Com certo esforço, levando aquela mala pesada do chão e passo sua alça sobre meus ombros, Carla caminha rebolando seu lindo rabo em direção ao caminhão, tudo ao redor parece perder a cor e o foco de todos é aquela fêmea jovem calçando sandálias de salto alto inteiriço, a cada passo seu bumbum se move de um lado pro outro, todos ali salivam, uma moto quase bate na land Rover do velho, quando o motoca quebrou o pescoço pra devorar aquele rabo perfeito com os olhos.
Finjo não cobiçar, afastar de mim os pensamentos que tentam tomar minha mente, e o silêncio se quebra.
- Papai, abre a porta pra mim, não consigo, é muito alta.
Caminho em sua direção e deixo a mala cair no chão, passo a seu lado sentindo um pouco mais seu perfume e libero a porta. Carla sobe no primeiro degrau e põe o outro salto sobre o segundo, ela não sobe de vez, inclina o corpo para dentro do caminhão para olhar e deixa o rabo empinado para todos, mas para mim o presente é mais especial. A maravilhosa visão se sua bucetinha, não toda, apenas a lateral rosada sobrando fora do shortinho que era mastigado pela bela flor.
Que vontade de enfiar o nariz neste rabo... Penso e me repreendo em seguida.
- Entra logo menina!
- Aí pai, já vou, nunca entrei num caminhão antes, é muito legal.
Diz ela enquanto entra de vez na cabine livrando meus olhos da tentação. Tento não pensar na visão e com esforço coloco sua mala sobre o banco do carona, Carla já está sentada na cama na parte de trás da cabine, explorando curiosa a cabine.
Puxa cada gaveta, olha cada canto, embaixo da cama, porta luvas, quebra sol, etc...
- Ah pai safado, que isso hein?
Diz Carla pegando uma camisinha Skin sensitive extra large que estava no porta objetos da porta.
- Até parece que você não sabe oque é minha filha, você não é mais uma criança. Você pode até nunca ter usado uma destas, mas saber oque é, você sabe.
- Aí chato, não precisa falar assim, e pro seu governo sei mesmo e já usei também tá.
- Já? Eita que menina pra frente, mal saiu do colegial e já tá com namoradinho, quero conhecer o felizardo.
- Que felizardo oque pai, não tem ninguém não, é só sexo mesmo, só prazer e não amor.
- Nossa menina, mas não quer um romance, um príncipe encantado pra você não?
- Até quero pai, mas enquanto não acho o certo posso foder com os errados né.
Confesso que isso me desarmou, não tive reação alguma além de fechar a porta do passageiro e entrar pela porta do motorista, ligar o caminhão e dizer pra ela por cinto de segurança, enquanto eu tentava não imaginar Carlinha trepando aquela linda buceta que eu havia visto parcialidade a instantes atrás no cacete de algum moleque tarado do colégio dela.