Raiva e tesão na varanda

Um conto erótico de marianinfaclara
Categoria: Heterossexual
Contém 938 palavras
Data: 16/04/2026 07:50:22

Pós janta, ja quase 21h da noite, eu estava na varanda, sentada numa poltrona, pensando na vida e fumando maconha. Estava de roupa de academia pois gostava de usar quando ia lavar a casa e tinha o feito mais cedo.

Carlos chegou, tinha saído para comprar um anti alérgico na farmácia, deixou tudo na mesa da sala e veio direto até mim. Acendeu a luz da varanda, me estendeu um envelope e pegou o beck da minha mão. O envelope continha uma multa por barulho que havíamos tomado.

Eu sempre fui barulhenta, nunca escondi isso, mas me chateei pois me controlava demais para que isso não acontecesse. Ele ficou encostado na porta me olhando com um sorriso de deboche, sabendo o que se passava na minha cabeça e que provavelmente eu estava estressada.

"Que merda isso. Outra multa e eu nem faço mais tanto barulho."

"Eu sei, amor. Deve ser implicância do síndico."

"Então deixa eu dar uma razão melhor."

Ainda sentada eu o agarrei pelo cois da calça e puxei até que ficasse de frente para mim. Desabotoei sua calça e seu pau saltou para fora, batendo na minha cara. Lambi de baixo até em cima, depois comecei a mamar e babar bem aquela rola. Ele se estendeu para desligar a luz da varanda, meu apartamento é baixo daria facilmente para verem o que estávamos fazendo, mas eu o impedi.

"Do meu jeito, gatinho. Só hoje tá bom?"

Ele acenou que sim e sorriu, segurou meus cabelos e ajudou no vai e vem da minha mamada. Sentia ele se segurar de vontade de gemer, segurei firme sua bunda e ia fazendo força para te-lo o mais fundo dentro da minha boca. Eu sentia seu pau pulsar na minha boca, indo fundo e me deixando quase sem ar. Quando soltava a saliva escorria por ele, pingando no chão e escorrendo pelo saco.

Me levantei e ele ajudou a me despir, eu fiz o mesmo com ele. Peguei o beck da sua boca e apaguei, sentei outra vez na poltrona, mas agora de pernas bem abertas, me segurando com ajuda dos braços que abraçavam as pernas e mantinham na mesma posição.

Carlos veio e enterrou de uma vez só, deslizou pra dentro deliciosamente, como se fosse sugado por mim.

"Ai, que delicia, amor, que pau gostoso."

Eu gritei isso sem pudor algum, alto e claro para que todo mundo ouvisse. Meu namorado ia metendo com força, eu pedia mais e mais, gemendo alto.

"Isso, cachorro. Fode a bucetinha da sua puta. Mete forte vai."

Ele se abaixava para chupar meus peitinhos e beijar minha boca, sem diminuir a força da metida. Eu estava exposta e entregue, sem sequer poder o apertar já que meus braços seguiam ocupados me mantendo arreganhada. Eu gozei muito rápido, urrando e gemendo, anunciando para o mundo.

"Que gozada boa, amor. Quero mais."

Nesse momento, o interfone começou a tocar, mas eu simplesmente não me importei. Me levantei e me apoiei no parapeito, empinando bem a bunda para meu macho. Carlos se agachou atrás de mim e lambeu gostoso meus dois buraquinhos. Ele passava a língua da buceta até o cu e depois voltava, babando bastante e cuspindo. Eu pedia mais e mais, gemendo e rebolando na sua cara enterrada no meu rabo.

"Que língua gostosa. Vai me fazer gozar de novo, puto desgraçado."

Ele intensificou a chupada e enfiou um dedo no meu cuzinho, eu gritei de prazer e minhas pernas bambearam. Na rua, eu via algumas pessoas olharem, o interfone seguia tocando e logo foi a vez da campainha, mas todos iam ficar sem ser atendidos. Novamente, eu gozei bem rápido, estava louca de raiva e tesão, doida para continuar sendo comida.

Dessa vez, ainda durante meu orgasmo, Carlos se levantou e enfiou o pau no meu cu. Eu não sabia se gemia de prazer, gritava de dor, ou caía no chão sem forças nas pernas. E essa sensação era deliciosa.

"Filho da puta, gostoso. Desgraçado, fode meu cu. Me arromba, já que fez isso comigo."

Enquanto enterrava no meu rabo, eu me masturbava, meu corpo ainda processava toda a sensação e a brisa que começou a vir de fora junto com os tapas que recebia na bunda, tornaram tudo ainda único.

Sentia que iria gozar a cada estocada dele, ouvia o interfone e de tempos em tempos a campainha, via as pessoas passando e olhando para cima, observando minha situação. E gemia feito louca.

Em dado momento, ouvi a vizinha de cima gritar para que a sem vergonhice parasse.

"Vem aqui me parar, vadia. Ou então usa essa boca pra chupar minha buceta, enquanto meu macho fode meu cu."

Nem eu acreditava no que dizia e, sinceramente, nem me lembrava mais o motivo do meu estresse antes de trepar, mas o tesão tinha tomado conta de mim e eu estava incontrolável. Carlos segurou firme na minha cintura e começou a estocar com toda a força.

"Vai encher minha bundinha de leite, amor?"

"Vou, gatinha."

Senti o primeiro jato de porra e finalmente ele gemeu alto, apertando com toda a força o corpo contra o meu. Gozei outra vez sentindo aquele pau pulsando e enchendo meu cuzinho de leite.

"Que delicia, gozar no pau do meu homem."

Carlos saiu da minha bunda e sentou na poltrona. Eu praticamente caí no seu colo de tão sem forças que estava. Ficamos ali um bom tempo, relaxando e conversando um pouco.

Estava descabelada, melada, cansada e muito satisfeita, o interfone não tocava mais e parecia que o prédio havia sido tomado pelo absoluto silêncio.

"Acho que vão dar outra multa."Email: marianinfaclara@gmail.com

Instagram: marianinfaclara

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Tô achando que o Síndico não vai multar vocês, vai é expulsar kkkk

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Foto de perfil de Dom Harper

Mais um conto safado e delicioso, Clarinha...

Ainda bem que moro em casa, gosto que minhas mulheres gritem bastante enquanto eu arrombo.

Beijão na virilha😈♥️

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