas mais uma vez eu segurei sua cintura. Empurrei o resto com um pouco de dificuldade, pois era apertado. Fiquei parado um tempo com o pau dentro do seu cu para ela se recuperar, depois comecei com um ritmo mais fraco, aumentando à medida que ela pedia, até que já estava socando rápido e forte, num ritmo frenético. Ela gozou muito. Tirei do cu dela e coloquei na sua boca. Quando a soltei, ela caiu deitada na beira da piscina falando que não aguentava ficar em pé.
Abri bem as pernas dela, me apoiando entre suas pernas. Apoiei suas pernas nos meus ombros, apontei meu pau para sua buceta. Ela acenou com a cabeça consentindo. Enfiei, soltando meu peso sobre ela. Novamente apertei seu pescoço com as 2 mãos, socando fundo. Ela gemia de dor e prazer e meu pau cada vez ficava mais duro. Ela pedia para bater nela e eu socava fundo nela, até que não aguentei e gozei dentro dela. Caí por cima dela com a respiração ofegante. Ficamos ali por um bom tempo até conseguirmos nos levantar.
Fomos para o banheiro tomar um banho juntos, onde fizemos mais uma vez, dessa vez com mais calma, afinal aquele tesão já tinha passado. Voltamos para área, ficamos na piscina bebendo e tomando banho pelados. Já de madrugada fomos deitar e, mais uma vez, transamos como 2 animais no cio.