Pra marido damos a buceta e pra machos damos o cuzinho

Um conto erótico de Maisa Ibida
Categoria: Heterossexual
Contém 1341 palavras
Data: 16/04/2026 12:32:19
Última revisão: 16/04/2026 14:44:41

Eu ainda sinto minha buceta umedecer ao relembrar minhas escapadas sexuais após meu casamento. Então vamos ao texto… George e eu éramos namorados no ensino médio que acabamos nos separando e, quase dois anos depois, passei a morar em outra cidade e lá conheci o Guilherme.

Guilherme sempre falava sobre um irmão chamado George que tinha sorte com as mulheres, mas nunca imaginei era o cara pra quem eu dava a buceta. Então vê-lo como padrinho no fatídico dia do meu casamento foi um choque…

Enfim, após três anos o George ficaria por um mês das férias trabalhistas em nossa casa residência a beira-mar e morar por um mês com o homem que leitava minha buceta reascendeu antigas faíscas sexuais. Então quando Guilherme estava na rua, praia ou porto eu o provocava George ficando de quatro de saia ou shortinho para limpar o assoalho da sala.

A limpeza no local era estratégico, pois a janela possuía visão frontal da praia e porto e, caso Guilherme surgisse por perto, daria tempo pra levantar, desamarrar a camisa e varrer a sala e o receber com adocicados beijos e assim eu terminaria minha inocente sedução.

Entretanto, eu não pensava em trair, mas eu queria ser vista em posições que fizesse irmão do meu marido relembrar como eu ficava de quatro na cama oferecendo a depilada buceta pra ser bem fodida.

O Problema é que de tanto apenas “relembrar” algo deu errado num entardecer na ultima semana de férias de George qual Guilherme havia saído para descarregar o porão de um navio no porto e eu estava somente de camisola na cozinha falando ao celular sobre a jantar com Guilherme e o George estava sentado de sunga ao meu lado.

Ara, ara… Eu gosto de pica de megamuitão… Então é obvio que dei discretos olhares em direção a sunga. Entretanto, eu me afastei em direção a janela da sala para não ficar perto da tentação do paradigma da buceta coçando a fim de aguentar pica.

Então, George veio por trás e me segurou pela cintura e uma de suas mão ultrapassou minha calcinha. Meu coração disparou, pois eu ainda falava no celular quando George acariciou minha fenda umedecida vaginal e passou a masturbar-me.

Mantendo a fidelidade do casamento eu deveria me afastar, mas invés disso, continuei ouvindo Guilherme falar enquanto eu colocava minha mão contendo a aliança de casamento para trás para punhetar o grosso pauzão.

Então fui virada de frente para George e sua mão pousou sobre um dos lados dos meu seios, deixando explícito o que deveria ser feito. Então mandei adocicados beijos para Guilherme e abocanhei o pau que muitas vezes escovou minha boca antes do meu casamento com o homem que amo.

Relembrar boquetes na prática é muito bom. E juro que mamei pra receber leitadas poderosa e não deu outra. Meu marido que me desculpe, mas eu tinha que beber o leite de pica e bebi em golfadas de uns cinco ou seis disparos.

– Valeria, vamos foder! - disse George, segurando meu rosto para eu sugar uns poucos espermas que ainda teimavam escapulir da picona.

– Não, se for só uma chupetinha não faz mal! - minha foz saiu abafada por causa da chupeta na cabeça da mamadeira alargadora de boquinhas.

Então, antes de engolir os espermas eu os manipule espermas na língua e escovei os dentes, com os olhos voltados na direção das janelas da sala para verificar a posição de Guilherme e era possível vê-lo no porto conversando com alguns homens, provavelmente tentando custear os preços dos serviços, visto que ele é o encarregado de contratar empregados.

Na certeza da impunidade eu permitir que o pau fosse esfregado nos bicos dos meus seios e pratiquei uma leve espanhola pra espremer gotículas de espermas.

E George fez o que sempre gostou de fazer comigo, ele me colocava na beirada cama, só que nesse caso, eu fiquei sentada de pernas abertas na beirada do sofá. Então rapidamente a língua entrou no túnel e saboreou minha carne rosada e no clímax do êxtase acabo perdendo a atual localização do Guilherme.

Em meios as adrenalinas senti um calor percorrendo a minha espinha dorsal, causando turva visão como se fosse ter desmaios, em em tempo recorde tive múltiplos orgasmos na boca do irmão mais do meu marido.

Na sequência trocarmos longos beijos e deitamos no sofá e o pau de George chegou a roçar na racha da buceta. Ufa, ufa, minha sorte foi olhar na direção a janela vejo Guilherme se aproximando e, embora ainda estivesse longe, devo ter passado da pele branca queimada de sol para a deselegante pele albina na base do susto e medo.

Eu empurrei o George e fugir correndo (sem dar a buceta) pro banheiro em nosso quarto e após me masturbar sair com Guilherme entrando na casa. Horas depois dei umazinha com ele, com meus pensamentos voltados para nunca mais cometer loucuras. Então fiquei o início da semana inteira sem encarar e mal falar com o George.

O foda foi que no final de semana Guilherme disse que iria para a cidade comprar mantimentos. Eu sabia que ele não voltaria antes das 7hs da noite. Eu não queria cometer traição novamente e quis ir junto. Mas Guilherme me repreendeu de forma ríspida.

Decidi me esconder de George e fui tomar um banho. Enquanto eu relaxava na banheira, ouvi o clique da maçaneta da porta. Olhei nessa direção e vi George usado apenas de toalha de banho e ambos sabíamos que faltava eu dar a buceta. Então George disse:

– Deborah, amanhã vou embora, então só uma vez na buceta?

Eu só consegui ficar boquiaberta, pois tudo que eu queria era manter fidelidades, subitamente George tirar a toalha, deixando seu pauzão balançando a poucos centímetros de minha boca.

– Só uma bombada com uma gozada na buceta – Eu falei mostrando o dedo com a aliança de casamento.

E, diferente da outra vez, eu queria muito cometer infidelidades, por isso, o levei até a minha cama de casal. Eu sabia que era errado, mas tudo o que eu conseguia pensar era foder a buceta.

E com George por cima eu guiei o pauzão para o alvo para deslizar suavemente para dentro de mim. Com as infidelidades concluídas eu entrelacei as pernas envolta da cintura de George, fazendo as estocadas do pau entrarem mais profundamente.

Nós transamos sem nos importar com Guilherme por uns vinte minutos e por fim, George estava tendo um orgasmo dentro da minha buceta, e ele tentou se retirar antes que fosse tarde, mas eu pedir com ternura:

– Goza na minha buceta, vai, goza tudo, goza como sempre gozou em mim, estou tomando anticoncepcionais!

Eu disse usando a mãos para puxar seu corpo de encontra ao meu corpo. Então houve enchente de espermas na buceta e ficamos por minutos com beijos leves e caricias e após eu mandar mensagens pro Guilherme pra saber sua localização, e respondeu que ainda estava no porto…

Então na oportunidade única da excitação eu falei em nome das fogosas mulheres casadas que:

𝑷𝒓𝒂 𝒎𝒂𝒓𝒊𝒅𝒐 𝒏𝒐́𝒔 𝒎𝒖𝒍𝒉𝒆𝒓𝒆𝒔 𝒅𝒂𝒎𝒐𝒔 𝒂 𝒃𝒖𝒄𝒆𝒕𝒂 𝒃𝒆𝒎 𝒅𝒂𝒅𝒐 𝒆 𝒑𝒓𝒐 𝒎𝒂𝒄𝒉𝒐𝒔 𝒏𝒐́𝒔 𝒅𝒂𝒎𝒐𝒔 𝒓𝒂𝒑𝒊𝒅𝒊𝒏𝒉𝒐 𝒐 𝒃𝒖𝒓𝒂𝒒𝒖𝒊𝒏𝒉𝒐 𝒅𝒐 𝒄𝒖𝒛𝒊𝒏𝒉𝒐.

Então fomos para o banheiro e embaixo do chuveiro dei o reguinho e ganhei uma gostosa leitada ao ponto que rebolei e pressionei a bunda de encontra o pau e concluir apertando e afrouxando as pregas arrombadas, como dando uma "caricia" no pau responsável por entrar e arrombar o rabiquinho que devia ser só do corninho do meu maridão, então deixamos o pauzão murchar e sair lentamente. Afinal, era a nossa despedida, e os atos de infidelidades acabariam com eu sendo enrabada. Enfim, Guilherme nunca desconfiou que fiz sexo e até abrir o anel do cuzinho pro gostoso do irmão dele.

Depois disso não cometi infidelidades. Embora eu tenha me insinuado em dar para alguns gatos vizinhos temporários perto da nossa casa de praia. Enfim, Amo Guilherme e mesmo assim tudo que quero é dar a buceta pra outros e mamar leitinhos pastoso na gostosa mamadeira alargadora de boquinhas!

Ou melhor, na mamadeira de pica!

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Foto de perfil de Maísa IbidaMaísa IbidaContos: 20Seguidores: 617Seguindo: 19Mensagem Eu sou uma fugitiva de uma outra galáxia, eu fugi para esse lado do universo e me escondo entre a raça de humanos.. bjs, aceito convites de leituras, mas antes vote no meu texto ,valeu?

Comentários

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Amei o conto,e na minha opinião várias mulheres com família ,apimentar o casamento desta forma, essa e minha opinião

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Que conto mais excitante! Parabéns mais uma vez!

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Carlos Leonardo. obrigada pelo elogio, e caso tenha texto (s) para me convidar a ler, fique a vontade para fazer.

Alias, aceito convites de todos que me prestigiam, retribui de bom grado as visitas. Valeu

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Eu tenho uma história em andamento, longa, um pouco literária, que estou prestes a terminar, mas sinta-se a vontade para decidir se quer ler ou não. Não se sinta obrigada porque estou lendo o seu. De verdade.

Veja...

Acima de tudo, eu amo ler contos eróticos. Independente de qualquer outra coisa. E eu realmente estou gostando cada vez mais dos seus textos, principalmente porque me deixam bem excitado, com seu tom provocativo e suas personagens femininas paradoxais, irritantes e apaixonantes ao mesmo tempo. Essa dualidade me fascina. E, às vezes, é só isso que queremos. Você é mestra nisso.

Meus parabéns, sempre.

Ansioso pelo próximo! :)

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Conto excitante e delicioso, do título ao final, fiquei doido de tesão, me imaginando, tanto no logar do irmão, quanto do corninho. Beijos linda.

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Olá Slash... que comentário da hora. Adocicado beijos e abraços.

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