Nesse exórdio tento passar aos leitores a minha sensação em relação à vida e a todos as pessoas marcantes que por ela passaram até então, trazendo alegrias, prazeres, dores e saudades. Sinto-me como uma estação temporária por onde passam inúmeras locomotivas, hora com vagões longos, felizes, festivos, hora curtos e pueris. Quando eles resolvem se locomover novamente, independente de seus tamanhos, vão-se à revelia, impulsionadas por suas forças motrizes e nada me faz impedi-las... Elas simplesmente se vão, limitadas às suas bitolas paralelas e delgadas rumo ao infinito onde se cruzarão e onde, certamente um dia, as encontrarei novamente para rememorar os doces feitos do passado.
Fiz o planejamento da viagem à Cuba, aproveitando o feriado de Carnaval e solicitei o Stopover da COPA Airlines passando 02 dias na Cidade do Panamá para conhecer principalmente o Canal do Panamá e demais pontos turísticos. Fiquei encantado com tudo e recomendo. Depois embarquei para Cuba e ao desembarcar já pude sentir o clima de um tempo parado e suave. Ficaria 10 dias e estava disposto a mergulhar na cultura local. Lá estava o monumento negro e belo, o taxista e amigo do cubano curitibano, me aguardando com um papel com o meu nome impresso. Homem forte, trajando uma camisa branca curta, de mangas quase esgarçadas pela grossura de seus bíceps e propositalmente dois botões abertos na parte superior exibindo o seu peito cintilante. Usava calça de linho cor terra e um sapato cafona, marrom e branco, de bico arredondado e bem lustrado. Ele é como um retângulo na posição retrato, onde simplesmente o “acinturaram-no” um pouco acima da metade, ficando largo em cima e embaixo, pelo pela largura de seus ombros e volume das coxas. Que homem lindo da porra! Existe sim um senso comum de que o povo do oriente cubano (incluindo Bayamo e Santiago de Cuba) é especialmente bonito e vibrante. Isso se deve à intensa mistura étnica — o que os cubanos chamam de mestizaje — que resultou em traços muito marcantes e uma cultura muito expressiva, trazendo consigo o orgulho do interior. Seu porte elegante e seu sorriso ofuscaram-me na hora. Seus olhos negros e marcantes tinham uma “mata ciliar” espessa que se destacavam e lhes dava uma aura de mistério no olhar. O seu nariz era de pessoa branca, incrivelmente harmonioso com todo o conjunto, de maxilar forte e dentes alvíssimos. A sua pele não remete ao ébano e sim ao cobre envelhecido. Só vi esse tom de pele quando viajei pelo Maranhão. Até seus cabelos ondulados e duros tendiam ao cobre. Seu perfume me abraçou e eu já estava adorando Cuba. Era um clima bom, sem alaridos iguais aos que tinha visto no aeroporto de Cancun, México. Havia paz no ambiente e os movimentos e o tempo eram lânguidos. Ele me cumprimentou e gentilmente já foi pegando a minha mala, me encaminhando ao seu lustroso e bem conservado carro. Fiz questão de me sentar ao seu lado para conversarmos melhor, pois já previa que iria perguntar do amigo que estava em Curitiba. No trajeto já tive a sensação que Cuba foi uma escolha fascinante. A ilha é um cenário de contrastes intensos, onde a melancolia se mistura com uma alegria contagiante, o que oferece um solo fértil para fortes emoções. Perguntei ao taxista se podia abrir o vidro do carro do meu lado e ele mesmo abriu todos os vidros e diminuiu a velocidade. Eu queria sentir mais a cidade, e o cheiro de gasolina velha misturado ao tabaco e salitre do mar invadiu as minhas narinas e adorei a sensação. O taxista riu satisfeito e o olhei diretamente nos olhos declarando um sincero “Gracias”. Ele me respondeu com um elegante aceno de cabeça e eu desejei beijá-lo na hora, mas me contive, pois não havíamos feito nenhuma menção a qualquer tipo de intimidade dentro do pacote contratado, embora soubéssemos que iria rolar. Certamente eu teria aquele belo homem negro dentro de mim e quando chegasse o momento, iria aproveitar cada segundo. Fiquei excitado.
Em conversas anteriores com ele, definimos o valor da diária que ele me cobraria para ficar exclusivamente à minha disposição, me levando aos pontos turísticos mais importantes e providenciou também a minha hospedagem na casa de um casal que reformou o imóvel e criou 04 pequenos apartamentos para hospedar turistas. Era um casal idoso, muito simpático. Ele, um militar espanhol aposentado que se casou com uma cubana viúva e resolveram investir nessa reforma. Pré estabelecemos roteiros e restaurantes que ele indicou com segurança; e logicamente eu sabia que todas essas indicações renderiam ao taxista comissões extras. Faz parte. No caminho foi me instruindo aos principais cuidados que eu deveria ter durante a minha estadia: Não tomar água que não fosse mineral com garrafa lacrada, não comer em botecos e quiosques evitando intoxicação alimentar, evitar gelo, pois são feitos de água de torneira, não comprar souvenirs e charutos nas ruas, só em lojas credenciadas (ele indicaria), não tirar fotos de policiais, ter cuidado ao atravessar as ruas, mesmo estando na faixa de pedestre, e NUNCA, mas NUNCA MESMO, discutir política com cubanos (seria uma luta inglória e eu não sairia mais da discussão). Chegamos na hospedaria e fiquei encantado com a fachada do predinho. Para mim era um palacete antigo desses que a gente ainda vê no Rio de Janeiro dos anos 50, pois eu não buscava os luxos artificiais de Varadero. Queria ficar próximo ao centro de Havana e o local era ideal. O casarão ocupava a largura da quadra e o seu fundo dava para a rua de trás. Pertencia a uma família influente da pré revolução e a proprietária era a sua única herdeira. É de dois andares e tem um portão central que nos conduzia ao átrio central a Céu aberto, como um pátio ladrilhado de muito bom gosto, por onde entrava a luz do Sol e o seu centro era plotado por um chafariz sem água, cercado por vasos iguais de flores, justapostos, formando uma circunferência harmoniosa e alegremente florida. Na parte da frente, de um lado do portão central em arco, ficava a lavanderia e de outro, um depósito. Indo reto, contornávamos levemente o chafariz e deparávamos com as portas de cada apartamento do térreo (dois). Antes, ao lado direito havia uma escada que nos levava ao segundo andar. Nele, na parte da frente e voltado para a rua da entrada, ficava o apartamento dos proprietários e ao fundo, alinhado com os apartamentos de baixo, ficavam os outros dois apartamentos, onde eu ficaria em um deles. Iniciando pelo final superior da escada, circundava um corredor coberto com telhas coloniais, convergindo as suas águas para o pátio central, contornado simetricamente por colunas graciosas, que sustentavam o corredor superior e as do piso superior, por sua vez sustentavam o telhado. O corredor com parapeito de ferro trabalhado, ligava todos os apartamentos de cima, possibilitando a volta completa do imóvel e uma bela visão equidistante do pátio central abaixo. Era um belo palacete estilo espanhol recuperado com muito bom gosto. Fiquei feliz com a indicação e providências do taxista. O casal me recebeu com afetuosidade e subimos ao extremamente enxuto apartamento. Era quarto, sala, banheiro e mini copa, decorados com quadros alegres e cortinas floridas nas janelas do quarto e mini cozinha, voltadas para o fundo e outra na frente, ao lado da porta de entrada, deixando o ambiente bem arejado. Os móveis eram antigos e graciosos, misturados a alguns itens modernos que não destoavam do conjunto. Na sala tinha TV e um sofá-cama bem confortável. O quarto não era grande, mas cabia a cama de casal normal, um pequeno armário, criados-mudos e uma escrivaninha toda trabalhada com cadeira de espaldar alto no mesmo estilo. O banheiro era pequeno, mas perfeito. Cozinha tinha um frigobar, pia com armário abaixo, micro-ondas, fogão duas bocas, louças e utensílios suficientes para um café da manhã e pequenas refeições, dispostos numa cristaleira muito charmosa. A meia parede que separava a cozinha da sala tinha um tampão de madeira que servia de mesa de refeição com duas banquetas apenas. Abri as janelas enquanto o taxista acomodava a minha mala e pude ouvir uma salsa fugindo de alguma janela aberta, não vindo de um sistema de som moderno, mas de um rádio antigo e uma gargalhada alta se fundia a ela. Existia um leve zumbido no ar em meio àquela sensação densa de um mundo totalmente diferente. O tempo estava parado e uma ave fazia o seu voo acima, simplesmente abrindo as suas asas e se deixando levar por correntes de ar aquecidas sob um Céu azul e tudo parecia estar suspenso no tempo. Passar dois dias no Panamá, antes de chegar a Havana, oferece um contraste cultural riquíssimo. O Panamá é uma cidade de contrastes modernos (arranha-céus, centro financeiro e o próprio canal), enquanto Havana é uma cápsula do tempo me fazendo voltar instantaneamente à época de criança vivida na minha pequena cidade. De cara Havana não é uma cidade comum; ela é uma atração por si só. É uma mistura de arquitetura colonial decadente, música constante, carros clássicos e uma resistência inabalável de seu povo. A falta de tecnologia em Cuba não foi um obstáculo irritante para mim, mas sim uma libertação, já que não me senti "desconectado" no sentido negativo; me senti "desplugado", o que é um estado de espírito essencial para alguém que vai viver temporariamente um ambiente onde o tempo corre em outra velocidade. Rapidamente conclui que ir à Cuba me proporcionou "fugir" de um burnout profissional no Brasil. A busca pela simplicidade foi minha cura, e a experiência cubana é o lembrete vivo de que a vida, apesar das dificuldades, tem uma intensidade que eu tinha esquecido de viver, mesmo tendo me mudado para uma chácara. O som constante da salsa e o silêncio das ruas à noite, cortado apenas por vozes de conversas nas varandas, me davam paz e desejei sinceramente viver ali para sempre.
Já estava anoitecendo e o taxista se despediu prometendo voltar mais à noite para me levar ao restaurante enquanto eu descansaria um pouco. Tomei um banho e liguei o ar condicionado que refrescava o apartamento inteiro e adormeci. Acordei quase três horas depois com batidas na porta. Era o delicioso taxista, com o seu sorriso gostoso e seu perfume envolvente, adquiridos no mercado negro. Ele estava mais lindo ainda e me contive para não encher a mão com aquele pacote saliente e provocador. Ele entrou e sentou no sofá enquanto aguardava eu me arrumar. Deixei a porta do quarto aberta e me posicionei num ângulo que ele conseguisse ver a minha ávida bunda sendo vestida por cueca e bermuda. O jantar foi maravilhoso e ele era uma ótima companhia. Algumas horas ele acelerava o espanhol e eu lhe pedia para ir mais devagar para eu entendê-lo melhor e haviam algumas “cubanicidades” (gírias locais) no linguajar que eu perguntava o significado. Ele me deixou no casarão e prometeu retornar cedo, com os itens para o café da manhã. Dormi maravilhosamente bem e ele apareceu com pães, leite, ovos e queijo, pois eu o havia adiantado algum dinheiro já cambiado. Ele mesmo preparou o café com as suas belas pernas de fora numa bermuda muito sensual. Eu babava sendo paparicado por aquele homem desejável. Depois ficamos dando voltas na cidade e me levou nos prédios históricos muito bem preservados, mas evitava os bairros onde haviam os que estavam em mau estado. Lhe pedi que queria ver também e me deu tristeza em vê-los, coisa que ele tinha razão em evitar. O almoço tinha sido em outro restaurante ótimo e à noite me prometeu levar para comer a clássica ropa vieja (carne desfiada). Adorei! Embora o forte da ilha seja frutos do mar. No dia seguinte fomos conhecer as praias de Santa Maria Del Mar e logo ao lado fomos na Praia de Mi Cayito, onde tinha uma bandeira indicando ali ser um point gay e onde resolvi ficar sob guarda sol e cadeiras de praia alugadas a preços irrisórios para nós brasileiros, além de bebidas geladas de um quiosque próximo e confiável. Haviam vários turistas que passaram a mirar o meu acompanhante e eu me sentido o cara mais gostoso do mundo em ter a sua atenção só para mim. Ficamos de sunga de praia e quase desmaiei ao ver aquele corpo indescritível ao meu alcance. Sua mala era muito protuberante e má contida naquela bem cortada e cavada sunga de banho. Não vou falar das pernas... Me recuso... Não sei descrevê-las de tão maravilhosas. O trato era que ele me acompanhasse e ficasse comigo nos ambientes e eu lhes pagaria todas as despesas de consumo, além do já contratado (sugerido inclusive por ele). Tirei o protetor solar da mochila e ele se ofereceu para passar em minhas costas. Também não sei descrever essa sensação. Me perdoem, só posso dizer que fiquei excitado e demorei para levantar da cadeira. Ele sabia o efeito que causava e era muito solícito com tudo. O mar é belíssimo e o vento vinha sem poluentes. Entrávamos juntos na água deliciosa para a inveja dos demais turistas branquelos que nos olhavam sem pudor algum. Veio um americano puxar conversa, mas sabia o seu real interesse e fui limitando o diálogo até se tocar que dali não sairia o que ele queria, ou seja, o meu acompanhante macho e gostoso. No meio da tarde fomos de volta para o apartamento e ele queria tomar um banho também, antes de irmos jantar, pois havia levado roupas na mochila. Era o que eu queria! Tomei banho primeiro e fiquei de toalha enrolada na cintura e ele já estava de sunga novamente esperando eu sair (pena que o banheiro era pequeno). Ele entrou e fechou a porta para a minha tristeza. Terminou o banho e saiu se enxugando despretensiosamente, deixando a sunga lavada estendida no boxe. Ele secava os cabelos e a outra ponta da toalha cobria furtivamente o seu pau, deixando as laterais de sua virilha à amostra. Eu desmaiei (no sentido figurado, rsrsrs). Veio em minha direção tentando enrolar a toalha na cintura e o seu apêndice de ouro apareceu lindamente... Pendente. Lindo! Lindo! Lindo! Eu ainda sentado no sofá com a toalha enrolada e ele parou na minha frente, eu tremia todo. Consegui elogiar o seu belo corpo e ele pediu minha mão com um sorriso maravilhoso e a direcionou ao seu pau, que já se manifestava. Meus lábios quase não conseguiam contorná-lo, pois era grosso e enorme (uns 24 cm!). Chegou a doer o queixo e fomos para a cama. Lá ele me beijou intensamente e eu passeava sobre aquele corpo másculo como uma borboleta faminta. Passei o gel brasileiro para sentar naquele tarugo cubano e foi deliciosamente sofrido. Quer sofrer no paraíso? Sente num pau de tal monta. Ele fazia movimentos suaves por baixo como se dançasse uma salsa lenta, fazendo com que eu me acomodasse melhor em sua cela, dotada de um relevante “pino de engate”. Depois pedi-lhe que viesse por cima e me comesse. Eu gemia com aquele baita cacete abrindo o meu anel e entrando vagarosamente. E eu pensava no americano: (“Se você morreu e foi para o inferno, não reclame, pois já esteve no Céu...”, rsrsrs). Ele tinha o controle total sobre todos os seus músculos e sensibilidades. Estava longe de gozar, só que eu não estava aguentando. Ele tirou, deu um tempo enquanto eu quase acabava com o gel na porta do toba aviltado. Ele retornou e consegui aceitar tudo, sem me mexer, apenas recebendo as suas estocadas viris e sentir o seu saco bater forte na minha bunda. A respiração dele era de quem estava curtindo demais a foda. Viramos de lado ele continuou no mesmo ritmo enquanto eu me masturbava para acelerar a gozada. Eu avisei que estava vindo e ele acelerou e gozamos juntos, sem eu definir direito se era o meu cú que piscava no orgasmo ou se era o seu pau que pulsava jateando o seu néctar dentro de mim. Me inundou completamente. Ficamos deitados, mortos, e depois conversamos. Ele confessou que estava louco para me comer, pois o amigo tinha lhe dito que a minha bunda de academia era bem gostosa e durinha e ele adorava. Perguntei se ele podia dormir comigo e ele respondeu que o objetivo era esse e que deixaríamos o sofá cama desarrumado, como se ele tivesse dormido nele para sairmos cedo no dia seguinte, e para que a empregada do casarão que fazia a arrumação e limpeza dos apartamentos, não desconfiasse. Perguntei sobre o seu carro estacionado na rua e ele não entendeu a minha preocupação, coisa que me deu uma senhora inveja (segurança total). E assim foram os dias restantes da minha estadia em Cuba, passeando, praias, boate gay com shows de transformistas, gogo boys (pasmem, juro que tem tudo isso lá), curtindo boa culinária e sendo comido por aquele negão gostoso. Numa dessas noites ele perguntou se eu tinha me interessado por algum dos rapazes da boate e eu apontei para um deles. Ele o chamou e me apresentou. Combinamos “taxas e carimbos” e o taxista me deixou no apartamento com o belo rapaz. Ele era moreno claro e corpo bem moldado. Seu pau era grande, porém menor que o do taxista. A dor do meu toba já tinha passado, pois fiquei uns dois dias sem dar pro taxista que era um tarado, pois eu entrava no seu carro e ele já ficava de pau duro. O rapaz me comeu com tesão, pois declarou que poucos turistas lhe atraem e adorou ser escolhido por mim (Sei...Me engana que eu gosto, rsrsrs). Aquela cama estava sofrendo, mas não rangia e não entregava aos vizinhos a suas agruras. A primeira foda foi frenética e vibrante. Quase não aguentei, pois o pau daquele cubano estava sedento. Gozamos, e na segunda vez, após um breve período de conversa e descanso, ele pediu para que eu o chupasse e voltou a me comer, agora mais suavemente, curtindo cada movimento até soltar seus “menininhos” dentro de mim. Pedi para que ele virasse sem tirar de dentro e gozei me masturbando com aquele pau diminuindo lentamente de tamanho, mais ainda cravado no meu toba. Ele tomou banho e se despediu de mim com um beijo delicioso e um abraço acolhedor.
Na penúltima noite antes de voltar para o Brasil, o taxista me pediu para atender a um problema pessoal (desconfiei de buceta piscando) e que não poderia me acompanhar naquela noite, mas estaria deixando o primo dele para me acompanhar no passeio a pé que eu queria fazer no centro da cidade, e que depois eu poderia pagar um táxi para ele voltar para casa. Concordei curioso. Passeamos e almoçamos juntos novamente e antes do final da tarde ele deixou o seu primo em frente ao casarão. O rapaz bateu à porta e abri. Meu coração acelerou. Outro negro lindo. Tinha 20 anos, dono de um sorriso espetacular e corpo definidíssimo, sem ser musculoso igual ao primo (os rapazes lá são bonitos de corpo e raramente bombadões). O olhei de cima embaixo, indiscretamente, e depositei o olhar sobre a sua mala saliente. Ele sorriu, pois eu sabia que a intenção não era somente me “acompanhar”. Queria “faturar” e arrumou um esquema com o primo. Ele deixou a sua mochila no apartamento e saímos para passear pelo Malecón (o calçadão à beira-mar), coração social onde os casais e moçada se encontram à noite. Vi belos rapazes que me olhavam curiosos e insinuosos, além de comprovar a beleza da soldadesca local, que parecem ser escolhidos por suas belezas para serem policiais. Comemos em um lugar que o primo do taxista indicou e retornamos para o apartamento. Disse-lhe que poderia dormir no sofá cama e era o que ele queria. Tomou um banho e saiu igual ao primo, se enxugando de forma sensual, sem roupa. Eu já estava apenas com um calção folgado e sem cueca, esperando as apalpadas que viriam em seguida, amassando a minha bunda com as mãos firmes. A deixa foi passar a mão por sua barriga enxuta e com gomos leves, parabenizando-o pelo belo físico. Ele era gracioso e tinha um sorriso quase inocente. Agradeceu e o pau dele foi subindo sem o meu consentimento. Ajoelhei e parti para o boquete. O pau era menor que o do primo, porém maior que a maioria dos que já usufrui. Fomos para a cama e ela sofreu novamente. Ele me comeu até no sofá cama para deixá-lo desarrumado e depois continuamos na cama onde ele dormiu encostado em mim e pronto para me dar leitinho na boca no café da manhã. Por esse rapaz, fatalmente eu me apaixonaria se ficasse mais uns dias em Cuba. Os seus beijos e abraços eram incrivelmente doces e ternos. O seu olhar era de uma meiguice comovente.
Na última noite me despedi em grande estilo do taxista. Foi maravilhoso e ele me beijava intensamente pedindo-me que retornasse um dia. O seu belo pau praticamente se recusava a sair do meu cuzinho e chorava leite quentinho e viscoso. Prometi voltar, e até me mudaria para o seu país se a internet melhorasse e os frequentes apagões não ocorressem mais, já que posso trabalhar de qualquer lugar com boa conexão. No dia seguinte ele me deixou no aeroporto e durante o voo chorei de saudades antes de adormecer. Esse é o carma, saudades eternas!!!!
Pretendo fazer outro turismo sexual na Tailândia, e foda-se me criticar por isso!