Naquela mesma noite, depois do jantar, quando Ricardo já tinha subido para o quarto e a casa estava em silêncio, eu não consegui segurar o que estava sentindo.
Subi até o quarto de Carlos. Ele estava deitado na cama, só de bermuda, mexendo no celular. Assim que entrei e fechei a porta, ele percebeu meu rosto preocupado.
— O que foi? — perguntou.
Eu respirei fundo e contei tudo:
— Carlos… o Eduardo sabe. Ele me viu ontem à noite no quarto do Rodrigo. Eu estava de joelhos, chupando vocês dois enquanto vocês jogavam. Ele viu pela fresta da porta. Hoje à tarde ele me confrontou na lavanderia. Disse que não vai contar pro pai, mas que não consegue parar de pensar em mim. Ele estava vermelho, tímido… mas o olhar dele era diferente. Eu confesso que fiquei molhada quando ele me contou.
Carlos ficou em silêncio por alguns segundos. Depois um sorriso lento e malicioso se abriu no rosto dele.
— Então o caçula finalmente acordou… — murmurou. — E você gostou, né? Ver ele todo inocente, corando por causa da madrasta vadia.
Eu corei, mas assenti.
Carlos pegou o celular e mandou uma mensagem rápida. Menos de um minuto depois, Rodrigo entrou no quarto, fechando a porta atrás de si.
— O que rolou? — perguntou Rodrigo.
Carlos explicou rapidamente:
— A Fernanda acabou de me contar que o Edu viu a gente ontem. E ela ficou excitada com o caçula tímido. Mas antes de deixar o Edu participar, vamos dar um presente pra ele.
Ele abriu a gaveta da cômoda e tirou uma sacola preta. De dentro, puxou uma lingerie vermelha extremamente provocante: sutiã meia-taça transparente, calcinha fio-dental com abertura na virilha e cinta-liga fina.
Carlos olhou para mim e ordenou:
— Coloca isso. Você vai ser o presente do Edu hoje.
Meu coração disparou. Eu tirei a roupa na frente dos dois e vesti a lingerie vermelha. O tecido era quase inexistente. Meus mamilos apareciam claramente, a boceta ficava totalmente exposta pela abertura da calcinha, e a cinta-liga marcava minhas coxas de forma sensual.
Carlos e Rodrigo me olharam com aprovação.
— Perfeita — disse Carlos. — Agora deita na cama. De quatro, bunda pra cima, bem no meio.
Eu obedeci, posicionando-me de quatro no centro da cama, empinando a bunda. A calcinha aberta deixava tudo à mostra.
Carlos sentou na beira da cama e chamou o irmão:
— Rodrigo, fica do outro lado. Hoje eu vou mostrar pra você como a gente vai apresentar o presente pro Edu. Presta atenção.
Ele pegou o celular novamente e mandou uma mensagem curta para Eduardo: “Vem no meu quarto agora. É importante.”
Enquanto esperávamos, Carlos se aproximou por trás de mim, cuspiu na mão e espalhou na cabeça do pau. Depois enfiou devagar na minha boceta, gemendo baixo.
— Olha como ela tá molhada só de pensar no caçula… — disse ele para Rodrigo. — Quando o Edu chegar, você vai ver como a gente usa ela. Segura o cabelo assim… puxa pra trás. Cospe na cara dela quando quiser humilhar.
Rodrigo observava, já tirando a bermuda, o pau endurecendo.
Poucos minutos depois, ouvimos batidas leves na porta.
— Entra — disse Carlos, ainda com o pau dentro de mim.
Eduardo abriu a porta devagar e congelou ao ver a cena: eu de quatro na cama, vestida apenas naquela lingerie vermelha provocante, Carlos metendo devagar na minha boceta e Rodrigo ao lado, pau na mão.
O rosto de Eduardo ficou completamente vermelho. Os olhos dele percorreram meu corpo exposto, a boca entreaberta de choque e desejo.
— Caralho… — sussurrou ele, sem conseguir se mexer.
Carlos sorriu, deu uma estocada mais forte em mim e falou calmamente:
— Entra e fecha a porta, Edu. A Fernanda é o seu presente hoje. Ela te viu na lavanderia e ficou molhada pensando em você. Agora você vai aprender como a gente usa a madrasta vadia da casa.
Eduardo fechou a porta, ainda atordoado, mas não saiu. Seus olhos não desgrudavam de mim.
Carlos saiu de dentro de mim devagar e deu um tapa na minha bunda.
— Vem cá, Edu. Chega mais perto. Olha como ela tá pronta pra você. De quatro, de lingerie, boceta aberta… tudo pra você começar.
Eduardo se aproximou devagar, tímido, mas com o volume na bermuda já evidente.
Carlos segurou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás, fazendo-me arquear as costas.
— Mostra pra ele, Fernanda. Diz que você é o presente dele.
Eu olhei para Eduardo, voz rouca de tesão e vergonha:
— Eu sou… o seu presente hoje, Edu…
Carlos continuou ensinando o irmão mais novo:
— Pode tocar nela. Aperta a bunda, cospe na boceta se quiser. Ela gosta quando a gente trata ela como puta. Não tenha dó.
Rodrigo sorriu ao lado, já se masturbando devagar.
— Bem-vindo ao clube, mano. Hoje você vai aprender como foder a madrasta.
Eduardo estendeu a mão trêmula e tocou minha bunda exposta. Seus dedos eram hesitantes, mas o olhar dele já estava cheio de desejo.
Carlos deu outro tapa na minha bunda e murmurou:
— Começa devagar, Edu. Mas depois… usa ela como a gente usa.
Eu tremia de expectativa, vestida de lingerie vermelha, de quatro na cama, pronta para ser o presente do caçula inocente enquanto os dois irmãos mais velhos observavam e ensinavam.
O ar no quarto estava pesado de tesão.
E Eduardo, pela primeira vez, não desviou o olhar.
Eduardo continuava parado ao lado da cama, olhos arregalados, o rosto vermelho vivo. Ele olhava para mim de quatro, vestida naquela lingerie vermelha quase inexistente, boceta exposta e brilhando de excitação. Carlos ainda estava atrás de mim, o pau meio dentro, enquanto Rodrigo observava tudo com um sorriso.
— Vai, Edu — disse Carlos, saindo devagar de dentro de mim. — Ela é o seu presente. Pode tocar, pode foder. Ela tá aqui pra isso.
Eduardo engoliu em seco, a voz saindo baixa e hesitante:
— Eu… eu tenho camisinha no meu quarto. Posso ir pegar?
Os dois irmãos explodiram em risada ao mesmo tempo. Carlos deu um tapa forte na minha bunda, fazendo o som ecoar no quarto.
— Camisinha? — riu Rodrigo. — Tá achando que isso aqui é namoradinha, mano?
Carlos segurou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás, arqueando minhas costas.
— Olha pra ela, Edu. Essa vadia não gosta de camisinha. Ela adora sentir a porra quente enchendo a boceta e o cu. Não é, Fernanda?
Eu gemi baixinho, confirmando com a cabeça enquanto olhava para Eduardo.
— É verdade… eu não uso…
Eduardo ficou ainda mais tímido, as mãos tremendo ao lado do corpo. Ele olhava para o chão, claramente sem saber como agir.
Carlos percebeu e decidiu tomar as rédeas.
— Deixa que eu te mostro como essa vagabunda funciona de verdade.
Ele me virou de frente na cama, abriu minhas pernas bem abertas e cuspiu direto na minha boceta exposta. Depois enfiou dois dedos grossos com força, mexendo rápido.
— Olha como ela tá encharcada só de ver você aqui, Edu. Essa puta adora ser usada. Quanto mais a gente humilha, mais ela goza.
Carlos tirou os dedos e deu um tapa forte bem na minha boceta. Eu gemi alto, o corpo se contorcendo de prazer.
— Tá vendo? Ela gosta de apanhar. Agora vem cá.
Eduardo se aproximou devagar. Carlos segurou a mão dele e guiou até minha boceta.
— Sente como ela tá quente e molhada. Enfia os dedos. Isso… agora mexe mais forte.
Eduardo obedeceu, os dedos entrando em mim com hesitação no começo, depois com mais confiança. Eu rebolava contra a mão dele, gemendo.
Carlos sorriu satisfeito.
— Boa. Agora dá um tapa nela. Na boceta. Forte.
Eduardo hesitou, mas deu um tapa tímido.
— Mais forte — ordenou Carlos. — Ela não é de vidro.
O segundo tapa foi mais forte. Eu gemi mais alto. Eduardo pareceu gostar da reação, porque deu outro, e outro. Aos poucos, o olhar tímido dele mudou. Ficou mais escuro, mais faminto.
— Isso… agora aperta os mamilos dela. Belisca.
Eduardo subiu na cama, puxou o sutiã para baixo e apertou meus seios. Depois beliscou os mamilos com força. Quando eu gemi de dor e prazer, ele deu um tapa no meu seio esquerdo.
Carlos riu.
— Tá vendo? Ela é uma vadia masoquista. Quanto mais dói, mais ela gosta.
Rodrigo se aproximou do outro lado e enfiou o pau na minha boca, começando a foder meu rosto devagar.
— Chupa enquanto o caçula aprende.
Eduardo ficou mais ousado. Deu vários tapas nas minhas coxas, na bunda, na boceta. Depois, sem aviso, fechou o punho e deu um soco firme na minha costela lateral — não muito forte, mas o suficiente para tirar meu ar por um segundo e fazer uma onda de tesão selvagem percorrer meu corpo.
Eu gemi alto ao redor do pau de Rodrigo, o corpo tremendo.
— Porra… — murmurou Eduardo, surpreso com a própria atitude. — Ela gostou…
— Gostou pra caralho — confirmou Carlos. — Continua. Dá outro.
Eduardo deu mais um soco na costela oposta, depois um tapa forte no rosto. Meu rosto virou para o lado, mas eu voltei rapidamente, olhando para ele com os olhos cheios de desejo.
— Mais… — pedi, voz rouca.
A timidez dele quase desapareceu. Ele segurou meus quadris, posicionou o pau (que era um pouco mais fino, mas bem comprido) na entrada da minha boceta e enfiou de uma vez, gemendo alto.
— Caralho… tão quente…
Ele começou a meter, primeiro desajeitado, depois com mais ritmo. Carlos e Rodrigo assistiam, dando instruções:
— Segura a cintura dela. Mete mais fundo. Dá tapa enquanto fode.
Eduardo obedeceu. Metia com força, dando tapas na minha bunda e nos seios. De vez em quando dava outro soco leve na costela, o que me fazia apertar ele por dentro e gemer como louca.
Depois de uns minutos, Carlos ordenou:
— Agora vamos fazer direito. Deita de costas, Fernanda.
Eu me deitei. Rodrigo se posicionou entre minhas pernas e enfiou na minha boceta. Carlos ficou de joelhos ao lado da minha cabeça e enfiou o pau na minha boca. Eduardo subiu e colocou o pau na minha mão.
Eu comecei a fazer uma punheta nele enquanto chupava Carlos e era fodida por Rodrigo. Logo eles trocaram posições. Agora era Eduardo na minha boca, Rodrigo no cu, e Carlos fodendo minha boceta.
No final, os três se posicionaram ao meu redor. Eu fiquei de joelhos no chão, no meio deles, chupando um enquanto masturbava os outros dois. Eles se revezavam na minha boca.
— Abre bem a boca e fica com a língua pra fora — ordenou Carlos.
Os três se masturbaram rápido. Primeiro Rodrigo gozou, enchendo minha língua. Depois Carlos, jatos grossos no meu rosto e olhos. Por último Eduardo, tímido no começo, mas depois gozando forte na minha boca aberta, misturando a porra dele com a dos irmãos.
Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo queixo, pelos seios, pela lingerie vermelha destruída.
Os três olharam para mim, ofegantes.
Eduardo, ainda recuperando o fôlego, murmurou com um sorriso tímido mas satisfeito:
— Porra… isso foi… foda.
Carlos deu um tapa leve na minha bochecha melada e riu.
— Bem-vindo ao time, mano. Agora a vadia da casa tem três donos.
Eu fiquei ali, de joelhos, coberta de porra dos três enteados, o corpo marcado por tapas e socos, completamente destruída e satisfeita.
Pela primeira vez, os três me tinham ao mesmo tempo.
E eu já sabia que queria mais.